Há sempre uma tentativa de nos silenciar

Uma das situações mais angustiantes na vida de nós mulheres, são as tentativas de silenciamentos tão presentes em nosso cotidiano. Nas mais variadas situações, sempre existem pensamentos que nos lembram da importância em impedir que a força do patriarcado , não nos cale, não nos vença, e muito menos nos impeça de ocupar espaços pelos quais sonhamos, desejamos e lutamos.
O silenciamento, a que me refiro, é o que paralisa nossas existências e nos destina apenas lugares escolhidos e subalternos. Nós mulheres, fomos ensinadas sempre a calar, a não saber dizer não, não incomodar, a falar baixo ou falar o que a sociedade espera de “uma mulher”.
No entanto na grande maioria das vezes precisamos gritar para sermos ouvidas ou termos nossa essência reconhecida. Mulheres que desobedecem essas regras, são chamadas de loucas, por não aceitarem uma vida oprimida, e são vistas como perigo para quem oprime. E aí nós crescemos acreditando que mulher boa é quieta, pois fazer barulho desestabiliza as estruturas do patriarcado.
Quando nossas vozes são silenciadas, também é silenciada nossa existência, quando comandadas pelas vontades do outro. Não se entregar as tentativas de silêncio, torna-se fundamental para que possamos conhecer a mulher que existe dentro de nós.
Nos espaços que somos instigadas a nos calar, é importante refletir se as pessoas que tentam isso merecem caminhar ao nosso lado. Nos diminuem e não reconhecem nossas grandezas. Quantas vezes, ao lutar contra injustiças, escutamos conselhos como “deixa para lá”, “pare de criar caso”, “tenha mais senso de humor”, “calma mulher”.
Romper silêncios não é fácil, mas muitas mulheres fortes já nos mostraram o quanto é necessário. Dá medo, e quem se acha no poder sabe punir mulheres que ousaram falar.
Esse é um grande prazer masculino: apagar as vidas de mulheres cujas luzes os desafiam. Djamila Ribeiro.
Que a grandeza dos desafios não nos desanime, em qualquer espaço nossa luta será por nós mulheres, até que todas sejamos livres de todas as formas de opressões.


Michelle Silvestre – Mulheres em Pauta.

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Seja feliz agora

Nesses dias meu Kindle (leitor de e-books) quebrou. Isso depois de 8 anos de muito uso. Sabendo do valor de um novo, que é um tanto “salgado”, relutei bastante para comprar outro. Depois de muitos cálculos, decidi comprar em longas parcelas no cartão. Assim que finalizei a compra, passei a rastrear meu pedido diariamente, na ânsia de tê-lo o mais breve nas minhas mãos. Enquanto o aparelho não chegava, assisti no YouTube inúmeros tutoriais explicativos de funcionamento, e li vários comentários de usuários do Kindle. Antes mesmo dele chegar, eu praticamente já sabia tudo sobre esse leitor de livros.

Tão breve o entregador se identificou no interfone de casa, minha alegria tornou-se notória, a ponto da minha esposa comentar que eu parecia criança desembrulhando um presente. Adiei até a caminhada que estava para fazer no momento que o aparelho chegou em casa. Abri o pacote e retirei o aparelho da caixa com todo cuidado. Parecia que eu estava segurando um troféu ou uma joia preciosa. De imediato, fui ligando e configurando meu novo “brinquedinho”. Passados alguns minutos, um sentimento tomou conta de mim. Deixei o Kindle de lado e passei a refletir… Embora estivesse extremamente satisfeito com minha nova aquisição, entendi que eu não precisava ter ficado tão ansioso, a ponto de achar que me sentiria mais feliz depois que essa compra estivesse comigo.

Contei essa história para a gente perceber que não precisamos comprar um carro melhor, uma casa maior, ou até conseguir um emprego com remuneração maior para ser feliz. Claro que buscar melhorias nesses e noutros setores é saudável e natural, contudo, não deixe para ser feliz quando uma dessas, ou, todas essas coisas mudarem na sua vida. Que tal a gente sentir gratidão e felicidade com a casa que já temos? Com o carro, moto ou bicicleta que já possuímos? Precisamos sentir gratidão pelo trabalho que temos até que surja outra oportunidade.

Quando a gente aposta nossa felicidade no futuro, achando que um carro, uma casa ou um emprego melhor, farão da gente pessoas mais felizes, depositando nossa felicidade em coisas, possivelmente ficaremos ainda mais tristes, pois estaremos cultivando a cultura do consumismo e não da realização. E sabe o que mais? Sempre existirá um carro melhor, uma casa mais confortável e um emprego melhor remunerado do que o que já temos.

Que tal a gente agradecer pelo carro que a gente tem, ou até pelo que não tem? Se você conseguir um melhor, ótimo, aprecie e agradeça por esse carro novo. Caso passou a ter um carro inferior, façamos o mesmo, podemos tentar ser felizes nesse carro mais velho também.

Meu primeiro carro foi um Chevette ano 1989, que era a gasolina, mas que eu rodava com álcool. Antes vou explicar o motivo. Comprei esse carro a um cidadão que, aparentemente, não costumava fazer “bons” negócios. Desnecessário dizer as condições que esse veículo se encontrava pelo ano de fabricação dele, quando comprei esse carro, ele já estava com 20 anos de uso. Lataria e motor totalmente danificados, sem falar que o motor havia sido trocado por outro a gasolina, pois no documento do veículo constatava que ele era a álcool e não a gasolina. Para resumir a história, nessa época, precisei pegar 5 mil reais emprestado com minha irmã mais velha, no intuito de fazer minha viagem de intercâmbio. Tendo a intenção de vender esse carro assim que retornasse do exterior para devolver o dinheiro dela. Assim que voltei, coloquei o carro a venda. Não demorou muito para aparecer um comprador, mas para meu azar, ou sorte quem sabe, nesse mesmo dia o motor do carro bateu… foi quando eu descobri que esse carro deveria ser movido a gasolina e não a álcool, como eu estava fazendo… Bem, não tive outra saída, fiz uma rifa para levantar o dinheiro do conserto e no final das contas, juntando o valor que paguei quando comprei o carro, mais os consertos no decorrer dos 2 anos que possuí, somado ao último serviço para refazer o motor, a soma de gastos total foi de inacreditáveis 12 mil reais. Sabe por quanto eu vendi esse carro? 3 mil reais…

No começo sentia até raiva do carro e de tudo que passei com ele, mas com o passar dos anos, percebi o quão bom foi ter tido aquele carrinho. Quantos momentos de felicidade ele proporcionou para mim e para minha família. Quantas vezes fomos até Caruaru e cidades vizinhas, sem falar das vezes que levei meu filho para ver o mar. Não posso esquecer da primeira vez que fomos a Garanhuns com minha família. Foram muitos momentos onde me senti feliz no “carango”, como ele era chamado por mim. Mesmo estando num carro velho, consegui sentir felicidade. Também senti essa felicidade quando comprei meu carro atual, na época 0 KM. Também tentarei ser feliz caso passe a ter um carro mais velho, ou mais novo quem sabe. O segredo é descobrir a felicidade que está dentro de nós, e não nos objetos e coisas que nos cercam. Pois a felicidade está no caminho e não na chegada.

