Natan do Projeto defende urgência na realização do concurso público em Bezerros durante o 9° Congresso da Amupe

Pré-candidato a deputado estadual, Natan do Projeto participou nesta segunda (27) do 9° Congresso da Amupe realizado na Capital Recife.

Natan do Projeto participou da sala temática “Previdência, existe uma luz no fim do túnel?” onde abordou a realidade dos Institutos previdenciários nos municípios.

Em suas redes sociais Natan do Projeto falou defender um IPREBE – Instituto de Previdência de Bezerros seguro para o futuro dos servidores, defendeu reparação contra injustiças e descontos de aposentados e destacou a urgência na realização do Concurso Público em Bezerros.

“É inadmissível nossa gente estar há mais de 10 anos esperando por um concurso público em nossa cidade, o último aconteceu lá em 2014 com 509 vagas, nossa população merece e o IPREBE necessita urgente para iniciar sua retomada fiscal justa e honesta para com os servidores e de oportunidade aos jovens, homens e mulheres de Bezerros” pontuou Natan do Projeto.

Nota: O Bezerros Hoje publica esta matéria na íntegra, encaminhada pela assessoria, prezando pela pluralidade de informações, transparência.

Bezerros Hoje 23 anos – Compromisso com a Notícia.

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COLUNA ÂMBITO JURÍDICO – Carnaval e limites legais: quando a diversão ultrapassa a lei

Na Coluna Âmbito Jurídico desta semana vamos falar sobre os excessos cometidos na época carnavalesca ultrapassando os limites da lei.

Embriaguez ao volante, importunação sexual, brigas e furtos lideram ocorrências no período carnavalesco e podem resultar em prisão em flagrante.

O Carnaval é tempo de alegria, tradição e confraternização. No entanto, é importante lembrar que a lei continua valendo normalmente durante a folia. Algumas atitudes tratadas como “excesso de momento” podem, na verdade, configurar crime e gerar prisão em flagrante.

Dirigir após ingerir bebida alcoólica, por exemplo, pode resultar em condução imediata à delegacia, suspensão da carteira de habilitação, multa elevada e processo criminal. Durante o Carnaval, a fiscalização é reforçada e as operações policiais são intensificadas.

A chamada “brincadeira” sem consentimento também pode ultrapassar o limite da legalidade. Beijo forçado ou qualquer ato de cunho sexual sem autorização da outra pessoa é crime. Da mesma forma, agressões físicas, mesmo decorrentes de discussões aparentemente banais, podem resultar em prisão e responsabilização judicial.

Furtos em meio à multidão, dano ao patrimônio público e envolvimento com drogas ilícitas são outras situações recorrentes nesse período e igualmente sujeitas a consequências legais imediatas.

A liberdade de festejar não elimina o dever de respeitar o outro. Informação e consciência são as melhores formas de garantir que o Carnaval termine apenas com boas lembranças — e não com problemas na Justiça.

Jônio Carvalho
Advogado e Professor Universitário.

Bezerros Hoje – Compromisso com a Notícia.

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FORÇA E DETERMINAÇÃO: A TRAJETÓRIA DE MILEIDE SANTOS

O TEXTO A SEGUIR É PARTE DE UMA EDIÇÃO ESPECIAL EM PARCERIA COM A AFABE E O BEZERROS HOJE, PELA COMEMORAÇÃO AO MÊS DA CONSCIÊNCIA NEGRA.

Minha mãe naquela época a quase 60 anos atrás era fã do filme Robin Hood, mulher simples dona de casa . Sonhava que realmente eu seria uma princesa, não entendia que Mileide é uma forma de tratamento as damas da nobreza. Assim que nasci foi me dado este nome, que por sinal gosto muito dele . Hoje sim, ressoa com a força e a garra de uma mulher negra guerreira.

Minha jornada é um testemunho de resiliência inabalável diante das adversidades. Desde cedo, tive que erguer a cabeça e usar minha voz contra as barreiras covardes do racismo e do preconceito. Principalmente na infância e na adolescência.

​Minha cor e a majestade do cabelo Black ou como muitos dizem de pixaim— símbolos de minha ancestralidade e identidade — foram, lamentavelmente, alvos de ignorância e discriminação. No entanto, eu transformei cada olhar de desaprovação e cada palavra cruel em combustível para lutar não apenas por mim, mas por todos os que se veem em minha história.

Mileide Santos

Eu não me dobrei; ao invés disso, usei minha experiência para florescer, inspirando e abrindo caminhos. Eu sou a prova viva de que a dignidade e o poder de uma mulher estão muito além do que qualquer preconceito possa tentar diminuir.

EU SOU FORÇA, EU SOU LUTA !

Por que sempre tive um Deus a me guiar e me proteger .
Falar sobre Consciência Negra, é falar de um sentimento de orgulho e gratidão pelo sangue derramado de meus ancestrais, gratidão pela luta em busca da tão sonhada LIBERDADE.

Mileide Santos.

As informações e opiniões que constam neste artigo, são de inteira responsabilidade do autor.

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SONHO COM O COLETIVO

O TEXTO A SEGUIR É PARTE DE UMA EDIÇÃO ESPECIAL EM PARCERIA COM A AFABE E O BEZERROS HOJE, PELA COMEMORAÇÃO AO MÊS DA CONSCIÊNCIA NEGRA.

Sonho com o Coletivo

A reflexão em cima do dia da Consciência Negra, volta para a minha vida mesmo. No meu registro eu sou pardo. Na infância, em plenos anos 90 toda essa questão não era discutida. Principalmente em casa.

A consciência sobre a minha cor veio mesmo através da escola. Convivendo com meus colegas de classe. Na época vivíamos o auge da novela mexicana “Carrossel” no SBT e lá o personagem Cirilo além de ser ingênuo era negro.

