Causa Animal em foco

Mau hálito não é normal: por que a saúde bucal de cães e gatos merece atenção?

Você chega perto do seu pet para receber aquele carinho e logo percebe um cheiro desagradável vindo da boca. Muita gente brinca dizendo que é apenas o famoso “bafo de cachorro” ou acredita que isso é normal com o passar dos anos.

Mas não deveria ser.

O mau hálito persistente pode ser um dos primeiros sinais de que alguma coisa não vai bem na boca do animal. Um problema que começa com placa bacteriana e gengivite pode evoluir para dor, infecção e até perda de dentes.

Por isso, cuidar da boca também é cuidar da saúde e da qualidade de vida do pet.

Depois que o animal se alimenta, bactérias naturalmente presentes na boca aderem à superfície dos dentes e formam uma película chamada placa bacteriana.

Quando essa placa não é removida adequadamente, pode sofrer mineralização e formar o chamado cálculo dentário, popularmente conhecido como tártaro.

Aquela camada amarelada ou amarronzada aderida aos dentes, portanto, não é apenas uma questão estética. Com o avanço do problema, a gengiva pode ficar avermelhada, inflamada e até sangrar.

Sem o controle adequado, a inflamação pode atingir estruturas mais profundas responsáveis pela sustentação dos dentes. É aí que o problema se torna ainda mais sério.

A doença periodontal pode provocar retração gengival, exposição das raízes, mobilidade dentária, infecção e perda dos dentes.

E existe um detalhe importante: os animais nem sempre demonstram claramente que estão sentindo dor. Muitos continuam se alimentando mesmo apresentando alterações importantes na boca.

Além do mau hálito, alguns sinais merecem atenção: presença de tártaro, gengivas avermelhadas ou sangrando, dificuldade para mastigar, preferência por alimentos mais macios, comida caindo da boca, salivação excessiva e redução do interesse pelo alimento.

Alguns animais também passam a evitar que o tutor toque na região da boca ou da cabeça. Dentes quebrados, escurecidos ou com mobilidade também precisam ser avaliados.

Ao perceber qualquer uma dessas alterações, o ideal é procurar atendimento veterinário.

Um dos motivos pelos quais muitos problemas odontológicos são descobertos tardiamente é o fato de cães e gatos conseguirem adaptar a maneira de mastigar e continuar se alimentando apesar do desconforto.

Alguns passam a utilizar mais um lado da boca ou simplesmente engolem o alimento com pouca mastigação. Por isso, comer normalmente não significa necessariamente estar sem dor.

A avaliação da boca deve fazer parte dos cuidados de rotina, mesmo quando aparentemente está tudo bem.

Quando já existe acúmulo importante de cálculo dentário ou doença periodontal, somente a escovação em casa não consegue remover o material mineralizado aderido aos dentes.

Nesses casos, pode ser indicado o tratamento periodontal realizado pelo médico-veterinário, sob anestesia geral e com monitorização adequada.

O procedimento permite avaliar cada dente, remover placa e cálculo das superfícies dentárias e da região abaixo da gengiva, além de realizar o polimento.

Dependendo do comprometimento, alguns dentes podem não ter mais condições de ser preservados e precisam ser extraídos. O objetivo não é simplesmente deixar os dentes mais brancos, mas eliminar focos de dor e infecção e preservar uma boca saudável e funcional.

A anestesia costuma ser um receio comum entre os tutores. Uma limpeza odontológica adequada exige que o animal permaneça imóvel e que seja possível trabalhar com segurança, inclusive abaixo da linha da gengiva. A anestesia também permite proteger as vias aéreas durante o procedimento.

Antes dela, o paciente deve passar por avaliação clínica e, conforme idade, histórico e condições individuais, podem ser solicitados exames complementares para avaliar e planejar o procedimento anestésico.

Por isso, o tratamento deve ser individualizado para cada paciente.

A prevenção é possível e o principal cuidado começa em casa.

A escovação frequente com produtos específicos para cães e gatos é uma das melhores maneiras de controlar a formação da placa bacteriana.

Quanto mais cedo o animal for acostumado à manipulação da boca e à escovação, mais fácil tende a ser a adaptação.

Existem ainda produtos auxiliares desenvolvidos para a saúde oral, mas eles não substituem a escovação nem a avaliação veterinária.

E atenção: nunca utilize creme dental humano no seu pet.

Levante os lábios do seu cão ou gato de vez em quando e observe os dentes e a gengiva.

Se encontrar tártaro, vermelhidão, sangramento, dentes alterados ou perceber mau hálito persistente, não espere o animal parar de comer para procurar ajuda.

Mau hálito não é apenas um problema de cheiro. Pode ser um pedido silencioso de atenção à saúde bucal.

Até a próxima sexta!

Na próxima edição da Causa Animal em Foco, vamos falar sobre uma situação que pode acontecer em poucos segundos e trazer consequências graves: atropelamento de cães e gatos. Você sabe o que fazer nos primeiros minutos e quais atitudes devem ser evitadas?

Dr. Edvaldo Montenegro
Médico-Veterinário – CRMV-PE 7431

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Causa Animal em Foco

Comida da nossa mesa para cães e gatos: quando “só um pedacinho” pode fazer mal

Quem nunca esteve almoçando e percebeu aquele olhar atento do pet ao lado da mesa? Ele se aproxima, faz aquela expressão irresistível e, muitas vezes, acaba ganhando um pedacinho da nossa comida.

Parece apenas uma demonstração de carinho. O problema é que o organismo de cães e gatos não funciona exatamente como o nosso, e alguns alimentos presentes na rotina das pessoas podem provocar desde alterações gastrointestinais até intoxicações graves.

Por isso, antes de dividir o prato com seu melhor amigo, é importante saber: nem tudo o que é seguro para nós é seguro para eles.

O problema nem sempre está no alimento, mas no preparo

Nem toda comida caseira é necessariamente prejudicial. Existem dietas formuladas com ingredientes naturais que podem ser utilizadas para cães e gatos quando corretamente balanceadas e acompanhadas por profissionais.

O problema está em oferecer aos animais a mesma comida preparada para o consumo humano.

Nossas refeições podem conter excesso de gordura, sal, molhos, temperos e ingredientes inadequados para os pets. Uma carne, por exemplo, poderia fazer parte de uma alimentação específica, mas aquela mesma carne preparada com alho, cebola, muito sal e gordura representa outra situação.

Além disso, oferecer restos da mesa com frequência pode desequilibrar a dieta e favorecer o ganho de peso.

Alguns alimentos merecem atenção especial

Entre os alimentos que não devem ser oferecidos aos pets estão chocolate, uvas e uvas-passas, cebola, alho e produtos que contenham xilitol, adoçante encontrado em determinados alimentos e produtos industrializados.

O chocolate contém substâncias como a teobromina, que podem provocar intoxicação nos cães. Dependendo da quantidade ingerida e do tipo de chocolate, podem ocorrer vômitos, agitação, alterações cardíacas, tremores e até convulsões.

Uvas e uvas-passas também representam um risco importante, pois podem provocar lesão renal aguda em cães, e não existe uma quantidade que possa ser considerada seguramente inofensiva para todos os animais.

