
Categoria: OPINIÃO
Ilegalidade dos estabelecimentos e estacionamentos ao cobrar multa por comanda e/ou ticket de estacionamento perdido!

Provavelmente você já presenciou algum estabelecimento que cobra multa por perca de comanda ou ticket em restaurantes, estacionamentos de shoppings, supermercados, etc.
Bem apesar de não existir lei que permita ou proíba essa prática, o que poucos sabem é que essa prática segundo o Código de Defesa do Consumidor é ilegal, segundo os artigos 39, V e 51, IV, do CDC. O próprio artigo 51, trata que “são nulas de pleno direito, entre outras, as cláusulas contratuais relativas ao fornecimento de produtos e serviços que estabeleçam obrigações consideradas iníquas, abusivas, que coloquem o consumidor em desvantagem exagerada, ou sejam incompatíveis com a boa-fé ou a equidade”, já o art. 31 afirma que “é vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas, exigir do consumidor vantagem manifestamente excessiva”.
Segundo entendimento do PROCON, o estabelecimento tem que ter o controle paralelo das entradas e saídas do estabelecimento. Então caso o consumidor passe por uma dessas situações, o mesmo tem duas opções:
Primeiro deve falar com a gerência do estabelecimento, para explicar a situação visando o não pagamento da multa.
Caso não haja acordo, o consumidor deve pagar somente mediante nota fiscal, que informe o motivo do débito, dependendo da gravidade da situação fazer um BO, requerer todas as vias possíveis para procurar seus direitos, em relação a multa, e em relação ao dano moral gerado pelo constrangimento ilegal.
Por fim, o estabelecimento deve sempre cobrar aos consumidores apenas o valor do consumo ou serviço em razão de sua obrigação paralela de ter o detalhamento do que foi consumido. E em caso de cobrança de multa por perca de comanda e ou ticket de estacionamento, não esqueça além do que foi sugerido acima, de também denunciar o estabelecimento ao PROCON de sua localidade, para que haja a notificação da empresa e a aplicação de possível multa pela prática abusiva.
Abraço a todos.
Neto Torres/Advogado
Mãe todos os dias

O presidente Getúlio Vargas, decretou em 1932 que o Dia das Mães seria comemorado no Brasil sempre no segundo domingo do mês de maio. No entanto, a comemoração remonta à Grécia e Roma antigas, em datas diferentes e em homenagem as deusas Raia e Cibele, respectivamente. O cristianismo adotou a comemoração em homenagem à Virgem Maria.
Na Inglaterra, por volta do século XVII, se iniciou comemorar o “Domingo das Mães” durante as missas. A ideia de oficializar a data, por lei, foi dos Estados Unidos, em 1914. A partir daí muitos países copiaram e o “Dia das Mães” passou a ser comemorado em todo o mundo.
A data perdeu o significado quando o comércio, visando lucro, mudou o foco das comemorações.
Mas se é verdade que o original, não se desoriginaliza é também verdade que a mãe jamais perderá o seu caráter transcendental. Se as comemorações em homenagem às mães vivem esse período pífio relegado a um presente, algo mais perdura… Se o filho singulariza toda a grandeza maternal afunilando seu amor na expressão de um agrado anual, a lógica não se inverte. O amor de mãe não se amiúda num presente.
A história da humanidade está repleta de exemplos extraordinários da luta deste ente indescritível. É espantosa a luta das mulheres para criar, proteger, defender, sob qualquer pretexto seus filhos. Em quaisquer circunstancias, em todas as camadas e civilizações.
Só para citar alguns exemplos:
> Na Argentina, desde abril de 1977, até os dias de hoje, todas as quintas-feiras às 15:30h, as chamadas mães da Praça de Maio se reúnem na Praça do mesmo nome em Buenos Aires, para exigirem notícias de seus filhos e netos desaparecidos durante a cruel ditadura militar naquele país (1976-1983). Bebês eram raptados dos pais, opositores do regime e entregues a apoiadores do governo militar.
Ignorando a proibição de reuniões públicas e de qualquer manifestação que pudesse ser considerada “subversiva”, à época, elas venceram o medo e se colocam, semanalmente em frente à Casa Rosada, em busca de verdade e de justiça. Estima-se que o número de vítimas chegue a 30 mil.
Elas foram ao Papa João Paulo II, abriram processos judiciais na Alemanha, França, Itália e Espanha. Esse grupo talvez seja o mais notório e foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz.
> Na Palestina, a luta é contra a sociedade machista e a ocupação israelense. Com as mulheres fora do mercado de trabalho e cabendo-lhes o papel de chefe de família em momentos em que os maridos foram presos ou mortos em conflitos.
> Diferente da Argentina, no Brasil não se tem notícia de que crianças foram raptadas. Mas infelizmente, também aqui, muitas mães lutam heroicamente pelos corpos de seus filhos para sepultá-los dignamente, pois desaparecidos durante o governo militar (1964 a 1985).
A Comissão Nacional da Verdade, instalada em maio de 2012, investigou as graves violações de direitos humanos cometidas no período entre 1946 e 1988, por “agentes públicos, pessoas a seu serviço, com apoio ou no interesse do Estado” brasileiro, ocorridas no Brasil e também no exterior.
Em dezembro de 2014 a CNV entregou seu relatório final e concluiu que houve 434 casos de mortes e desaparecimentos de responsabilidade do Estado brasileiro durante o período de 1946-1988.
Há também grupos de mães em busca da responsabilização pelas mortes de seus filhos em chacinas, como as de Acari e Candelária, no Rio de Janeiro. O movimento Associação Brasileira de Busca e Defesa a Crianças Desaparecidas (ABCD), trava uma batalha das mães em busca de seus filhos desaparecidos, muitos vítimas da pobreza ou do tráfico. Sem contar com as que sofrem com fome e sede para criar seus rebentos na pobreza extrema, nos vários rincões desse país desigual.
