Pensamento do leitor

Bom dia!
Gostaria do bom senso por parte da secretaria de infraestrutura de Bezerros, tivesse um olhar especial para o Bairro São Rafael para fazer uma terra planagem em todas as ruas. Pois por parte da secretaria de finanças já teve está atenção enviando uma carta convidando os moradores para comparecer e atualizar seus dados imobiliários para começar a pagar IPTU.

Professor Roberto

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No Bezerros Hoje a opinião do internauta ganha destaque em nossa home principal. O leitor abaixo faz crítica as vagas de empregos publicadas pelo governo do estado, através da Agência do Trabalho de Bezerros. Ele explica o porquê?

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A leitora abaixo fala da importância da mobilização popular para que as ações governamentais aconteçam. “Alvo de protesto no ano passado, creche é reinaugurada na Serra Negra”. A sua opinião em nossas redes sociais gamham destaques aqui na página principal do site.

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A sua opinião em nossas redes sociais ganha destaque aqui na página principal do site. O leitor abaixo comenta sobre a quase tragédia com ônibus que faz o transporte de pacientes de Bezerros para tratamento na capital.

Clique para ler mais comentários sobre o fato
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Coluna Voz política: “Fulano é filho de quem?”

“Fulano é filho de quem?”

Porque o medo de alguns com novas pessoas surgindo na política de Bezerros

Não é de hoje que as decisões políticas do município tem se restringido na última década a um grupo, que luta eleição a eleição para não deixar o poder, o pior de tudo é que é apenas pelo poder. Fazem piada, subestimam e principalmente intimidam ao questionar: “Fulano é filho de quem?” numa clara evidência que para esses alguns, a política não cabe aos sonhadores sem berço tradicional, esses podem ser ousados e destemidos, o que não agrada muito aos “experientes” do mundo político.

Em Bezerros parece regra desacreditar das novas lideranças que possam surgir, isso tem afastado muita gente boa do cenário político. Mais um evento vem aí, as eleições de 2020 já batem a porta de uma cidade que pede socorro às pessoas que estejam interessadas em dialogar Bezerros, com humildade, respeitando as diferenças e com a intenção de unir quem deseja mudança. Esse sentimento deverá ser mais do que uma luta por troca de pessoas, e sim de uma nova conquista onde novos bezerrenses possam ser oportunizados e convocados à contribuir por méritos e por de fato apresentar soluções a questões que a cidade necessita urgentemente priorizar. 

Não pode uma, duas ou três pessoas acharem que mandam em nosso município, que as decisões somente pertence a eles, mais do que nunca é tempo de renovação política. E quando a infeliz pergunta soar como tom de desmotivação: “Fulano é filho de quem?” seguirá como resposta:  “Somos filhos de Marias e Joãos” e vamos falar sobre política!”  A participação das novas lideranças, unidas as que já se destacam no cenário político defensoras da renovação política, serão sem sombra de dúvidas; o basta! que Bezerros vem necessitando escutar desde o início dos anos 2000, onde parece que a nossa cidade ainda vive ou sobrevive.

Opiniões: instagram @ericksonclaudino                                  E-mail: ericksonclaudinno@gmail.com

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O seu comentário em nossas redes sociais ganha destaque em nossa página. O leitor abaixo destaca o custo patronal que um funcionário público de Bezerros vai reapresentar para o município dá sustentabilidade a sua previdência municipal.

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Pensamento do leitor

O leitor repercute o tópico da nossa coluna política sobre o Bezerros Motofest. “O evento ja provou o seu potencial e agora precisa ser abraçado de fato pela prefeitura e pelo governo do Estado o que movimentaria todo o cenário cultural do município”.

Comente assuntos publicados em nossas redes sociais e veja o seu comentário destacado em nossa página.

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Dia da AMIZADE

Por Natalícia Xavier

Hoje, Dia da Amizade, é momento oportuno para refletir a importância que temos na vida uns para os outros.
Amigos são essenciais para o nosso desenvolvimento humano. Uma vez que são eles que dão um toque especial à nossa existência.
Contudo, nunca fui ingênua e sempre humilde, acredito na AMIZADE como dom de Deus.
Amigos são anjos que Deus manda para cuidar de nós.
No entanto, as redes sociais tornaram as amizades mais midiáticas, menos pessoais, menos sensíveis e impossibilitaram os amigos de perceberem a dor do outro.
Pior ainda é quando se precisa de uma palavra amiga… Isso é desagradável, pois “só se é amigo nas figurinhas e mensagens impessoais”.
Para onde foi nossa sensibilidade???
Onde está a nossa comunhão fraterna???
E o amor sem interesse???
Não, não foi a revolução tecnológica que mudou as pessoas, foram elas que escolheram menos comprometimento com o semelhante.
Vivendo, entendendo e aprendendo.
SER HUMANO X HUMANIDADE.

