OPERAÇÃO ABISMO RESPINGA EM BEZERROS; PREFEITO DEMONSTRA-SE INDIGNADO

A operação da Polícia Federal Abismo, que apurou fraudes praticadas no Município do Cabo de Santo Agostinho, onde mais de R$ 92 milhões dos recursos da previdência dos servidores foram desviados por meio de aplicações em títulos podres, culminando com a prisão do prefeito Lula Cabral, respingou em Bezerros e Gravatá.

Na operação, a Polícia Federal apurou que vários municípios pernambucanos estariam sendo assediados pela quadrilha presa na semana passada. A interceptação de diálogos realizados em dezembro de 2017 revelou diversos municípios da Paraíba e de Pernambuco no foco dos desvios, com previsão de que arrecadassem, somente em janeiro de 2018, pelo menos R$ 50 milhões, inclusive apontando percentuais de propinas.

O blog da Noeli Brito, que trouxe as informações à tona, teria consultado os Portais da Transparência dos Municípios de Gravatá e Bezerros e constatou que em ambos inexistem informações sobre as aplicações dos recursos da Previdência de seus servidores, “…não sendo possível, ainda, confirmar se naqueles Municípios foram efetivadas as mesmas fraudes que foram perpetradas no Cabo de Santo Agostinho. Entretanto, a falta de transparência quanto a essas informações já é motivo suficiente para que o TCE/PE e o MPPE com atuação naqueles Municípios entrem em ação para obrigá-los a cumprir a legislação que impõe às prefeituras obrigação de transparência com relação a esse tipo de informação”, conclui a reportagem.

O prefeito Branquinho conversou com a reportagem a respeito da denúncia e demonstrou-se indignado com a acusação. Ele prometeu acionar o blog na justiça no tocante a informação de que dados do IPREBE não constam no Portal da Transparência, o que, segundo ele, não procede. O prefeito afirmou ainda que o município tem saldo devedor para com o IPREBE e que dividiu em parcelas dentro da lei. Por fim, fez um desabafo quanto as acusações injustas ‘que só estimulam homens de bens a se afastarem da política’.  A assessoria de Comunicação do Município divulgou nota  refutando as acusações.

 SIGA LINK NOTA DE REPÚDIO

A reportagem completa do Blog da Noeli Brito você acessa aqui

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COLUNA FOGO CRUZADO – POR INALDO SAMPAIO

Partido de Bolsonaro ficará apenas com 10% das cadeiras da Câmara Federal

O presidenciável Jair Bolsonaro disse em entrevista à Rádio Folha que não gostaria de que o pernambucano Luciano Bivar fosse candidato à presidência da Câmara na eleição que se realizará em fevereiro próximo. Bivar é filiado ao mesmo partido dele (PSL) e isso poderia estreitar sua eventual base de sustentação política naquela Casa. Sendo assim, entende que o substituto de Rodrigo Maia não deve pertencer ao mesmo partido do presidente da República. Foi a primeira decisão correta do candidato líder nas pesquisas, cujo partido elegeu apenas 52 deputados federais – 10% do total de cadeiras da Câmara, perdendo apenas para o PT que elegeu 56. O PSL, sendo o maior partido da coalizão bolsonarista, poderia muito bem reivindicar a presidência e Bivar tinha a primazia por ser o mais antigo no partido e já ter sido o seu presidente nacional. Além disso, foi o responsável pela entrada de Bolsonaro nos quadros da legenda. Porém, Bolsonaro é deputado e sabe que o presidente da República precisa do apoio de pelo menos 308 deputados para aprovar reformas constitucionais, e abrindo mão da presidência da Câmara pode construir com mais facilidade essa maioria. Bivar tem o apoio dele para fazer parte da mesa diretora, mas o sonho de presidir a Casa está adiado em nome da governabilidade.

Visita protocolar

Deputado estadual eleito, Fabrízio Ferraz (PHS), que chegará à Assembleia Legislativa com apenas 17.729 votos, já foi recebido em Palácio por Paulo Câmara, a quem comunicou que fará parte da futura bancada governista. Ele foi acompanhado pelo prefeito de Floresta, Ricardo Ferraz (PRP) e o secretário de Projetos Especiais da PCR, João Guilherme Ferraz.