O dia das mães não deveria se limitar a sacrificados ou generosos presentes. Há de ser reflexivo! Mãe/mulher é muito mais que um dia. Mãe não devia ter data. Mãe é antes, durante e depois… Eternamente!
Audiência de custodia e o aumento da sensação de insegurança

Nos últimos meses têm se observado o avanço da criminalidade com o aumento assustador de assaltos, furtos e homicídios. A sociedade pernambucana, principalmente a agrestinense tem se queixado da sensação de impunidade, muito se tem visto nos noticiários a prisão de marginais em operações policiais, de forma que depois do trabalho de investigação, os mesmos tem por obrigação apresentar os acusados em uma audiência de custódia, implantada pela justiça e instituída para todo o Brasil desde o governo Dilma. O fato é que em 95% dos casos os levados perante o Juízo dos municípios, são liberados, aumentando a sensação de impunidade e insegurança, segundo relatos de alguns policiais, enquanto estas pessoas são liberadas quase de imediato, saindo pela porta da frente do fórum, caçoando das autoridades, enquanto estes permanecem no estabelecimento judiciário, prestando esclarecimentos, às vezes por uma acusação infundada do elemento, até pela forma como são questionados na tal. A sociedade se pergunta, quais os critérios de soltura, e o que se passa na cabeça dos juízes, saber das medidas adotadas, que arbitram fianças e penas deprimentes, chegando a ser humilhante para as vítimas. Dessa forma, tem se percebido o aparecimento de alguns justiceiros, inconformados com leis brandas, que acobertam os delinquentes, e deixa a sociedade órfã de penas exemplares, praticam a justiça com as próprias mãos, aumentando cada vez mais o número das vítimas da violência, registrando que em 99% dos casos, as vítimas são oriundas do mundo do crime, índice que tem que ser levado em consideração, em uma sociedade que clama cada vez mais por justiça, o que se vê é a ineficiência do estado, que deixa vulnerável o trabalhador, pai de família, que tenta viver em sociedade uma vida pacífica, e ter garantido o seu direito a ir e vir, e principalmente da segurança, garantidos na constituição, hoje se conta nos dedos aquele que não foi vítima de roubo ou furto, e se você não foi contemplado tem algum parente, amigo ou conhecido que passou por verdadeiros momentos de terror nas mãos dos meliantes.
HOMO TECNOLOGICUS

O século 21 é o grande responsável pela democratização do acesso à informação, mas também traz consigo a responsabilidade de proporcionar uma verdadeira profusão das formas de se relacionar socialmente: para o bem ou para o mal.
O convívio social é uma das formas primárias de socialização humana. Nascemos e desde então entramos em contato com atitudes humanas, seus reflexos, motivações e percepções.
As sociedades primitivas sentiam de forma mais intensa todas as fases deste processo tão importante para os seres humanos, e que com o passar dos tempos, com a modernização e a pós-modernização acabou por ser fragilizado a partir de uma nova ótica de formas de socialização e estabelecimento de relações.
Hoje em dia é comum ver que os primeiros amiguinhos de uma criança com aproximadamente 3 anos são mais os aparelhos eletrônicos do que seres humanos. As crianças não brincam mais nas ruas e paulatinamente se percebe que as lembranças e diálogos que são referenciados remetem a alguma vivência tecnológica, por exemplo: como foi aquela batalha de clãs do jogo X.
A cada dia mais a humanidade caminha para um processo anti-socializante justificado pela ausência de tempo (tempo é dinheiro); comodidade (é mais prático que uma máquina faça o que o humano poderia fazer) e pela famigerada e fictícia ideia liberdade (posso fazer o que quero, pois sou livre). Os pais e mães, por vezes culpabilizados, não passam de meras vítimas de uma ordem imposta sistematicamente para que a humanidade comece a aceitar passivamente as prioridades criadas, e a perceberem cada vez menos, as suas reais necessidades.
Porém, a problemática em questão não afeta apenas infantes. Quantos e quantos adultos e idosos já não deixam de sair para encontros; festas de rua; visitar um amigo ou vizinho; ou até mesmo conversar nas praças e calçadas da cidade? E quantos daqueles que o fazem, priorizam o uso de smartphones ao invés de valorizar o momento? Para estas questões aparecem justificativas das mais diversas para que se reitere a importância de tal atitude. Estas justificativas vão desde à violência das ruas (coisa que sempre houve e que talvez seja sentida mais abruptamente hoje porque ninguém mais ocupa as ruas) até o discurso do “não se tem nada pra fazer” (ué? Mas antigamente também não tinha, mas se inventava). Parece até que perdemos nossa capacidade de criar.
Por outro lado, o mesmo advento da tecnologia propicia inúmeras benesses: acesso à informação; democratização dos pontos de vistas (as redes sociais dão voz àqueles que se calavam por receio ou por inferiodade); possibilidade de reencontrar pessoas; efeitos mitigatórios de possíveis patologias futuras (as redes sociais são verdadeiros divãs) e etc.
O grande problema de toda a invenção humana é justamente a forma de uso que a humanidade faz de sua criação. Saber utilizar um dado recurso para que nos propicie momentos valorosos, mas também saber a hora de sua não utilização; não tornar-se refém de sua criação. E sobretudo que os aparelhos e o acesso ao mundo tecnológico não nos tire a capacidade de sentir, de viver, de experienciar e conhecer outras realidades de forma verdadeiramente socializante. Pois ler ou ver algo a partir dos olhos da tecnologia é extremamente diferente de viver e sentir com olhos puramente humanos.
Talvez você não tenha se dado conta, mas é por questões como esta, que muitos tem deixado de enxergar “o outro” como “eu” e o “eu“ como outro.
