Mostra de J.Borges no Rio é destaque no Globo

Técnica desenvolvida na China no século VI, a xilogravura (impressão feita a partir de uma matriz de madeira entalhada) ganhou expressão e representação iconográfica únicas na região Nordeste, sobretudo quando associada a outro pilar da cultura popular, a literatura de cordel. Desse universo surgiu a obra de uma dss principais referências da arte no país, José Francisco Borges, mais conhecido como J. Borges, de 86 anos. Dos cordéis vendidos nas feiras de Bezerros, cidade do agreste pernambucano onde nasceu e montou o atelê, onde trabalha até hoje, o xilógrafo conquistou espaço no mercado de arte contemporânea e em instituições. Leia mais em O Globo.

Share

PoderData: Lula tem 42% e empata com soma dos rivais

Pesquisa PoderData realizada de 16 a 18 de janeiro mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderando a corrida eleitoral ao Palácio do Planalto com 42% das intenções de voto no 1º turno. O presidente Jair Bolsonaro (PL) é o 2º colocado, com 28%. Os percentuais de todos os candidatos oscilaram na margem de erro de 2 pontos percentuais da pesquisa em relação ao último levantamento, realizado de 19 a 21 de dezembro de 2021, quando o petista estava com 40% e Bolsonaro com 30%.

Esta rodada, no entanto, trouxe um fato novo: Lula entrou na zona do empate técnico em comparação ao somatório das intenções de voto dos demais candidatos. O petista pode se eleger no 1º turno se tiver a maioria dos votos válidos –em outras palavras, se for mais votado que todos os oponentes, juntos.

É a 2ª vez a pesquisa PoderData registra um empate técnico entre Lula e a soma de todos os outros nomes testados. A 1ª foi em julho de 2021, quando o petista tinha 43% contra 44% de uma lista menor de adversários. Em 3º lugar no 1º levantamento eleitoral do PoderData do ano está o ex-juiz da Lava Jato e ex-ministro da Justiça, Sergio Moro (Podemos), que marca 8%.

Ciro Gomes (PDT) tem 3% das intenções de voto; João Doria (PSDB) e André Janones (Avante), 2% cada; Simone Tebet (MDB) e Alessandro Vieira (Cidadania), cada um com 1%. Rodrigo Pacheco (PSD) e Luiz Felipe d’Avila (Novo) não tiveram menções o suficiente para pontuar. São 6% os que votariam em branco ou nulo e o mesmo percentual respondeu que não sabe como responder.

A pesquisa PoderData foi realizada por meio de ligações para telefones celulares e fixos. Foram 3.000 entrevistas em 511 cidades nas 27 unidades da Federação de 16 a 18 de janeiro de 2022. O registro no TSE é 02137/2022.

Para chegar a 3.000 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. 

Outros números da pesquisa podem ser conferidos no Poder360.

Share

Pesquisa CNM: 94% dos Municípios relatam crescimento preocupante de pessoas com sintomas gripais

O crescimento de casos de Covid-19 e o aumento de pessoas com sintomas gripais foi captado pela 33ª edição da pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), primeiro levantamento de 2022, promovido entre os dias 10 e 13 de janeiro. Dos quase 2 mil Municípios que participaram do mapeamento, 93,9% apontaram o crescimento preocupante de atendimentos a pessoas com sintomas gripais em hospitais e postos de saúde.

O levantamento mostra que 1.555 (83,1%) confirmaram aumento nos casos de Covid-19 e mais de 1,1 mil (60%) prefeituras afirmaram que ocorreu o aumento no afastamento de servidores municipais por conta do coronavírus. Esta edição da pesquisa também trouxe informações sobre a gripe H3N2, que é uma variante do vírus Influenza A. Pelos dados da CNM, 1.149 (61,4%) cidades já possuem medicamentos para enfrentar a proliferação desse vírus. Na pesquisa, 529 (28,3%) localidades afirmam ter registrado casos da gripe comprovados.