A menor – Fabrízio Ferraz obteve menos votos que 10 deputados que não foram reeleitos: Socorro Pimentel (PTB), Zé Humberto (PTB), Augusto César (PTB), Dr. Valdi (PP), Vinicius Labanca (PP), Beto Acyoli (PP), João Eudes (PP), Zé Maurício (PP), Eduíno (PP) e Ricardo Costa (PP).

A maior – Dos 25 deputados federais eleitos em Pernambuco, o que teve menos votos foi Fernando Rodolfo (PHS): 52.824. Tiveram mais votos do que ele, mas não foram reeleitos, os deputados João Fernando Coutinho (PROS), Kaio Maniçoba (SD) e Zeca Cavalcanti (PTB).

A decepção – Tiveram menos de 1/3 dos votos que esperavam os deputados federais não reeleitos Adalberto Cavalcanti (37.369), Marinaldo Rosendo (36.367) e Betinho Gomes (20.026). O candidato André Carvalho (PPS), diretor da Rádio Maranata, obteve apenas 25.223.

Sem deputado – Ainda não foi desta vez que o Sertão do Araripe conseguiu eleger um filho da terra para a Câmara Federal. O presidente do CREA, Evandro Alencar (PRTB), de tradicional família de Araripina, não conseguiu sensibilizar os conterrâneos. Obteve apenas 9.112 votos.

A troca – Uma das apostas do PT nessas eleições era o deputado estadual Odacy Amorim, que pleiteou uma vaga na Câmara Federal. Ele obteve apenas 40.050 votos. Já sua mulher, Dulcicleide (PT), elegeu-se para a Assembleia Legislativa com apenas 22.359 votos.

Na multidão – O ex-deputado José Genoíno, que já foi presidente nacional do PT, foi visto anteontem em Fortaleza no grande comício realizado por Haddad na Praça do Ferreira.

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GRAVATÁ: Governador reuniu prefeitos e lideranças em encontro pró-Haddad

Reeleito no primeiro turno em Pernambuco, o governador Paulo Câmara (PSB) reuniu, na tarde de sexta-feira (19), um grande conjunto de prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, deputados e lideranças políticas pernambucanas para reafirmar o apoio ao presidenciável Fernando Haddad (PT) no segundo turno das eleições 2018. Cerca de mil líderes de todas as regiões do Estado lotaram o Centro de Convenções do Hotel Canariu’s, em Gravatá, no Agreste, para confirmar que estão ao lado de Paulo e Haddad para garantir dias melhores no Brasil.

Durante o encontro, Paulo fez um agradecimento às lideranças pelo apoio dado no primeiro turno em Pernambuco e pediu que a mobilização se repita na campanha de Haddad, sobretudo nesta reta final que antecede o pleito. “O desafio que nós temos até dia 27 é importante e necessário. O Brasil já está dando passos para trás e a gente não pode deixar dar passos mais largos ainda. Vamos em frente nesta última semana. Vocês viram no primeiro turno que na última semana aconteceu muita coisa. Não vamos desistir do Brasil e vamos mostrar essa resistência em Pernambuco”, afirmou.

O socialista destacou que a força do Nordeste será primordial para garantir resultados expressivos em favor de Haddad e lembrou os avanços promovidos na gestão do ex-presidente Lula, sobretudo na região. “O caminho de Lula de diminuir desigualdade sociais e regionais, de gerar emprego e renda são valores que não podemos deixar escapar de maneira nenhuma. Falar nisso é falar de futuro. O que a gente já conhece e sabe que dá certo. Haddad representa isso. Ele teve pouco tempo de mostrar na campanha e está se esforçando no segundo turno. As fake news estão espalhadas e com grupos poderosos por trás disso, como foi noticiado. Mas a verdade sempre estará na frente”, defendeu o governador.

Eleita vice-governadora, a presidente nacional do PCdoB, Luciana Santos, destacou que a eleição de Bolsonaro representa uma ameaça ao Brasil e que é preciso dialogar com a população e mostrar o melhor projeto presidencial. “Ele representa o que há de pior na política. Precisamos, portanto, fazer o debate de ideias. A primeira semana após o primeiro turno foi de violência política. Esta candidatura (de Bolsonaro) está fazendo caixa dois e financiamento eleitoral. É a junção de crimes cometidos com as fake news. Pernambuco vai demonstrar que tem altivez. Vamos garantir a vitória do que representa o legado do melhor presidente que já tivemos, que foi Lula”, declarou.