Cebola e alho, por sua vez, podem causar danos às hemácias e levar à anemia quando ingeridos em quantidades suficientes.

Já o xilitol pode provocar uma queda rápida da glicose no sangue dos cães e, em determinadas exposições, causar lesões hepáticas graves.

Ossos também podem representar perigo

Existe uma ideia antiga de que dar ossos aos cães é algo natural e inofensivo.

Mas, principalmente quando cozidos, os ossos podem quebrar e formar fragmentos, causando engasgos, ferimentos na boca, obstruções ou até perfurações no trato gastrointestinal.

Também não é recomendado oferecer ossos simplesmente como forma de “limpar os dentes”. A saúde bucal deve ser mantida com métodos seguros e acompanhamento veterinário.

Alimentos muito gordurosos também podem causar problemas

Aquela sobra de churrasco, pele de frango ou pedaço muito gorduroso de carne pode parecer um ótimo agrado, mas não é uma boa escolha.

Além de contribuir para a obesidade, refeições muito gordurosas podem desencadear alterações gastrointestinais e estão associadas à ocorrência de pancreatite em animais predispostos.

Vômitos, dor abdominal, falta de apetite, diarreia e prostração após a ingestão de alimentos inadequados são sinais que merecem atenção.

“Mas ele sempre comeu e nunca aconteceu nada”

Essa frase é muito comum.

O fato de um animal já ter consumido determinado alimento sem apresentar sinais clínicos não significa que ele seja seguro.

O risco depende do alimento, da quantidade ingerida, do peso do animal, das condições de saúde e de outros fatores individuais.

Por isso, não devemos esperar que uma intoxicação aconteça para mudar um hábito.

Meu pet comeu algo que não deveria. O que fazer?

Primeiro, tente descobrir o que ele ingeriu, aproximadamente quanto e há quanto tempo.

Essas informações são extremamente importantes para que o médico-veterinário possa avaliar o risco e definir a conduta adequada.

Não provoque vômito nem ofereça leite, óleo, medicamentos ou receitas caseiras sem orientação. Dependendo da substância ingerida, algumas dessas medidas podem piorar o quadro.

Quando houver suspeita de ingestão de um alimento potencialmente tóxico, procure orientação veterinária o quanto antes, mesmo que o animal ainda pareça estar bem.

Dica do Veterinário

Antes de oferecer qualquer alimento diferente ao seu cão ou gato, pergunte se aquilo realmente é adequado para ele.

E lembre-se: “só um pedacinho” pode parecer pouco para uma pessoa, mas representar uma quantidade significativa para um animal de poucos quilos. Quando o assunto é alimentação, carinho também significa saber dizer não.

Até a próxima sexta!

Na próxima edição da Causa Animal em Foco, vamos falar sobre um assunto que ainda é subestimado por muitos tutores: a saúde bucal de cães e gatos. Mau hálito não é normal! Vamos entender como o acúmulo de tártaro e a doença periodontal podem causar dor, perda de dentes e comprometer a qualidade de vida do seu pet.

Dr. Edvaldo Montenegro
Médico-Veterinário – CRMV-PE 7431

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Causa animal

Encontrar uma pulga ou um carrapato no seu animal pode parecer algo simples.

Muitas vezes, o primeiro impulso é retirar o parasita e considerar o problema resolvido. Mas aquilo que conseguimos enxergar sobre a pele pode ser apenas uma pequena parte de uma situação que merece atenção.

Além de provocarem coceira e desconforto, pulgas e carrapatos podem estar envolvidos na transmissão de doenças importantes para cães e gatos. Por isso, o controle desses parasitas não deve acontecer somente quando eles aparecem. A prevenção precisa fazer parte dos cuidados com a saúde do animal.

Os carrapatos se alimentam do sangue e podem transmitir diferentes agentes causadores de doenças. Nos cães, algumas das enfermidades mais conhecidas são a erliquiose e a babesiose, frequentemente chamadas pelos tutores de “doença do carrapato”.

Os sinais podem variar bastante e dependem da doença e de sua evolução. Febre, falta de apetite, apatia, perda de peso, mucosas pálidas, sangramentos e alterações nas células do sangue estão entre as manifestações que podem ocorrer.

Um ponto importante é que o tutor nem sempre encontra carrapatos no animal no momento em que os sintomas aparecem. O contato com o parasita pode ter ocorrido anteriormente. Por isso, a ausência de carrapatos visíveis não descarta a possibilidade de uma doença transmitida por eles.

As pulgas também estão longe de representar apenas uma coceira desagradável. Uma infestação intensa pode causar perda de sangue e contribuir para quadros de anemia, principalmente em filhotes ou animais de pequeno porte. Alguns cães e gatos também podem desenvolver reação alérgica à picada da pulga, apresentando coceira intensa, vermelhidão, feridas e queda de pelos.

Além disso, as pulgas participam do ciclo de alguns parasitas, como o Dipylidium caninum, uma tênia que pode infectar cães e gatos quando uma pulga contaminada é ingerida durante o ato de se lamber.

Quando encontramos pulgas no animal, é importante lembrar que o problema não necessariamente está restrito ao corpo dele. Grande parte do ciclo desses parasitas ocorre no ambiente. Ovos, larvas e pupas podem estar presentes em caminhas, frestas, tapetes, sofás e outros locais da casa.

Por isso, em casos de infestação, tratar somente o animal pode não ser suficiente. O controle do ambiente também pode ser necessário para interromper o ciclo do parasita. Com os carrapatos, a atenção ao ambiente também é fundamental, especialmente quando há infestações.

Mesmo um pet que não sai de casa não está completamente livre do risco. A possibilidade de exposição pode ser menor dependendo da rotina, mas os parasitas podem ser levados ao ambiente de diferentes maneiras, inclusive por outros animais. Cães que passeiam, frequentam praças, áreas com vegetação, hotéis ou locais onde circulam outros animais apresentam maior possibilidade de contato.

Por isso, a estratégia de prevenção deve considerar a espécie, a idade, o peso, as condições de saúde, o ambiente onde o animal vive e a sua rotina.

Também é preciso ter cuidado com o uso de medicamentos por conta própria. Atualmente existem comprimidos, pipetas, sprays, coleiras e outros produtos destinados ao controle de pulgas e carrapatos, mas nem todos são indicados para qualquer animal.

Um medicamento utilizado em cães, por exemplo, pode ser extremamente tóxico para gatos. Produtos contendo determinados princípios ativos, como a permetrina em concentrações destinadas a cães, podem causar intoxicações graves e até fatais em felinos.

Por isso, nunca utilize em gatos um antiparasitário destinado a cães sem orientação veterinária. Também é fundamental respeitar o peso, a idade, a espécie do animal e o intervalo correto entre as aplicações.

Esperar encontrar uma infestação para começar a agir não é a melhor estratégia. Manter um programa adequado de controle de ectoparasitas ajuda a proteger o animal e também reduz a contaminação do ambiente.

Além do uso correto dos produtos preventivos, é importante observar regularmente a pele e a pelagem, manter o ambiente limpo e procurar atendimento veterinário quando houver infestação ou alguma alteração no estado de saúde.