Vamos tentar ser felizes agora?

Pierre Pessôa
Fundador do Smart Fluent

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A Contabilidade como instrumento de gestão empresarial


Quando perguntamos a um jogador de futebol o que é necessário para ele vença uma partida, a resposta provável é que simplesmente ele treine bastante juntamente com a sua equipe. Entretanto, quando nos transportamos para a razão de sucesso das empresas, a resposta não é tão simples assim, e também não tão exata. Acontecem vários motivos que podem influenciar no desempenho de uma organização, mas com certeza o principal motivo de diferenciação é o conhecimento dos negócios, produtos, serviços, resultados e o grau de endividamento por parte de todos os seus integrantes (gestores).

Atualmente, observamos na maioria das empresas, que em razão principalmente dos altos índices de carga tributária, são criados mecanismos de redução dessa carga que podem distorcer a analise contábil criada no banco de dados da informação contábil, podendo inclusive ocasionar perdas financeiras. As demonstrações financeiras legais tornaram-se difíceis de entendimento e de pouca utilidade, o que leva a contabilidade a ter uma imagem de um setor que existe somente para o atendimento do fisco, ficando relegado a segundo plano na gestão dos negócios. Temos certeza de que não se pode fazer uma boa gestão sem utilizar a contabilidade. Esta, porém tem que ser flexível , ágil, à gerencia do negócio.

Um ponto fundamental é definir quem utiliza o produto da contabilidade. Esta não se dirige apenas ao fisco ou a bancos e fornecedores. O entendimento do negócio e o conhecimento da necessidade do usuário da informação contábil são fatores básicos para que os dados sejam trabalhados corretamente e a mensagem, assimilada. Os principais usuários da contabilidade são os executivos de todos os segmentos da organização, variando a forma de apresentação e o grau de refinamento que o dado sofre.

A contabilidade para vender o seu produto e valorizar-se, deve organizar-se de modo que mantenha um processo contínuo de comunicação com seus usuários, em última análise, seus clientes, buscando perceber seus anseios e necessidades para que possa ser um instrumento gerencial eficaz.

Forte abraço e até a semana que vem.
Nelson Domingos é Contador e proprietário da Cactos Contabilidade Empresarial LTDA.
81 4101 2101 / 9 9763 1165
Rua Dr. José Mariano, Loja 26 – 2º Piso – Coop Center – Bezerros/PE (Antigo Shopping Bezerros)

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Socialistas, comunistas e nazistas – por que a diferença de tratamento?


Na Europa, especialmente na Alemanha, ostentar uma suástica é um crime. Ao londo de décadas após a Segunda Guerra Mundial, pessoas têm caçado e punido os assassinos nazistas, que foram responsáveis pela chacina de cerca de 20 milhões de pessoas.
Eis uma pergunta: por que os horrores do nazismo são tão bem conhecidos e amplamente condenados, mas não os horrores do socialismo e do comunismo? Por que se ignora – ou ainda pior: por que se esconde – que as ideias socialistas e comunistas não apenas geraram uma carnificina muito maior, como ainda representaram o que houve de pior na história da humanidade?
Então vamos dar uma rápida olhada na história do socialismo e do comunismo.
Entre 1917 e 1987, Vladimir Lênin, Josef Stalin e seus sucessores assassinaram 62 milhões de pessoas do próprio povo. O ponto de partida foi a Ucrânia.

[normalmente é dito que o número de ucranianos mortos na fome de 1932-33 foi de cinco milhões. De acordo com o historiador Robert Conquest, se acrescentarmos outras catástrofes ocorridas com camponeses entre 1930 e 1937, incluindo-se aí um enorme número de deportações de supostos “kulaks”, o grande total é elevado para entorpecentes 14,5 milhões de mortes.]

Já entre 1949 e 1987, o comunismo da China, liderado por Mao Tsé-Tung e seus sucessores, assassinou ou de alguma maneira foi o responsável pela morte de 76 milhões de chineses. [há historiadores que dizem que o número total pode ser de 100 milhões ou mais. Somente durante o Grande Salto para Frente, de 1959 e 1961, o número de mortos varia entre 20 milhões e 75 milhões. No período anterior foi de 20 milhões. No período posterior, dezenas de milhões a mais.]
No Camboja, o Khmer Vermelho, comandado por Pol Pot, exterminou aproximadamente 3 milhões de cambojanos, em uma população de 8 milhões.
No total, os regimes marxistas assassinaram aproximadamente 110 milhões de pessoas de 1917 a 1987. Destes, quase 55 milhões de pessoas morreram em vários surtos de inanição e epidemias provocadas por marxistas – dentre estas, mais de 10 milhões foram intecionalmente esfaimadas até a morte, e o resto morreu como consequência não-premeditada da coletivização e das políticas agrícolas marxistas.
Quantos desses assassinos comunistas foram caçados e punidos? Ao contrário, tornou-se aceitável em todos os países do mundo (exceto na Polônia, na Geórgia, na Hungria, na Letônia, na Lituânia, na Moldávia e na Ucrânia) marchar sob a bandeira vermelha da ex-URSS, estampada com a foice e o martelo.
Mao Tse-Tung é amplamente admirado por acadêmicos e esquerdistas de vários países, os quais cantam louvores a Mao enquanto leem seu livrinho vermelho, “Citações do Presidente Mao Tse-Tung”.

[no Brasil, o PcdoB, partido da base do antigo governo, é assumidamente maoísta]

Seja na comunidade acadêmica, na elite midiática, na elite cultural e artística, em militantes de partidos políticos, em agremiações estudantis, em movimentos ambientalistas etc., o fato é que há uma grande tolerância para com as ideias socialistas – um sistema (de governo) que causou mais morte e miséria humana do que todos os outros sistemas combinados.
Os esquerdistas, progressistas e socialistas de hoje se arrepiam com a simples sugestão de que sua agenda pouco difere da dos maníacos nazistas, soviéticos e maoístas. Não é necessário defender campos de concentração ou conquistas territoriais para ser um tirano. O único requisito necessário é acreditar na primazia do estado sobre os direitos individuais.
A estrada que estamos trilhando, em nome do bem comum, é muito familiar. Se você não acredita, pergunte a si mesmo: qual o caminho que estamos trilhando: para uma maior liberdade ou para um maior controle governamental sobre nossas vidas?
Talvez pensemos que somos seres humanos melhores do que os alemães que criaram as condições que levaram Hitler ao poder. Quanto a isso, digo apenas o seguinte: não contem com isso.