O senador reeleito Humberto Costa (PT) e Dani Portela (PSol) destacaram, respectivamente a disparidade entre os projetos representados por Fernando Haddad e Jair Bolsonaro, risco que o o candidato oposto apresenta para o Brasil e a união realizada na segunda etapa do pleito em favor de Haddad.

Já o chefe executivo de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB)n, representando mais de 100 prefeitos pernambucanos que participarm do encontro, reforçõu reforçou a necessidade de cada liderança municipal no pleito que se aproxima. Ele também falou da importância da vitória de Haddad para garantir as parcerias entre Pernambuco e o Governo Federal. “Não podemos baixar a cabeça e nos omitir. Esta é a hora de demonstrarmos força, coragem e autonomia. Eleição se ganha no dia com o voto. Vamos trabalhar e mostrar a liderança de Paulo Câmara garantindo uma vitória expressiva de Haddad”, pontuou.

Blog do Magno

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FOGO CRUZADO – POR INALDO SAMPAIO

Coluna Fogo Cruzado – 20 de outubro de 2018

O PSB de Pernambuco reuniu ontem os seus prefeitos em Gravatá para pedir-lhe mais empenho na campanha de Fernando Haddad à Presidência da República. Com isto, o PSB está cumprindo o compromisso assumido com os petistas ainda no primeiro: o PT “rifaria” a candidatura de Marília Arraes ao Governo de Pernambuco e, em troca, o PSB “rifaria” a candidatura de Márcio Lacerda ao Governo de Minas. Cada qual fez um gol nesse jogo. O PSB reelegeu Paulo Câmara, algo que talvez não conseguisse sem o apoio do PT, e os petistas garantiram a reeleição do senador Humberto Costa, algo que também não ocorreria se ele não tivesse sido candidato pela Frente Popular. A reunião com os prefeitos foi apenas para “cumprir tabela”, já que eles nada poderão fazer para evitar a derrota de Haddad. Já deram seu sangue para reeleger o atual governador e agora vão cuidar das eleições de 2020 que é muito mais negócio. Afinal, de que adiantará pedir votos para um candidato a presidente da República que está 20 pontos percentuais abaixo do seu oponente, Jair Bolsonaro? Nem os prefeitos vão perder tempo com isto e nem os eleitores seguem orientação de prefeito em eleição presidencial.

E se Patrícia quiser ser candidata?

Até prova em contrário, não passa pela cabeça da delegada Patrícia Domingues trocar a Polícia Civil pela carreira política. Mas se ela decidir se candidatar a vereadora pelo Recife em 2020, poderá repetir o fenômeno Gleide Ângelo, que se elegeu deputada estadual pelo PSB com mais de 400 mil votos.

Perda de tempo – A essa altura do 2º turno, não adianta mais o PT mostrar aos brasileiros quem é Jair Bolsonaro: saudosista do golpe militar de 64, defensor da tortura para arrancar confissões e fã de um torturador condenado pela Justiça: o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, falecido em 2015. Mais de 50 milhões de brasileiros querem Bolsonaro na Presidência da República. E ponto final.

Manifesto – O presidente da Adufepe, professor Edeson Siqueira, entregou ontem a Fernando Haddad (PT), no RJ, manifesto de apoio subscrito por professores de todas as Universidades de Pernambuco. Eles defendem também mais recursos para as universidades públicas.

Encerramento – Haddad (PT) escolheu o Recife para encerrar sua campanha eleitoral, na próxima quinta-feira, confiando na força da Frente Popular. Afinal, foi em Pernambuco que ele realizou os dois maiores atos de sua campanha, um em Recife e outro em Petrolina.

Ao penta – O deputado estadual eleito José Queiroz (PDT), que já foi quatro vezes prefeito de Caruaru, está se animando para ir ao penta. Se houver acordo com o deputado reeleito Tony Gel (MDB), que indicaria o vice, ele toparia concorrer.

Repeteco – Se as pesquisas estiveram certas, Bolsonaro vai ganhar de novo em todas as regiões do Brasil, exceto no Nordeste, onde o PT reelegeu três governadores (PI, CE e BA) e poderá eleger um quarto: Fátima Bezerra (RN). Na região Haddad tem ainda o apoio dos governadores de PE, AL, PB e MA.

Décimo garantido – Como á receita de impostos em Pernambuco, especialmente o ICMS, o 13º salário dos servidores públicos estaduais está garantido e deverá ser pago junto com o salário de dezembro.