Ao encontrar um carrapato ou várias pulgas no seu pet, não observe apenas o parasita. Preste atenção também ao comportamento e às condições do animal. Apatia, falta de apetite, febre, mucosas pálidas, sangramentos, coceira intensa ou qualquer mudança de comportamento justificam uma avaliação veterinária.

Pulgas e carrapatos são pequenos, mas os problemas que podem causar não são. Prevenir é sempre mais simples do que tratar as consequências.

Até a próxima sexta!

Na próxima edição da coluna Causa Animal em Foco, o tema será um hábito que parece inofensivo, mas pode colocar a saúde do seu pet em risco: dar comida da nossa mesa para cães e gatos. Vamos explicar quais alimentos podem fazer mal e por que aquele “só um pedacinho” merece atenção.

Dr. Edvaldo Montenegro
Médico-Veterinário – CRMV-PE 7431

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Causa Animal em Foco

Obesidade em cães e gatos: quando alguns quilos a mais deixam de ser fofura e passam a ser um problema de saúde

Um pet mais “gordinho” pode até parecer fofo aos olhos da família. O problema começa quando os quilos extras passam a comprometer a saúde, a disposição e até a qualidade de vida do animal.

A obesidade em cães e gatos é uma doença e merece atenção. Na maioria das vezes, o ganho de peso acontece de forma gradual. O tutor se acostuma com as mudanças e só percebe que existe um problema quando o animal começa a apresentar dificuldade para correr, brincar, subir em locais que antes alcançava facilmente ou realizar atividades simples do dia a dia.

E o excesso de peso vai muito além da aparência.

Como saber se meu pet está acima do peso?

A balança, sozinha, nem sempre responde essa pergunta. O peso considerado adequado varia de acordo com a espécie, raça, porte, idade e características individuais de cada animal.

Uma das formas utilizadas pelo médico-veterinário para fazer essa avaliação é o chamado escore de condição corporal.

Em condições consideradas ideais, as costelas devem ser facilmente palpáveis, mas sem estarem excessivamente aparentes. Observando o animal de cima, normalmente é possível perceber uma cintura logo atrás das costelas. Visto de lado, o abdômen também deve apresentar uma discreta elevação.

Quando existe uma camada de gordura que dificulta sentir as costelas, a cintura deixa de ser percebida e o volume abdominal aumenta, é importante ficar atento.

Por que os pets engordam?

Na maioria dos casos, o ganho de peso acontece quando o animal consome mais calorias do que gasta.É justamente nesse ponto que alguns hábitos aparentemente inofensivos começam a fazer diferença.

Um pedacinho de comida durante o almoço, outro no jantar, petiscos várias vezes ao dia e uma quantidade de ração maior do que a necessária podem representar um excesso significativo de calorias ao longo do tempo.

A falta de atividade física também contribui. Cães que raramente passeiam e gatos que vivem em ambientes com poucos estímulos podem gastar pouca energia durante o dia.Idade, castração, predisposição individual e algumas doenças também podem favorecer o ganho de peso. Por isso, simplesmente diminuir a quantidade de alimento por conta própria nem sempre é a melhor solução.

Alguns quilos a mais podem trazer grandes consequências

O excesso de gordura não é apenas uma questão estética.

Animais obesos apresentam maior predisposição a problemas articulares e locomotores, alterações metabólicas e outras condições capazes de comprometer a saúde e a qualidade de vida.

Imagine carregar peso extra praticamente durante todas as atividades do dia. Caminhar, correr, subir escadas e até se levantar pode exigir mais esforço.

Com o passar do tempo, aquele animal que costumava brincar e correr pode começar a preferir ficar deitado, não apenas por preguiça, mas porque se movimentar se tornou mais difícil.

Nos gatos, a obesidade merece atenção especial por estar associada a problemas como diabetes mellitus e também pela dificuldade que alguns animais obesos apresentam para realizar a própria higiene.“Mas ele pede comida…” Esse talvez seja um dos maiores desafios dentro de casa.

Muitas famílias utilizam o alimento como uma forma de demonstrar carinho. O animal pede, o tutor oferece. Ele pede novamente e recebe mais um pouco. Com o tempo, esse comportamento se transforma em rotina.

Demonstrar amor, porém, não precisa significar oferecer comida o tempo inteiro. Brincadeiras, passeios, carinho e interação também são formas de recompensar o animal e fortalecer o vínculo com a família.

Até mesmo os petiscos próprios para cães e gatos possuem calorias e precisam fazer parte do planejamento alimentar.

Emagrecimento precisa ser feito com responsabilidadeSe o seu cão ou gato está acima do peso, evite dietas radicais.

O primeiro passo deve ser uma avaliação veterinária para determinar a condição corporal, estabelecer uma meta de peso e investigar se existe alguma doença contribuindo para o ganho de peso.

A partir dessa avaliação, pode ser necessário ajustar o tipo e a quantidade do alimento, controlar os petiscos e aumentar gradualmente a atividade física, sempre respeitando as condições de cada animal.

Nos gatos, principalmente, restrições alimentares bruscas podem ser perigosas. O emagrecimento precisa acontecer de maneira planejada e acompanhada.Prevenir é muito mais fácilControle a quantidade diária de alimento e evite completar constantemente o pote sem saber quanto o animal realmente está consumindo.

Estimule os cães com passeios e brincadeiras adequadas à idade e às condições de saúde. Para os gatos, invista em enriquecimento ambiental, brinquedos, arranhadores, locais elevados e atividades que estimulem seus comportamentos naturais.

Também é importante acompanhar o peso regularmente. Pequenas mudanças percebidas cedo são muito mais fáceis de corrigir.

Dica do Veterinário

Não avalie a saúde do seu pet apenas pela aparência.

Se você percebeu que está mais difícil sentir suas costelas, que a cintura desapareceu ou que ele está cansando mais durante atividades que antes realizava normalmente, converse com um médico-veterinário. Manter o peso adequado não é apenas uma questão de estética. É proporcionar mais mobilidade, qualidade de vida e saúde ao animal.

Até a próxima sexta!

Na próxima edição da coluna Causa Animal em Foco, vamos falar sobre outro problema muito comum na rotina dos pets: doenças transmitidas por pulgas e carrapatos. Afinal, por que encontrar apenas um desses parasitas no seu animal já merece atenção?

Dr. Edvaldo Montenegro

Médico-Veterinário – CRMV-PE 7431

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Causa Animal em Foco

Toxoplasmose e gatos: conheça a verdade e desmistifique um dos maiores mitos sobre os felinos

Todos os dias, milhares de gatos convivem com suas famílias sem representar qualquer risco à saúde. Ainda assim, basta alguém falar em toxoplasmose para que esses animais sejam apontados como os principais responsáveis pela doença.

Esse é um dos maiores mitos relacionados aos felinos.

Infelizmente, a desinformação faz com que muitos gatos sejam rejeitados, abandonados e até retirados de suas casas, principalmente quando uma mulher engravida. A boa notícia é que a ciência já esclareceu há muito tempo como a toxoplasmose realmente é transmitida e mostra que o gato está longe de ser o grande vilão dessa história.

Conhecer a verdade é importante não apenas para proteger a saúde das pessoas, mas também para evitar injustiças contra animais que, na maioria das vezes, são vítimas da falta de informação.

O que é a toxoplasmose?