Outro tema desta edição da pesquisa é o teste para detecção da Covid-19. Enquanto 1.499 (80,1%) gestores afirmam ter teste rápido para a detecção da Covid-19 disponível, outros 339 (18,1%) sinalizaram a falta dessa ferramenta de auxílio no diagnóstico. A ampla testagem pode ajudar no controle da proliferação do vírus, por isso, o Plano Nacional de Expansão de testagem para Covid-19 prometia enviar testes para os 5.568 Municípios do país, seguindo o critério populacional e o cenário epidemiológico de cada localidade. No entanto, 969 (51,8%) gestores afirmam não ter recebido apoio do governo em relação à testagem por meio do Plano; enquanto 759 (40,6%) afirmaram ter tido apoio.

A CNM também perguntou sobre a contratação de laboratório para fazer testes por RT-PCR e 452 (24,2%) gestores afirmaram que firmaram contrato; já 1.371 (73,3%) não contam com esse tipo de contratação. Ainda sobre a testagem de pessoas com sintomas, quando o PCR é encaminhado para as redes estaduais, o resultado sai em até quatro dias para 697 (37,3%) Municípios; em 794 (42,4%) cidades, os laudos ficam prontos entre cinco a sete dias; e em apenas 295 localidades o diagnóstico leva até 15 dias.

Recursos financeiros

Uma grande preocupação que tem repercutido nas gestões municipais é a impossibilidade de execução no ano de 2022 dos recursos Coronavírus repassados em 2020. O Decreto Federal 10.579/2020 indicou que as transferências financeiras realizadas pelo Fundo Nacional de Saúde diretamente aos fundos de saúde estaduais, municipais e distrital, em 2020, para enfrentamento da pandemia de Covid-19, poderiam ser executadas pelos Entes federativos até 31 de dezembro de 2021. Segundo a pesquisa, 48,5% dos Municípios não têm registro de parte desses valores nas contas do Fundo Municipal. Já para 41,8% ainda há valores em conta e, portanto, não podem executar esses valores.

Máscara e passaporte da vacina

Sobre o uso de máscaras em ambientes públicos e privados e o passaporte sanitário, 1.828 (97,7%) Municípios mantêm a obrigatoriedade e 314 (16,8%) prefeituras publicaram decreto com alguma medida restritiva.

Fonte: CNM

Share

Prós e contras do ensino Cívico Militar/Matéria do portal Uol

Rayane Moura

Colaboração para Ecoa, de São Paulo

Considerada uma das principais promessas de campanha do presidente Jair Bolsonaro, em setembro do ano passado foi lançado o Plano Nacional das Escolas Cívico-Militares (PECIM), uma das apostas da atual gestão do Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Ministério da Defesa.

A intenção é implementar o modelo cívico-militar em 216 escolas de todo o país até 2023, sendo 54 por ano, os militares atuarão como monitores em três áreas: educacional, didático-pedagógica e administrativa. Somente esse ano, serão gastos R$ 54 milhões para implementação do projeto, do qual cada escola receberá R$ 1 milhão para melhorias e adequações em infraestrutura.

Diferentes das escolas militares, as cívico-militares são instituições públicas comuns em que a gestão administrativa e de conduta são responsabilidade de militares ou profissionais da área de segurança, enquanto que a gestão pedagógica fica sob a responsabilidade de pedagogos e profissionais de Educação.

Segundo o MEC, 15 estados e o Distrito Federal aderiram ao programa, que é voluntário. Para isso, as escolas devem obedecer a critérios como situação de vulnerabilidade social e baixo desempenho no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), atender de 500 a 1.000 alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e/ou médio e aplicar uma consulta pública à comunidade sobre o modelo.

Inspirado em colégios militares, o assunto levantou um grande debate entre especialistas em educação, principalmente após diversas declarações de apoio de Jair Bolsonaro à expansão de escolas militares e cívico-militares.

Conheça quais são os argumentos de especialistas a favor e contra o modelo:

SIM

O bom desempenho em avaliações nacionais

Um dos principais argumentos dos que defendem a militarização das escolas civis, é o resultado obtido pelos alunos do sistema em concursos diversos, sejam eles para os concursos das escolas militares de nível médio e superior, ou para universidades (ENEM e vestibulares).

Essas instituições se destacam na média nacional no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), com nota 7 para alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental, enquanto a média nacional das escolas públicas fica em 4,9 para a mesma etapa de ensino.