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Pensamento do leitor

Mesmo cobrando por um litro de gasolina mais barato que na cidade de Gravatá, internautas atestam que os postos de Bezerros ainda vendem o combustível com valor alto se comparado a outras cidades. Clique na imagem e veja mais detalhes.

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Pensamento do leitor

Defender concurso público parece não ser uma unanimidade entre os leitores. O site tem cobrado há alguns anos a realização deste tanto no legislativo quanto em áreas da segurança no executivo municipal. Os órgãos prometem realizá-los, mas um deles já dá sinal de que vai protelar. Abordaremos o tema no próximo domingo.

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Pensamento do leitor

Todos os dias estaremos evidenciando mensagens dos nossos leitores publicadas nas redes sociais do Instagram e Facebook. Abaixo o destaque vai para a lista de médicos que atendem nos postos das Estratégias da Família divulgada no site.

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A partir de hoje – uma reflexão para mulheres

Janaina Pereira é Administradora

A partir de hoje – uma reflexão para mulheres
Mais um final de semana passou. Felizmente, teremos outra semana de trabalho pela frente, certamente árdua, com altos e baixos, estejamos trabalhando, em férias ou desempregadas. Seja como for, vamos fazer um exercício. Começando por hoje, tenhamos em mente que não trabalhamos para o chefe arrogante, ou pouco desafiador, ou para a mulher que implica com a gente, para o governo corrupto ou o líder que entende menos do que a gente. Não trabalhamos em casa pra filhos ingratos, maridos ausentes ou oferecemos produtos de revista ou quentinhas ou seguros de veículos pra clientes reclamões. Não oferecemos jogo do bicho ou 2 para 500 para fregueses que nem sabem do que nos ocupamos e não entendem nosso potencial. Não colocamos fardas feias hoje pra compor o mobiliário da empresa. Hoje, não saímos para atender no comércio aquelas pessoas de sempre, ou manipular dinheiro dos outros. Não trabalhamos para patrões, clientes, empregados ou familiares. A partir de hoje, independente de onde estejamos, TRABALHAREMOS PARA NÓS MESMAS, pra comprar o leite da criança com NOSSO dinheiro, ou nossos absorventes. Pra poupar pra a faculdade ou aquela roupinha que a gente sente necessidade de ter. Pra pagar a conta da Celpe que já está atrasada, ou aquela dividazinha que fizemos em produtos de revista. Ou trabalharemos para comprar o iPhone master, ultra, top, cheio de funções que a gente nunca vai usar, mas apenas queremos. Trabalhamos hoje pra pagar o colégio do filho, a festinha de aniversário do enteado, o remédio da mãe doente. Trabalhamos pra sair daquele relacionamento abusivo com o homem ou a mulher que implica conosco e, muitas vezes, até se apodera do dinheiro do nosso esforço. Hoje, não vamos revirar os olhos e bufar. Vamos fazer uma revolução silenciosa e mudar nossa realidade a partir da nossa própria perspectiva, a partir de dentro da gente. Hoje, a gente vai fazer como Marta da seleção feminina de futebol: a gente vai escolher um batom, ou qualquer outra coisa que a gente queira, e simplesmente usar. E pra quem reclamar, fizer cara feia ou rir da gente, vamos ignorar solenemente e pensar o seguinte: “deixa eles; não sabem que hoje estou trabalhando pra mim”. 💋

Janaina Pereira

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O ex-juiz Moro e a ética de Kant

OPor Vital B. Pontual

Nesses últimos dias, veio a público o vazamento das conversas do ex-juiz da Lava Jato Sérgio Moro e do procurador Deltan Dallagnol. Nos diálogos publicados pelo sítio “The Intercept Brasil”, do jornalista Glenn Greenwald, percebe-se o nível de promiscuidade entre os dois. Atribuiu-se o vazamento ao um hacker, mas o jornalista Greenwald não confirmou essa notícia, embora a mídia nativa, sobretudo a Rede Globo, tenha trabalhado com essa versão, talvez com o intuito de blindar o “herói” de muitos brasileiros incautos e desavisados.