A toxoplasmose é uma doença causada pelo protozoário Toxoplasma gondii. Grande parte das pessoas que entram em contato com esse parasita sequer percebe, pois a infecção costuma ser assintomática ou provocar sintomas leves.

Entretanto, ela merece atenção especial durante a gestação e em pessoas com imunidade comprometida, pois pode causar complicações importantes.

Como as pessoas realmente se infectam?

Muitas pessoas acreditam que basta conviver com um gato para contrair toxoplasmose. Mas isso não é verdade.

A principal forma de infecção ocorre por meio do consumo de carne crua ou malcozida contaminada, da ingestão de frutas e verduras mal higienizadas, da água contaminada ou do contato com solo contaminado durante atividades como jardinagem.

Ou seja, uma pessoa pode adquirir toxoplasmose mesmo nunca tendo tido contato com um gato.

Qual é o papel do gato?

O gato participa do ciclo do Toxoplasma gondii, mas isso não significa que transmita a doença continuamente.

Quando um felino se infecta pela primeira vez normalmente ao ingerir presas contaminadas ou carne crua ele pode eliminar oocistos nas fezes durante um curto período, geralmente entre uma e três semanas.

Além disso, esses oocistos não oferecem risco imediato. Eles precisam permanecer no ambiente entre um e cinco dias para se tornarem infectantes.

Por esse motivo, a limpeza diária da caixa de areia reduz de forma significativa qualquer possibilidade de transmissão.

Outro fator importante é que gatos criados exclusivamente dentro de casa, alimentados com ração e sem acesso à caça apresentam um risco muito baixo de adquirir a infecção.

Gestantes precisam abandonar seus gatos?

Não.

Essa é uma recomendação antiga que não encontra respaldo nas orientações atuais.

Com alguns cuidados simples, é perfeitamente possível manter o convívio com o gato durante toda a gestação.

Sempre que possível, outra pessoa deve realizar a limpeza diária da caixa de areia. Caso isso não seja possível, a gestante deve utilizar luvas e higienizar bem as mãos após o procedimento.

Também é fundamental cozinhar bem as carnes, lavar frutas e verduras e consumir água tratada.

Esses hábitos são muito mais importantes para prevenir a toxoplasmose do que afastar o animal da família.

Informação também protege os animais

O preconceito contra os gatos ainda provoca consequências graves.

Muitos animais são abandonados simplesmente porque seus tutores receberam informações incorretas.

Além de ser um ato cruel, o abandono é crime e não reduz os principais riscos de infecção pela toxoplasmose.

Quanto mais conhecemos sobre a doença, mais percebemos que a prevenção depende principalmente de hábitos de higiene e alimentação, e não da presença de um gato em casa.

Dica do Veterinário

Os gatos não são inimigos da saúde pública.

Quando recebem alimentação adequada, vivem dentro de casa e passam por acompanhamento veterinário, eles representam um risco muito pequeno para a transmissão da toxoplasmose.

Antes de tomar qualquer decisão baseada no medo, procure orientação de profissionais de saúde e de um médico-veterinário.

A informação correta protege as pessoas e também salva a vida de muitos gatos.

Até a próxima sexta!

Na próxima edição da coluna Causa Animal em Foco, vamos falar sobre um problema que cresce silenciosamente entre os animais de estimação: a obesidade em cães e gatos.

Entenda por que o excesso de peso vai muito além da estética e descubra como ele pode comprometer a saúde e a qualidade de vida do seu melhor amigo.

Dr. Edvaldo Montenegro
Médico-Veterinário – CRMV-PE 7431

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Órgãos de Gravatá firmam TAC para controle sanitário em espaço que abriga 86 cães

A Agência Municipal do Meio Ambiente, a Vigilância Ambiental e a Vigilância Sanitária de Gravatá firmaram um Termo de Ajustamento de Conduta perante o Ministério Público de Pernambuco para a adoção de medidas emergenciais de controle sanitário no imóvel onde funciona o Projeto Rabitos, que acolhe cães em situação de rua e abandono.

Reprodução MPPE

Segundo as investigações conduzidas pelo MPPE, o espaço, localizado em uma área residencial do bairro Jardim Petrópolis, abriga 86 cães e apresenta problemas decorrentes da superlotação, como odores intensos, poluição sonora, presença de ratos e outros vetores, além do risco de disseminação de zoonoses.

Pelo acordo, deverá ser realizado, no prazo máximo de cinco dias úteis após a assinatura do TAC, um mutirão de desratização e desinsetização no imóvel. A ação também poderá alcançar residências vizinhas que concordarem em participar. O controle de vetores será mantido mensalmente até a desocupação do espaço.

O MPPE também informou que pretende solicitar judicialmente, por meio de uma Ação Civil Pública, a transferência dos animais para um imóvel situado na zona rural. A medida, portanto, ainda dependerá de análise da Justiça.

Uma comissão formada por representantes do MPPE, dos órgãos municipais e dos moradores acompanhará mensalmente o cumprimento das obrigações previstas no acordo.

Em caso de descumprimento, poderá ser aplicada multa diária de R$ 1 mil. Os valores serão destinados ao Fundo Municipal do Meio Ambiente de Gravatá e deverão ser utilizados exclusivamente em ações de castração e bem-estar animal.

Leia o conteúdo na íntegra no site do Ministério Público de Pernambuco.

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Causa Animal em Foco

Ter um pet vai muito além de oferecer comida e água: o que realmente significa ser um tutor responsável?

Ter um cão ou um gato em casa é uma experiência que transforma a vida de muitas pessoas. Eles oferecem companhia, carinho e passam a fazer parte da família. Mas, junto com esse amor, vem uma responsabilidade que vai muito além de colocar ração no pote e trocar a água todos os dias.

Ser responsável por um animal significa garantir que ele tenha saúde, segurança, bem-estar e qualidade de vida durante toda a sua vida.

Infelizmente, muitos casos de abandono e maus-tratos começam pela falta de informação. Algumas pessoas adotam um filhote sem pensar que ele crescerá e precisará de alimentação adequada, atendimento veterinário, tempo, atenção e dedicação por muitos anos. Um animal não é um presente, um brinquedo ou um passatempo. É um ser vivo que depende totalmente de quem decidiu acolhê-lo.

Uma alimentação de qualidade é fundamental para manter o organismo saudável, mas representa apenas uma parte dos cuidados. Todo pet precisa ter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, um ambiente limpo, protegido do sol, da chuva e do frio, além de um espaço adequado para descansar, brincar e se exercitar. Animais mantidos constantemente presos por correntes, confinados em locais inadequados ou privados de estímulos físicos e mentais também sofrem. Mesmo recebendo alimento diariamente, essa situação pode caracterizar maus-tratos.

Outro cuidado essencial é a prevenção. Esperar o animal adoecer para procurar atendimento veterinário ainda é um erro bastante comum. Consultas periódicas permitem identificar doenças ainda no início, aumentando as chances de sucesso no tratamento e proporcionando mais qualidade de vida. Vacinação, vermifugação, controle de pulgas e carrapatos, exames preventivos e acompanhamento veterinário fazem parte dos cuidados básicos e ajudam a evitar sofrimento.