Grupo Direita Bezerros

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MULHERES EM PAUTA:Uma história de luta coletiva

Michelle Silvestre, Mulheres em Pauta

Estamos vivendo um momento em que as redes sociais têm um papel imenso na formação dos/das brasileiros/as”, e isso ficou mais claro depois das últimas eleições. É preciso que acadêmicos, pesquisadores, intelectuais e historiadores tomem um lugar na cena pública para ajudar na formação das pessoas que escolhem em seu cotidiano as redes sociais como uma forma de se posicionar nos variados debates que envolvem nossa realidade.
Conforme o mais recente relatório Global Digital Report sobre o uso da internet no mundo 140 milhões – 66% da população brasileira – é usuária de mídias sociais. A pesquisa revela que o/a brasileiro/a passa em média nove horas por dia conectado, cerca de três delas checando suas redes, outras três assistindo a vídeos. O YouTube é o site que mais capta a atenção dos brasileiros (22m28s, em média, por visita) e é a rede social mais citada pela população com acesso à internet (95%).
Surgiu assim a ideia de construir a várias mãos um projeto de um programa destinado especificamente as mulheres de Bezerros e região. O Programa Mulheres em Pauta vem justamente atender essa demanda, levar conhecimento ao público feminino no âmbito local, visto que há uma ausência de programas nas rádios, sites e blogs em rede direcionados as pautas da luta das mulheres e que proporcionem um espaço de troca coletiva, fortalecimento e organização de mulheres
De acordo com o IBGE a população estimada de Bezerros é de 60.714 pessoas atualizado em 2018, no último censo em 2010 a estimativa era de 58.668. Fazendo um recorte de gênero temos a seguinte realidade:

Somos a maioria no município, mais do que isso, somos mulheres trabalhadoras que enfrentam cotidianamente violência, assédio, triplas jornadas de trabalho, baixa remuneração, adoecimento por sobrecarga entre tantas outras consequências. Tudo isso está relacionado diretamente com a nossa classe, com a forma com que o capital lucra com o nosso trabalho não remunerado e com a divisão do trabalho entre homens e mulheres. Por isso, caminhamos em busca de condições reais de vida para todas e todos, a passos lentos enfrentando e resistindo as tantas barreiras que surgem em nossa luta.
Diante dessa realidade, nosso direcionamento é na tentativa de transformar a realidade e dar as mãos umas às outras, diferente de tudo que nos foi ensinado pelo patriarcado, precisamos nos organizar e também ousar ocupar espaços de debate que a sociedade acredita não ser nosso lugar. Para isso, é preciso disputar esses lugares para que a mulher bezerrense e tantas outras tenham condições de falar e serem ouvidas e, sobretudo de se organizarem na luta enquanto mulheres trabalhadoras. Nossa existência (sobrevivência) nessa sociedade, por si só, já desafia toda a lógica das relações de poder historicamente construída, mas nossa organização e enfrentamento, além do potencial pedagógico e multiplicador, é capaz de abalar as estruturas sociais.
A luta das mulheres nos mobiliza a pautar por uma sociedade livre de opressões onde todas e todos tenham condições materiais plenas de viver. Acreditamos que através das redes sociais construiremos nesse espaço de interatividade laços de luta.
Iniciamos em 09 de abril de 2019, na TV ADP, conhecida como TV de Andrezinho do Povo, esse foi o primeiro espaço que nos fora oportunizado. Em seguida, a rádio 104 FM também nos abriu espaço permitindo uma maior amplitude e de fato nos favorecer em um dos nossos maiores objetivos, levar força, orientações e informações para mulheres que estão em áreas de difícil acesso e que pelas ondas do rádio conseguiram participar e fortalecer essa luta juntas com a gente. Porém não foi possível seguir nesse ano de 2020 nesse espaço, isso prova o impacto que o Mulheres em Pauta causou através das ondas sonoras e o quanto isso incomodou a estrutura patriarcal ao ver mulheres juntas e organizadas, sem falar o quanto isso reforça o que infelizmente já sabemos: nossas pautas não são prioridades e nem são respeitadas. Não é a primeira vez que fecham a porta para nós mulheres, mas quantas vezes fecharem estaremos prontas para resistir e juntas abrir outras.
Foi isso que aconteceu, depois de uma história de luta árdua, estamos a resistir no município ao insistir na luta das mulheres como uma necessidade política e hoje estamos ainda mais fortes. Hoje, estamos iniciando um novo ciclo, aqui no Bezerros Hoje e nas redes sociais do Programa Mulheres em Pauta, sob a organização mais efetiva de Michelle Silvestre e com a colaboração de outras companheiras e camaradas de luta como Luiza Melo.
Este texto inaugura um novo capítulo na historia do Mulheres em Pauta e é dedicado a todas as mulheres que, cotidianamente, enfrentam o desafio de ser mulher nessa sociedade e que se organizam para assim emancipar todas e todos, que resistem e lutam por um outro mundo possível.

*População Bezerros Pernambuco. Disponível em: http://populacao.net.br/populacao-bezerros_pe.html. Acesso: 15/03/2019.


Abraços de sororidade! Segue a gente: @mulheres.em.pauta
Michelle Silvestre, Mulheres em Pauta

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A importância da contabilidade nas empresas


Prever o futuro trilhando o caminho certo e desviar dos erros. Pode parecer uma missão impossível, mas enganasse quem pensa que isso se torna fantasioso. Nos negócios isso é possível através de uma boa assessoria contábil. Lucros, rentabilidade e riscos fazem parte do dia a dia desses profissionais, que auxiliam os gestores na tomada de decisões por meio de seu conhecimento na área empresarial.
Muitos empresários ainda pensam que a contabilidade só serve para apurar impostos e elaborar holerites. Muito pelo contrario, muitas empresas estão passando por dificuldades justamente por falta de orientação contábil.
Isso pode parecer claro para o profissional contábil, mas fazer com que o cliente entenda a necessidade de suas orientações é um trabalho desafiador. Muitos ainda acreditam que as soluções caseiras resolvem seus problemas, como por exemplo, planilhas de Excel, anotações em cadernos, etc.
Costumo dizer que o administrador é o cérebro da empresa, e a contabilidade o coração. Qualquer informação ou procedimento errado pode parar o seu negocio e vir a falência.
Por tanto, no momento em que for abrir uma empresa, procure profissionais realmente capacitados, não procure por escritórios pelo preço, mas sim pela competência de seus responsáveis.

Forte abraço e até a semana que vem.


Nelson Domingos é Contador e proprietário da Cactos Contabilidade Empresarial LTDA.
81 4101 2101 / 9 9763 1165
Rua Dr. José Mariano, Loja 26 – 2º Piso – Coop Center – Bezerros/PE (Antigo Shopping Bezerros)

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Não acredito nos cristãos

Vejo Jesus como o ser mais iluminado que já existiu e existirá no nosso planeta. Suas palavras, e principalmente, suas ações, ecoam até os dias de hoje, e ecoarão eternamente. Contudo, e infelizmente, não acredito na maioria dos Cristãos.

Temos o costume de não aceitar, ou até desprezar o que não faz parte da nossa cultura/ história. Muitas “verdades” e tradições são colocadas nas nossas cabeças desde nosso nascimento. Acreditamos que o correto é o que foi posto, e ponto final. Esse tipo de educação pode alienar, nos afastando do que realmente somos, e principalmente nos impedindo de viver aquilo que Jesus nos ensinou.

Até entendo quando alguns irmãozinhos dizem que tudo o que precisam fazer é ler a bíblia e nada mais. Pior é saber que muitos não leem, e muito menos, não põem em prática os ensinamentos do Cristo. Entendendo isso, não podemos nos fechar ao ponto de resumir todo amor de Deus, sua criação e sabedoria num único livro, ou melhor falando, numa única religião ou prática.