Mikhail Gorbachiov é Cientista Social pela UFPE
“BANALIZAMOS TALVEZ A ÚNICA COISA QUE TÍNHAMOS EM COMUM…”

A gente tem escutado falar tanto em crise humanitária, refugiados, travessias e acampamentos que nem se dá conta do que realmente significa isso.
Por que precisamos ser categorizados com base seja lá em que for?
Por que a nacionalidade afasta, ao invés de proteger?
Por que cor, origem, idioma, religião, posicionamento político, idade e gênero nos separam, ao invés de identificar o que temos em comum? E ainda que haja diferenças – de pensamento, orientação, origem, cultura -, por que uma corrente se sobrepõe às demais?
E quando se sobrepõe, por que não prevalece o senso da coletividade pacifista em detrimento de minorias opressoras?
Banalizamos talvez a única coisa que tínhamos em comum, em tempos de nós-contra-eles: a humanidade.
Tempos estranhos esses…
Vamos aproveitar as datas “especiais” para resgatar o pouco de empatia para com o próximo, até que esse pouco se torne suficiente.
Feliz dia das mães, pela característica de amor desinteressado que as mães em geral representam. Quem sabe um pouco de ternura não ilumine nossos caminhos?
Janaina Pereira é Administradora (facebook)
Queira Vencer!!! Tenha Atitude de Vencedor

Não será o diploma, o emprego ou o negócio que lhe fará um vencedor, mas a sua atitude.
Diplomas, empregos e negócios muitos têm, mas poucos se sobressaem vitoriosos.
O que diferencia um médico de outro, um estudante de outro, um empregado, um empresário de outro é a atitude.
Todos podem ser médicos, empregados, estudantes e empresários, mas nunca serão iguais, porque não têm atitudes iguais.
Aqueles que sabem fazer a diferença, que não reclamam, que gostam do que fazem, que sabem resolver problemas e apresentar soluções, que têm iniciativa, que se dedicam, que exercem a sua função com abnegação, esforço e coragem sempre se sobressaem.
Por isso digo que existem e sempre irão existir médicos e médicos, empregados e empregados, estudantes e estudantes, empresários e empresários.
Muitos poderão colaborar para o seu sucesso, mas somente você pode decidir; decidir que tipo de médico, empregado, estudante ou empresário deseja ser.
Portanto, tenha atitude de vencedor, seja um vitorioso, vença!!!
Forte abraço.
Paulo Alves da Silva/ Advogado. (Facebook)
FORMADORES DE OPINÃO: O TIME VAI ENTRAR EM CAMPO NOVAMENTE NESTE SÁBADO
Tempos difíceis
Tempos difíceis
Nos nefastos e não tão distantes dias do período ditatorial no Brasil o povo brasileiro reagiu bravamente pela instalação da ordem democrática. Estudantes, trabalhadores, intelectuais, artistas e gente do povo enfrentaram o arbítrio de várias maneiras e com muitos sacrifícios. Alguns pagariam com a própria vida pela coragem de lutar por liberdade. Pessoas foram presas, torturadas e mortas.
Mas, apesar da truculência, tivemos momentos inesquecíveis de consciência e unidade nacional. Foi assim com a votação da emenda das diretas de autoria do deputado Dante de Oliveira, que, mesmo derrotada no Congresso motivou enorme mobilização com o movimento das “Diretas Já!”.
Também na eleição de Tancredo e depois na Constituinte de 1988, o país viveu um sonho de liberdade! Houve mobilização e participação popular como nunca se tinha visto. Finalmente nós estávamos nas rédeas, construindo o nosso próprio destino. Tudo pela via democrática. E tudo isso foi possível pela política. Pelo voto e com o povo.
Hoje, apenas algumas décadas depois, o país mergulha numa profunda crise de identidade. A gente não sabe o que somos, nem o que queremos. Não obstante ter se institucionalizado a corrupção e a inevitável crise financeira. Mas a crise maior é a de credibilidade. Vivemos uma verdadeira esquizofrenia política. Esse é ponto! Se o país estivesse estabilizado politicamente a crise seria superada com muito mais agilidade e facilidade. Somos uma grande nação!
Mas há de se ter um culpado. E elegeu-se, então, a classe política. Só que junto com os políticos incluiu-se a Política e excluíram o povo. Mas não tem político sem o aval do povo e se o povo, que é o criador dos políticos, não dá o devido valor à política, os políticos saem ‘com defeito de fabricação’!
A banalização da política é o caos para uma nação. Os efeitos negativos são imediatos.
Ninguém é contra que políticos, assim como quaisquer outros agentes públicos paguem pelos crimes que tenham praticado. Aliás, essa é uma regra também da democracia. Mas quando se generaliza se nivela tudo por baixo. A nossa classe política vai mal por que o nosso voto é mal dirigido. Não dá para excluir o eleitor da sua parcela de contribuição.
O pior é que a imprensa, a escola e pseudos intelectuais contribuíram grandemente para banalização da política.
Sem a boa política, os maus políticos reinam. Sem bons eleitores, não há bons políticos (já dizia o saudoso Maurílio Ferreira Lima). Se não tem política a ordem institucional se derrete e com ela o judiciário, o ministério público, os tribunais de contas, as demais instituições públicas…caem tudo em descrédito.
Vivemos dias difíceis, sem crença, sem esperança e sem rumo. As eleições se avizinham e a história tem nos mostrado que quando um país se encontra vulnerável como estamos, busca, invariavelmente por heróis. Não precisamos de heróis (nem de Mouro, nem de Bolsonaro, nem de Joaquim Barbosa ou Carmem Lúcia, nem tampouco de Luciano Huck…), precisamos de lideres nascidos da vontade de um povo comprometido, organizado e que vote com responsabilidade para guiar os destinos da nação.
Por Nivaldo Santos/Advogado
Desrespeito ao Direito do Consumidor: Os bancos de Bezerros não respeitam tempo razoável de atendimento estabelecido em lei. SAIBAM COMO PROCEDER!