A castração também é um importante ato de responsabilidade. Além de contribuir para reduzir o número de animais abandonados, o procedimento oferece benefícios para a saúde, diminuindo o risco de diversas doenças do aparelho reprodutor e reduzindo comportamentos relacionados aos hormônios, como fugas, disputas entre machos e marcação de território. Quando realizada com orientação veterinária, representa um investimento no bem-estar do animal.

Também é importante compreender que cada espécie possui necessidades próprias. Os cães precisam passear, brincar, gastar energia, conviver com as pessoas e receber estímulos diariamente. Já os gatos necessitam de enriquecimento ambiental, com espaços para subir, arranhar, observar o ambiente, descansar e expressar seus comportamentos naturais. Respeitar essas necessidades faz parte da responsabilidade de quem escolheu ter um animal de estimação.

O abandono ainda é uma triste realidade e provoca sofrimento para milhares de cães e gatos. Animais abandonados ficam expostos à fome, à sede, às doenças, aos atropelamentos, aos maus-tratos e à reprodução descontrolada, tornando-se também um problema de saúde pública. Além de ser um ato de extrema crueldade, abandonar um animal é crime previsto na legislação brasileira. Mais do que cumprir a lei, cuidar de um pet é assumir um compromisso de respeito com uma vida que depende de nós.

Antes de adotar um animal, vale fazer uma pergunta simples: estou preparado para cuidar dele durante toda a vida? Ter um pet exige tempo, responsabilidade, planejamento e dedicação. Ser responsável por um animal não é apenas amá-lo nos momentos felizes. É estar presente quando ele adoece, envelhece e precisa de cuidados especiais.

Afinal, para nós, eles fazem parte da nossa vida. Para eles, nós somos a vida inteira.

Até a próxima sexta!

Na próxima edição da coluna Causa Animal em Foco, vamos esclarecer um dos maiores mitos sobre os felinos: “Toxoplasmose: o gato não é o vilão”. Você vai entender como a doença realmente é transmitida, qual é o verdadeiro papel dos gatos no ciclo do parasita e quais medidas simples ajudam a proteger a saúde das pessoas, sem colocar os felinos como injustos protagonistas dessa história.

Dr. Edvaldo Montenegro
Médico-Veterinário – CRMV-PE 7431

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Causa Animal em Foco

O que seu pet está tentando dizer? Aprenda a interpretar os sinais de cães e gatos

Seu pet não fala a nossa língua, mas isso não significa que ele não se comunique. Cães e gatos utilizam o corpo, os sons e, principalmente, mudanças no comportamento para demonstrar medo, desconforto, estresse e dor.

O problema é que muitos desses sinais são discretos e podem passar despercebidos na rotina. Às vezes, aquele animal que ficou “mais quietinho” não está apenas cansado. O gato que começou a se esconder com frequência pode não estar fazendo “manha”. E o cão que deixou de brincar pode estar tentando mostrar que algo não vai bem.

Aprender a observar essas mudanças é uma das formas mais importantes de cuidar da saúde do seu pet.

O tutor conhece a rotina do seu animal melhor do que ninguém. Por isso, qualquer mudança repentina deve ser observada. Um cão normalmente brincalhão que passa a ficar isolado, um gato que deixa de subir em móveis ou um animal dócil que começa a demonstrar irritação ao ser tocado podem estar sentindo algum tipo de desconforto.

A dor nem sempre provoca choro. Na verdade, muitos animais sofrem silenciosamente. Alterações no sono, redução do interesse por brincadeiras, dificuldade para encontrar uma posição confortável e resistência ao toque são sinais que não devem ser ignorados.

Os gatos são especialistas em esconder sinais de doença e dor. Esse comportamento está relacionado ao instinto de sobrevivência da espécie. Na natureza, demonstrar fraqueza poderia tornar o animal mais vulnerável. Por isso, mesmo vivendo dentro das nossas casas, muitos gatos continuam tentando esconder seus desconfortos.

Quando um gato passa mais tempo embaixo da cama, dentro de armários ou em locais onde normalmente não ficava, é importante observar outros sinais. Redução do apetite, alterações na ingestão de água, mudanças no uso da caixa de areia, dificuldade para urinar, vômitos frequentes ou redução da interação com a família merecem atenção.

Os cães também se comunicam por meio da linguagem corporal. Bocejar nem sempre significa sono. Em algumas situações, eles podem bocejar quando estão ansiosos ou desconfortáveis. Lamber os lábios repetidamente, evitar contato visual, manter as orelhas para trás e ficar com o corpo encolhido também podem ser sinais de medo ou estresse.

A lambedura excessiva das patas ou de uma determinada região do corpo também merece investigação. Ela pode estar relacionada a problemas de pele, dor ou alterações comportamentais. Outro sinal importante é a mudança na forma de caminhar. Dificuldade para subir escadas, relutância em pular no sofá ou demora para se levantar podem indicar dor, principalmente em animais adultos e idosos.

Um animal que sempre foi tranquilo e, de repente, começa a rosnar, tentar morder ou evitar carinho pode não ter ficado apenas “bravo”. A dor pode provocar mudanças importantes no comportamento. Problemas dentários, dores na coluna, alterações articulares, inflamações e diversas outras doenças podem fazer com que o animal reaja ao toque.

Punir o pet nesses momentos pode aumentar ainda mais o medo e o estresse. O ideal é observar quando o comportamento começou e procurar uma avaliação veterinária.

Além do comportamento, o tutor deve observar a rotina do animal. Mudanças na quantidade de alimento consumido, aumento ou redução da ingestão de água, alterações na urina e nas fezes e perda ou ganho de peso sem explicação podem ser sinais de doença.

A respiração também merece atenção. Respiração muito rápida, esforço para respirar ou respirar de boca aberta, principalmente em gatos, são sinais de alerta e podem representar uma emergência.

Procure atendimento veterinário quando perceber uma mudança repentina ou persistente no comportamento do seu pet, principalmente quando acompanhada de falta de apetite, vômitos ou diarreia, dificuldade para urinar ou defecar, alteração na respiração, fraqueza ou dificuldade para caminhar, vocalização diferente ou excessiva, isolamento, agressividade repentina, dor ou resistência ao toque.

Você não precisa esperar o animal “ficar muito doente” para procurar ajuda. Muitas doenças apresentam sinais discretos no início, e o diagnóstico precoce pode fazer toda a diferença no tratamento.

Conheça o normal do seu pet. Observe como ele come, bebe água, dorme, brinca, caminha e interage com a família. Quanto melhor você conhece a rotina do seu animal, mais fácil será perceber quando algo estiver diferente.

Seu pet pode não falar com palavras, mas está se comunicando o tempo inteiro. O segredo é aprender a observar.

Até a próxima sexta!

Na próxima edição da coluna Causa Animal em Foco, vamos falar sobre um assunto que precisa ser discutido cada vez mais: ter um pet vai muito além de oferecer comida e água. O que realmente significa ser um tutor responsável?

Dr. Edvaldo Montenegro
Médico-Veterinário – CRMV-PE 7431

Centro Veterinário Santo Antônio | (81) 98200-1615

Bezerros Hoje 23 anos- Compromisso com a Notícia.

