SOLIDARIEDADE: Mãe de família de Bonito precisa de ajuda para realizar cirurgia urgente

Moradora da zona rural de Bonito, no Agreste de Pernambuco, Rochelly, de 38 anos, enfrenta um grave problema de saúde e precisa de ajuda para realizar uma cirurgia vascular urgente. Ela sofre de insuficiência venosa crônica, com uma úlcera na perna que vem se agravando a cada dia.

Rochelly tenta conseguir o tratamento pelo SUS, mas teme que a demora agrave ainda mais sua situação, diante do risco de perder a perna. Atualmente desempregada, ela é mãe de família e sonha em recuperar a saúde, voltar a trabalhar e ter sua vida normal de volta.

Diante da situação, amigos se uniram para realizar uma vaquinha solidária com a meta de arrecadar R$ 13.500,00, sendo R$ 12.825,00 para custear a cirurgia à vista e o restante para medicamentos e outras despesas do tratamento.

A história de Rochelly foi apresentada em uma reportagem da Voz TV Pernambuco, na qual ela fez um apelo por ajuda. Para assistir a história, acesse @voztvpe

Doe qualquer valor através da vaquinha solidária: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/todos-por-rochely

Informações e dúvidas: (81) 98221-5935, falar com Mezaabe Vitor, jornalista da Voz TV PE.

Se não puder doar, compartilhe! Sua solidariedade pode fazer a diferença na vida de Rochelly e de sua família.

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SAÚDE MENTAL EM FOCO

Bullying: as marcas invisíveis do sofrimento psíquico

Quando se fala em bullying, é comum pensar imediatamente no ambiente escolar, nas crianças e nos adolescentes que vivenciam situações de humilhação, intimidação ou exclusão. Entretanto, essa discussão não deve se limitar à infância. As relações humanas também podem ser atravessadas por comportamentos violentos na vida adulta, inclusive no ambiente de trabalho e nos espaços virtuais.

O bullying caracteriza-se por agressões intencionais e repetitivas, associadas a um desequilíbrio de poder. Pode se manifestar por meio de ofensas, apelidos humilhantes, intimidação e exclusão social. Embora algumas dessas atitudes sejam frequentemente tratadas como brincadeiras, é necessário compreender que a violência não deixa de existir apenas porque é naturalizada por quem a pratica ou presencia.

As consequências podem ultrapassar o momento da agressão. A exposição repetida à humilhação pode afetar a autoestima, a segurança emocional e a maneira como alguém percebe a si mesmo e estabelece relações. Em algumas pessoas, o sofrimento aparece no isolamento, no medo de se expor ou na dificuldade de confiar nos outros. São marcas que nem sempre podem ser percebidas externamente, mas que merecem atenção e cuidado.

Diante disso, também precisamos refletir sobre o que sustenta essas práticas. A busca por reconhecimento, a tentativa de exercer poder sobre outras pessoas e a reprodução de comportamentos agressivos podem estar entre os fatores envolvidos. Compreender essas possibilidades, porém, não significa justificar a violência ou retirar a responsabilidade de quem a pratica.

O enfrentamento do bullying exige participação coletiva. Famílias, escolas, instituições de trabalho e grupos sociais precisam reconhecer essas situações, interromper as agressões e oferecer apoio a quem sofre. Quem presencia também tem um papel importante, desde que possa agir com segurança, sem se expor a novos riscos. A conscientização começa quando deixamos de tratar a humilhação como algo normal e passamos a reconhecer o impacto das nossas atitudes sobre os outros.

Combater o bullying é compreender que o sofrimento não precisa ser visível para ser real. É construir relações pautadas no respeito, nas quais as diferenças não sejam utilizadas como motivo de exclusão e ninguém precise suportar a violência para conquistar pertencimento. Mais do que ensinar alguém a lidar com as agressões, precisamos construir ambientes em que agredir não seja tolerado.

Natascha Fernanda
Psicóloga | CRP 02/32872

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SAÚDE MENTAL EM FOCO

“A vida é movimento: sobre mudanças, partidas e novos começos“

A vida é feita de ciclos. Alguns começam com entusiasmo, outros terminam sem que estejamos preparados. Entre chegadas e partidas, planos realizados e expectativas frustradas, somos constantemente convidados a lidar com mudanças.

Embora a transformação faça parte da existência, nem sempre é fácil aceitá-la. Buscamos segurança naquilo que conhecemos e, por vezes, insistimos em manter situações que já não podem permanecer como antes. Isso acontece porque mudar não significa apenas deixar algo para trás, mas também lidar com as incertezas que surgem diante do desconhecido.