O pouco que estudei sobre as religiões foi o bastante para perceber que todas religiões sérias apontam para o mesmo lugar. Até os ateus, que tentam viver uma vida pautada na moral da ética, do respeito e da justiça, caminham para o mesmo lugar. Então, por que brigamos para provar que o “caminho” que sigo é o melhor, ou mais correto que o do outro, se a chegada será a mesma para todos?

O Budismo é datado de 2.600 anos, ou seja, 600 anos antes do nascimento do Mestre Jesus; contudo, muito daquilo que Jesus ensinou já era ensinado e praticado por Sidarta Gautama, mais conhecido por Buda. Isso não é de se admirar, pois as religiões e pessoas sérias podem encontrar esses ensinamentos mesmo que não sigam ou não conheçam nenhum dos grandes mestres espirituais da história da humanidade. É possível absorver esses ensinamentos diretamente da Fonte Suprema, também conhecida por Deus, e isso já está disponível dentro de você. Só basta parar e procurar lá dentro. Como foi dito: somos a imagem e semelhança do Criador. Esse caminho já foi impresso dentro de cada um de nós.

De nada vai adiantar seguir uma igreja cristã, ler os ensinamentos de Jesus e não colocar como prática de vida esses ensinamentos. Até porque se não é colocado em prática, certamente Seus ensinamentos não foram entendidos e não acreditamos neles. Assim, conheço budistas que são verdadeiramente cristãos e cristãos que são verdadeiramente budistas.

A fonte d’água não vai matar nossa sede se a gente não beber de sua água. Podemos conhecer essa fonte, saber sua história e toda sua estrutura, mas se essa fonte não fizer parte da gente, nada mudará. Noutras palavras: o cristão só viverá a essência dos ensinamentos do Cristo quando verdadeiramente beberem e tornarem-se parte dessa fonte, que é o próprio Jesus. O Cristo disse: “Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço e outras maiores fará, porque eu vou para junto do Pai.” O cristão não julga, não mata, não agride ao próximo e nem a tudo que compõem o universo, de maneira simplificada respeita terra, água, ar, fogo, espírito e tudo que compõem o cosmo. Pois somos parte do todo e o todo é parte da gente.

Na minha pequenez percebo que a religião de nada importa. Acho até importante a existência de várias religiões. Para mim cada religião é uma flor diferente que faz parte de um grande jardim. Já imaginou como seria um jardim feito apenas de uma única flor? Não é muito mais interessante termos um jardim cheio de flores diferentes, com cores e tamanhos diferentes embelezando o jardim celestial?

Podemos estar caminhando por vias diferentes, mas se entendemos os ensinamentos de Jesus e do Buda: Amarás teu Deus acima de tudo e ao próximo como a si mesmo, respeitando toda forma de vida que é e está interligada com o tudo e com todos. No final, todos nos encontraremos na fonte de vida e de verdade.

“Evangelizar sempre com a própria vida, e se possível, algumas vezes, com palavras.” Pois os ensinamentos de Jesus são: o caminho, a verdade e a vida!

Amém. Que assim seja. Shalom. Namastê.

Pierre Pessôa. ( Grupo Smart Companny)

Tentando aprender a viver esse caminho, essa verdade e essa vida…

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Bolsonaro termina 2019 com bons resultados

O eleitor brasileiro deu, no primeiro e no segundo turno da eleição presidencial de 2018, 49 milhões e 58 milhões de votos a Jair Bolsonaro guiado por três grandes eixos: a implantação das reformas e de um programa liberal na economia; o combate à violência, especialmente o crime organizado e a violência urbana; e a pauta moral, concentrada em temas como a promoção da vida e da família. O primeiro ano de governo começou com grandes expectativas, que foram amainadas aos poucos, à medida que o entusiasmo deu lugar à “vida real” e às articulações com o Poder Legislativo, encarregado de transformar em lei o programa partidário de Bolsonaro – a pauta moral, por exemplo, pouco andou por decisão do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que afirmou explicitamente não querer que esses temas tramitassem ao lado das reformas econômicas.

Duas áreas mostram de forma mais evidente o sucesso do governo: a economia e a segurança pública. Bolsonaro e a equipe econômica comandada por Paulo Guedes venceram a batalha de quase um ano pela reforma da Previdência, apesar dos diversos obstáculos colocados ao longo do caminho no Congresso – às vezes, por opção do próprio governo. Apesar da desidratação que tirou da reforma pouco menos de um terço da economia inicialmente prevista, ainda assim os resultados foram robustos graças à implantação da idade mínima e de regras mais igualitárias que vão alterar a dinâmica daquela que é, hoje, a maior fonte de despesa do governo federal, ao lado do pagamento de juros da dívida. Ainda há pendências a resolver, como a inclusão de estados e municípios na reforma, e que são objeto de uma PEC paralela patrocinada pelo Senado.

Em outra frente, a da desburocratização e da redução do tamanho do Estado, o governo também acumulou vitórias. A MP da Liberdade Econômica, transformada em lei pelo Congresso, promove uma mudança radical de mentalidade: sai a desconfiança a priori em relação às intenções do empregador, e em seu lugar entra a presunção de boa fé nos atos do empreendedor. Bolsonaro, Guedes e sua equipe querem que o Estado deixe de “criar dificuldades para vender facilidades”: não mais um ente hiper-regulador à caça da menor desconformidade em relação a exigências muitas vezes absurdas, e sim uma instância que atue apenas na punição dos abusos reais. Enquanto isso, o programa de desestatização avançou, ainda que não com a velocidade prometida. Concessões e privatizações renderam quase R$ 100 bilhões em 2019, superando a meta estabelecida, e o secretário Salim Mattar já afirmou que o ritmo deve aumentar, inclusive com a venda da Eletrobrás, que Mattar acredita ocorrer já no primeiro semestre desse ano.

Bolsonaro pode afirmar que sua escolha em terminar com o “toma-lá-dá-cá” da indicação de ministros, mesmo com um ou outro erro, foi uma decisão acertada

Ainda na economia, é de se destacar a queda da taxa Selic, que está em 4,5%, a menor em 20 anos. A inflação também está controlada, fechando o ano com um acumulado de pouco mais de 2,5%. A geração de empregos encerrou o ano, só no mercado formal, com cerca de 1 milhão de vagas preenchidas. São sinais consistentes de que, neste tema, o governo está trilhando o caminho certo.

Na segurança pública, o ministro Sergio Moro não se deixou desestabilizar pelo circo midiático criado com a divulgação de supostas mensagens com o objetivo de desmoralizar a Operação Lava Jato, e exibe alguns números robustos, vários deles conquistados em parceria com os governos estaduais. O principal deles é a redução no número de homicídios, que estava em 22% até setembro, na comparação com os nove primeiros meses de 2018. Vários outros crimes violentos também tiveram queda. Outra parceria com os estados resultou em ações que ajudaram a desarticular o crime organizado, como a transferência de chefes do Primeiro Comando da Capital para presídios federais, no início deste ano. Por fim, o pacote anticrime proposto por Moro também passou pelo Congresso, embora muito mais desfigurado que a própria reforma da Previdência, deixando de lado pontos positivos e contemplando algumas medidas bastante problemáticas. O grande revés nesta área veio não pelas mãos do governo, mas sim pelo Supremo Tribunal Federal: a derrubada da prisão após condenação em segunda instância, que agora o Legislativo tenta reverter.