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Centro Veterinário Santo Antônio: cuidado, atenção e responsabilidade para quem faz parte da sua família

Para quem considera um animal de estimação parte da família, escolher onde cuidar da saúde do seu pet é uma decisão que exige confiança e responsabilidade.

Não basta apenas tratar um sinal. É preciso investigar, acompanhar e entender cada paciente.

Foi com esse propósito que nasceu o Centro Veterinário Santo Antônio, em Bezerros: um espaço pensado para oferecer atendimento veterinário com responsabilidade, atenção e cuidado individualizado.

Cada paciente possui uma história. Dois animais podem apresentar o mesmo sinal e ter problemas completamente diferentes. Um vômito pode estar relacionado a uma alteração alimentar, mas também pode ser sinal de uma doença gastrointestinal, intoxicação, alteração renal ou até da presença de um corpo estranho. A falta de apetite também pode ter diferentes causas.

Por isso, a avaliação clínica é tão importante.

No Centro Veterinário Santo Antônio, o atendimento busca compreender o paciente como um todo. Histórico, rotina, alimentação, comportamento e sinais clínicos fazem parte da investigação, porque antes de pensar apenas no sintoma, é preciso entender o que está acontecendo com aquele paciente.

Estrutura para cuidar em diferentes momentos

A saúde de um animal pode exigir diferentes cuidados ao longo da vida. Em alguns momentos, prevenção e acompanhamento. Em outros, investigação, tratamento ou cuidados mais intensivos.

Por isso, o Centro Veterinário Santo Antônio conta com estrutura para oferecer:

• Consultas e atendimento clínico;
• Cirurgias;
• Internação;
• Exames;
• Atendimento de emergência.

O Centro Veterinário Santo Antônio foi pensado para acompanhar o seu pet em diferentes momentos da vida, da prevenção aos casos que necessitam de maior atenção.

Medicina Veterinária com responsabilidade e cuidado

Por trás de cada paciente existe uma família preocupada. Existe alguém esperando uma resposta, alguém que quer entender o que está acontecendo.

Por isso, acreditamos que o tutor também precisa ser ouvido e orientado durante o atendimento.

Nosso compromisso é trabalhar pela saúde e pelo bem-estar dos nossos pacientes, buscando uma Medicina Veterinária responsável, com atenção às necessidades individuais de cada animal.

Seu pet faz parte da sua história. E cuidar da saúde dele é permitir que essa história continue por muitos anos.

Centro Veterinário Santo Antônio
A saúde do seu pet em boas mãos.

Rua Santo Antônio, nº 171, 1º andar – Bairro Santo Antônio – Bezerros/PE
WhatsApp: (81) 98200-1615

Consultas • Atendimento clínico • Cirurgias • Internação • Exames • Emergências

Entre em contato e agende o atendimento do seu pet.

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Causa Animal em Foco

Férias sem preocupação: veja como viajar com seu pet de forma segura

As férias são um momento de descanso, lazer e novas experiências em família. E, para muitas pessoas, isso inclui a companhia dos seus animais de estimação. No entanto, para que a viagem seja tranquila, é fundamental planejar cada detalhe pensando também no bem-estar do seu pet.

Imagens/ Reprodução

Viajar com cães e gatos exige alguns cuidados que fazem toda a diferença. Antes de sair de casa, o primeiro passo é verificar se o animal está saudável. Uma consulta com o médico-veterinário permite avaliar as condições gerais de saúde, conferir se as vacinas e a vermifugação estão em dia e receber orientações específicas para o destino da viagem.

O transporte deve ser feito com segurança. Os cães devem utilizar cinto de segurança específico, cadeirinha ou caixa de transporte adequada ao seu porte. Já os gatos devem permanecer em caixas de transporte resistentes, confortáveis e bem ventiladas durante todo o percurso. Além de ser uma medida de segurança, isso reduz o estresse e evita fugas.

Em viagens mais longas, programe paradas para que o cão possa beber água, caminhar um pouco e fazer suas necessidades. Evite oferecer grandes refeições imediatamente antes da viagem, pois alguns animais podem apresentar enjoos. Leve sempre água fresca, a ração habitual e, se necessário, medicamentos de uso contínuo.

Ao chegar ao destino, observe atentamente o ambiente. Casas de praia, sítios e áreas rurais podem apresentar riscos, como piscinas sem proteção, plantas tóxicas, produtos químicos, animais peçonhentos e locais por onde o pet possa fugir. Manter o animal identificado com uma plaquinha contendo telefone atualizado é uma medida simples que pode evitar grandes transtornos. Sempre que possível, a microchipagem é uma excelente aliada na identificação.

Outro cuidado indispensável é com a temperatura. Nunca deixe seu animal sozinho dentro do carro, mesmo por poucos minutos. O interior do veículo aquece rapidamente e pode causar hipertermia, uma emergência veterinária que coloca a vida do pet em sério risco.

Se a viagem incluir hospedagem, confirme antecipadamente se o local aceita animais e conheça as regras de convivência. Isso garante mais conforto para todos e evita imprevistos durante a estadia.

Viajar com um pet é uma experiência gratificante quando há planejamento, responsabilidade e respeito às necessidades do animal. Afinal, eles também fazem parte da família e merecem aproveitar esses momentos com segurança.

Quando procurar um médico-veterinário?

Durante ou após a viagem, procure atendimento veterinário imediatamente se seu pet apresentar:

  • Dificuldade para respirar;
  • Vômitos ou diarreia persistentes;
  • Apatia intensa ou dificuldade para se levantar;
  • Tremores ou convulsões;
  • Recusa em comer ou beber água por um período prolongado;
  • Ferimentos, sangramentos ou suspeita de intoxicação.

O atendimento precoce pode ser decisivo para uma recuperação rápida e segura.

Dica do Veterinário

Uma viagem tranquila começa antes mesmo de pegar a estrada. Organize tudo com antecedência, leve os itens essenciais do seu pet e nunca improvise quando o assunto é a segurança dele. Pequenos cuidados evitam grandes problemas.

Até a próxima sexta! Na próxima edição da coluna Causa Animal em Foco, vamos conversar sobre um tema que desperta a curiosidade de muitos tutores: o que seu pet está tentando dizer? Você vai aprender a reconhecer comportamentos que podem indicar medo, estresse, dor ou até o início de uma doença.

Dr. Edvaldo Montenegro
Médico Veterinário – CRMV-PE 7431

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Quando é a Hora de Levar seu Pet ao Veterinário?

Por Dra. Rebeca Floro
Médica Veterinária | Centro Veterinário Santo Antônio

Quem ama cuida: saiba reconhecer os sinais de que seu pet precisa de atendimento veterinário

Quem ama cuida. E quem cuida sabe que nossos pets nem sempre conseguem demonstrar quando algo está errado. Como cães e gatos não falam, eles costumam expressar dor, desconforto ou doença por meio de mudanças no comportamento e em pequenos sinais que, muitas vezes, passam despercebidos.

Saber identificar esses sinais pode fazer toda a diferença no tratamento e, em muitos casos, salvar a vida do seu melhor amigo.

Situações que exigem atendimento veterinário imediato

Se o seu pet apresentar qualquer um dos sinais abaixo, procure atendimento veterinário o quanto antes.