Regras rígidas

Diferente das escolas comuns, o modelo prevê que o comportamento dos alunos será avaliado e classificado em forma de nota. Os estudantes também terão o uso obrigatório de uniformes específicos com padrão militar, que serão fornecidos pelo governo de cada estado.

As meninas devem usar cabelos curtos ou longos, desde que presos com penteados em trança simples ou rabo de cavalo. As saias, que fazem parte do uniforme, deverão ter comprimento na altura dos joelhos.

Já os meninos devem sempre estar de cabelos curtos, cortados “de modo a manter nítidos os contornos junto às orelhas e o pescoço”, além de se apresentarem bem barbeados.

Currículo escolar

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Educação, as escolas cívico-militares têm uma taxa de abono escolar de 77% menor, a reprovação dos alunos é 37,4% menor, além dos alunos que estudam na idade certa, que é 50% maior. Já a avaliação do Ideb, que mede qualidade do ensino é 20% maior.

No Paraná, estado que mais aderiu ao modelo com cerca de 216 colégios em 117 cidades, os estudantes vão passar a ter uma sexta aula para reforço de matemática, de português e estudo da Constituição Federal, além de bases do direito, cidadania e educação financeira. Professores da rede estadual continuam dando aula nesses colégios, que não terão professores militares.

Um dos principais atrativos é a proposta pedagógica, que tem como objetivo entregar um ensino de qualidade, preparando o aluno para a vida em sociedade, formando cidadãos críticos que atuem com ética, cidadania e guiados por valores.

Gestão compartilhada

As escolas cívico-militares contam com uma gestão compartilhada, em que militares e diretores pedagógicos atuam de maneira colaborativa na gestão administrativa e didático-pedagógica do colégio.

No Paraná, por exemplo, dois diretores passarão a comandar a escola: um civil, que vai cuidar da parte pedagógica, e um militar da reserva para tratar de questões como disciplina e hierarquia. Ambos gestores foram escolhidos pela Secretaria de Estado da Educação (Seed), sem participação da comunidade escolar na escolha.

Com isso, deve haver diálogo entre ambos os diretores, buscando ações conjuntas que possam aprimorar as práticas educativas da escola na formação integral do aluno. A orientação disciplinar deve ser mais rígida, mas não tão severa quanto nos colégios do Exército, por exemplo.

Maior segurança

As escolas terão também monitores militares participando da rotina escolar. Serão de três a cinco policiais da reserva, a depender do tamanho do colégio. Com isso, os militares atuarão, em colaboração, nas áreas de gestão escolar e gestão educacional, a fim de contribuir com a melhoria do ambiente escolar.

Vale lembrar que esse modelo não irá formar militares ou militarizar os alunos, o principal objetivo é contribuir com a qualidade do ensino na educação básica, além de propiciar aos alunos, professores e funcionários um lugar mais seguro com foco na melhoria do ambiente e da convivência escolar.

NÃO

Exclusão de minorias e diversidade

Com a implementação desse modelo, os alunos e professores que não se adaptarem terão que buscar uma nova unidade escolar. Exemplo são os estudantes que têm dificuldade de aprendizado e necessitam de maior atenção, com o baixo desempenho a avaliação do colégio também cai, e para isso não acontecer, são obrigados a se transferirem, algumas vezes até para longe de suas residências. O mesmo vale para a Educação de Jovens e Adultos, o EJA.

Outro fator importante, é a perda de identidade com as regras impostas. Por terem que usar uniforme e cortes de cabelos específicos, além de precisarem seguir comportamentos da cultura militar, os estudantes passam por uma padronização e perdem totalmente as características que os identificam. Levando em consideração a diversidade étnico-racial que existe no Brasil, esses alunos deixariam de ser quem são para continuarem no colégio ou serão obrigados a buscar outra unidade escolar.

Notoriamente a militarização costuma homogeneizar todos os seus membros, retirando deles a individualidade e a capacidade de autodesenvolvimento. Esse modelo de escola não atende a diversidade, quem não tem o perfil ou não se adaptar será convidado a sair da escola.

Censura, não formam cidadãos críticos

Alguns educadores de colégios militares relatam censura de alguns assuntos em sala de aula. Entre os temas que não podem ser pautados pelos professores, estão homofobia, racismo, feminismo, além de algumas questões políticas.