Se Moro e Guedes ganham os holofotes merecidamente, também é preciso ressaltar o trabalho silencioso, mas eficaz, de ministros como Tarcísio Gomes de Freitas, da Infraestrutura, que tem o difícil encargo de solucionar gargalos logísticos que encarecem o produto brasileiro e tiram sua competitividade. Damares Alves, por sua vez, da pasta da Mulher, Família e Direitos Humanos, apesar do preconceito antirreligioso que lhe é dirigido por parte da intelectualidade brasileira, e a despeito de uma ou outra declaração menos feliz, também tem lançado iniciativas importantes na defesa de minorias e no combate à violência contra a mulher e à exploração infantil.

Bolsonaro pode afirmar que sua escolha em terminar com o “toma-lá-dá-cá” da indicação de ministros, mesmo com um ou outro erro, foi uma decisão acertada. E os números que o presidente apresentou nesse ano o confirmam para quem quiser ver. Mas os desafios para 2020, bem como as expectativas, são grandes e requerem um maior afinamento e amadurecimento na maneira como o governo é conduzido. As ressalvas apontadas acima, embora não mais que as conquistas, são relevantes, e relevantes a ponto de poderem prejudicar a evolução das reformas de que o país precisa. Oxalá o governo consiga encerrar com as polêmicas desnecessárias, para poder se concentrar, em um ambiente de amplo respeito democrático, nos projetos que possam acelerar a melhora da qualidade de vida dos brasileiros.

Grupo Direita Bezerros

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ABRAM ESPAÇO PARA NÓS MULHERES! O DIREITO É NOSSO!!!

Por que será que a pauta das mulheres aqui em Bezerros fica sempre em último plano? Nosso Papo de Mulher hoje vai falar sim de quanto Bezerros é uma cidade ultrapassada, vive num retrocesso e que não avança nos assuntos relativos a nós mulheres. Gente, por mais que discutamos, por mais que criamos projetos que possam citar pautas de mulheres, Bezerros não avança. Não se chega aos grandes objetivos porque somos uma cidade machista que pensa pequeno, num mudinho estreito. Enquanto muitas cidades crescem e já perceberam que as mulheres são possibilidades de avanço, em Bezerros tudo é comandado nos interesses machistas. Até quando vamos ser instrumentos de interesses convenientes para os homens? A indignação que talvez vocês percebam neste texto, vem de mais uma vez observar que os grupos que nós mulheres estamos inseridas perdem espaços todos os dias nessa cidade. Será que a população conhecem os grupos de mulheres que atuam sozinhas por não haver espaço nenhum para reunir ou discutir suas ideias e projetos. Somos inúmeros grupos de mulheres como UBM ( União Brasileira de Mulheres), Mulheres em Pauta, Coordenadoria da Mulher, Mulher Arte e Lazer entre outros que atuam dentro dessa cidade mas que perde lugar todos os dias porque não há espaço para nós. Esses grupos não se firmam! Recentemente, o Programa Mulheres em Pauta foi descartado por não ter espaço na nova programação da Rádio 104 FM. A UBM e os outros grupos que reúnem mulheres em locais cedidos e criam seus próprios eventos custeando, quando dar ,para que outras mulheres se integrem nessa luta e se empoderem mais. Agora, tem alguns momentos específicos que nós mulheres somos lembradas e até oferecem todos os espaços possíveis e em 2020 vamos ver isso acontecer. Somos lembradas no processo políticos onde partidos buscam mulheres para obrigatoriamente cumprir a cota exigida por lei. Somos lembradas nos discursos de campanhas políticas onde esses candidatos precisam enaltecer as mulheres, afinal isso dar credibilidade para eles. Somos lembradas quando os homens precisam de uma grande mulher atrás dele para conduzi-lo. Nisso somos as vices, as adjuntas, as diretoras, as possíveis secretárias, as assistentes. Somos lembradas nos cursos de corte e costura, de culinária, de artesanato ( não desmerecendo de forma alguma esses cursos tão importantes) ou até mesmo nas militâncias políticas de campanhas políticas. Tudo num espaço curto de tempo. Depois voltamos a nossa insignificância.
Isso precisa mudar! No entanto, só nós mulheres temos a capacidade de transformar essa realidade. Somos a maioria de votantes nesse país. Somos a maioria da população brasileira. Estar em nossa mãos a possibilidade de mudança. Mulher precisa votar em mulher, desde que represente as nossas verdadeiras lutas. Só assim entraremos nos espaços de poder e poderemos mudar o mundo e começaremos por nossa terra, Bezerros!!!

Cristiane Soares

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Você sabe qual a real situação da sua empresa?

Muitas empresas passam por dificuldades e chegam até mesmo a fechar as portas por não dar importância a gestão contábil, fiscal trabalhista e previdenciária sob o ponto de vista de cumplicidade e da governança corporativa.
Se você é gestor de empresa, já deve ter ouvido falar de algum amigo próximo:
“Ahhh mas a minha empresa é pequena demais pra se preocupar com essas coisas”
Não se importar com isso, explica porque quase 50% das empresas brasileiras “quebra” antes de completar 4 anos de existência, principalmente, por falhas administrativas, ausência de controles internos e descumprimento da legislação.
Por meio de algumas respostas de perguntas básicas, podemos analisar qual a situação do seu negocio:

• Todas as Notas Fiscais Eletrônicas (emitidas e recebidas), e seus respectivos XML, estão sendo escrituradas e armazenados de acordo com o prazo legal?
• A(s) atividade(s) exercida(s) pela empresa estão de acordo com o Contrato Social?
• Há passivos ocultos do ponto de vista fiscal e trabalhista?
• As obrigações acessórias (SPED, DIRF, GFIP, DCTF, SEF, Destda, Esocial etc.) estão coerentes e não apresentam divergências entre si que podem gerar multas e penalidades?
• As Certidões Negativas de Débitos (CNDs) da empresa, emitidas pelos órgãos públicos (Receita Federal, Previdência Social, FGTS,SEFAZ, etc.), estão válidas e não há pendências impeditivas para renovação?

Fazer uma boa gestão e prezar pelas boas práticas contábeis não irá garantir por si só que o seu negócio seja bem-sucedido, mas não dar importância a isso pode levar a sua empresa diretamente para o “buraco”.

Forte abraço e até a semana que vem.

Forte abraço e até a semana que vem.
Nelson Domingos é Contador e proprietário da Cactos Contabilidade Empresarial LTDA.
81 4101 2101 / 9 9763 1165
Rua Dr. José Mariano, Loja 26 – 2º Piso – Coop Center – Bezerros/PE (Antigo Shopping Bezerros)

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Até quando vamos viver a superficialidade das coisas?

Existe uma inquietação constante na minha consciência. Percebo que nosso modelo de consumo e existencial seguem para a nossa destruição. A prova? Vejam quantas pessoas estão doentes fisicamente e mentalmente. Poluímos nossas águas, solos e ar de maneira meio que inconsequente ou até inconscientemente. Quando essa educação reveladora e tão libertadora virá? Não, não estou falando de Paulo Freire, contudo, quando vamos sair da “Matrix”?