Dificuldade para respirar

Respiração muito acelerada, esforço para respirar, respiração com a boca aberta (principalmente em gatos) ou língua arroxeada são sinais de emergência.

Traumas

Atropelamentos, quedas de locais altos, acidentes domésticos e brigas com outros animais podem causar lesões internas que nem sempre são visíveis.

Ingestão de substâncias tóxicas ou objetos

Chocolate, medicamentos humanos, produtos de limpeza, plantas tóxicas, venenos e objetos engolidos podem colocar a vida do animal em risco e exigem avaliação imediata.

Convulsões ou desmaios

Episódios de perda de consciência, tremores involuntários ou convulsões nunca devem ser ignorados.

Tentativa de urinar sem sucesso

Especialmente em gatos machos, entrar repetidamente na caixa de areia sem conseguir urinar é um dos principais sinais de obstrução urinária, uma emergência veterinária que pode levar ao óbito em poucas horas se não for tratada.

Vômito ou diarreia com sangue

Quando acompanhados de apatia, desidratação, febre ou quando ocorrem em filhotes e animais não vacinados, esses sinais exigem atendimento urgente.

Mudanças de comportamento também merecem atenção

Nem todo problema de saúde apresenta sinais físicos evidentes.

Se o seu pet ficou repentinamente agressivo, muito quieto, excessivamente carente, começou a se esconder, andar sem parar pela casa, vocalizar mais que o normal ou lamber insistentemente uma mesma região do corpo, ele pode estar sentindo dor, desconforto ou estresse.

Essas alterações comportamentais costumam ser os primeiros sinais de que algo não vai bem.

A prevenção continua sendo o melhor tratamento

Consultas de rotina permitem identificar doenças ainda em fase inicial, quando as chances de tratamento são muito maiores. Além disso, manter vacinas, vermifugação, controle de parasitas e exames periódicos em dia garante mais qualidade de vida e longevidade ao seu companheiro.

No Centro Veterinário Santo Antônio, nossa equipe está preparada para oferecer atendimento clínico, vacinação, exames laboratoriais, internação, cirurgias e atendimento de urgência, sempre com carinho, responsabilidade e dedicação.

Lembre-se: ao perceber qualquer alteração no comportamento ou na saúde do seu pet, não espere os sintomas piorarem. Quanto mais cedo o diagnóstico é realizado, maiores são as chances de uma recuperação rápida e segura.

Centro Veterinário Santo Antônio

Rua Santo Antônio, nº 171, 1º andar – Bairro Santo Antônio – Bezerros/PE
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“Cuidar é um ato de amor. E a prevenção é o maior gesto de cuidado que você pode oferecer ao seu pet.”

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Casos suspeitos de envenenamento de gatos voltam a causar revolta entre moradores de Bezerros

Perder um animal é sempre uma experiência dolorosa para os tutores. Quando a morte ocorre de forma precoce e em circunstâncias que levantam suspeitas de envenenamento, a tristeza dá lugar também à revolta e à preocupação.

Moradores do Residencial Bezerros denunciaram que, nos últimos dias, diversos gatos foram encontrados mortos em situações que levantam indícios de envenenamento. Em alguns casos, os animais faziam parte da rotina de famílias da comunidade, o que aumentou a comoção diante das ocorrências.

Assista a reportagem (bezerros24h)

O caso ganhou repercussão após reportagem produzida pelo Bezerros 24h, na qual o repórter Rinaldo Luiz esteve no residencial ouvindo moradores e registrando relatos sobre as mortes dos animais. Durante a cobertura, a equipe também relembrou um episódio semelhante registrado em março deste ano.

Na ocasião, uma denúncia anônima levou o Bezerros 24h e a equipe do Bezerros Vet até um prédio abandonado no bairro Santo Amaro I, onde diversos gatos, alimentados por moradores da região, foram encontrados mortos em circunstâncias que também levantaram suspeitas de envenenamento. O caso causou indignação entre os vizinhos e reforçou o alerta para a necessidade de investigação e responsabilização dos envolvidos, caso a prática criminosa seja confirmada.

O envenenamento intencional de cães e gatos configura crime de maus-tratos, quando comprovado. A conduta é prevista na Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998), com as alterações introduzidas pela Lei nº 14.064/2020, conhecida como Lei Sansão. A legislação prevê pena de reclusão de dois a cinco anos, multa e proibição da guarda de animais para os responsáveis.

Os casos recentes reforçam a preocupação de moradores e protetores da causa animal, que cobram uma apuração rigorosa para identificar os responsáveis e evitar que novos episódios semelhantes ocorram no município.

Quem tiver informações que possam contribuir com as investigações pode procurar a Polícia Civil ou utilizar os canais de denúncia disponibilizados . As informações podem ser repassadas pelo telefone (81) 99611-8520, além do Direct do Perfil (delegaciadebezerros_).

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Belinha, a “Delegata” da Delegacia, precisa de ajuda após atropelamento em Bezerros

Gatinha que faz parte da rotina da Delegacia de Bezerros sofreu fratura na pelve após atropelamento e precisa passar por cirurgia ortopédica.

Uma campanha solidária está mobilizando amigos, servidores e pessoas ligadas à Delegacia da cidade de Bezerros para ajudar no tratamento da gatinha Belinha, carinhosamente conhecida como a “Delegata“. Presença constante no local, ela conquistou o carinho de todos com seu jeito dócil, receptivo e afetuoso, tornando-se parte da rotina diária de quem trabalha e frequenta a unidade.

No último domingo (21), Belinha foi vítima de um atropelamento e sofreu uma fratura na pelve, lesão considerada grave e que exige atendimento veterinário especializado. De acordo com os responsáveis pela campanha, a gatinha precisará passar por uma cirurgia ortopédica, além de realizar exames, utilizar medicamentos e receber acompanhamento durante todo o período de recuperação.

Os orçamentos divulgados apontam que os custos com procedimentos, exames de imagem, anestesia, cirurgia e demais cuidados ultrapassam os R$ 6 mil, valor que motivou a realização de uma vaquinha solidária para arrecadar recursos.

Conhecida por circular tranquilamente pelos corredores da Delegacia e por acompanhar o dia a dia dos servidores, Belinha tornou-se uma figura querida no ambiente. Agora, a pequena guerreira precisa da mesma atenção e carinho que sempre ofereceu a todos ao seu redor.

Os organizadores da campanha reforçam que qualquer contribuição pode fazer a diferença, independentemente do valor. Quem não puder colaborar financeiramente também pode ajudar compartilhando a iniciativa para que ela alcance mais pessoas.

Como ajudar

As pessoas interessadas em contribuir com o tratamento de Belinha podem realizar doações por meio da chave Pix disponibilizada pelos responsáveis pela campanha:

Chave Pix (e-mail): marialuizatula@gmail.com
Titular: Maria Luiza F. Lima
Banco: Neon

A expectativa é que, com o apoio da população, Belinha consiga realizar todo o tratamento indicado pela equipe veterinária e tenha a oportunidade de se recuperar plenamente.

Mais informações, atualizações sobre o estado de saúde da gatinha e a evolução da campanha podem ser acompanhadas através do perfil responsável pela iniciativa nas redes sociais. ( delegaciadebezerros_)

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Centro Veterinário Santo Antônio é inaugurado e já está em funcionamento em Bezerros

Bezerros acaba de ganhar um novo espaço dedicado à saúde e ao bem-estar dos animais.