Durante a semana, fiz uma participação no programa “Bezerros em pauta, da TV imprensa”, que como advogado dei uma perspectiva jurídica a respeito da situação no qual bancos de nossa cidade simplesmente não respeitam o tempo razoável de atendimento estabelecido aos mesmos. Coincidentemente, necessitei desses serviços duas vezes essa semana, e sinceramente ficaria surpreso se fosse respeitado esse tempo, porém o tempo médio de espera que deveria ser de 15 minutos, se transformou em 2 horas e meia, para atendimento convencional e pasmem, para atendimento preferencial também.
Bem, a lei que ampara o consumidor pernambucano é a Lei estadual Nº 12.264, DE 18 DE SETEMBRO DE 2002, que trata do atendimento ao consumidor, nos caixas das agências bancárias em nosso estado, impondo além do respeito ao tempo de atendimento, também as sanções ao descumprimento da referida lei.
Como advogado e consumidor indignado, não tive dúvidas, guardei minha senha de espera, e meu protocolo de atendimento, “isso mesmo EXIJAM algum comprovante contendo o horário de atendimento”, e irei denunciar nas ouvidorias competentes e abrir uma demanda judicial buscando meus direitos como consumidor, pois assim como popularmente se fala aqui no Brasil que se costuma “mexe no bolso do brasileiro para se cumprir uma lei”, devemos fazer o mesmo com as empresas bancárias, principalmente quando somos lesados de alguma forma.
Pois bem, a situação descrita acima, pode sim gerar além de penalidades impostas aos bancos com base no art. 56 do Código de Defesa do Consumidor, também gerar indenização por dano moral ao consumidor com base no mesmo código descrito acima.
Se os bancos acham que é impossível respeitar esse tempo hoje, a solução é simples, contratar mais funcionários, e adequar sua estrutura, pois, se os pequenos e médios empresários do Brasil são obrigados a cumprir regras podendo ser penalizados caso não sejam cumpridas, por que as grandes empresas bancárias não podem cumprir? A lei 12.264/02 é clara em seu artigo 1º: “Todas as agências bancárias estabelecidas no Estado de Pernambuco ficam obrigadas a manter, no setor de caixas, funcionários em número compatível com o fluxo de usuários, de modo a permitir que cada um destes seja atendido em tempo razoável.”
Aos que se sentirem lesados aqui vão as seguintes dicas:
Procure um ADVOGADO caso se sentir lesado afim de reparação por dano moral;
Denuncie na ouvidoria do banco;
Denuncie a agência ao Banco Central do Brasil através desse link; http://www.bcb.gov.br/pre/portalCidadao/bcb/reclamacaoDenuncia.asp
Procure a unidade do PROCON mais próxima;
Abraço a todos!
NETO TORRES / ADVOGADO
“A única praça que dispunha desse tipo de material é a de São Sebastião, hoje, precarizada pelo vandalismo e falta de educação de alguns adolescentes”

A dura vida de uma criança
Desde que me entendo por gente, tento compreender o porque da criança sempre ser colocada em segundo plano pelo poder público, seja na zona rural ou cidade, o desejo de toda ela é ter um espaço de lazer, trocando em miúdos, um parque com escorregas, balanços, gangorras… A única praça que dispunha desse tipo de material é a de São Sebastião, hoje, precarizada pelo vandalismo e falta de educação de alguns adolescentes que não respeitam o espaço público, depredando um bem coletivo que serviria de alegria para muitos pequenos, que em um dia qualquer, esperam ter o mínimo de divertimento possível. É fato que precisamos urgentemente pensar em ampliar essa demanda, porque não em todas as praças, porque não em todos os colégios, porque não na cidade e principalmente na zona rural, porque se a coisa não funciona na sede do município, imagina fora dela. Quem quando criança nunca sonhou em ter um dia de diversão em família, sabemos que muitas das crianças não tem acesso a parques de diversão, cinema, teatro, etc., a maioria delas por falta de dinheiro em casa mesmo, o mínimo que se poderia fazer era atender a essa demanda com implantação em espaços públicos já existentes de materiais como esses, PPPs, parceria público privada seria uma boa pedida, satisfazendo a pais e crianças que buscam alternativas de lazer nos fins de semana, mais espaços de socialização, geram e estimulam a boa vivência, abrem espaço para o convívio social amplo e dinâmico, preparando cidadãos mais abertos ao diálogo e resolução de conflitos, de pessoas menos amargas, a interação entre crianças e pais, vizinhos e amigos, somos todos merecedores de um olhar mais amplo nesse sentido, de zelo e cuidado com aqueles que serão o nosso futuro.
Máximo Neto – Comunicador
A esquerda que precisa voltar a ser de esquerda

Nos últimos anos muito se tem ouvido falar sobre as ideologias de esquerda e de direita. Mas o que as caracteriza? Como surgiram? Como se encontram e que papéis desempenham hoje?. Estas são perguntas que podem nos ajudar a traçar um panorama sóciocrítico de como as principais tendências tem se comportado no decorrer do processo histórico mundial e nacional, seus avanços e retrocessos.
A ideologia de esquerda tem sua origem na 1ª fase da revolução francesa, quando nas assembleias do século 18 a burguesia buscava apoio dos mais pobres para diminuir os poderes da nobreza e do clero. Com a assembleia constituinte montada, os mais ricos negaram-se a se misturar aos mais pobres e se sentaram à direita do plenário, por sua vez o lado esquerdo estava ocupado pelos trabalhadores, assim ficando a esquerda conhecida pela associação a luta de trabalhadores, enquanto que a direita estava voltada para o conservadorismo e a elite.