As expressões como “fumo de rolo” entre outras eram reveladas no enredo como uma falta de afinidade. Todo esse contexto nos levava além. Ali naquelas trinta e poucas crianças eu era o que mais e aproximava da cor dele. Então o apelido era inevitável, fora o fato dos meus colegas homens carregarem literalmente um cabelo liso e de franja caído aos olhos. Moda naquela época (o famoso cabelo de cuia) para nosso popular. Eles sacudiam o cabelo com muita vontade a todo tempo e achavam mesmo sem ter noção ainda real do era tudo isso, um grande charme.

Diêgo Abade

Um dia fomos tirar uma foto para um calendário da escola e o fotografo levava um pente para colocar o cabelo de cada um no lugar. No caso das meninas as professoras se responsabilizavam.

Quando chegou minha vez o fotografo foi pentear mais minha mãe cortava ele sempre muito curto, pois se ficasse encaracolado era pior e ainda tinha o fato de não ficar igual ao deles e me poupou dessa angustia.

Quando os meninos notaram que eu não tinha o que arrumar no meu cabelo logo soltaram que a foto poderia sair de qualquer jeito pois eu era carequinha. Ali me abriu um mundo onde eu não fazia parte dele. Então fui crescendo assim. Entendendo que o erro estava no meu cabelo, na adolescência alisei, dei luzes para deixar no padrão.

Mas não combinava comigo. Depois fiz “o tal do permanente afro” mais colocava diversos cremes antes de sair de casa para domar os cachos. Pois não ficaria bem deixar eles livres da maneira que eles são. Terminando a saga, um certo dia encontrei com um daqueles colegas depois de anos e ele estava com Dread no cabelo. Oi? O cara que balançava suas madeixas? Então entendi que podia deixar as minhas em paz. Que minha cor e traços fossem respeitados diante as diferenças da nossa miscigenação. Gerando um país de muitas raças e cores e lugares onde eu posso chegar do jeitinho que sou.

Desculpem usar esse espaço como uma folha de um diário. Mas é só para que possamos entender que o dia 20 de novembro não é apenas um feriado. É um ato de resistência negra que precisa ser cuidado.

Agora é bola para frente e por favor: Não vamos repetir erros quer já passaram. Uma roda é feita de mãos diferentes que se unem em busca de parceria. Agradeço por depois de anos ter o direito de falar sobre esse assunto. Cheiro na alma de cada um!

Diêgo Abade.

As informações e opiniões que constam neste artigo, são de inteira responsabilidade do autor.

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VAMOS FALAR SOBRE O OUTUBRO ROSA!

Outubro. Mês escolhido para ser “rosa” e lembrar da importância da prevenção e do tratamento do câncer de mama. Mas também é o mês de lembrar de alguém que a gente perdeu para a doença, ou que viu sofrer, porque a dor de um câncer nunca doi só no paciente. Vendo por esse lado, é um mês de revisitar dores.
Pra escrever essa coluna, como mulher, mãe, filha, pensei em trazer as estatísticas sobre uma doença que mata, e mata muito. Mas seria mais um texto falando de números. Resolvi falar então de processo de cura.

Para além de ser o mês de lembrar a dor, é ocasião de lembrar que qualquer dor tem um propósito, principalmente se puder inspirar outras pessoas à esperança que as lutas de um câncer muitas vezes escondem. Resolvi falar do ponto de vista de quem acompanhou três entes queridos nessa jornada que é a busca da cura.
O câncer a princípio nem sempre dói. Ele às vezes é até bem covarde. No caso do de mama, a covardia começa por a gente imaginar que só acomete mulheres, o que não é verdade: homens de qualquer idade podem desenvolver câncer de mama, embora em menor ocorrência. Outra covardia do câncer é nos fazer crer que chegará com aviso, pra determinada idade e só pra pessoas que têm casos na família. Mas apesar de ocorrer mais frequentemente nesses casos e numa faixa etária específica, pode chegar a qualquer tempo, tirando você ou uma pessoa amada da rotina normal.

De repente, a notícia chega como um balde de água gelada, tira o chão e preocupa – às vezes desespera – todo mundo. Ele vem sorrateiro, um inchaço ali, uma indisposição, um carocinho que depois a gente vê como faz, porque, afinal, “temos uma saúde de ferro” ou “não temos tempo pra ir ao médico”. “Como eu posso parar a minha vida tão movimentada?” “E como eu vou trabalhar, estudar, viver?” “Como vou cuidar da casa, do negócio, do emprego, da família?”
Acredito que todo mundo já se fez esses questionamentos ou conhece quem já disse ou diz exatamente isso. Aí, “do nada”, um carocinho, um mal estar, perda de peso sem motivo aparente, uma febre, um tal de Outubro Rosa onde alguém propôs uma ação preventiva e a gente participou só porque já tava passando mesmo, e… olha aí: “apareceu alguma coisa, vamos fazer mais exames pra confirmar”. Após um tempo interminável o resultado chega: “você está com câncer de mama”. E aí, todas as desculpas e justificativas perdem o sentido. “Como cuidar do outro, da casa, do negócio, se eu não cuidei de mim?”.
Culpa. Medo. Negação. Dor, em você e na família.
Mas também esperança. União. Aprendizado. Cura.

No Brasil, estima-se que deverão ocorrer mais de 70.000 novos casos de mama até o fim deste ano. Infelizmente, a maioria dos casos é diagnosticada em estágio avançado, diminuindo a chance de cura.