Sob a perspectiva psicológica, atravessar essas transições envolve reconhecer os próprios sentimentos, elaborar as perdas e construir novos significados para as experiências vividas. Nem toda mudança é desejada, assim como nem todo encerramento acontece por escolha. Ainda assim, podemos aprender a lidar com aquilo que não está sob nosso controle.

Encerrar um ciclo não significa desvalorizar o que foi vivido. Algumas experiências continuam fazendo parte de nós, mesmo quando deixam de fazer parte da nossa realidade. Pessoas, encontros e acontecimentos podem permanecer em nossas lembranças, nos aprendizados que construímos e nas marcas que deixaram em nossa história.

Aceitar que as coisas mudam não significa deixar de sentir, esquecer ou seguir em frente como se nada tivesse acontecido. Significa compreender que podemos reconhecer a importância do passado sem precisar permanecer presos a ele.

A vida é movimento. Mudamos de perspectiva, amadurecemos, reconstruímos planos e descobrimos possibilidades que antes não conseguíamos enxergar. Nem sempre saberemos o que vem depois, mas não precisamos ter todas as respostas para continuar caminhando.

Talvez amadurecer também seja aprender que nem tudo o que foi importante precisa permanecer da mesma maneira para sempre.

A vida não é feita apenas de começos, mas também de despedidas, transformações e continuidades. E, mesmo quando os caminhos mudam, aquilo que vivemos pode continuar encontrando lugar em quem nos tornamos.

Por Natascha Fernanda
Psicóloga CRP 02/32872

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TV 360 destaca histórias de talento, cultura e empreendedorismo em seus programas

O poeta Biu Lourenço e a empresária Patrícia, criadora da Mimou Baby, compartilharam suas trajetórias em programas da emissora.

Na quinta-feira (08), o programa 360 em Pauta recebeu o poeta Biu Lourenço, que compartilhou sua trajetória na poesia popular e seu trabalho de valorização da cultura nordestina.

Assista à entrevista: [https://www.youtube.com/live/WGMliqhHEs0?si=q310iHRgLaZ34izj]

Já nesta terça-feira (13), o programa Enfoque apresenta a história da empresária Patrícia, criadora da marca Mimou Baby, que transformou sua experiência no comércio em um empreendimento que vem conquistando clientes em diferentes regiões do Brasil.

Confira a entrevista: [https://www.youtube.com/live/Rc9WGw_WBa0?si=pr1e5C4Z-uYS5Ssa]

As entrevistas integram a programação da TV 360, que abre espaço para histórias de vida, cultura e empreendedorismo.

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Quando você diz que não gosta de política, quem decide por você?

Por Michelle Silvestre

“Eu não gosto de política.”
“Não quero me envolver com política.”
“Meu voto não vai fazer diferença.”

Mas será que é possível ficar realmente fora da política?

Ela está muito mais presente na nossa vida do que muitas vezes percebemos. Está no funcionamento do posto de saúde, na escola dos nossos filhos, no transporte, na segurança, na creche, no salário e em tantas outras decisões que fazem parte do nosso cotidiano.

Por isso, o voto não deve ser encarado apenas como uma obrigação. Ele também representa uma forma de participação cidadã e um dos caminhos pelos quais a população escolhe quem irá representá-la e tomar decisões públicas nos próximos anos.

E é justamente por isso que a escolha merece atenção.

Antes de votar, é importante conhecer quem pede o nosso voto. O que essa pessoa defende? Qual é sua trajetória? O que já fez na vida pública? Quais são suas propostas? E de que maneira essas decisões podem impactar a vida da população?

O voto não deve ser tratado como moeda de troca por favor, promessa ou benefício. É uma escolha que merece informação, reflexão e responsabilidade.

Dizer que não gosta de política não significa estar fora dela. Podemos não gostar de partidos, não acompanhar todos os debates ou não querer discutir política diariamente. Ainda assim, as decisões tomadas por representantes eleitos continuarão produzindo efeitos sobre a nossa vida.

Por isso, antes de ir às urnas, vale pesquisar, comparar informações e refletir sobre cada escolha.

Neste domingo, participe do processo eleitoral com consciência e informação. O voto é uma das formas de exercer a cidadania e participar das decisões sobre os rumos do país.

Michelle Silvestre é assistente social e podóloga. Por meio da escrita, propõe reflexões sobre direitos das mulheres, saúde emocional e desafios enfrentados pelas mulheres no cotidiano.

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Do desemprego ao próprio negócio: Dona Rosa transforma tapioca em fonte de renda em Bezerros

No programa Enfoque, Dona Rosa relembra os desafios do início, fala sobre empreendedorismo e conta como transformou a venda de tapiocas em sua fonte de renda em Bezerros.