Caracterizada por lutar pelos direitos da classe trabalhadora e camadas mais pobres da sociedade e pelo bem estar coletivo, a esquerda brasileira sempre se destacou por suas lutas históricas, pela consciência de classe, pelo caráter militante e de educação de suas bases. Esta mesma esquerda carrega trunfos como: a resistência a ditadura militar, a redemocratização do país, o impeachment de Collor, e seu apogeu com a chegada de Lula à presidência da República no ano de 2002.
No decorrer de 13 anos de governo petista (esquerda) podemos observar inúmeros avanços positivos que vão dos programas sociais e descentralizações de Universidades e Institutos Federais até a valorização do salário mínimo e aumento da linha de crédito. Porém estes ganhos não vieram de graça. Ao mesmo tempo em que o governo garantia benefícios para camadas mais pobres da sociedade, também agia como uma espécie de Robin wood as avessas, quando tirava desta em forma de tributos para dar aos ricos em forma de dívida pública.
É válido lembrarmos que o próprio Lula chegou a reconhecer que em seu mandato os banqueiros lucraram, e muito.
Hoje a esquerda aparentemente uma e coesa de outrora parece mais encontrar-se tal qual a torre de babel, onde não se fala a mesma língua e só acaba gerando mais confusão do que a que o páis já enfrenta.
É chegada a hora da esquerda voltar as suas origens e aprender consigo mesma (só que no período que não estava no poder). Pensar como classe popular, trabalhadora, estreitar os laços com as bases sociais ir as ruas, mas sobretudo deixar de lado os acordos palacianos e o toma lá, dá cá, que inclusive foi a moeda de troca para a governabilidade petista durante estes 13 anos.
A esquerda precisa voltar a ser de esquerda e pautar na ordem do dia os interesses de uma classe trabalhadora e popular que é escamoteada ferozmente sem necessitar de vender a alma ao diabo no Congresso Nacional. Antes de tudo a esquerda precisa pensar estratégias de fortalecer o nosso legislativo nacional e deixar de se preocupar apenas com o executivo. Para ser curto e ainda utilizar expressões que estão na moda: A esquerda precisa deixar de ser Nutella e precisa voltar a ser raiz.
Mikhail Gorbachiov
“DE BOAS INTENÇÕES, O INFERNO ESTÁ CHEIO” ou “SOBRE PORQUE MACONHA TEM QUE SER CHAMADA DE MACONHA”

No último dia 30, o Fantástico exibiu uma reportagem espetacular sobre os efeitos medicinais da maconha sobre a saúde de pessoas com doenças degenerativas e, tantas vezes, até mesmo desenganadas pela medicina. A partir de um trabalho voluntário, me envolvi com a causa de pessoas com doenças raras, muitas delas sem perspectiva de melhoras e que, pasmem, segundo muita gente (inclusive médicos), deveriam estar em casa, como que escondidas, esperando a morte chegar enquanto se conformam com o destino, karma, vontade de deuses ou qualquer outra razão em que se acreditam.
De fato, não sei qual a razão de terem nascido assim ou desenvolvido estas condições. Mas o que entendo menos ainda é qual a razão de permanecerem assim, sem o mínimo acesso às perspectivas, quando pelo menos longinquamente elas existem.
Existe perspectiva de tratamento – ainda que para aliviar os sintomas – no caso da menina Anninha e outros indivíduos de AME, ainda que esta perspectiva custe R$ 3 milhões.
Existe perspectiva de melhora da qualidade de vida de muitas pessoas através de tratamentos com derivados da maconha. Existe perspectiva de melhora na qualidade de vida de pessoas com doenças raras, câncer, deficiência, idosos, dificuldades de mobilidade… Só não parece existir perspectiva de melhora para a discriminação.
Quem conhece pelo menos um pouco da angústia de famílias cujo único alívio e esperança é o uso medicinal da maconha entende por que a ignorância sobre o tema deve ser extirpada. Ignorância gera discriminação e dificulta ainda mais a melhora de milhares de pessoas Brasil afora.
Não quero aqui fazer apologia ao uso da maconha nem de qualquer outra substância, e sim depor sobre o meu próprio preconceito. Cheguei a pensar, com a melhor das intenções, que a causa da maconha medicinal talvez até ganhasse mais adeptos se o nome fosse outro, se não se utilizasse o termo maconha. Hoje percebo que o ditado é verdade: “de boas intenções, o inferno está cheio”. Escutei de uma mãe envolvida com a causa o seguinte esclarecimento, que – felizmente – caiu como uma tapa no meu preconceito: “Tem que se dar às coisas o nome que elas têm. Qual a diferença chamar de maconha ou paracetamol? É tudo remédio”.
Esclareço que não é qualquer tipo de planta, substância ou tratamento que garantirá a cura das pessoas que dela farão uso. O que o tratamento – correto, seguro e adequado – garante é apenas e tão-somente aquilo que existe: PERSPECTIVA. E, para muitos, perspectiva é tudo o que resta.
Para ser honesta, eu faria isso por meus filhos, caso precisassem. E se fosse o seu filho, a sua mãe, o seu vizinho?
Permita-se entender.
Janaina Pereira
A NECESSIDADE DE UM MUNDO MELHOR PARA OS NOSSOS FILHOS E NETOS

Acorda povo brasileiro!!!
A Revista “EXAME.Com” publicou no dia 03.05.2017 uma matéria com o seguinte título: “Estrangeiros acham o Brasil um dos piores lugares do mundo” para viver.
A publicação teve por base pesquisa realizada pela “Expant Insider 2016” com 67 países, tendo o Brasil ficado no 64º lugar no ranking dos melhores lugares do mundo para um estrangeiro viver, isto é, ficamos atrás de quase todos os outros países, já que figuramos apenas no antepenúltimo lugar.
Os estrangeiros disseram compreender que, como no Brasil não se podia contar com serviços públicos de qualidade como saúde, educação, transporte e segurança, os custos desses serviços terminavam saindo do orçamento doméstico de cada pessoa.