O então juiz à época, hoje ministro do senhor Bolsonaro, passou como um trator por cima do Código de Ética da Magistratura Nacional, mandando para a cadeia, sem provas consistentes nos autos do processo, o ex-presidente Lula. Se ainda havia alguma dúvida quanto o proceder do magistrado, agora ela está se dissipando com o vazamento de conversas que houve entre o juiz e o procurador. Se o juiz Moro, na ocasião, tivesse lido com mais cuidado o artigo oitavo do citado código, que rege a magistratura brasileira, não teria embarcado nessa. Ali está escrito quando se refere à imparcialidade: “O magistrado imparcial é aquele que busca nas provas a verdade dos fatos, com objetividade e fundamento, mantendo ao longo de todo o processo uma distância equivalente das partes, e evita todo o tipo de comportamento que possa refletir favoritismo, predisposição ou preconceito.” Claro está agora que ele tomou essa resolução de forma adrede, ou seja, intencionalmente. Não há como duvidar disso, mesmo que o senhor Moro venha com suas desculpas, tentando explicar o inexplicável.

Se o senhor Moro tivesse apreendido em Filosofia do Direito o conceito de ética do filósofo iluminista Emmanuel Kant, não teria jamais cometido esse vitupério judicial no processo no qual Lula era julgado como réu. O senhor Moro violentou o imperativo categórico kantiano, de agir por dever e não conforme o dever. Achou mais conveniente agir por inclinações, isto é, usando para essa finalidade o imperativo hipotético. Demonstrou sua carência externa, queria reconhecimento e poder. E isso lhe foi dado com a vitória nas urnas do senhor Bolsonaro. Comenta-se à boca pequena, embora ainda não seja uma informação confirmada, que o ex-juiz já houvesse recebido o convite para ser ministro do atual governo, antes mesmo da realização do pleito. Isso só aumenta a desconfiança no mau-caratismo do senhor Moro.

Se o juiz houvesse agido dentro dos princípios da filosofia kantiana, respeitaria, também e sobretudo, o Estado Democrático de Direito, como ensina a nossa Carta Magna. Contudo, optou em julgar de acordo com seus interesses mesquinhos, deturpando assim o agir ético dentro do processo jurídico. Desde o início da operação, viu-se que o senhor Moro ultrapassou a barreira dos limites. Usou e abusou de suas prerrogativas, desrespeitando acintosamente os princípios do Direito. Ao ler-se o processo, percebe-se, ali, que não existem elementos de prova suficientes para condenar o réu. O ex-magistrado agiu por inclinações, ao condenar o ex-presidente. Somente um néscio não enxergaria essa realidade manifesta, sobretudo agora, que vieram à baila esses diálogos comprometedores.

O que se espera agora é que o Supremo Tribunal Federal use do bom-senso e anule esse processo recheado de vícios desde seu nascedouro. Seria uma lástima à Democracia condenar alguém sem provas, independentemente de sua casta social.  Aqui não se discute se o senhor Lula da Silva cometeu ou não cometeu crime. O que se discute é se há provas robustas nos autos que o condenam à prisão. Difícil vai ser esse Supremo ter ganas de fazer o que tem de fazer. Já existe até coronel aos berros, pedindo prisão perpétua para o senhor Lula. As últimas notícias que leio não são nada animadoras. O senhor Toffoli já retirou segunda instância da pauta do STF. Muitos atribuem aos gritos do coronel.

Vital B. Pontual é autor do livro Ainda Hoje Te Espero

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“O cenário que se desenha é de desmonte de tudo que conquistamos a custo de muito sangue”

Esta semana tive o enorme prazer de participar da 275ª REUNIÃO ORDINÁRIA do CNAS – Conselho Nacional de Assistência Social. O cenário que se desenha é de desmonte de tudo que conquistamos a custo de muito sangue. A luta não é mais por garantir novos direitos, mas de manter os que conquistamos
As instâncias de controle social como as conferências, fóruns e em especial os conselhos de direitos, ainda são espaços que nos proporcionam democraticamente direito à voz, mas já existe a tentativa de extinguir esses espaços. É Fragilizar pra governar, isso já ficou claro.
Não temos tempo a perder, nossa luta é por um espaço que foi garantido desde a Constituição Federal de 1988 e que prevê entre os direitos fundamentais, a participação e controle social para o exercício pleno da cidadania.
É preciso reconhecermos nossas falhas, nossas fragilidades, deixar o ego de lado, a vaidade e aproveitarmos o pouco espaço de tempo que temos para discutirmos democraticamente a questões que nos são apresentadas e que como via de consequência negligencia ou garante alguns direitos.
Prezarmos pela transparência, na fala e na prática em respeito a todos e todas que se deslocam para este espaço chamado conselho. Quantas vezes pedimos o diálogo na tentativa de articular algo, e navegamos por águas turbulentas que não sabemos onde vai dá, a preocupação é a mesma de sempre: vamos convencer alguém? Como vamos conseguir vencer tal pauta? Ter tal conquista, ter garantido um direito que é do povo, e para todo esse processo nós emprestamos nosso conhecimento e não somos reconhecidos.
Não somos pessoas que oneram. Quando me disponho a participar eu estou deixando minha base, pra fazer um trabalho de extrema relevância, nada de nós pode ser discutido sem nós, sem nossa participação, nenhuma política pública poderá ser, verdadeiramente, pública se não contar com as pessoas.
“Quanto maior a participação social, mais qualificada e próxima dos anseios da população será a atuação do governo para a construção de um desenvolvimento economicamente inclusivo, socialmente justo e ambientalmente sustentável e de uma sociedade livre e pacífica”.
Faço dessa experiência um aprendizado, e do aprendizado força para dar continuidade a luta, seja qual for sua representatividade faça jus dignamente do espaço que você ocupa e que lhe foi confiado.
Democracia é dar a cada um e a cada uma de nós o direito de sermos sujeitos das nossas próprias vidas.