Natural de Cupira, no Agreste de Pernambuco, Dona Rosa encontrou em Bezerros a oportunidade de recomeçar e construir uma nova trajetória.

Em um período de desemprego, decidiu transformar a necessidade em iniciativa. Começou a vender tapiocas pelas ruas da cidade e, pouco a pouco, foi conquistando clientes, criando vínculos e tornando seu trabalho conhecido entre os bezerrenses.

Com o crescimento da clientela, Dona Rosa passou a contar com seu próprio ponto no centro da cidade, onde mantém uma rotina marcada pelo trabalho e pelo contato direto com quem acompanha sua caminhada.

No Enfoque, ela compartilha os desafios enfrentados no início, a decisão de empreender e o caminho percorrido até transformar a venda de tapiocas em sua principal fonte de renda.

Uma trajetória construída com persistência, trabalho e a escolha de Bezerros como lugar para viver e seguir em frente.

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Saúde Mental em Foco: Quando a mente não desliga

É curioso como o corpo pode estar cansado enquanto a mente parece ter acabado de começar o dia.

A pessoa se deita, apaga as luzes e finalmente encontra alguns minutos de silêncio. Mas, em vez de descanso, surgem os pensamentos: a conversa que poderia ter sido diferente, o problema que precisa ser resolvido, a tarefa de amanhã ou aquela preocupação que ainda não tem resposta.

Preocupar-se faz parte da vida. Pensar no futuro, antecipar dificuldades e buscar soluções são capacidades importantes. O problema começa quando essa preocupação passa a ocupar espaço demais na rotina.

A mente tenta encontrar respostas para aquilo que ainda nem aconteceu. Cria possibilidades, revisa conversas, imagina cenários e procura garantias. Só que o futuro não oferece garantias. E quanto mais tentamos ter certeza de que nada dará errado, mais possibilidades podemos encontrar para temer.

Existe, porém, uma diferença entre pensar sobre um problema e permanecer preso a ele. Quando há algo que podemos fazer, o pensamento pode se transformar em planejamento: identificar a situação, buscar alternativas e dar o próximo passo.

Mas nem tudo está sob nosso controle. Nesses momentos, continuar pensando nem sempre significa estar se preparando. Muitas vezes, significa apenas permanecer em estado de alerta.

Esse excesso de preocupação pode afetar o sono, aumentar a irritabilidade, provocar tensão no corpo e ocupar até os momentos que deveriam ser destinados ao descanso.

Uma pergunta simples pode ajudar: “Existe alguma coisa que eu possa fazer sobre isso agora?”

Se existe, procure uma ação possível. Se não existe, talvez seja necessário reconhecer que algumas respostas só chegarão quando o momento chegar.

Isso não significa ignorar problemas ou abandonar responsabilidades. Significa aprender a diferenciar aquilo que precisa de uma atitude daquilo que, naquele momento, não podemos controlar.

Nem todo pensamento precisa de uma resposta imediata. Nem todo problema precisa ser resolvido hoje. E nem toda possibilidade precisa ser antecipada.

Às vezes, descansar não significa ter colocado tudo em ordem. Significa apenas permitir que algumas coisas possam esperar até amanhã.

Psicóloga | CRP 02/32872

Natascha Fernanda é psicóloga clínica, com atuação fundamentada na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Acredita que acolhimento e ciência caminham juntos, oferecendo um espaço seguro de escuta, cuidado e desenvolvimento emocional. Seu trabalho é voltado para adolescentes, adultos, mães e pessoas neurodivergentes, respeitando a singularidade de cada história e promovendo saúde mental com ética, empatia e responsabilidade

Bezerros Hoje 23 anos- Compromisso com a Notícia.

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Confira a entrevista com Tota Brasil no programa 360 em Pauta

Sivaldo Marcos do Nascimento, conhecido artisticamente como Tota Brasil, é professor, coreógrafo, bailarino e um dos nomes ligados à preservação e valorização da cultura popular nordestina.

Com uma trajetória construída através da dança e das manifestações culturais, Tota Brasil integra o grupo de dança popular Papanguarte, onde desenvolve seu trabalho como bailarino, professor e coreógrafo, contribuindo para a valorização das tradições culturais.

Sua experiência também passa pelos palcos das grandes bandas de forró do Nordeste, onde atuou como dançarino e vivenciou de perto a música e a cultura nordestina.

Além da dança, Tota Brasil mantém uma forte ligação com a tradição dos bacamarteiros, fazendo parte do Batalhão 44, manifestação cultural que chegou à sua família através de seu pai. Essa herança representa não apenas uma tradição cultural, mas também um importante legado familiar que Tota busca preservar e transmitir às novas gerações.