Mais não é somente por isso…
A corrupção no Brasil se tornou uma marca registrada e institucionalizada, sendo protagonizada, coordenada e conduzida ultimamente por elementos da alta administração pública federal, a qual, aliada com a incompetência, a irresponsabilidade, a ineficiência e a ineficácia administrativas, levaram o Brasil – e os brasileiros – à sua falência e à sua completa bancarrota.
Observe-se que obras faraônicas e projetos mirabolantes foram implementados e levados a efeitos não com a finalidade de beneficiar o povo brasileiro, mas, sobretudo, com o objetivo maior de viabilizar a corrupção e o pagamento de propinas para partidos políticos, para políticos e para agentes públicos, tudo em detrimento das necessidades do povo sofrido e das suas finanças nacionais.
Observe-se que financiamos grandes obras no exterior com recursos do BNDES por imposição governamental, sendo que alguns desses investimentos não eram de interesse nem do BNDES e nem das empresas construtoras que erigiram as obras.
Pior do que isso. Verificou-se que o dinheiro da corrupção brasileira chegou a financiar candidaturas de presidentes no exterior. Um verdadeiro despautério…
Noutras palavras: os agentes da alta administração pública federal protagonizaram e administraram um verdadeiro assalto aos cofres públicos, em valores robustos e nunca vistos na história da humanidade…
Portanto, numa síntese….
Constata-se que o Brasil está tecnicamente quebrado, moralmente arrasado, profundamente corrompido e gigantescamente assaltado.
A corrupção na alta administração pública federal se tornou uma política de governo protagonizada por uma gang gigantesca inserida, assentada, escondida e camuflada no seu alto escalão governamental…
Nesse cenário e com essa penetração, a corrupção conseguiu invadir e dominar grande parte das instituições governamentais como ministérios, os órgãos públicos federais, fundos de pensão etc.; houve assalto até nos programas sociais como bolsa família, minha casa minha vida, assentamento rural etc. Nem mesmo o empréstimo consignado do aposentado público federal ficou isento….
O pior é que esse cenário federal de corrupção foi sendo rapidamente transferido na mesma intensidade para os Estados e Municípios. Veja-se a situação do Estado do Rio de janeiro, por exemplo… Os Estados do Rio Grande do Sul e Minas Gerais decretaram estado de calamidade/falência financeira. O retrato é de caos…
Portanto, amigo brasileiro, o que você acha de tudo isso? Como é que você está vendo o “retrato” do político brasileiro e do próprio Brasil? Você esteve ou está satisfeito ou insatisfeito com a atuação que tiveram ou que têm tido os nossos ditos governantes, políticos e administradores públicos?
A resposta das pessoas honestas, sérias, trabalhadoras e comprometidas com este País não pode ser de simpatia, mas, sim, de grande desalento, de revolta e de indignação….
Então chegou a hora de repensar e de mudar o Brasil….
Chegou a hora dos homens de bem deste País ser o protagonista da necessária e urgente mudança; chegou a hora de tomar conta do que é seu, do que é nosso; de tomar conta do nosso patrimônio público, dos nossos recursos públicos, para que eles sejam aplicados em benefício do povo, e não dos próprios políticos, de seus familiares e amigos…
É, eu até sei que muitos foram enganados e ludibriados, e eu sei também que isso não é apenas de hoje… Mas tudo tem na vida tem o seu dia da virada, tem o seu dia da mudança, e a hora da virada e da mudança é agora, é hoje, não dá para esperar mais, não dá mais para continuar a ser ludibriado e enganado….
Não podemos permitir que as Administrações Públicas Federal, Estaduais e Municipais – salvo as raríssimas exceções – continuem a ser um verdadeiro balcão de negociatas, de corrupção, de trocas de favores, de interesses pessoais e não republicanos, de assalto do dinheiro público.
Chegou a hora do basta!!! E isso depende unicamente de mim, de você, de todos nós…
Por causa de tudo isso, observamos que vários os homens de bem saíram ou foram excluídos do mundo políticos; destruímos quase que todos os grandes líderes e patriotas nacionais. Hoje, quase que não há mais notícia dos “heróis da Pátria”, dos homens sérios, honestos, comprometidos e abnegados com a coisa pública; daquelas pessoas confiáveis, que honravam com a sua palavra; daqueles que serviam de modelo, de exemplo, de referência e de paradigma; daqueles que estavam prontos e determinados para servir, e não para se servir.
Também é por conta disso que no Brasil pagamos uma das maiores taxas de impostos do mundo, e, repita-se, contrariamente, recebemos um dos piores serviços públicos do mundo.
A corrupção, a irresponsabilidade, a incompetência e o desperdício tomam conta de grande parte desses valores.
A onde está o erro, então?
O erro está no tipo de político que elegemos para ser o administrador e o fiscal dos nossos recursos públicos, cuja má reputação, salvo raríssima exceção, é de conhecimento de todos.
Infelizmente, boa parte da população foi enganada e alguns parecem ainda estar anestesiados ou envolvidos em benefícios espúrios, pois têm fechado os olhos para tudo isso.
Digamos não aos atos de politicagem mesquinhos como troca de favores, concessão de benefícios pessoais, compra de votos, assistencialismo barato e apadrinhamento político, pois tudo isso ocorre em detrimento e em prejuízo de toda a sua comunidade e de todo o seu povo.
Não defendamos políticos sabidamente corruptos, muitos menos aleguemos que ele roubou, mas fez, pois, assim agindo, estaremos defendendo o roubo e o ladrão, o que é completamente inaceitável, absurdamente injustificável e terminantemente condenável sob todos os aspectos.
A falta de dinheiro público para programa de política pública social é porque ele é desviado para a corrupção, que beneficia o agente público corrupto e prejudica toda a comunidade. Não podemos aceitar isso!!!