O Centro Veterinário Santo Antônio foi oficialmente inaugurado e já está em pleno funcionamento, oferecendo atendimento veterinário com estrutura moderna, equipe qualificada e diversos serviços para cães e gatos.

Localizado no Bairro Santo Antônio, o centro veterinário chega com a proposta de proporcionar um atendimento humanizado, acessível e de qualidade para os tutores e seus pets.

Entre os serviços já disponíveis estão:

Consultas veterinárias; Vacinação; Exames laboratoriais; Internamento; Cirurgias e Atendimento clínico geral.

Segundo a direção da clínica, o objetivo é oferecer um acompanhamento completo da saúde animal, desde a prevenção até procedimentos mais complexos, garantindo segurança e conforto para os pacientes.

“O Centro Veterinário Santo Antônio nasce com o compromisso de cuidar da saúde dos animais com responsabilidade, dedicação e carinho, oferecendo à população de Bezerros uma estrutura preparada para atender as mais diversas necessidades dos pets.”

Horário de funcionamento

Segunda à sexta-feira: 08h às 12h e das 14h às 18h.

Sábados de 08h às 12h

Endereço: Rua Santo Antônio, nº 171, 1º Andar
Bairro Santo Antônio – Bezerros/PE

WhatsApp: (81) 98200-1615

A inauguração marca mais um importante investimento na área da medicina veterinária em Bezerros, ampliando o acesso da população a serviços essenciais para a saúde e qualidade de vida dos animais de estimação.

Centro Veterinário Santo Antônio – A saúde do seu pet em boas mãos.

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Emergências, cirurgias e internação: Bezerros ganhará novo Centro Veterinário com atendimento humanizado.

A cidade de Bezerros contará, em breve, com um novo espaço dedicado ao cuidado e bem-estar animal: o Centro Veterinário Santo Antônio.

A proposta da clínica é oferecer um atendimento completo, reunindo serviços essenciais como clínica geral, cirurgias, atendimento de emergência e internação, tudo com foco na responsabilidade e no cuidado com cada paciente.

Com uma abordagem acessível e humanizada, o centro chega com o objetivo de atender à crescente demanda por serviços veterinários de qualidade na região, garantindo mais segurança e tranquilidade para os tutores.

De acordo com o médico-veterinário responsável, a ideia é unir conhecimento técnico com atenção individualizada.

“Nosso objetivo é oferecer um atendimento de confiança, com responsabilidade e cuidado real com os animais. Cada paciente será tratado com a atenção que merece.”

A inauguração está prevista para este mês, e a expectativa é que o espaço se torne referência no atendimento veterinário em Bezerros e região.

Siga nosso Instagram @cv.santoantonio

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Atenção tutores de cães e gatos! Faça o RG gratuitamente do seu pet através do “SinPatinhas” do Governo Federal

O SinPatinhas – Sistema do Cadastro Nacional de Animais Domésticos é uma ferramenta pública, gratuita e digital criada pelo Governo Federal para registrar cães e gatos em todo o território nacional.

Coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, o SinPatinhas é uma das principais entregas do ProPatinhas – Programa Nacional de Proteção e Manejo Populacional Ético de Cães e Gatos.

Seu objetivo é tirar os animais da invisibilidade, reunindo dados essenciais para o planejamento de políticas públicas de bem-estar animal, como castração, vacinação, microchipagem e ações de enfrentamento ao abandono e aos maus-tratos.

O cadastro é simples, rápido e seguro. Basta fazer login com a conta Gov.br na página do sistema SinPatinhas. O sistema preenche automaticamente os dados do tutor, que só precisa inserir as informações do animal. Ao final, é gerada uma carteirinha digital com QR Code, que pode ser fixada na coleira e facilita a identificação e devolução do animal em caso de perda.

SinPatinhas foi desenvolvido com base em ampla escuta social e contou com apoio técnico do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV).

Quem pode se cadastrar?

  • Tutores (pessoas físicas ou jurídicas)
  • Médicos-veterinários, clínicas e hospitais veterinários
  • ONGs e protetores independentes
  • Estados e municípios, que podem aderir gratuitamente e integrar suas políticas locais de bem-estar animal ao sistema.

Por que registrar?

Porque sem dados, não há política pública. O SinPatinhas é um passo essencial para garantir que cada animal seja visto, cuidado e protegido com responsabilidade e respeito.

Cadastre o seu pet clicando aqui: SinPatinhas

Quem ama, registra.

Fonte: https://www.gov.br/mma/pt-br/composicao/sbio/dpda/programas-e-Projetos/sinpatinhas

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Termina hoje as inscrições para o cadastramento destinado ao recebimento de ração para cães e gatos

Se você é cuidador(a) de animais, faz parte de ONG ou atua na proteção animal, essa é a oportunidade de se cadastrar para o programa de distribuição de ração do município.

As rações foram arrecadadas durante a “Corrida por um Caramelo”, fortalecendo uma corrente de solidariedade em prol da causa animal.

O prazo segue até hoje, 28 de abril, conforme o Edital nº 002/2026-SADS.

As inscrições estão sendo realizadas na Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Sustentável. 

Imgem/contéudo: Bezerros PE Oficial.

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Prefeitura de Bezerros abre chamamento público para distribuição de ração para cães e gatos, arrecadadas na “1ª Corrida por um Caramelo”

Na última sexta-feira 10, a Prefeitura de Bezerros divulgou oficialmente o Chamamento Público que ocorrerá para distribuição de aproximadamente 1,5 tonelada de ração seca para cães e gatos.

Para se inscrever e ser selecionado para receber a ração, os(as) candidatos(as) interessados tem apenas 10 dias úteis contando a partir desta sexta-feira 10, data em que foi divulgado e publicado o edital.

As rações que serão distribuídas para cães e gatos totalizam cerca de 1,5 tonelada, montante esse, que foi arrecadado na “1ª Corrida por um Caramelo” que aconteceu no mês de março deste ano.

De acordo com publicação da Prefeitura de Bezerros, o local para as inscrições é na Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Sustentável, no horário das 7:00 às 13 horas.

Os critérios para participar do processo são específicos para ONGs, entidade sem fins lucrativos e protetores independentes (maiores de 18 anos) e estejam atuando na causa animal em Bezerros, estando também dentro dos critérios que foram estabelecidos através do referido edital.

O edital pode ser acompanhado através do link abaixo:

EDITAL – Chamamento Público N°002_2026 – Prefeitura Municipal de Bezerros | Portal Oficial

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Prefeitura de Caruaru estende funcionamento da AME Animal para fins de semana e feriados com atendimento de urgências e emergências

Agora a Ame Animal vai funcionar também aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 16h, para casos de urgência e emergência.

De acordo com a Prefeitura de Caruaru, a ampliação do serviço aos pets, com ampliação de funcionamento objetiva-se a garantir assistência imediata aos animais em situações críticas.

Confira quais casos são considerados urgências e emergências:

  • Envenenamento;
  • Atropelamento;
  • Intoxicação;
  • Hemorragias;
  • Obstrução urinária;
  • Parto distócico.

Prefeitura Municipal de Caruaru.

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