Mas é possível virar o jogo. É verdade que a gente não pode lutar contra a genética, mas pode dificultar – e muito – a vinda de um câncer, e é tão simples que tenho certeza que você já sabe o que fazer:

  • Adotar hábitos saudáveis de alimentação e atividade física regular podem diminuir em quase 30% o risco de desenvolver câncer de mama e outros cânceres.
  • Se você tem maior risco devido à genética de sua família, aí sim é que deveria levar a sério reduzir as chances fazendo o que está ao seu alcance. Isso inclui observar e tocar os seios com regularidade. Você conhece seu corpo melhor do que ninguém. Se um nódulo não estava ali e de repente aparece, você vai perceber.
  • Fumar e consumir álcool em excesso também aumentam muito o risco não só pra este tipo de câncer, mas para todos. Não seja conivente com o cigarro: corte de vez, e, pelo menos, reduza o álcool.
  • E se movimente, antes que o câncer te impeça de fazer isso. Vale caminhada, musculação, dança, esportes… Quanto mais você se mexe, mais ele tende a paralisar.
  • Cuide da saúde mental. Setembro Amarelo passou, mas não é só num mês do ano que devemos cuidar do que temos de mais precioso: nosso equilíbrio. Vale trabalhar a religiosidade, participar de grupos terapêuticos, procurar ajuda profissional ou simplesmente adotar outras perspectivas diante da vida. A fé na cura ajuda no tratamento.
  • Ajude quem passa por uma situação assim, seja o paciente ou a família. Não sinta pena, mas acolha. Uma palavra ou presença respeitosa, divulgar uma informação consciente e verdadeira, estar junto e apoiar fazem sim a diferença.
  • Incentive o autocuidado, a prevenção e o tratamento. Combata informações falsas e não dissemine “correntes” enganosas ou maldosas. Compartilhe positividade. Seja veículo de cura e luz na vida do outro.
  • Se desconfiar que está com câncer, cuide em procurar um posto de saúde ou médico. Não brinque com o tempo. A demora pra começar o tratamento é o maior fator de risco dessa doença. Busque, inclusive, meios legais para garantir isso o quanto antes. Nós temos direito de iniciar o tratamento rapidamente. Isso está previsto em lei.

E lembre-se que a cura existe e o diagnóstico de câncer não é uma sentença de morte. Em estágio inicial, é possível curar até mais de 95% dos casos. Dê a si este presente. Fazendo a nossa parte, um dia, o câncer não passará de uma etapa que venceremos.

Texto de:

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Lucielle Laurentino, de desacreditada a fenômeno eleitoral

De candidata desacreditada na eleição de 2020 à prefeita mais votada da história de Bezerros… Tudo isso em apenas quatro anos. A personagem principal do texto é a prefeita reeleita de Bezerros Lucielle Laurentino. Filiada ao União Brasil, ela é vista como a maior aposta do deputado federal Mendonça Filho para a renovação qualificada da política pernambucana.

Em 2020 Lucielle foi eleita prefeita com 19.261 votos, pouco mais de cinco mil votos a mais que o segundo colocado naquela eleição, o socialista Breno Borba. Agora, em 2024, ela ampliou sua votação e chegou a impressionante marca de 27.959 votos, mais de 18 mil e 500 votos a mais que o socialista Vaqueiro Neto.

“O povo é o grande protagonista e foi com o povo que fiz a maior parceria, para que assim fosse possível fazer um bom mandato”, disse ela, em entrevista concedida nesta quinta-feira, dia 07, a Rede Pernambuco de Rádios e ao blog do Alberes Xavier. “Se Deus quiser vamos levar Bezerros para um patamar ainda maior”, previu a prefeita.Para finalizar, a prefeita disse que muitos olharam com desconfiança para a sua gestão, em especial nos primeiros meses de governo. “Muitos diziam que eu não me elegeria, depois muitos disseram que seria apenas um mandato… O resultado está aí, ampliamos nossa votação e saímos vencedores mais uma vez das urnas”.

Por Alberes Xavier

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BEZERROS – O LUGAR QUE ME ACOLHEU

Cidade multicultural, de uma cultura cotidiana, de uma gente calorosa e receptiva… Aqui é fácil se encantar, nessa terra reina a fantasia, um mundo abrilhantado de cores, com música, dança e alegria. Terra de efervescência cultural, entre artistas, obras e artes. Criações de alta estima, nas Xilogravuras, Versos e Rimas…

Bezerros é envolvente por um carnaval irreverente, bailando a fantasia por suas ruas tomadas por tanta gente… Terra do Papangu, seu personagem principal, filho ilustre e especial, que lhe renoma internacionalmente. Esses mascarados multicoloridos,  nos atrai e nos recebe para o carnaval de braços abertos e sorridentes.

Em suas ruas, arquitetura colonial que se mistura  com a modernização de novas edificações.  Lugar de belas paisagens naturais, entre as mais belas ressalta-se uma ilustre colina, chamada de Serra Negra. De céu estrelado, relva inspiradora, povoado acolhedor, paraíso espetacular que envolve quem chega aqui…

Bezerros, uma terra de muitos títulos, com tantos dotes e encantos, de iguarias especiais: Terra da Romã; Terra do Doce; Terra do Bolo. Bezerros é lugar de fascínio! Que fascina mesmo á todos, particularmente a alguém como eu, que um certo dia chegou por aqui.

PARABÉNS BEZERROS! Por sua história acolhendo a história de tantos cidadãos teus.

(Mariana Helena de Jesus)

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“A importância de um grupo político forte para o crescimento de Bezerros”.