Por conta das escolas cívico-militares serem inspiradas nesse modelo, os educadores que irão passar pela mudança temem sofrer por essa censura também, e assim não formarem seus alunos cidadãos críticos em determinadas situações.

De acordo com a Constituição Federal de 1988, o Art. 205 diz que “a educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. Seguindo a lei, nenhum assunto deveria ser restrito, levando em consideração que a formação nas escolas visa formar cidadãos críticos.

Investimento

Para se tornarem cívico-militares, as escolas passaram por melhoria de infraestrutura, compra de material escolar, reformas, além de outras intervenções. Com isso, o Ministério da Educação (MEC) irá investir dinheiro, que poderia ser encaminhado para a melhoria das escolas públicas.

Se a verba que está sendo investida neste novo modelo fosse mandada para as escolas públicas, seria possível melhorar a infraestrutura, reduzir o número de alunos por sala, aumentar os salários dos professores e a capacidade de atrair os melhores educadores e, consequentemente, melhorar a qualidade da educação. Existe uma relação direta entre investimentos e qualidade: quanto mais recursos, maior é a nota obtida no Ideb.

Outro fator defendido é que essas escolas supostamente reduziriam a violência. Porém, os colégios onde não existem índices de violência apontam outro caminho, como: muros baixos, políticas de diálogo, participação da comunidade nos finais de semana. O oposto do que vem sendo imposto pelo atual governo.

O modelo civil-militar não é a única solução para melhorar a educação no Brasil, existem diversos modelos que podem ser implantados, como escolas em período integral ou contraturno escolar com cursos e aulas diferenciadas.

Comparação de ambos os modelos

Não dá para comprar uma escola militar com uma escola civil comum, mesmo que o novo modelo seja inspirado em tal. Nos colégios militares, os professores recebem salário que passam de R$ 10 mil, e as unidades possuem diferentes laboratórios, como de química e robótica, quadras poliesportiva e piscina. Vale lembrar que a maior parte dos alunos nessas instituições são filhos de militares que querem seguir na carreira.

As famílias desses colégios militares também podem contribuir com um valor mensal que varia entre R$ 100 e R$ 300, e devem pagar pelo fardamento dos alunos, que custa em torno de R$ 600. Os civis interessados em ingressar nas instituições são submetidos a uma prova, que seleciona os alunos que obtiverem as notas mais altas.

Além disso, os alunos de ambas escolas são diferentes. Nos colégios militares são focados em filhos de militares, que na maioria das vezes são de classe média ou altas. Já nas escolas civis, que atendem mais de 80% dos alunos do ensino fundamental e médio da rede pública em todo o país, os estudantes são em sua maioria de classe baixa e vivem em condições totalmente diferentes, o que afeta os estudos.

Profissionais não preparados para educação

Outro ponto importante é a formação adequada para os profissionais da educação. Segundo o artigo 62, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional- LDB, “A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura plena, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nos cinco primeiros anos do ensino fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade normal”.

Além disso, a LDB também define no art. 67 as condições para que esses profissionais exerçam outras funções na área da educação, como “a experiência docente é pré-requisito para o exercício profissional de quaisquer outras funções de magistério, nos termos das normas de cada sistema de ensino” e “são consideradas funções de magistério as exercidas por professores e especialistas em educação no desempenho de atividades educativas, quando exercidas em estabelecimento de educação básica em seus diversos níveis e modalidades, incluídas, além do exercício da docência, as de direção de unidade escolar e as de coordenação e assessoramento pedagógico”.

Porém, em 2019, o Congresso Nacional aprovou a Emenda Constitucional 101/2019, que estendeu aos militares o direito à acumulação de cargos públicos prevista no art. 37, inciso XVI, da Constituição. O citado inciso, proibia a acumulação remunerada de cargos públicos, exceto “a) a de dois cargos de professor b) a de um cargo de professor com outro técnico ou científico ou c) a de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde, com profissões regulamentadas”. Essa tem sido a principal justificativa para os militares da reserva, aposentados ou da ativa atuarem na gestão administrativa, disciplinar e administrativa-pedagógica das escolas públicas civis.