Veja-se que diante da escassez do dinheiro público, o governo procura impor à população o aumento ou a criação novos impostos e taxas de serviços em prejuízo para todos, o que é simplesmente inaceitável…
A corrupção gera um grande mal em qualquer sociedade, razão pela qual ela deve ser seriamente combatida e completamente eliminada…
O pior de tudo isso é que o mau exemplo protagonizado pelos políticos repercute negativamente e contamina grande parte da sociedade brasileira, com sério comprometimento de princípios e valores considerados inalienáveis e imutáveis.
Observe-se que em 13.05.2014, quando ocorreu a greve da polícia militar neste Estado de Pernambuco, quase ninguém tinha coragem de sair às ruas com medo da violência; na cidade de Abreu e Lima houve quebra-quebra, invasão de mais de cem
estabelecimentos comerciais, saques e assaltos; caso um caminhão carregado venha virar, as mercadorias são imediatamente furtadas pela população…
É a lei selvagem do salve-se quem puder, onde não há escrúpulo e nem regra moral em vigor. E o pior é que esse estado caótico de imoralidade está crescendo assustadoramente, não se sabendo a onde vai parar…
Portanto, precisamos repensar (e rever) urgentemente os nossos comportamentos, princípios, valores, costumes e atitudes relacionados à vida em sociedade, à política, à ética, à moral e, sobretudo, à honestidade, de forma a não transigir um só milímetro com nenhum desses valores inalienáveis.
Do contrário, mais tarde não saberemos mais o que pode acontecer com os nossos filhos e netos: se eles serão jogados na “jaula dos leões” para ser comidos e devorados ou para virar mais um deles… Isso é o caos absoluto!
Dessa forma, precisamos resgatar e fazer valer imediatamente os princípios constitucionais da Administração Pública Brasileira – legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência –, de forma que o dinheiro público seja valorizado e preservado para a obtenção dos melhores resultados para a população, e não para os políticos…
Porém, isso depende unicamente de cada uma de nós, desde que todos estejam imbuídos com o mesmo sentimento, atitude e decisão…
Afinal, qual é mundo que você deseja preparar para os seus filhos e netos? Vai querer deixar como estar ou vai construir um novo mundo? A decisão somente pode ser sua, e de mais ninguém…
Sinceros votos para que você e eu consigamos fazer um mundo bem melhor para para todo o povo brasileiro!!!
Paulo Alves da Silva/ Advogado.
Outra vez vem o teste para percebemos o quanto é fácil se espalhar um boato
Alguém cria um fake do G1 afirmando que o Whatsapp será “fechado” e deverá se pagar e espalha em grupos. Sem qualquer critério, as pessoas vão compartilhando, disseminando uma inverdade.Não irá acontecer nenhuma alteração no aplicativo. Mais uma fake news num país em que fake, muitas vezes tem mais fé e valor que uma verdade.
José Batista/Jornalista
CÂMARA MUNICIPAL – FATO EFEMÉRICO RELEVANTE
Em Data recente, por motivos do afastamento temporário do prefeito municipal de Bezerros –PE. – Severino Otávio Raposo Monteiro -, assumiu em seu lugar provisoriamente o senhor Carlos Antônio Mendonça da Silva, até então presidente da edilidade local. Em consequência e decorrência, passou a ocupar a presidência daquele poder legislativo o Vereador Junior Carvalho, embora por pequeno período de dias. No entanto é importante constar que este vereador é neto do saudoso José Gaspar Bezerra de Carvalho, que ocupara aquela Casa de Leis, no século passado no grau de vereador por longo período sendo diversas vezes presidente. Constamos inclusive que naquele tempo o cargo de vereador era honorífico e sem recebimento de verbas indenizatórias ou honorários pelo exercício da atividade parlamentar. Era de se observar o desvelo no exercício da função, o respeito e a honradez. Naquele tempo os Edis participavam ativamente de todas as lides sociais com dedicação plena e amor profundo ao município que representavam. Porem é de se lamentar que os tempos mudaram!!! (EDLIFE)
“Até hoje não fizemos mais nada…”
Há meses atrás, Pe. Bianchi Xavier fez alguns dias de reuniões sobre como combater a violência em nossa cidade. Lá estavam muitos cidadãos presentes . Cada um com um desejo só e com um só objetivo. Infelizmente chegou alguém do poder e desviou toda nossa luta para o governo e infelizmente o SILÊNCIO tomou conta de todos. Até hoje não fizemos mais nada, políticos, imprensa, educadores, polícia, representantes de todas as religiões. NADA, NADA !!!! Bastou um cara falar e desanimar a todos , lamentável ! Naquelas reuniões havia um amigo meu da época de adolescente. Quantas e quantas vezes ele pegava o microfone e falava suas angústias sua opinião e sua garra naquela batalha que estávamos dispostos a travar. Mal sabia sua verdadeira angústia . ERA DE PROTEGER SEU FILHO !!!!!!! Sabia ele o quanto estava difícil lutar sozinho, estava ali mesmo era pedindo SOCORRO. Enfim, tudo passou e nada fizemos ! Ontem no FOLCPOPULAR em nossa comemoração de Páscoa o clima era de dor e tristeza pois parte de meus alunos lamentavam a morte de um amigo que acabara de ser assassinado. Eu não o conhecia , nem ouvi falar sobre ele , por curiosidade cheguei em casa e olhei nas redes sociais para ver sua foto, apenas, e pra minha surpresa vejo em sua página do faceboock seus pais . NOSSA MEU JESUS! FILHO DO MEU AMIGO! sinto muito Deoclécio e Marisa .😱😭😭😭😭😭😭😭Nossa cidade não te ajudou , as religiões não te ajudaram, a polícia não te ajudou , os políticos também não, a escola e a população pior ainda, eu não te ajudei. Como é ruim essa sensação. Vocês agora fazem parte da imensa lista de pais e mães que perderam seus filhos para a violência. Pais e mães que hoje choram lágrimas de sangue. Não há dor no mundo que supere a dor da perda de um filho, a dor de arrumar o quarto de um filho que já não está aqui, e saber que o futuro para ele já não existirá. Parece anti-natural que os pais enterrem um filho. Mas aos olhos de Deus somos todos iguais. Aos olhos de Deus somos todos seus filhos. E Ele dá a cada um de nós uma missão para cumprir na Terra. O seu filho fez pelo tempo insuficiente a missão dele; para escrever uma história de uma juventude confusa ,sem saída, sem ajuda e sem destino, deu apenas tempo de deixar lições de amor porque ele era muito querido por todos e de dor pela vida nada fácil que o mundo oferece a todos os jovens . É preciso buscar conforto. Não podemos nos entregar à tristeza, porque nós mesmos ainda temos muito para fazer até terminarmos nossa missão. É preciso força e coragem, e nessas horas devemos buscar apoio nos nossos familiares e amigos. Eu oro para que o seu filho esteja em paz, que tenha sido recebido com amor pelos anjos do Senhor, e que tenha a sua alma iluminada. E oro para que vocês e a sua família encontrem também paz e consolo nos tempos felizes que viveram ao lado do filho amoroso de vocês. Coragem e força para enfrentar este momento de sofrimento! Recebam os meus mais sinceros pêsames.