Michelle Silvestre – conselheira Municipal do CMAS – Bezerros, representante da Sociedade Civil através CRESS/PE na categoria de Trabalhadores do SUAS.

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“Sou aquilo que quero ser”

Oi! Tudo bem? Bem vindo! Como Professor, empresário, palestrante, coach e pai de Rafael (risos) quero usar esse espaço para partilhar com você meus conhecimentos, experiências vividas e claro dicas de como progredir: pessoalmente, financeiramente e principalmente espiritualmente.

Alguma vez já duvidou do seu potencial? Já se achou uma pessoa sem sorte? Sentiu-se deprimido ou com a autoestima bem baixa? Bem, já fui assim também. Pensar ou sentir essas coisas é normal, o que não é normal é continuar agindo assim.

Deixa eu falar uma coisa: talento, habilidade, inteligência e sorte se constroem e se aprende!!! Isso mesmo! Você pode ser aquilo que realmente quiser lá do fundo do coração, mas tem que agir! Albert Einstein disse brilhantemente: “Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”. Então mude! Coragem! Acredite em você, pois sei que vai conseguir alcançar seus objetivos assim como eu estou.

Te vejo no próximo encontro.

Pierre Pessôa

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UM HOSPITAL DIFERENCIADO EM PERNAMBUCO

Aninha Marques -radialista

Aninha Marques é radialista

Amigos, estou impressionada com o atendimento do Hospital Jesus Pequenino da cidade de Bezerros. Nesses dias acompanho meu irmão para uma cirurgia no braço e pude perceber como é possível sim tornar um ambiente de hospital, naturalmente tenso, em um lugar com boas energias. Não apenas pela boa estrutura física de bons equipamentos e de uma higienização caprichada, mas pela educação dos seus funcionários, o que hoje em hospitais em bastante raro.

Normalmente hospitais públicos e alguns até privados tem suas várias deficiências com o atendimento de alguns funcionários que parecem estar constantemente chateados e nem se quer cumprimentam os pacientes de forma digna e humanizada. As vezes com um ar de superioridade como se o diploma lhes valesse a superioridade mediante a humildade dos pacientes.

Eu vejo no Jesus Pequenino todos os funcionários, seja do setor de recepção até a área de enfermagem, funcionários educados que fazem questão de dar bom dia, boa tarde, boa noite a quem quer que seja, nas salas ou nos corredores. São atenciosos com os mínimos detalhes de cada paciente. E ainda mais impressionante foi ver a chefe da equipe de limpeza passar hoje pela manhã de sala em sala perguntando aos pacientes se eles estavam satisfeitos com o serviço de limpeza, confesso que fiquei de queixo caído com tanta humanidade e humildade.

Sabemos que um hospital é um ambiente onde a as pessoas normalmente estão inseguras, chateadas, com baixa auto estima e um tendimento humano faz toda a diferença. Em meio a tanto caos na saúde do Brasil encontrar um hospital onde os profissionais tem a sensibilidade de abrir um sorriso e dar um bom dia é realmente algo pra ser elogiado e exposto. Sim, é possível mesmo em meio a tanto caos e faltas, fazer um trabalho diferenciado e oferecer cada um o seu melhor, porque o bom tratamento é o primeiro passo para qualquer tipo de cura.

Parabéns a direção e a toda equipe do Hospital Jesus Pequenino.
Voces são de fato uma inspiração!
Tratar bem as pessoas independente de quem elas sejam é definitivamente o melhor remédio.

Texto extraído da rede social

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