Fontes: Catarina de Almeida Santos, professora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB); Luana Tolentino, Mestra em Educação pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP); Olavo Nogueira Filho, Diretor executivo do Todos Pela Educação; Afonso Eduardo, Centro de Comunicação social do Exército (CCOMSEX).

Portal UOL

Share

Novo aumento na gasolina

⛽Postos de gasolina de Bezerros já começam a alterar o preço do combustível. A Petrobrás anunciou que o valor sofreria reajuste a partir desta quarta-feira. Segundo a estatal, o preço médio de venda da gasolina da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,09 para R$ 3,24 por litro, o que representa um aumento de 4,85%.

Portal Bezerros

Share

Eles estarão no BBB?

Ao menos dois nomes ligados a terrinha estão sendo especulados para o BBB 2022 da Rede Globo, mas a divulgação oficial ainda deve ser aguardada. Uma da regras do programa e justamente o sigilo dos participantes, contudo, as especulações atendem a um princípio básico, que é a expectativa criada em torno do reality.

O Big Brother Brasil adotou um novo formato, a partir de 2020, que foi um verdadeiro sucesso. Os participantes passaram a ser divididos em dois grupo: pipoca, que são pessoas anônimas que se inscrevem para participar do reality, e o camarote, composto por artistas convidados pela produção. O BBB 22 estreia dia 17 de janeiro, uma segunda-feira, e as especulações sobre os participantes já começaram bem antes deste mês.

Aumentando a expectativa para a divulgação dos participantes do “Big Brother Brasil 22”, Boninho amanheceu nesta segunda-feira, dia 10, com novas dicas dos participantes. O diretor da TV Globo brincou ainda que tem sido “bonzinho com essas dicas”. “Eu já consigo garantir dez brothers vendo tudo que estamos revelando. Será que a Globo vai ficar feliz? Não vai sobrar nada para eles”, brincou o marido de Ana Furtado, que no vídeo seguinte começou com a dica: “No BBB 22, três mais um é igual a cinco”.

Outras dicas dadas no vídeo:

– Tem gente que adora frutos do mar… É só não cair na xepa.

-Que chora à toa!

Tem três filhas… só que não

– É cheio de mania… Mas não é o Rei


– Tem quem adora um vira lata

Share

Aposta de Bezerros entre as que acertaram a Quina da Mega da Virada

A dezena número 15 não estava entre os números escolhidos no bolão em Bezerros/PE.

Bola na trave!!!!

Uma das 1.712 apostas, que bateram na trave na Mega da Virada, saiu para Bezerros/PE. O bilhete da quina saiu para um bolão de cerca de 200 apostadores, que dividiram a premiação no valor de 50.861,33. Outras 143.494 apostas acertaram a quadra (quatro dezenas) e levaram R$ 866,88 cada.

Segundo a Caixa, a Mega da Virada 2021 registrou mais de 333 milhões de apostas, com arrecadação total de R$ 1,51 bilhão. “O valor é 28% a mais que no ano passado, e 70,4% a mais do que o realizado em 2018”, diz o comunicado.

Share

Polos de folia cancelam carnaval de rua; Evento Indoor pode ser alternativa

Salvador, Rio de Janeiro, Olinda e Bezerros cancelaram em definitivo o carnaval de rua por conta da pandemia da Covid-19. Recife ainda não se posicionou, mas a tendência é que siga as decisões tomadas por outros destinos importantes no país. A cidade de São Paulo estuda realizar o evento no autódromo de Interlagos, sinalizando a impossibilidade de realizá-lo no formato já conhecido. O Governo de Pernambuco, que apoia vários polos de animação no estado, deve decidir se realiza o evento no formato indoor, utilizando estádios e clubes públicos para as apresentações artísticas e culturais. São locais que permitem a exigência do passaporte da vacina e que já garante que os eventos privados aconteçam durante a festa de momo. O formato é uma ideia para garantir que o folião de baixa renda também possa curtir a festa conhecida por ser democrática.

Share

Mega da Virada 2021: bolão em Campinas leva metade do prêmio

Segundo Caixa, aposta teve 14 cotas na metrópole e valor do prêmio total, de R$ 378 milhões, será dividido com aposta de Cabo Frio (RJ). As dezenas sorteadas foram: 12-15-23-32-33-46.

