“A única praça que dispunha desse tipo de material é a de São Sebastião, hoje, precarizada pelo vandalismo e falta de educação de alguns adolescentes”

Máximo Neto é radialista e apresentador de TV

A dura vida de uma criança

Desde que me entendo por gente, tento compreender o porque da criança sempre ser colocada em segundo plano pelo poder público, seja na zona rural ou cidade, o desejo de toda ela é ter um espaço de lazer, trocando em miúdos, um parque com escorregas, balanços, gangorras… A única praça que dispunha desse tipo de material é a de São Sebastião, hoje, precarizada pelo vandalismo e falta de educação de alguns adolescentes que não respeitam o espaço público, depredando um bem coletivo que serviria de alegria para muitos pequenos, que em um dia qualquer, esperam ter o mínimo de divertimento possível. É fato que precisamos urgentemente pensar em ampliar essa demanda, porque não em todas as praças, porque não em todos os colégios, porque não na cidade e principalmente na zona rural, porque se a coisa não funciona na sede do município, imagina fora dela. Quem quando criança nunca sonhou em ter um dia de diversão em família, sabemos que muitas das crianças não tem acesso a parques de diversão, cinema, teatro, etc., a maioria delas por falta de dinheiro em casa mesmo, o mínimo que se poderia fazer era atender a essa demanda com implantação em espaços públicos já existentes de materiais como esses, PPPs, parceria público privada seria uma boa pedida, satisfazendo a pais e crianças que buscam alternativas de lazer nos fins de semana, mais espaços de socialização, geram e estimulam a boa vivência, abrem espaço para o convívio social amplo e dinâmico, preparando cidadãos mais abertos ao diálogo e resolução de conflitos, de pessoas menos amargas, a interação entre crianças e pais, vizinhos e amigos, somos todos merecedores de um olhar mais amplo nesse sentido, de zelo e cuidado com aqueles que serão o nosso futuro.

Máximo Neto – Comunicador

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