Prefeita Lucielle comemora nova creche em Bezerros

Na última década, a cidade de Bezerros viveu uma situação bastante estranha, onde a gestão municipal Branquinho-Breno (PSB) era aliada do ex-governador Paulo Câmara (PSB), mas pouco se avançou com essa parceria até mesmo partidária. Afinal, por que Bezerros ficou tão para atrás? Anos se passaram, veio a gestão Lucielle Laurentino (UB), que pegou uma cidade degradada, marcada especialmente por folha de pagamento atrasada, falta de maquinários e o rombo milionário no IPREBE. Era senso comum na população que a prefeita pegou uma cidade no buraco, algo herdado com o sangramento do bem-estar da população, mas que acreditou na mudança em 2020.No seu primeiro ano de gestão ainda como oposição ao PSB do Ex-governador Paulo Câmara, foi perseguida por ter um perfil de confronto ao velho grupo que geriam a cidade, este, já desconectado de Breno Borba.Um fato marcante foi o primeiro São João após a pandemia o Governo de Pernambuco não apoiou de nenhuma forma o evento na tão linda Serra Negra. Agora, as coisas mudaram. Em 2022, Raquel foi eleita, e o povo de Bezerros acreditou no grupo da prefeita composto por Mendonça Filho (Dep. Federal) e Joãozinho Tenorio (Dep. Estadual) e os investimentos começaram a chegar. Apenas nesse 1 ano e 5 meses dessa parceria com os mandatários, a obra do Residencial Bezerros foi retomada e deve ser entregue nos próximos meses, a via local de Encruzilhada foi recapeada, recursos chegaram via Mendonça Filho para calçamento de 30 ruas, e o Dep. Joãozinho assegurou o recurso para a obra do campo que deve ser licitada em breve, segundo a prefeitura. Acreditar em um grupo de pessoas que trabalha certo é entender a seriedade, saber que o que tá ruim pode melhorar, mas é também reconhecer os bons frutos e dar oportunidade de continuar. Hoje, a governadora Raquel Lyra anunciou a pedido do grupo político de Lucielle, uma nova creche para a cidade. Presente de aniversário para Bezerros, que amanhã comemora sua emancipação política.

Enviado Especial

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BRENO BORBA SE DESPEDE DO PLEITO ELEITORAL DE 2024

Começo afirmando que essa não é uma matéria sobre partido político, e sim sobre respeito, empatia e gratidão a uma trajetória política.

Neste última sexta-feira, 10/05, fomos surpreendidos, especialmente as pessoas mais envolvidas com o cenário político, pela notícia da renúncia do pré-candidato Breno Borba (PT) ao pleito de 2024. Uma declaração que movimentou os bastidores da política partidária e as redes sociais, e deixou muita gente na cidade incrédula, triste, consternada, enquanto que outras alegres e ácidas, demonstrando tais sentimentos em suas publicações nas redes sociais.

Chamo a atenção aqui para uma reflexão, sobre uma pauta que nos últimos tempos se transformou em bandeira muito defendida nas redes sociais e nos discursos individualizados, o “RESPEITO E A EMPATIA”. Mas até que ponto essas pautas e falas são realmente verdadeiras na prática cotidiana?

Até que ponto o “respeito” pela história e situação do outro prevalece? Até que ponto a “empatia” sobre a fragilidade e o momento do outro é de fato exercida? Levanto essa questão aqui, porque confesso que me surpreendi com a negatividade de muitas pessoas destilando sentimentos de raiva, ódio, rancor ou de comemoração política sobre a decisão de um político, que antes mesmo de ser pré-candidato, é um filho que tomou uma decisão fundamentada pelo amor e cuidado ao seu pai. E é desrespeitoso ver como algumas pessoas trataram o fato como um motivo para falarem ofensas a Breno Borba, tentando através de comentários maldosos denigrir sua vida pessoal, pública e política, ou se aproveitando do momento para evocarem suas bandeiras partidárias e gritarem o nome de outros pré-candidatos como já sendo os vitoriosos. E claro, tenho certeza que esse comportamento não é aprovado e nem incitado pelos respectivos pré-candidatos mencionados nos tais comentários.

Deixo claro que não estou aqui fazendo alusão ao PT, partido ao qual Breno Borba está filiado, nem ao seu grupo político, que tem como líder o seu pai Marcone Borba, tampouco estou me colocando contra os demais pré-candidatos que estão na disputa para essas próximas eleições. Minha relação com todos do cenário político dar-se de forma respeitosa, a prefeita Lucielle Laurentino (União Brasil), com quem estive recentemente acompanhando em um evento, tem meu respeito e admiração por nossa militância juntas quando mais jovens, e por sua trajetória como mulher e militante política dentro de um sistema político que ainda é muito machista. Erinaldo Pereira (PP), amigo de longas datas, a quem tenho também muita admiração, respeito e gratidão por tantos momentos partilhados. Neguinho de Israel (MDB), irmão de tribo indígena, como ele assim me chama, minha imensa consideração, e Neto de Valmir (PSB), amigo de muitos anos, colega de trabalho na gestão do prefeito Branquinho, e parceiro de muitas campanhas eleitorais. Esse é o cenário ao qual eu tenho imenso respeito, e empatia pela trajetória de todos.

Ah! E Breno Borba? “Breninho” como sempre lhe chamei, e respeitosamente sempre foi com um beijo na testa que ele me cumprimentou em todas as vezes que me encontrou, acho até que pelo respeito que ele sabe que sempre tive pela trajetória de seu pai Marcone Borba.

O texto aqui não é sobre mim, mas falar como me relaciono com cada um desses pré-candidatos é uma forma de dizer, que o que será exposto aqui não é alusivo a uma corrente política, partido, grupo, bandeira, cor, ou mesmo sobre minha escolha de voto, isso acontecerá em um cenário separado do site Bezerros Hoje+, até porque, como cidadã, também sou eleitora, e tenho minhas convicções, bandeiras e lutas.

O MOMENTO É DE EMPATIA

Não é novidade que o médico e ex-prefeito Marcone Borba vem lutando há anos contra o câncer, embora nunca tenha deixado de exercer a medicina, atuando admiravelmente até hoje, sempre dividido entre atendimentos clínicos e cirurgias.  Mas infelizmente a realidade é que o quadro clínico de Marcone é delicado no sentindo de exigir cuidados e atenção, como também apresenta a necessidade indispensável de se prezar por um ambiente mais tranquilo e familiar, distante de todo e qualquer processo que provoque níveis elevados de estresse e preocupação. E esse contexto protetivo não seria possível com Marcone vivenciando ao lado do seu filho Breno o processo de uma campanha eleitoral. Acerca disso, uma equipe médica que acompanha Marcone Borba, bem como familiares, já vinha insistindo no afastamento dele nesse processo eleitoral ao acompanhar Breno em todo o trajeto das pautas e decisões políticas. Embora Marcone tenha relutado contra o seu afastamento do cenário, também sempre incentivou seu filho a continuar a trajetória política, no entanto, devido a uma reflexão maior em família e uma concepção sobre a importância de “estar mais perto” e de “aproveitar mais os momentos da companhia de seu pai”, Breno Borba decidiu renunciar ao pleito de 2024. Uma decisão tomada como muita “tranquilidade e assertividade”, conforme ele me informou.