Entre dança, música, cultura popular e tradição familiar, Tota Brasil construiu uma trajetória marcada pela dedicação à arte e pela defesa

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Saúde Mental em Foco: A vida não acontece no mesmo ritmo para todo mundo

Existe uma pressão silenciosa para que a vida siga uma espécie de cronograma: terminar os estudos, construir uma carreira, encontrar alguém, formar uma família, conquistar estabilidade, realizar sonhos. E, quando olhamos ao redor e percebemos que outras pessoas parecem estar vivendo aquilo que ainda desejamos, é fácil sentir que estamos atrasados.

Mas atrasados em relação a quê?

A comparação costuma desconsiderar tudo aquilo que não aparece. Não vemos as dificuldades que alguém enfrentou para chegar onde está, os recursos que teve disponíveis, as oportunidades que encontrou, as perdas que atravessou ou o tempo que precisou para se reconstruir.

Duas pessoas podem ter a mesma idade e estar vivendo momentos completamente diferentes. Uma pode estar começando uma carreira enquanto outra está recomeçando. Uma pode estar construindo uma família enquanto outra está aprendendo a viver consigo mesma. Uma pode estar realizando um sonho enquanto outra ainda está tentando descobrir o que realmente deseja.

E nenhuma dessas trajetórias precisa ser uma medida para a outra.

Na psicologia, podemos perceber como pensamentos de comparação e regras rígidas sobre o que “já deveríamos” ter conquistado podem alimentar sentimentos de inadequação, culpa e fracasso. Quando transformamos a vida em uma lista de prazos, qualquer caminho diferente daquele que imaginamos pode parecer um erro.

Talvez algumas das perguntas mais importantes não sejam “por que eu ainda não cheguei lá?” ou “por que todo mundo está avançando e eu não?”, mas: “O que faz sentido para mim neste momento?” “Estou vivendo de acordo com a minha realidade ou tentando acompanhar o ritmo de alguém?” Você não precisa estar no mesmo lugar que outra pessoa para estar caminhando.

A vida não acontece no mesmo ritmo para todo mundo. E talvez não precise acontecer.

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Mulheres no plano de governo: o que os presidenciáveis prometem para nós?

Por Michelle Silvestre

Nós, mulheres, somos maioria do eleitorado brasileiro. Mas, quando chega a hora de escolher quem vai governar o país, uma pergunta precisa ser feita: o que cada candidatura está propondo para melhorar as nossas vidas?

Um levantamento publicado pelo Nexo Jornal analisou as propostas para as mulheres de seis candidaturas à Presidência que estavam entre as mais bem colocadas nas pesquisas naquele momento.

E o que encontramos?

Lula propõe igualdade salarial, ampliação de creches e criação de cuidotecas, conclusão de 30 Casas da Mulher Brasileira, ampliação das Salas Lilás, fortalecimento do planejamento reprodutivo no SUS e oportunidades econômicas para as mulheres.

Flávio Bolsonaro propõe as Centrais da Mulher, uma plataforma de inteligência artificial para acesso a serviços públicos, integração do Ligue 180 com canais de emergência, creches e voucher-creche, além de cursos de tecnologia e finanças.

Augusto Cury aposta em botões de alerta com geolocalização, autonomia econômica, transparência salarial, maior presença de mulheres nas indicações ao STF e ações educativas contra a chamada “tirania da beleza”.

Ronaldo Caiado propõe renda temporária e auxílio-aluguel para mulheres sob medida protetiva, formação profissional, combate à violência política de gênero, políticas de saúde ao longo da vida e medidas de igualdade salarial.

Renan Santos não apresenta propostas específicas para as mulheres em seu plano. Já Romeu Zema concentra suas propostas em Delegacias da Mulher 24 horas, Patrulha Maria da Penha, casas de abrigo, creches e acompanhamento pré-natal.

Diante de tudo isso, deixo uma pergunta para nós, mulheres: precisamos de um projeto em que a mulher apareça como sujeito de direitos, com uma atuação mais centrada na capacidade do Estado de produzir proteção e reduzir desigualdades? Ou de um presidente que aposta também em uma “amiga virtual” de inteligência artificial para auxiliar mulheres diante de problemas que continuam sendo tão concretos, como a falta de creche, acesso a contraceptivos, transporte público, segurança e outros serviços públicos?

São perguntas que merecem ser feitas.