Um bolão com 14 cotas em Campinas (SP) levou metade do prêmio da Mega-Sena da Virada de 2021, segundo a Caixa Econômica Federal: Com isso, os participantes dividem um prêmio de R$ 189.062.363,74, enquanto a outra parte do valor é de uma aposta vencedora em Cabo Frio (RJ).

As dezenas sorteadas foram: 12-15-23-32-33-46. A assessoria regional da instituição confirmou na manhã deste sábado (1) que a aposta foi feita em uma casa lotérica no Shopping Iguatemi.

Mega da Virada

Segundo a Caixa, a Mega da Virada 2021 registrou 333 milhões de apostas, com arrecadação total de R$ 1,51 bilhão. “O valor é 28% a mais que no ano passado, e 70,4% a mais do que o realizado em 2018”, diz o comunicado.

A quina (cinco dezenas) teve 1.712 acertadores e cada uma leva o prêmio de R$ 50.861,33. Outras 143.494 apostas acertaram a quadra (quatro dezenas) e levaram R$ 866,88 cada.

Do G1

Share

Senado elege Anastasia para o TCU

O Senado aprovou, agora há pouco, o novo ministro do Tribunal de Contas da União, em substituição a Raimundo Carreiro. Foi eleito o senador Antônio Anastasia (PSD-MG). O candidato venceu a disputa no plenário do Senado com 52 votos.

Mais dois parlamentares disputaram o cargo, que é vitalício: Kátia Abreu (PP-TO) e Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). O mandato dos três senadores se encerra no próximo ano.

O placar final foi:

Antonio Anastasia: 52 votos
Kátia Abreu: 19 votos
Fernando Bezerra Coelho: 7 votos


Blog do Magno

Share

Prefeituras recebem repasse adicional de R$ 1 bilhão do FPM nesta sexta-feira (10)

Município de Bezerros recebeu 342 mil reais a mais na primeira parcela do FPM de Dezembro (1/3).

Os gestores municipais que estão com dificuldade para fechar as contas nesse final de ano ganharam um motivo para ficarem mais aliviados. Isso porque além do repasse do primeiro decêndio, as prefeituras vão poder contar com o adicional de 1% do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que vai repartir cerca de R$ 1 bilhão entre os cofres municipais. 

Criado em 2007 por meio de uma emenda constitucional, o adicional de 1% é acumulado na conta do Tesouro Nacional de dezembro de um ano até novembro do ano seguinte, e depositado nas contas das prefeituras até o dia 10 de dezembro. O dinheiro extra este ano é 31,4% superior à mesma transferência de 2020, de acordo com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM). 

No entanto, os prefeitos e secretários municipais de finanças precisam ficar atentos, pois as despesas com pessoal costumam ser maiores nesta época, explica Cesar Lima, especialista em Orçamento Público. 

“Geralmente são despesas com pessoal, décimo terceiro, adiantamento de férias. Tudo isso impacta bastante nas contas das prefeituras. Acho que a intenção do legislador [ao criar o adicional] foi justamente para ajudar as prefeituras a pagar essas contas extras que ocorrem geralmente no final do ano. O adicional pode ser usado para pagamento de pessoal. Não há nenhum tipo de restrição em relação a isso”, diz. 

Além da destinação para saúde e educação, os gestores podem aproveitar o adicional de 1% do FPM para investir em outras áreas, orienta Cesar, como na infraestrutura e nas demais ações previstas no orçamento municipal de 2022. 

Fonte: Brasil 61

Share

Ações da Codevasf vai virando escândalo político NACIONAL

Com viéis político escancarado, as ações da Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco e Parnaíba (CODEVASF) vêm sendo alvo do escrutínio da mídia. A Codevasf se tornou um nome comum em Bezerros nas últimas semanas, após executar obras de asfalto e destinar trinta caixas d’água para o município.

A verba sai de Brasília e entra no caixa da unidade local da Codevasf, órgão federal loteado por indicados dos partidos e líder em projetos usados como moeda de troca política.