ALEGRIAS DE UNS, TRISTEZAS DE OUTROS

Tendo em vista que o pronunciamento da renúncia de Breno Borba como pré-candidato deixou muita gente feliz, explanando essa alegria nas redes sociais, em virtude de ser menos um candidato na disputa das próximas eleições, enquanto outros observaram que tal fato poderá fortalecer um dos pré-candidatos. Um grande número de pessoas também, lamentou o ocorrido, e houve também muitos comentários de consternação, apoio, e o sentimento de empatia demonstrado. Vale ressaltar que para muitos, uma tristeza e surpresa pairou hoje no cenário político de Bezerros, pela ausência que se dará no pleito eleitoral do grupo Marcone Borba e da trajetória da “Geração Marcone” nas próximas eleições. Marcone é exemplo de persistência e resistência, que não deixou a enfermidade lhe abater e lhe impedir de pensar política, pois é um homem apaixonado pelo processo eleitoral, acostumado a discutir política todos os dias, e foi nesse cenário que Breno cresceu, e buscou seguir os passos de seu genitor. Por isso, renunciar a esse cenário é também um gesto de coragem, sobretudo de amor, amor pela vida de seu pai.

EXEMPLO DE PERSISTÊNCIA, TRAJETÓRIA DE RESPEITO

A incredulidade com que muitas pessoas receberam hoje a notícia da renúncia do pré-candidato Breno Borba foi alarmante, e isso continua repercutindo muito, e muitas pessoas ainda sem acreditar. Afinal, desde 1992 quando Marcone estreou no cenário político de Bezerros como Vice-prefeito na chapa de Dr. Rinaldo Pacheco, foi um nome que não saiu mais do cenário político, disputando as eleições em 1994 como Deputado Estadual, 1996 como Prefeito, perdendo a eleição por apenas 301 votos, 1998 novamente como Deputado Estadual, 2000 como Prefeito, 2002 outra vez como Deputado Estadual, ficando na segunda suplência, surgindo a oportunidade de assumir o cargo em 2004, porém nesse mesmo ano (2004) Marcone Borba finalmente se elegeu como prefeito. Em 2008 disputou novamente o pleito para prefeito, mas perdeu as eleições para Bete de Dael, e em 2012 e 2016 seu filho Breno Borba se elegeu como Vice-prefeito na Chapa de Severino Otávio (Branquinho). Já em 2020 Breno Borba disputou as eleições contra a atual Prefeita Lucielle Laurentino, e agora em 2024 Breno disputaria novamente as eleições, até que neste último sábado anunciou a sua renúncia ao pleito.

Por essa trajetória de mais de 30 anos com o sobrenome “Borba” no cenário político bezerrense, Marcone consagrou-se o líder da oposição, destacando-se como um grande articulador político da esquerda, e o político que marcou uma geração, conseguindo movimentar de forma marcante os anos eleitorais em que foi candidato, levando às ruas de Bezerros grandes multidões de eleitores, em caminhadas que ficaram marcadas na história da política local, quando um mar vermelho das camisas e bandeiras tomavam conta das ruas principais, das praças, varandas e calçadas, para acompanhar Marcone e a sua fiel multidão passar, cruzando a cidade, praticamente todas as noites no período das campanhas.

E foi por essa trajetória que Ele se tornou um nome respeitado no cenário político, e como profissional da medicina, sempre atuante, até hoje. Foi por causa dessa trajetória também que Marcone Borba inseriu o nome do seu filho Breno Borba no cenário. E é por causa dessa trajetória com os “Borbas” sempre na disputa eleitoral, que o cenário político hoje ficou surpreso com a renúncia de Breno. Embora houve e há uma compreensão e empatia pelo motivo ao qual Breno tomou sua decisão: cuidar mais de seu pai, Marcone Borba.

GERAÇÃO MARCONE

Uma multidão que saía todas as noites sacudindo as bandeiras, vestida de vermelho ou de amarelo, guiadas por carros de som, entre fogos de artifícios e o grito estridente que ecoava freneticamente: Dá-lhe Marcone! Foram essas pessoas, que fizeram parte da “Geração Marcone”, assim como eu, que por mais de uma década fiz parte desse grupo militando com muito orgulho, pelas causas que a gente defendia e acreditava na época, embora um tempo depois foi necessário que eu pegasse uma nova rota, assim como muitos fizeram. Todavia, como jornalista e cidadã bezerrense, eu acho imprescindível que o mérito dessa grande trajetória que Marcone Borba construiu receba o reconhecimento de sua importância ao contexto histórico e político da cidade, tendo em vista que é impossível dissociar Marcone Borba da trajetória política de Bezerros e o exemplo de sua luta na batalha contra uma doença que lhe afastou do cenário.

UM DIA SEU PAI CUIDA DE VOCÊ, NOUTRO DIA VOCÊ CUIDARÁ DE SEU PAI

Gimena Borba, filha de Marcone Borba, escreveu hoje na rede social do seu irmão em apoio a sua decisão, “não se perde no caminho quem retorna pra casa”, e essa frase resume muito o que essa renúncia significou para eles. Breno decidiu ficar mais com o seu pai, preservá-lo de preocupações e esforços no cenário político, e se o motivo não parece importante o suficiente para alguns, sabemos que a maioria compreendeu a grandiosidade da nobre causa: “amor à vida, amar em vida”, eis o grande propósito.