Porque falar sobre políticas para as mulheres não é falar somente sobre violência. É falar sobre quem cuida, quem trabalha, quem recebe salário menor, quem consegue acessar saúde, quem tem autonomia para decidir sobre a própria vida e quem consegue ocupar espaços de poder.

No fim, a pergunta talvez seja simples: qual projeto de governo contempla as diferentes dimensões da vida das mulheres que conhecemos, inclusive as mulheres negras, pobres, periféricas, trabalhadoras, quilombolas, mães e tantas outras?

É olhando para as propostas, e não apenas para os discursos, que podemos compreender o que cada candidatura pretende fazer com aquilo que mais importa: a nossa vida.

Michelle Silvestre é Assistente Social e Podóloga. Através da escrita, propõe reflexões sobre os direitos das mulheres, saúde emocional e os desafios enfrentados pelas mulheres no cotidiano.

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TV 360 destaca histórias e profissionais no Enfoque; confira também a promoção para seguidores

Programa comandado por Júnior e Antônio Erivaldo recebe semanalmente personalidades de diferentes áreas; canal também promove sorteio de duas diárias com direito a acompanhante

O canal TV 360 apresenta semanalmente, através do programa Enfoque, entrevistas com personalidades e profissionais que compartilham suas trajetórias, experiências e conhecimentos com o público.

Sob o comando dos apresentadores Júnior e Antônio Erivaldo, o programa abre espaço para convidados de diferentes segmentos, abordando temas como carreira, empreendedorismo, cultura, comunicação e desenvolvimento profissional.

Na terça-feira, 15 de setembro, o entrevistado foi Jhonatan França, profissional da área de Marketing, formado pela UNIFAVIP e com MBA em Gestão Estratégica de Negócios. Ele também possui qualificação em Marketing Digital e Redes Sociais pelo Instituto Moura IMET.

Durante o programa, Jhonatan abordou desafios e oportunidades do mercado, destacando temas como inovação, posicionamento profissional e uso estratégico das redes sociais para o crescimento de profissionais e empresas.

Já nesta terça-feira, 22 de setembro, o Enfoque recebeu o músico José Erison, que compartilhou sua trajetória construída através do estudo, da dedicação e do amor pela música.

Sua caminhada começou em meados dos anos 2000, quando passou pela Escola de Música Papa Música, em Bezerros. Ao longo dos anos, também acumulou experiências musicais na Igreja Católica, onde ampliou seus conhecimentos e teve contato com outros músicos.

Atualmente, José Erison atua como músico, guitarrista e professor particular. Há cerca de 15 anos, integra a banda Capim com Mel como guitarrista, acumulando experiências, histórias e momentos marcantes nos palcos.

A entrevista abordou música, aprendizado, carreira, desafios e os caminhos que transformaram uma paixão em profissão.

Canal TV 360 promove sorteio de duas diárias

Aproveitando a programação, a TV 360 também está realizando uma promoção entre seus seguidores. O sorteio contempla ao vencedor duas diárias, em local a combinar, com direito a um acompanhante. As demais despesas ficam sob responsabilidade do vencedor.

Acesse o Instagram da TV 360 (canal_tv360) e confira as regras para participar da promoção.

Assista às entrevistas na íntegra no canal do Youtube (Canal Tv 360)

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Casa com terreno de 15×30 é anunciada à venda em Bezerros

Imóvel possui dois quartos, área com árvores frutíferas e está anunciado por R$ 95 mil, com valor negociável

Uma casa com características de mini sítio está sendo anunciada à venda em Bezerros. O imóvel está localizado em um terreno de 15 x 30 metros e conta com dois quartos e um banheiro.

Segundo as informações divulgadas pela anunciante, o espaço possui pés de graviola, manga, jambo, acerola, banana e azeitona. A publicação informa ainda que a casa necessita de alguns serviços e melhorias.

O imóvel está anunciado pelo valor de R$ 95 mil, com possibilidade de negociação.

Os interessados podem obter mais informações diretamente com a anunciante pelo telefone (81) 99358-1409.

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Doença renal em gatos: os primeiros sinais podem passar despercebidos

Na coluna Causa Animal em Foco, o médico-veterinário Dr. Edvaldo Montenegro explica quais mudanças devem chamar a atenção dos tutores e a importância do acompanhamento preventivo.

Os gatos são conhecidos por esconder muito bem quando alguma coisa não vai bem. Muitas vezes, continuam seguindo sua rotina mesmo quando uma doença já está se desenvolvendo.

Isso acontece com frequência nas doenças renais, especialmente na doença renal crônica, uma condição importante em gatos adultos e idosos. No início, as alterações podem ser discretas e facilmente confundidas com mudanças do envelhecimento.