Olho com tristeza esses diplomas que ainda estão “fresquinhos” da gráfica, onde os ex-universitários mostram com orgulho seus poderes e seus “conhecimentos” impressos num pedaço de papel. Como Eduardo Marinho diz: “o ensino superior deveria ser feito para ser entendido como ensino de responsabilidade social”. Como vamos obter isso com um sistema que valoriza a nota da prova e não o conhecimento? Onde o mais importante, na grande maioria dos casos, é conseguir um papel que prove sua formação, embora o conhecimento de responsabilidade social, ou até mesmo o conhecimento técnico não é relevante. Quer uma prova? 80% dos recém formados em direito não passam na prova da OAB. Apenas 30% dos formados em medicina passam na prova de residência. Isso falando do conhecimento de especialista na área que se formou. O conhecimento empírico fica fora de cogitação em avaliações…

Como vamos gerar essa consciência de responsabilidade social, se nem isso é absorvido nos cursos de Serviço Social? Digo isso na prática altruística. Quem teria obrigação de fazer isso? O estado obviamente, mas ele não faz nem quer fazer. Não vão querer repartir o “pão” que Platão “comeu” quando saiu da caverna, onde foi narrado por Sócrates.

Enquanto a escola continuar empurrando assunto atrás de assunto, tentando provar que essa escola é melhor pela quantidade de capítulos e matérias apresentadas no ano letivo, mesmo que seus alunos não tenham condições biológicas de absorver essa quantidade de conteúdo, a humanidade não rumará para a prosperidade de harmonia entre a: existência humana, sua consciência e a natureza das coisas.

Por que não tiramos da “periferia” matéria que são superficialmente abordadas na escola, tipo: filosofia, ecologia, arte, cidadania e até uma matéria nova: libertação e reconexão dos humanos?

Não somos a nota que tiramos na prova, mas sim a prova que tiramos da vida. Se a construção de um mundo melhor, mais igualitário e conectado com a natureza não for prioridade, então não vale a pena está na universidade e pegar esse diploma, pois mais na frente o mundo será destruído.

Sabe aquela mãe/pai que ao caminhar com seus filhos encontra um mendigo ou até um trabalhador de pouco reconhecimento pela sociedade e diz: “estão vendo? Estudem muito para não ficarem como eles”. Na verdade, a fala dessa mãe/ pai deveria ser: estude muito para ajudar a tirarem eles dessa realidade!

Pergunto: por que deve haver essa disparidade e o prestígio de salário entre um juiz e um zelador de prédio? Alguém poderia simplesmente dizer: “o juiz se esforçou mais e estudou muito”. Tudo bem, mas imaginemos que todo mundo estude o mesmo que um juiz, ainda assim não precisaríamos de alguém para retirar o lixo e limpar o chão?

A questão é: nosso valor, erroneamente, está ligado ao diploma que temos, e não ao conhecimento que adquirimos, mesmo que tenha sido absorvido fora de uma universidade. Nosso respeito está no título que temos, e não no caráter que formamos. Se você discorda, então explica o porquê defecarmos na água que beberemos depois? Por que colocamos veneno na comida que comemos? Por que estamos tão doentes, ao ponto de virar uma epidemia a quantidade de suicidas e doentes mentais? Por que a escola não muda esse sistema?

É comprovado cientificamente que, nosso planeta, não resistirá por muito tempo se continuamos seguindo esse caminho. Melhor dizendo: o planeta até suportará, a humanidade é que não vai suportar.

Irmãos, coragem! Desliguem a televisão! Deixem o celular de lado. Peguem os livros. Discutam as ideias. Voltem a socialização com pessoas e não com redes sociais. E o mais importante: que não sigamos esse sistema desumanizador. Reinventemo-nos!!!

“Pois se as feridas dos nossos irmãos não nos causam dor, então as nossas doenças são mais graves que as deles. ” Autor desconhecido.

Que tal aproveitar o ano novo para uma humanidade nova?

Pierre Pessôa

Aprendendo a aprender.

Por Pierre Pessoa

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Então é Natal!

Chegou mais um Natal! O que muda em sua vida? Que reflexão você faz deste momento? Vamos conversar um pouco sobre isso?
Como de costume as pessoas sentem um clima diferente neste período. Gostando ou não, somos envolvidos por outros sentimentos seja na nossa família, seja no trabalho, seja entre amigos ou conhecidos e até desconhecidos. Não dar para desconsiderar essa época do ano. Mas, como você, em especial, vivencia o Natal? Junto e misturado? Sozinho ou sozinha? Para você o Natal tem sentido? Tem algum significado? Ou apenas é um dia como outro qualquer? É claro que para muitos o clima natalino é um momento de estarem com a família, amigos, pessoas que amamos. Para outros, é um momento de oração, de realmente comemorar do seu jeito o aniversário do homem mais famoso do mundo, Jesus! Também para outros é um dia como qualquer, pois as vivências foram sempre diferentes das outras pessoas. Às vezes por não ter nenhum familiar por perto, às vezes por não ter a cultura familiar de estar junto por vários motivos. Porém, muitas vezes, por estar sozinha. Família e amigos priorizam outros grupos. Independentemente das maneiras de como você vivencia seu dia natalino, é importante refletir sua vida, suas escolhas e você como ser humano. O Natal só tem sentido se fizermos essa reflexão para nos comprometer em ser um ser humano melhor. Não adianta reuniões, confraternizações, palavras bonitas e soltar as emoções senão nos propomos a melhorar. O sentido do nascimento de Jesus é deixar nascer esperança, fé, amor e força na nossa vida. Seja lá como você vivenciou seu Natal, lembre-se de refletir, conscientizar-se e dar o melhor de si. Não fique triste se por acaso você está sozinho. Acredite você não está só! Mesmo que não sinta, não veja e não acredite, mas a presença de Jesus é fato em todos nós.
Posso contar um segredo para você? Tudo pode parecer muito difícil, mas tudo passa e a nossa vida pode transformar de um dia para outro. Vamos aproveitar esse momento para mudar, renovar e transformar atitudes e ações daqui para frente. “Seja você a mudança que você quer ver no mundo!” assim disse sabiamente Mahatma Gandhi e não é que ele está certo? Você vai descobrir que tomar novas atitudes ou mudar vai te faz uma pessoa melhor. Feliz Natal para todos nós!

Por Cristiane Soares

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FGTS, PIS, IR… Conheça o pacote para estimular a economia no fim de ano

O governo federal está criando fatos positivos neste fim de ano e deu indícios de que será pela economia que eles virão. Há algum tempo, Jair Bolsonaro tem apostado em medidas para liberar o máximo de dinheiro possível para que os consumidores possam comemorar os feriados de dezembro em situação confortável, e para que o varejo tenha o melhor desempenho – principalmente no Natal – desde 2013.

Até o final deste ano, o governo acredita ser possível injetar mais de R$ 20 bilhões no bolso dos brasileiros. Boa parte desses recursos deve ser garantida pelos saques de contas ativas e inativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), que já movimentou R$15,6 bilhões desde julho.