Diante disso, resta-nos desejar o melhor ao seio familiar de Marcone e Breno, envoltos pelo amor do Criador. Que a Geração Marcone, sobrevivente e resistente, continue lutando por suas convicções, por suas causas e exercendo o seu melhor direito, o direito do voto, o direito de participar do processo democrático eleitoral, para a escolha de quem pode lhe representar, cuidando da cidade que todos nós amamos.

E aos pré-candidatos que estão na disputa das próximas eleições, eu desejo sinceramente que todos possam conduzir suas campanhas de forma pacifica e com respeito à história de seus adversários, e que nós eleitores, possamos exercer nossa cidadania, participando do processo livre e democrático, de forma leve, otimista e respeitosa. Até breve!

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ELEIÇÕES 2024: O QUE VEM POR AI?

Passado o carnaval, a época festiva de maior efervescência de Bezerros, momento em que o nosso ilustre papangu disputou o espaço nos holofotes da imprensa, entre camarotes e no meio da folia, com tantos nomes e pré-candidatos que também apareceram perante o apogeu carnavalesco bezerrense, é hora agora de nos posicionarmos com o nosso dever e direito de cidadãos eleitores, é hora de estarmos vigilantes e reflexivos sobre aqueles que de fato poderão nos representar. Há quase 6 meses das eleições municipais de 2024 para eleger os representantes do povo no Poder Executivo e Legislativo em cada munícipio brasileiro, faz-se necessário uma reflexão minuciosa e atenta do eleitor sobre a história e as articulações dos pré-candidatos que já surgem  no cenário político e estarão disputando para representar a população de seus municípios. Em Bezerros não tem sido diferente, com destaque para as duas últimas semanas onde houve uma perceptível movimentação ocorrendo nos bastidores políticos, transcorrendo pelas nas ruas, nos blogs de notícias, e especialmente nas redes sociais dos próprios pré-candidatos. Nomes já conhecidos pela população de pleitos anteriores, vereadores com mandatos e novos filiados se lançaram como possíveis candidatos ao legislativo, e a ideia de polarização futura entre dois grupos já dados como certos, concorrendo a prefeitura, supostamente já se foi pelo ralo. O fato é que o cenário concorrido ao poder executivo se elasteceu e ganhou novos nomes, surpreendendo muita gente, desestabilizando alinhamentos partidários, e deixado o povo confortável e mais entusiasmado com a possibilidade de múltiplas opções de candidatos, afinal, por mais que muitos digam que não gostam de política ou da época eleitoral, uma grande maioria do povo gosta muito do frenesi das eleições e de exercer a sua cidadania votando. Seria esse o processo da “pluralidade democrática” ou o “critério de competitividade” que foi defendido e que tanto foi falado durante a semana, com mais nomes no páreo disputando a tão desejada prefeitura de Bezerros? Ou trata-se já de um primeiro embate de forças políticas dentro de seus próprios partidos ou mesmo contra os grupos oponentes, lutando com imposição para se consagrarem na disputa como o candidato oficial do grupo A, B, C, D ou E?

E AGORA, VAMOS REFLETIR POLITICAMENTE?

A verdade é que o cenário aparentemente esquentou, entre os próprios candidatos, sobretudo, para a população que só tem a ganhar quando “democraticamente” outras vias surgem. Ao que tudo indica, e dadas as articulações dos bastidores, muita coisa ainda vai acontecer até as convenções partidárias, a partir do mês de julho, quando os partidos e coligações apresentarão oficialmente o candidato ou candidata majoritária. E sob essa perspectiva de cenário eleitoral, precisamos ficar muito atentos, nossa observação deve ser frequente, cotidiana, coerente, discernida, tendo em vista que quanto mais se aproxima das eleições, mais promessas e discursos bem construídos serão apresentados a nós eleitores. Nossa responsabilidade, portanto, de analisar os perfis e propostas, e de fazer uma escolha assertiva e consciente, continua sendo uma grande ferramenta decisória e transformadora, porque um único voto que temos, juntamente com os de outros tantos mais eleitores, podem definir o futuro da cidade que nós queremos.

E sob esse viés, eu firmo “a eleição é o espetáculo mais dinâmico e interativo, no qual o eleitor pode ser protagonista, subir no palco para dizer basta ou continue! Ou para dizer, agora é a vez!”

Ressalto que assinar essa coluna não representa nenhum interesse meu em ser candidata para pleitear uma vaga no legislativo, tampouco esperem que as pautas sejam para atacar ou defender candidatos, nem para fazer alusão a partidos políticos e campanhas eleitorais. Meu exercício e posicionamentos como cidadã eleitora, partidária ou militante ocorrerá em outro âmbito e não terá palco no Bezerros Hoje.

A criação dessa coluna “VAMOS REFLETIR POLITICAMENTE” é meramente para tratar sobre algumas reflexões relevantes e abordar informações complementares relacionadas ao cenário municipal das eleições de 2024. O objetivo é despertar uma conscientização coletiva, trazendo mais esclarecimento ao leitor, provocando reflexões sobre questões que diz respeito ao poder do nosso voto e ao futuro de nossa cidade, já que vamos falar sobre a eleição para eleger os nossos futuros representantes na prefeitura e câmara de vereadores. Até breve!

(Mariana Helena de Jesus)

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‘Holofotes para o anfitrião da Festa’

Carrocel de papangus em criativa fantasia de mascarado nas ruas de Bezerros.

Precisamos voltar a jogar os holofotes nos papangus – a maior atração do carnaval que ainda lota a cidade em pleno domingo de folia. É essa criatividade responsável pelo sucesso que o carnaval de Bezerros alcançou nas últimas três décadas.

Talvez poucas pessoas devem se lembrar qual fantasia foi a vencedora do concurso de papangus no ano passado. Na década 90 e nos anos 2000, por exemplo, eles estampavam as capas dos jornais no dia seguinte ao desfile. Era a receita para atrair mais e mais visitantes.

O tempo passou e o foco principal do evento parece ter perdido o seu norte. Junto a isso, observa-se a diminuição de público nos últimos carnavais.