Por isso, conhecer os sinais e manter o acompanhamento preventivo pode fazer diferença.

Qual é a função dos rins?

Os rins são responsáveis pela filtração do sangue e eliminação de resíduos pela urina, além de participarem do equilíbrio de água e eletrólitos, do controle da pressão arterial e de outras funções importantes do organismo.

Na doença renal crônica, a perda da função dos rins ocorre de maneira progressiva e, geralmente, não é reversível. Com diagnóstico, acompanhamento e tratamento adequados, porém, muitos gatos conseguem manter uma boa qualidade de vida por bastante tempo.

Beber muita água pode ser um sinal

Um dos sinais que o tutor pode perceber é o aumento do consumo de água e da quantidade de urina.

Quando os rins perdem parte da capacidade de concentração, podem produzir uma urina mais diluída. Para compensar a maior perda de água, o animal tende a beber mais.

Essas mudanças podem passar despercebidas, principalmente em casas com vários gatos. Uma caixa de areia com torrões de urina maiores ou que precisa ser limpa com mais frequência pode ser uma pista importante.

Outros sinais merecem atenção

Com a progressão da doença, podem surgir perda de peso, redução do apetite, vômitos, náuseas, desidratação, fraqueza, alterações no pelo e menor disposição.

Às vezes, o tutor percebe apenas que o gato está mais magro ou “mais quieto” e atribui isso à idade. No entanto, emagrecimento, perda de apetite e indisposição frequente merecem investigação.

Mesmo nas fases iniciais, quando o animal aparenta estar saudável e continua se alimentando normalmente, alterações podem estar presentes. Por isso, consultas preventivas são especialmente importantes para gatos mais velhos.

Como avaliar o funcionamento dos rins?

A avaliação renal não depende de apenas um resultado.

Exames de sangue podem fornecer informações importantes, incluindo creatinina, ureia, fósforo e SDMA. A análise da urina ajuda a avaliar sua concentração e outras alterações.

A investigação também pode incluir aferição da pressão arterial, avaliação de proteína na urina e exames de imagem, quando indicados.

O médico-veterinário reúne esses resultados com o histórico e o exame clínico do animal, já que uma alteração isolada não deve ser interpretada fora do contexto.

Diagnóstico precoce faz diferença

Esperar que o gato apresente sintomas intensos pode fazer com que a doença seja descoberta em uma fase mais avançada.

Quando as alterações são identificadas mais cedo, é possível acompanhar sua evolução e estabelecer estratégias individualizadas. Dependendo do quadro, o tratamento pode envolver adequações na alimentação, estímulo à ingestão de água, controle da pressão arterial, manejo de alterações urinárias e outras medidas específicas.

Não existe uma receita única para todo gato com doença renal.

A hidratação merece atenção

Os gatos naturalmente tendem a ingerir relativamente pouca água. Algumas estratégias podem ajudar a aumentar o consumo, como disponibilizar vários recipientes pela casa, manter água limpa e fresca, testar fontes e, quando adequado para o animal, incluir alimentação úmida na rotina.

Mas atenção: se o gato começou subitamente a beber muito mais água, essa mudança pode ser um sinal clínico e merece investigação.

Dica do Veterinário

Observe a caixa de areia. Mudanças no tamanho ou na quantidade dos torrões de urina podem fornecer informações importantes sobre a saúde do gato.

Também fique atento ao consumo de água, peso, apetite e comportamento. Pequenas mudanças na rotina podem ser os primeiros sinais de um problema.

Na dúvida, não espere que o gato pare de comer ou fique muito debilitado para procurar atendimento veterinário.

Na próxima edição

Na próxima sexta-feira, a Causa Animal em Foco vai abordar outro problema comum entre os felinos e que pode se transformar rapidamente em uma emergência:

Obstrução urinária em gatos: quando a dificuldade para urinar pode colocar a vida do animal em risco?

Vamos explicar os principais sinais, por que os machos são especialmente vulneráveis e por que um gato que entra repetidamente na caixa de areia sem conseguir urinar precisa de atendimento veterinário imediato.

Dr. Edvaldo Montenegro
Médico Veterinário – CRMV-PE 7431

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Entre a urna e a vida: o que esperamos das políticas para as mulheres?

Em artigo, Michelle Silvestre propõe uma reflexão sobre participação política, desigualdades e a importância de acompanhar propostas e trajetórias das candidaturas nas Eleições 2026

Por Michelle Silvestre

Estamos às vésperas de mais uma eleição. Em outubro, escolheremos presidente ou presidenta, governadores e governadoras, senadores e senadoras, deputados e deputadas federais e estaduais. Mas, antes de apertar os botões da urna, talvez seja importante fazer uma pergunta que ultrapassa nomes, partidos e promessas: o que esperamos das políticas para as mulheres?