Em Petrolina, o asfalto pago com verbas direcionadas pelo líder de Bolsonaro ganhou até apelidos. É chamado de farofa ou sonrisal, em referência ao esfarelamento dos trechos pavimentados.

O pavimento usado derrete com o forte calor e gruda nos calçados dos moradores e, quando ele se quebra em pedaços, começa a esfarelar. Leia mais aqui.


Share

Túlio Gadelha apimenta discussão sobre a CODEVASF

Prefeita recepciona lideranças em visita a Bezerros. Ações da Codevasf no município tiveram articulação direta dos aliados

O Deputado Federal Túlio Gadelha (PDT) foi às redes sociais repercutir matéria da Folha de S. Paulo sobre a Codevasf. A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba estaria sendo usada para fins políticos segundo a imprensa. O nome Codevasf se tornou comum aos bezerrenses nas últimas semanas por conta das ações realizadas. Em Bezerros, a Companhia Vale do São Francisco providenciou asfaltamento de quase dois km de vias e fez a entrega de 30 unidades de caixas d’água.

O Deputado Túlio Gadelha tem em Bezerros uma das bases mais importante para a sua reeleição; Ele vai disputar votos com o candidato Mendonça Filho (DEM), que é apoiado pela prefeita e ligado ao senador Fernando Bezerra Coelho, líder do presidente Bolsonaro no Senado e pai do pré candidato a governador Miguel Coelho, atual Prefeito de Petrolina.

O uso político das ações ficou escancarado no município, com direito a faixas, anúncios de carro de som e até spots de rádio. O deputado, que tem um vereador aliado na base da prefeita, não municipalizou o debate.

Veja na íntegra a matéria da Folha de São Paulo aqui.

Share

Pesquisa mostra Lula vencedo no 1°turno

Levantamento foi divulgado nesta quarta-feira (8)

A Pesquisa Nacional da Sensus, encomendada pela revista IstoÉ, mostra liderança isolada do ex-presidente Lula num possível cenário para 2022. De acordo com o levantamento, o petista teria 42,6% dos votos totais, número que representaria 50,8% dos votos válidos.

A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 28 de novembro, com participação de 2 mil eleitores espalhados pelo Brasil. O levantamento mostra um primeiro turno ainda bastante polarizado entre Lula e Bolsonaro. Confira os números:

Lula (PT): 42,6%,
Jair Bolsonaro (PL): 24,2%
Sergio Moro (Podemos): 7,5%
Ciro Gomes (PDT): 5,3%
João Doria (PSDB): 1,8%
Simone Tebet (MDB): 1,2%
Mandetta (DEM): 1,0%
Rodrigo Pacheco (PSD): 0,3%
D`Ávila (Novo): 0,2%
Alessandro Vieira (Cidadania): 0,1%
Brancos, nulos e não respostas somam 16,2%.

Jornal do Commercio/PE

Share

Ribeirão, Barreiros e Carpina confirmam o “não carnaval”

Bezerros parece não ter opinião formada e se coloca no campo da cautela como se esperasse por uma decisão do Governo do Estado.

Imagem: Revista Veja

Pelo andar da carruagem, é melhor esquecer no porão aqueles saquinhos de confetes deixados desde o carnaval 2020. Prefeituras no país inteiro têm se posicionado contra a Folia de Momo por conta da possível nova onda da Covid-19. Em Pernambuco, três municípios já anunciaram não realizar a festa: Carpina, Ribeirão e Barreiros. Em Bezerros, considerado o 3° maior Polo de Folia de Pernambuco, o clima é de suspense. Antes de assumir o governo, ainda em 2020, a recém eleita prefeita de Bezerros, Lucielle Laurentino (DEM), ganhava manchetes ao antecipar a informação sobre a impossibilidade de realizar a festa este ano. Agora o seu governo parece não ter opinião formada e, assim como outras cidades polos, se coloca no campo da cautela, como se esperasse por uma decisão do Governo do Estado. Ouvidos pela reportagem, cerca de 70% dos artistas de Bezerros acha prudente o cancelamento da festa, mesmo que isso represente mais um ano de prejuízo. O Governo do Estado informou que a decisão de cancelar ou não o carnaval só será tomada no próximo ano.

Share