Bolsonaro vai instituir, para os 13,5 milhões de beneficiários do Programa Bolsa Família, o Pagamento de um “13º salário” – neste mês, cada família receberá o dobro do valor a que tem direito -, o que pode movimentar R$ 2,58 bilhões. Em Pernambuco, o Governador Paulo Câmara (PSB) diz “ser o criador” desse projeto, se de fato for “o criador” deverá pagar outra taxa extra para os beneficiários do bolsa família de Pernambuco, ao qual o pagamento deve ocorrer no começo de 2020. Caso contrário, saberemos que é mais uma “farsa” do Governo Paulo Câmara (PSB) que sempre usa situações como essa para ser visto como “bonzinho”. Fiquemos de olho e lembremos que os cidadãos que recebem o bolsa família terão direito a dois pagamentos: um do governo federal ( dezembro 2019) e outro do governo estadual (janeiro 2020). Um já foi pago, vamos esperar e ver se o outro também será.

Há, ainda, a medida provisória da Carteira Verde e Amarela, formulada para incentivar a contratação de jovens entre 18 e 29 anos. Com o programa, o Ministério da Economia espera gerar 1,8 milhão de vagas nos próximos três anos. A previsão da pasta é atender a pelo menos 4 milhões de pessoas, entre 2020 e 2022.

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Os bichos do Natal

No Natal geralmente ficamos mais sensitivos pelas coisas que passamos ou presenciamos. É sempre momento de reflexão e recomeço. Geramos empatias pelo próximo e nos emocionamos mais.

Confesso que tenho alguns momentos de lucidez e percepção do despertar para o momento do agora. Como estou estudando a filosofia e a prática do budismo nos últimos meses, creio que isso tem ajudado nesse meu último e rápido “despertar”. Descrevo-o agora.

Entrei no meu carro e tomei por destino minha cidade, Bezerros, depois de um dia muito movimentado e cheio de tribulações na capital Pernambucana. Estava exausto pelo dia que tive e ainda estava enfrentando o pior horário do trânsito terrível do Recife. Estava preso no congestionamento da Av. Abdias de Carvalho, sem previsão de quando chegaria em casa. Por um segundo me senti feliz por ser “matuto” do interior e não precisar enfrentar diariamente esse caos.

Cada minuto que passava era um sofrimento a mais. Irritado cheguei a buzinar para o carro da frente “andar” e levei umas buzinadas também. Foi aí que falei: isso é um “inferno”! Passado esse momento de angústia e incapacidade, uma coisa chamou minha atenção e trouxe esse meu “despertar”. Comecei a observar tudo que acontecia à minha volta. Olhei: os prédios, os diferentes tipos de carros e as pessoas que estavam dentro. Continuei observando e vi um bicho:

Vi ontem um bicho

No meio do trânsito

Desviando das motos entre os carros.

Quando achava alguma pessoa,

Não esperava nem hesitava:

Corria com voracidade.

O bicho não era um cão,

Não era um gato,

Não era um rato.

O bicho, meu Deus, era um homem.

Para quem conhece o poema “O Bicho” de Manuel Bandeira vai perceber a semelhança nos dois primeiros versos e uma cópia dos últimos dois.

Esse bicho, quero dizer, esse homem/ mulher como de costume vestia: uma camisa tipo regata, um short bem “surrado” e sandálias de dedo. Carregavam: bolsas gigantes com pipocas, bacias e bandejas com frutas, um recipiente com garrafas de água mineral no botijão improvisado e cortado ao meio, dentre outras coisas que tentavam vender. Incrível era ver a habilidade deles de desviar dos carros e principalmente das motos. Com olhos de “águia”, esses trabalhadores conseguem perceber, mesmo com os vidros dos carros fechados, o menor sinal de interesse de um motorista querendo comprar alguma coisa. Toda essa correria acontecendo em segundos; o tempo suficiente para o sinal abrir. Quando o trânsito piorava, ajudava no tempo das vendas, mas o perigo aumentava para eles, por conta das motos que passavam em alta velocidade entre os carros.

Como o trânsito não ajudava, consegui focar meu olhar nos olhos deles e compreendi o que eles diziam em seus rostos. Rostos cansados por estarem há horas correndo de lá para cá, olhos confusos e preocupados, para talvez no final da jornada, poderem levar um pouco de comida e dignidade para casa. Acredito que é mais difícil entender o que vi e senti para quem presencia essa cena diariamente. Mas, para mim foi muito duro começar a entender…

Nesse momento alguns poderiam até condená-los e culpá-los. Alegar que estão nessa situação por eles não terem se esforçado quando eram jovens. Até dizer: “eles merecem”. E justificar a tão discutida: “meritocracia”. Porém, eu penso: será que eles tiveram escolha? Será que foram “preguiçosos” para estudar? Ou essa oportunidade não foi oferecida? Alguém ou o estado esteve presente? Aconselhou ou motivou para despertarem a vontade e terem a oportunidade de estudar? Acredito que não… Como essas pessoas poderiam ter forças para estudar, ler ou até pensar outra alternativa com essa vida que eles levam hoje, ou sempre levaram? Existem oportunidades? Teriam forças e condições psicológicas para isso?

Para não morrerem atropelados, notei que durante toda a jornada de trabalho, o foco e pensamento deles estavam no trânsito e nas suas vendas. Sem sobrar um segundo se quer, para refletirem suas vidas e os direitos que eles possivelmente têm. Foi nesse momento que senti uma vergonha enorme de mim mesmo. Momentos antes eu estava “blasfemando” pelo cansaço e trânsito que eu enfrentava. Vi-me dirigindo e cansado, porém, estava sentado de maneira confortável, com o ar-condicionado ligado, escutava uma música super agradável e estava bem alimentado. Caiu a ficha quando eu percebi que, mesmo com minha carga de trabalho e luta diária, ainda tenho tempo para: ler, estudar, passear e refletir como posso crescer pessoalmente, financeiramente e espiritualmente. Que opções esses irmãozinhos têm? Quando estou julgando-os, faço correto? Tenho esse direito de julgá-los? Seriam vítimas da sociedade?

Foi quando baixei o vidro do carro, sorri e falei:

  • Boa tarde! Uma água por favor. Tome 5 reais e fique com o troco.

Antes de continuar a viagem falei ainda:

  • Feliz Natal…

Pierre Pessôa

Professor e eterno aprendiz.

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“O pão nosso de cada dia”

Na bíblia a palavra pão aparece 338 vezes. Já percebeu como nosso pãozinho de cada dia é tão maravilho? Duvido muito que exista alguém que não resista a um pãozinho francês que acabou de sair do forno com uma manteiguinha da fazenda. Chega até a dar água na boca só de pensar nessa maravilha…

Toda criança aprende logo nos primeiros dias de vida que: através do choro, ela vai conseguir o que desejar naquele momento. Comigo não foi diferente. Fui um verdadeiro bebê chorão e manhoso durante toda minha infância (acho que ainda sou nos dias de hoje). Não lembro exatamente quando virei fã de pão, especialmente do pão francês; contudo, lembro muito bem da minha tática para conseguir comer um delicioso pão com manteiga. Quanto estava com uns 3 ou 4 anos, minha vó paterna Rosinha, percebeu que eu adorava um pãozinho, até como forma para me consolar nessa época.