A grade de programação precisa ser arrojada, inclusive divulgada antecipadamente. Essa foi sempre uma cobrança constante por razões óbvias, afinal o turista merece se programar com antecedência. Contudo, jogar no palco a responsabilidade pelo sucesso do evento, é deixar o papangu coadjuvante na sua própria festa e isso não é sinal positivo.

Em tempo, o que contamos como diferencial para que grupos de papangus abrilhantem as nossas ruas no domingo de carnaval? Essa mudança deve começar pela tímida premiação que se oferece no concurso dos mascarados e que desestimulam àqueles que sempre levaram o nosso carnaval ‘nas costas’. Os holofotes já não estão mais com eles!!!

Assista a evolução de papangu e sua criatividade.

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Blog estima 1,6 milhão de cachês em nove das 22 atrações anunciadas

Um blog pernambucano prevê que 9 das 22 atrações anunciadas para o carnaval de Bezerros deve representar 1,6 milhão em cachês. O blog do Ricardo Nunes é o segundo só esta semana a fazer uma dura análise do contexto fiscal da prefeitura. O canal buscou respostas junto ao Poder Executivo.

Para ler matéria completa, clique no link https://ricardoantunes.com.br

Da Redação: A julgar pela grade de programação de outros polos de carnaval no Estado, é importante destacar a grade arrojada na Folia do Papangu 2024. Contudo, se faz necessário que a maior parte desses custos possam vir da iniciativa privada. A conferir!

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“Entre o marketing e a população carente”

O volume de recursos investidos em mídia institucional pela prefeitura de Bezerros não é nada justificável diante de suposta crise alardeada pela própria gestão Luciele. Qual a razoabilidade disso, se há flagrantes prioridades sociais em um município que – na contramão do estado e do país – fechou 1200 postos de trabalhos só em 2023.

700 mil reais de publicidade daria para a aquisição de mais OITO MIL cestas básicas, ou seja, a verdadeira implantação de um programa de segurança alimentar constante para aqueles que mais necessitam durante o ano todo. Isso é PLENAMENTE possível porque já acontece com maestria no município de Camocim de São Félix, a 15KM de Bezerros.

A sensibilidade social diz muito sobre um governo. Definitivamente, não é um ponto forte da gestão da prefeita.

Flávio Melo – redação de Política

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Um filme já assistido pelos bezerrenses

Independente do calendário, ganha a cidade com as intervenções

Afastada das redes sociais já algum tempo e com uma crise política persistente, a prefeita Luciele parece buscar reverter o quadro. Ela aproveitou o anúncio de uma emenda parlamentar, no valor de sete milhões de reais, para lançar espectativas positivas sobre novas ruas calçadas. O feito mostrou-se eficiente em outras oportunidades, e os resultados eleitorais apareceram pelo menos em 2022. Quem não se lembra do episódio da prefeita em que aparece no ‘toma lá da cá’ das ruas que seriam asfaltadas antes das eleições? Pois bem, independente do período pré eleitoral e o marketing pesado visando à disputa política, ganha a cidade com as intervenções de novas ruas calçadas.

Mas esse filme não é novidade para os bezerrenses. No ano eleitoral de 2008, por exemplo, a gestão Marcone Borba promovia a maior intervenção asfáltica até então vista na cidade intitulada “Anel Viário”. Além disso, estava em andamento a implantação da PE-97 ( rodovia que liga Bezerros a Ameixa- Cumaru), adutora de Jucazinho e reformas de praças. O ex-prefeito Branquinho, por sua vez, se orgulha de ter calçado mais de 120 ruas, com destaques para os bairros do Cruzeiro, São José e Salgado. Foi reeleito com facilidade em 2016.

É fato que as obras ajudam a melhorar a percepção do gestor junto a população, mas à disputa eleitoral exige outros atributos importante, como: amplo diálogo, larga diplomacia e, principalmente, humildade. São comportamentos que o marketing por si só não resolve.

A conferir!

Relembre:

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“Foi digno de programação especial de natal de TV”

Imagens do evento ganhou destaque nas redes sociais da prefeitura.

A presentação de ballet que retratou a peça A Pequena Sereia no Polo Cultural da Serra Negra, neste domingo (3), encantou a todos que tiveram a oportunidade de se fazer presente. As imagens das apresentações divulgadas posteriormente dão um pouco da ideia do quão fantástico foi a encenação. Uma apresentação digna de programação de final de ano de TV, merecedora de todos os aplausos, até porque fazer cultura e entretenimento nesse país não é nada romântico. Falo isso com propriedade por também ser produtor de eventos há dez anos.

Pena que um momento tão brilhante só tenha chamado a atenção porque outro debate se fez necessário, mas que, infelizmente, abriu também espaço para narrativas deturpadas com ataques gratuitos.

O bezerroshoje deu espaço para um vídeo flagrante de protesto de visitantes, diante de um fechamento inesperado de um espaço público para um evento privado, que se quer se sabia o que seria. Pasmem, até então, nada havia sido publicado pela municipalidade sobre a apresentação restrita, conhecido apenas por parte do segmento cultural.

Está errado!!!

A municipalidade precisa obedecer algumas regras, além daquelas burocráticas. Pois deve justificativas sempre a população e principalmente aos visitantes que utilizam o espaço para o lazer nos finais de semana (se há transgressões no uso do espaço que se inicie outro debate).

O uso do espaço ( Anfiteatro) para eventos fechados deve ser o debate do momento já o que o modelo foi inaugurado pela gestão Lucielle. É essa a discussão!

Aos organizadores do magnífico evento cultural, os nossos aplausos pela grandiosidade dele. Aliás, um projeto merecedor de incentivo por parte da FUNDARPE (Governo do Estado) e da prefeitura de Bezerros. Afinal, o desejo é que as suas apresentações possam ser prestigiadas nas praças públicas de todo o Estado e não apenas para os familiares dos alunos (as) que adquiriram os ingressos para uma ou duas apresentações.