Mileide Santos
FORUM JUDICIAL DE BEZERROS EM PERSPECTIVA
Nesta segunda feira, equipe da Associação dos Advogados de Bezerros compareceu mais uma vez no Departamento de Engenharia e Arquitetura – DEA -, do Tribunal de Justiça PE. para tomar pé da atual situação da projetada construção de novo fórum judicial da cidade de Bezerros. Naquela repartição encarregada dos procedimentos da construção de prédios de fóruns do interior, em contato com a Diretoria de engenharia, em reunião, ficou definido que será feito o ajustamento de atual levantamento do orçamento geral da obra, cujo trabalho fora realizado por empresa terceirizada pelo TJPE. Este trabalho é de grande relevância, uma vez que ele dará base fundamental para o passo seguinte que será a licitação visando o tão esperado início das obras. Na oportunidade afirmou a engenheira Chefe – Maria José: – A construção do fórum de Bezerros é uma realidade irreversível e será a partir de agora caminho sem volta ! (disse) É bom frisar que o fórum de Bezerros já era para estar pronto. No entanto ocorreu o embargo do primeiro projeto, embora , muito lindo e arrojado, apresentado ao juiz titular da comarca Dr. Paulo Alves de Lima, com 3 mil metros quadrados de área útil, porem com dois andares, ato do Conselho Nacional de Justiça – CNJ – que entende e tem como decisão não permitir a construção de prédio público que possua dois pisos e desníveis elevados. Tudo tem de ser construído em um único piso comum, somente permissivo desnível de 2 por cento para facilitar a maior acessibilidade a idosos, crianças, pessoa com deficiência visual e cadeirantes. É o sinal dos tempos, mobilidade e acessibilidade sempre presente a toda prova!!!!!. ( EDLIFE) .
PEDIDO DE BOMBAS A S. PAULO SERÁ A SOLUÇÃO
Bezerros PE. Em viagem à São Paulo, Dr. Edgar Ferreira encaminhou pedido oficial via Rotary Club de Piquete ao Governador Geraldo Alkmin Filho, para cessão de uso provisório de bombas de sucção para serem utilizadas no manancial do Sirinhaém. Semana passada houve o pedido de apoio à Câmara local via vereador Gabeira para reforçar a empreitada. A informação inicial da tal viabilidade desta cessão tem origem em comentário pessoal de diretor da SABESP (Compesa de lá) dando conta de que existem mais de 50 bombas estocadas, sem uso, no galpão daquela empresa, uma vez que o manancial Cantareira daquele estado está sendo suprido por chuvas torrenciais nesta temporada de inverno. Desta feita, poderão ser cedidos estes equipamentos a Bezerros, gratuitamente, por tempo necessário até que aja precipitação pluviométrica em nossa região. O governador Alkimin emprestou 8 delas para a transposição em Cabrobó. Basta o pedido oficial da Municipalidade reforçado pela Edilidade local.(EDLIFE)
BREJÃO AINDA PEQUENO PARA DEMANDA
BEZERROS – PE. A barragem de “SERRO AZUL” nossa vizinha, é inquestionavelmente dez vezes maior que a do nosso “BREJÃO”. A do Prata passará agora a ter captação constante e perene do “Rio Pirangi”. Está na hora de ser aumentado o “calado”, urgentemente, deste reservatório, tornando –o maior para que aja grande densidade e termos mais água visando atravessarmos com autonomia os longos períodos de estiagem, pois somente assim em novas captações pluviométricas teremos maior reserva pelo maior espaço físic, para reservar a água das chuvas de temporadas no inverno. Não devemos ficar na expectativa de que a água do São Francisco chegará logo e que sanará cabalmente nosso já eterno problema hídrico, pois a disputa será grande, com muitas cidades dependentes da adutora do Agreste. E por outro lado é preciso atentar que antes do abastecimento do “Jucazinho”, o Brejão era somente nosso. Está na hora de ser efetuado o trabalho de terraplenagens para que sejam removidas as terras excedentes da base de nosso único reservatório, aumentando sua área útil de depósito de água potável. E, por outro lado, da mesma forma é preciso policiar constantemente este nosso tesouro, evitando que não sejam estas reservas aquíferas surrupiadas por nossos vizinhos e por plantadores de inhames e demais “hort-fruti” rurais que surrupiam nossas reservas deste único manancial. Furtar água é crime ambiental !!!!!!
Edgar Lino Ferreira