Recordo perfeitamente que depois de alguma reclamação, ou até, de ter recebido uma palmada da minha mãe, eu caia em prantos e corria pra casa da minha avó, que ficava ao lado da minha, e recebia um pão maior que eu como consolo. Meu choro durava até minha vó cortar e passar manteiga naquele pãozinho. No exato momento que ela me entregava e eu dava a primeira mordida, como mágica, meu pranto acabava. Muitas vezes eu cheguei a simular um choro falso só para receber esse “venerável” pão com manteiga. Difícil deveria ser para minha vó quando ela não tinha pão em casa. Coitada… meu choro perdurava por infindáveis minutos…

Veja como o pão é tão digno de admiração. Se eu pego o novo testamento, na parte que é relatado a última ceia de Jesus e seus discípulos, encontramos: “Estando eles comendo, tomou Jesus o PÃO e, tendo dado graças, partiu-o e deu aos discípulos, dizendo: Tomai e comei; este é o meu corpo”. Lucas 22/19.

Pergunto: por que Jesus não pegou uma macaxeira para representar seu corpo? Uma batata doce? Ou até uma rodela de inhame, até pela semelhança dele com a hóstia que os católicos usam na missa?

Minha intenção, em hipótese alguma é de satirizar ou fazer chacota da bíblia, muito menos dos católicos. Pelo contrário! Quero enfatizar o quão maravilhoso é nosso pão de cada dia, pois até Jesus escolheu esse pão para ser Seu corpo. Pena que esse pão não é mais produzido como antigamente. A cada dia, mais ingredientes químicos são adicionados. O que esse “bendito” do glúten foi fazer no nosso pãozinho?

O pão, dentre outras coisas, é representado como nosso alimento diário. No mundo, falta pão para quase 1 bilhão de pessoas! O que temos feito para mudar essa realidade? Precisamos ser solidários e partilhar nosso pão não apenas no natal, mas em todos os momentos da nossa existência. Que nunca falte pão nas nossas mesas.

Pierre Pessôa.

Fundador da Deu Fome Delivery.

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Na coluna de hoje vamos destacar “Como abrir uma empresa com segurança”

A forma mais segura de abrir uma empresa é procurando um profissional capacitado, com experiência e que possa lhe orientar nos procedimentos e cuidados que deverão ser tomados no momento da constituição da sua empresa.
Entretanto, minha opinião é você analisar se realmente tem o perfil de um empreendedor. A idéia de ser dono do seu próprio negocio é a maneira mais fácil de se ganhar dinheiro, mas na pratica isso muitas vezes não se aplica. Minha experiência profissional que pude obter em alguns anos atendendo vários clientes, que vai de alguns pequenos empresários a empresas de grande porte, pude perceber que algumas pessoas não têm esse perfil tão desejado de ser um empreendedor. O que acontece na maioria das vezes é uma frustração, onde facilmente a pessoa “quebra” o seu negocio e aquele dinheiro economizado com tanto esforço fica jogado fora.
Por tanto, aquele que quer empreender deverá ter algumas habilidades indispensáveis, tais como: Iniciativa, capacidade de se planejar, autoconfiança, liderança e perseverança.
Desta forma, se você se encaixa nestas habilidades, muito provável que você tenha o perfil de empreendedor. Mas para abrir a empresa, você deverá analisar antes alguns fatores para a efetiva constituição, somente assim, poderá evitar problemas futuros eliminando os riscos em iniciar o seu próprio negocio, são eles: Definir a atividade, o tipo jurídico, o capital social, a razão social e por fim e na minha analise o mais importante o “planejamento tributário” .
Isso é um assunto muito técnico, mas deverá ser bastante analisado e debatido se quiser realmente abrir o seu próprio negocio. Mais uma vez repito, procure um profissional de boa qualidade para a abertura e assessoramento da sua nova empresa, afinal, você não quer que seu negocio “quebre” não é?

Forte abraço e até a semana que vem.

Nelson Domingos é Contador e proprietário da Cactos Contabilidade Empresarial LTDA.
81 4101 2101 / 9 9763 1165
Rua Dr. José Mariano, Loja 26 – 2º Piso – Coop Center – Bezerros/PE (Antigo Shopping Bezerros)
Nelson Domingos é Contador e proprietário da Cactos Contabilidade Empresarial LTDA.
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E VEM AÍ OS NOVOS CONSELHEIROS TUTELAR

Nosso papo hoje é sobre os novos conselheiros tutelar que assumirão a partir de 2020 seus cargos e funções na nossa cidade. No entanto, é importante lembrar o verdadeiro sentido desta instituição e de quem o representa.
Primeiro, “o Conselho Tutelar é um órgão público municipal que tem como missão representar a sociedade na proteção e na garantia dos direitos de crianças e adolescentes, contra qualquer ação ou omissão do Estado ou dos responsáveis legais.” Segundo, “os conselheiros acompanham os menores em situação de risco e decidem em conjunto sobre qual medida de proteção para cada caso.” Esse é o principal objetivo de quem se propõe a assumir tal desafio. Mas, aqui em Bezerros a batalha de ser Conselheiro Tutelar foi totalmente substituída por interesses políticos que mobilizam as pré-candidaturas municipais. Acredito que uma falha dessa eleição é ela ser realizada em véspera de ano eleitoral. Como controlar os interesses políticos de pessoas que usam essa instituição tão importante para barganhar cabos eleitorais para o ano seguinte? Pior, um cidadão ou cidadã que começa sendo financiado ou patrocinado por políticos que gastam muito dinheiro em logística ou em garantir votos no dia da eleição, já mostra que não será um conselheiro compromissado com esta instituição tão séria. Essa eleição foi tipicamente curiosa, só elegeram homens, nenhuma mulher entrou. Talvez porque algumas delas não priorizaram apoios “políticos.” Em Bezerros existe uma frase comum, quase religiosa que diz que para ganhar eleição aqui tem que ter dinheiro. Ao contrário disso, é um pobre coitado que ninguém vota. Imagine na eleição do Conselho Tutelar que as pessoas não são obrigadas a votar? O candidato tem que ter “dinheiro” para ir buscar cada pessoa em sua casa e garantir seu número de votos. É uma pena que a cada dia a população seja estimulada a contribuir com a decadência de instituições tão importantes para o funcionamento de políticas públicas sociais. Espero que esses novos conselheiros que por direito assumirão o Conselho Tutelar possam conscientizar-se do grande papel que irão assumir.
O Conselho Tutelar não é a garantia de um emprego e muito menos garantia de votos para os senhores políticos dessa cidade. Até porque quem já passou ou quem se mantêm sabe que ser conselheiro não é fácil. As situações gritantes de risco que as crianças e adolescentes vivem é muito séria e o salário de um conselheiro não paga nem de longe tanta responsabilidade. Usem as capacitações para realmente entender qual seu papel para que possa assumir com maestria e fazer diferença. Vamos está de olho nesses conselheiros que além de assumir seu legítimo e democrático direito de ser conselheiro tutelar é um funcionário público e como qualquer um precisa atender as necessidades da população que o procura.

Por Cristiane Soares

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