Uma política pública realmente comprometida com as mulheres não pode existir apenas no discurso ou porque a palavra “mulher” aparece em um programa de governo. É preciso observar a trajetória de quem pede o nosso voto, suas posições, suas votações, os projetos que defendeu e, principalmente, como compreende o papel do Estado na redução das desigualdades.

A história mostra por que esse acompanhamento é necessário. Já existiram governos em que os recursos destinados às políticas para as mulheres sofreram reduções e em que a efetivação dessas políticas ficou aquém das necessidades da população. Por isso, não se trata apenas de perguntar quem promete proteger as mulheres, mas de compreender quais escolhas políticas são feitas quando é preciso definir prioridades, distribuir orçamento e transformar direitos em ações concretas.

Afinal, uma política pública só alcança a vida das pessoas quando existe decisão política, orçamento e execução.

E, quando falamos de mulheres, não podemos falar de desigualdade sem considerar raça e classe. As desigualdades não atingem todas da mesma maneira. São as mulheres negras, pobres, periféricas, trabalhadoras, quilombolas e tantas outras que frequentemente encontram maiores barreiras para acessar renda, educação, saúde, segurança e justiça.

Como nos mostra Carla Akotirene, são nas encruzilhadas entre raça, classe e gênero que diferentes formas de desigualdade se encontram e se articulam.

Por isso, votar também é olhar para a trajetória política de cada candidatura. É conhecer suas posições, acompanhar seus mandatos, observar como votou em matérias que afetam direitos sociais e perguntar que projeto de sociedade está sendo apresentado.

Entre a urna e a vida existe uma relação direta: aquilo que decidimos nas eleições pode chegar à nossa casa na forma de uma política pública ou da ausência dela.

Para nós, mulheres, participar das eleições não deve significar apenas escolher nomes. Significa também defender o direito de sermos consideradas em nossas diferenças e necessidades. Porque não basta falar sobre igualdade. É preciso perguntar: igualdade para quem, com quais recursos e com quais políticas?

Sobre a autora: Michelle Silvestre é assistente social e podóloga. Através da escrita, propõe reflexões sobre os direitos das mulheres, saúde emocional e os desafios enfrentados pelas mulheres no cotidiano.

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“Eu mereço”: por que um dia difícil costuma terminar em chocolate, pizza ou hambúrguer?

Nutricionista explica como estresse, cansaço e emoções podem aumentar a vontade de comer e orienta como equilibrar prazer e alimentação sem transformar determinados alimentos em vilões

“Eu mereço um chocolate.” “Hoje foi tão difícil que vou pedir uma pizza.” “Depois de um dia desses, eu mereço um hambúrguer.” Se essas frases parecem familiares, a comida pode estar exercendo uma função que vai além de matar a fome.

Segundo a nutricionista Giovana Torres, da Hapvida, momentos de estresse, cansaço, ansiedade ou frustração podem aumentar a procura por alimentos associados ao prazer e ao conforto. Isso, por si só, não representa necessariamente um problema. O ponto de atenção surge quando a comida passa a ser praticamente a única forma utilizada para enfrentar emoções difíceis.

“Comer algo gostoso depois de um dia complicado não é, por si só, um comportamento problemático. A diferença está no padrão”, explica a nutricionista.

A alimentação também está relacionada a memórias, cultura e afetos. Um doce pode lembrar uma comemoração, uma pizza pode estar associada a momentos em família e determinados alimentos podem acabar ligados à ideia de recompensa.

Uma das formas de compreender melhor essa relação é observar como a vontade de comer aparece. De acordo com Giovana, a fome física costuma surgir gradualmente e pode ser satisfeita por diferentes tipos de alimentos. Já uma vontade relacionada às emoções pode aparecer de maneira mais repentina e direcionada para algo específico, como chocolate, pizza ou outro alimento mais palatável.

A nutricionista ressalta, porém, que isso não significa que toda vontade específica precise ser evitada.

“Comer por prazer também é legítimo. O objetivo não é transformar a alimentação em uma matemática de ‘certo e errado’, e sim desenvolver percepção e autonomia”, orienta.

Outro comportamento comum acontece depois de um dia corrido: a pessoa chega em casa com muita fome, come rapidamente alguma coisa e, pouco tempo depois, volta a procurar comida.

Segundo a profissional, isso pode ocorrer quando o lanche não apresenta uma combinação suficiente para proporcionar saciedade ou quando a pessoa permaneceu muitas horas sem se alimentar.