É isso aí.

Flavio Melo – fundador, diretor e editor do Bezerros Hoje.

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Ao votar LDO, Câmara mostrou reciprocidade nas relações

A Câmara de Vereadores aprovou, nesta terça-feira (21), a Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO) do próximo ano, mas mandou um recado para a gestão Luciele que, como já se sabe, não entende muito de diplomacia. A LDO é a indicação de onde os recursos públicos serão investidos no próximo ano. Uma vez aprovada, a gestora não pode remanejar recursos de uma área pra outra sem autorização prévia do legislativo. Por isso, o governo pediu que 20% do orçamento total do município ( 200 milhões de reais) ficasse livre para que a prefeita pudesse redirecionar sem a necessidade de pedido autorização. O Legislativo entendeu que apenas 5% do orçamento (dez milhões de reais) ficasse à disposição. Para quem conhece o seu perfil sabe que isso a contraria bastante. Mesmo sendo uma legislatura com algumas atuações parlamentares questionáveis, a Câmara acerta porque a medida responde a reciprocidade de tratamento dispensada pelo executivo. Vereadores, inclusive da base, se queixam da falta de respaldo em requerimentos básicos à gestão. Ademais, algumas atitudes do governo questionam o que é de fato prioridade em uma cidade onde serviços básicos estão à deriva, mas não faltam verbas vultosas para decoração de festas e, mais recentemente, publicidade. Tudo isso em meio a uma “alardeada” crise.

Por Flávio Melo

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“Prefeita, o problema está a menos de 70 metros de seu gabinete! Tome providência…”

Já deveria ter feito o serviço e cobrado da Compesa! Mostraria a população o grau de autoridade em nome do povo em geral!Nessa briga de foice no escuro quem padece é o cidadão, motoristas, ciclista! A desmoralização está evidente onde não temos ação imediata da autoridade da área! Prefeita o problema está a menos de 70 metros de seu gabinete! Tome providência pois maioria da população não elegeu a Compesa para manter ruas em condições de uso!Ponha secretário que sinta esse problema na pele e resolva a situação de imediato para manter a gestão equilibrada! O povo clama e reclama! Escute as rádios e a rede social!! Vamos aguardar mais um pouco! Caso não se resolva nós iremos resolver! A cidade ainda tem cidadãos bravos e ativos e que tem vergonha na cara!! Nos aguarde após dia 15 do corrente mês!!

EDLIF

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Fica a dica para próxima eleição concertar esse erro gravíssimo.

A Comunidade da Cohab com apenas uma urna eletrônica.

Bezerros deixando a desejar na votação de conselheiroTutelar.
O Bairro Nossa Senhora Aparecida é Zona Rural é?Porquer essa descriminalização com esse Bairro?
Alguns bairros da cidade estão realizando a votação com duas urnas eletrônicas.
Muita fila de espera nas escolas para votação, mas infelizmente teve esse problema.
Fiscais deu a informação que em outras escolas está na mesma situação.
Um horror para quem presa eleger os conselheiros tutelares diante dessa situação.
Fica a dica para próxima eleição concertar esse erro gravíssimo.

Por Adeildo Antônio

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Como anda a nossa política municipal de geração de emprego e renda?

Os dados do Caged sobre geração de postos de trabalho coloca em xeque a política municipal de geração de emprego e renda (se é que ela existe), afinal se o estado e o país vem registrando números positivos algo de muito errado deve está acontecendo no município. De janeiro a julho foram mil e cem empregados a menos na Terra do Papangu e isso abre brecha para questionar o papel do governo Luciele no setor de economia. Afinal, o que deixou de ser feito para assistirmos essa sequência de negatividade na área econômica mês após mês?

Alguns fatos podem nos dá a resposta:

*Como anda a ideia daquela cooperativa para os nossos catadores de reciclados ou o planejamento de um o novo concurso público que oportunizasse mais 500 vagas efetivas no município?

*Por estarmos numa região do Polo de Confecções do Agreste, que gera milhares de oportunidades de trabalho, o que foi feito para a profissionalização de mulheres e homens em curso de corte e costura através de associações e cooperativas?

*Somos a terra do Bolo e do Doce, e o que poderia ter sido feito para que nossa produção de fundo de quintal ganhasse novos mercados ampliando a nossa produção?

* No turismo, o porquê de se ignorar um equipamento como teleférico da Serra Negra que garantiria excursões todos os dias da semana e consequentemente a movimentação de bares restaurantes?

Pois é, a resposta para as alegações acima soam um verdadeiro silêncio brutal, porque simplesmente não há política de geração de emprego e renda a nível de município. Os dados do Caged desnudam os fatos apontando responsabilidades. É hora de reagir!

Por Flavio Melo ( fundador do Bezerros Hoje).

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A bandeira da EDUCAÇÃO e o resultado do IDEPE

Bandeira da Educação como premissa na disputa de 2020.

Curiosamente não se viu, por parte do município, nenhuma exaltação pelo desempenho das escolas de Bezerros no IDEPE ( Índice do Desenvolvimento da Educação de Pernambuco), edição 2023, ano base 2022. Por que Será?

Em 2016, a escola Getúlio Vargas foi premiada no Estado com a maior nota correspondente aos anos iniciais. Em outras edições, escolas foram destaques pelo menos na regional GRE/Mata Centro, mas este ano nem isso!!! A justificativa de que estávamos no período pós pandemia não é tão plausível assim, até porque houve desempenhos magníficos em escolas da nossa região. O resultado, na verdade, acende alerta vermelho na gestão da prefeita que venceu uma eleição justamente empunhando a bandeira da Educação como prioridade. Em tempo, se faz necessário que a categoria dos professores provoque junto a gestão os ajustes necessários em busca dos resultados. Hoje a sensação que paira no ar é de que “se estava ruim parece ter piorado”.

Da redação de política .

Relembre matéria de 2016:

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