Uma estratégia é combinar proteínas, fibras, carboidratos e fontes de gordura. Uma fruta, por exemplo, pode ser acompanhada de iogurte e aveia. Já um pão pode ser combinado com ovo, frango ou queijo.

Entre as opções sugeridas estão iogurte com frutas e aveia, banana com cacau e pasta de amendoim, pão com ovo e queijo, tapioca com ovo e sanduíche com frango, queijo e tomate.

Para Giovana, buscar uma alimentação equilibrada também não significa excluir completamente alimentos associados ao prazer. Chocolate, pizza, hambúrguer e sorvete podem fazer parte da alimentação. A orientação é observar frequência, quantidade e composição das refeições, deixando de lado a lógica de alimentos totalmente “permitidos” ou “proibidos”.

Uma pergunta simples também pode ajudar no fim de um dia desgastante: “Do que eu estou precisando agora?”

A resposta pode ser comida, mas também pode ser descanso, uma pausa, companhia, carinho ou alguns minutos de lazer. Identificar essa necessidade ajuda a ampliar as possibilidades sem retirar da comida o espaço que ela também pode ocupar.

Evitar passar longos períodos sem se alimentar é outra orientação. Isso pode reduzir a chance de chegar ao fim do dia com fome intensa e com a sensação de que é preciso comer imediatamente e em grande quantidade.

“Comer bem não significa comer perfeitamente, mas construir uma relação possível, prazerosa e sustentável com a alimentação”, reforça Giovana Torres.

Fonte: informações da Hapvida, com orientações da nutricionista Giovana Torres.

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Curso de Climatização e Refrigeração está com matrícula gratuita nesta semana

O Instituto Moura de Educação e Tecnologia está com inscrições abertas para o curso presencial de Climatização e Refrigeração, voltado à manutenção de ar-condicionado e outros equipamentos.

A formação terá aulas noturnas, atividades práticas, material digital e fardamento gratuitos, além de laboratório para as aulas. Segundo a instituição, são apenas 15 vagas.

Nesta semana, a matrícula é gratuita, os interessados devem procurar a instituição responsável pelo curso para conferir informações sobre duração, carga horária, vagas disponíveis, o endereço fica na Rua Alcides de Andrade Lima, 209- Centro, Bezerros.

Mais informações e inscrições pelo WhatsApp (81) 99199-1095 ou pelo Instagram @imet.oficial.

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Saúde Mental em Foco

Burnout: quando o trabalho adoece

Vivemos em uma sociedade que associa trabalho a independência, autonomia, realização e sucesso. A ideia é estudar, trabalhar, conquistar estabilidade e, finalmente, ter liberdade. Mas o que acontece quando o trabalho, que deveria contribuir para essa liberdade, passa a ser justamente uma fonte de sofrimento?

É importante diferenciar sobrecarga de burnout. Maternidade, conflitos familiares, relacionamentos, dificuldades financeiras e outras situações da vida podem gerar estresse e exaustão. Mas isso não significa, necessariamente, burnout. O burnout está relacionado ao contexto ocupacional, especialmente ao estresse crônico relacionado ao trabalho que não foi adequadamente manejado.

Quando falamos de burnout, precisamos olhar para o ambiente e para as condições de trabalho. Sobrecarga de trabalho, pressão constante, jornadas extensas ou inadequadas, falta de autonomia, falta de reconhecimento, insegurança profissional, falta de suporte, conflitos e condições inadequadas no ambiente de trabalho são alguns dos fatores que precisam ser observados.

A questão não é apenas: “Por que essa pessoa não está conseguindo lidar?”. Também precisamos perguntar: “O que está acontecendo nesse ambiente de trabalho?”.

O burnout pode colocar em xeque algumas ideias que aprendemos sobre trabalho: “Eu preciso trabalhar para ser alguém.” “Quanto mais eu produzo, mais valor eu tenho.” “Preciso dar conta de tudo.” “Cansaço faz parte.” “Parar é fracassar.” “Quando eu alcançar determinado cargo ou salário, finalmente vou ser feliz.”

Trabalhar pode proporcionar autonomia, segurança, realização e propósito. Mas o trabalho não deveria ser a medida do nosso valor pessoal. Produtividade não é sinônimo de valor. E construir uma carreira não deveria significar perder a própria saúde no processo.

Talvez seja necessário perguntar: “O que existe nesse ambiente de trabalho que está me fazendo adoecer?”. Porque cuidar da saúde mental no trabalho não significa apenas ensinar o trabalhador a suportar melhor a pressão. Também significa olhar para as condições em que esse trabalho está sendo realizado.

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