Gol de placa – O PSB terá feito um gol de placa de conseguir reeleger Márcio França para o governo de São Paulo, que automaticamente assumiria a liderança nacional do partido.

Boi manso – Do ex-prefeito de São José do Egito, Antonio Valadares (sem partido), sobre o 1º turno da eleição: “Votei em Armando (PTB) pra governador, mas ele é muito desanimado. Parece um boi manso. Candidato tem que animar a militância, ou, do contrário, não ganha a eleição”.

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Fogo Cruzado -por Inaldo Sampaio

Brejinho, de apenas 7 mil habitantes , conseguiu colocar todas as suas crianças na escola

Numa hora em que a “segurança” é a principal bandeira de campanha do candidato a presidente, Jair Bolsonaro, que está, como ele próprio diz, com uma “mão na faixa”, alegra saber que em 11 pequenos municípios de Pernambuco, quatro dos quais localizados no Pajeú, não se registrou nenhum crime de morte de janeiro a setembro deste ano. Foram eles Quixaba, Santa Terezinha, Calumbi e Brejinho. O que ainda amedronta a população desses municípios é o risco de explosão de caixas eletrônicos, o que a deixa sem serviços bancários por longo tempo. Todavia, no que diz respeito aos assassinatos, está prevalecendo a cultura da paz. Não era à toa, por exemplo, que Miguel Arraes considerava o Pajeú a região “mais politizada” do Estado. Impressionava-o, sobretudo, a quantidade de artistas que existem na região, especialmente cantores, escritores, compositores e poetas populares, apesar do seu déficit de representação na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal.

Historicamente, vota-se mais em “candidatos de fora” do que em “candidatos da região”, mas isso é outra história. Conforta saber que um município pequeno como Brejinho, com pouco mais de 7 mil habitantes, na divisa com a Paraíba, passou mais de uma década sem registrar um único homicídio e que tem todas as suas crianças na escola. Essa cultura de paz que há no município foi iniciada há mais de 20 anos pelo ex-prefeito José Vanderley e teve continuidade com a atual, Tânia Maria. Ambos são do PSB.

Pergunta-se, então: se Brejinho, que sobrevive apenas do FPM, conseguiu zerar sua taxa de homicídios este ano e pôr todas as suas crianças na escola, por que os municípios grandes não podem fazer o mesmo?

TSE cassaria a chapa?

O PDT vai requerer ao TSE a anulação do 1º turno da eleição presidencial depois que a Folha de São Paulo noticiou que empresários bolsonaristas gastaram 12 mil para comprar um pacote de “fake news” para divulgar nas redes sociais. Há 2 anos, por 4 votos contra 3, o TSE manteve o registro da chapa Dilma/Temer. Mas iria ao extremo de cassar a chapa Bolsonoro/Mourão?

Muito prazer! – Erick Lessa (PP), deputado estadual eleito, conhecido em Caruaru como “Delegado Lessa”, já esteve na Assembleia Legislativa para conhecer suas instalações. Foi recebido pelo colega reeleito, Joaquim Lira (PSD), filho do ex-prefeito de Vitória, Elias Lira.

O gesto – O ex-deputado Ayrinho (PSB) não esquece um “gesto humanitário” do governador de SP e candidato à reeleição, Márcio França (PSB). Foi diagnosticado no Recife com uma doença degenerativa e, por sugestão de Eduardo Campos, foi a SP em busca de tratamento. Lá, França arranjou-lhe hospital e colocou um carro à sua disposição.

A fusão – O presidente da Contag, Aristides Santos, irmão do deputado federal eleito Carlos Veras (PT), presidente da CUT-PE, acha que a proposta de Bolsonaro de fundir o Ministério da Agricultura como do Meio Ambiente “não dará certo”. E vai provar que está com a razão.

Às ruas – Mesmo Bolsonaro tendo sido majoritário no Recife, no 1º turno, os partidos da Frente Popular, que apoiam Haddad, pretendem fazer uma “passeata de arromba” no centro da cidade, na próxima 5ª feira, com a presença do petista. Todos os prefeitos do PSB foram convidados.

Pelo mandato – O deputado federal eleito, João Campos (PSB), já avisou ao partido que não aceitaria eventual convite de Paulo Câmara para integrar o seu secretariado. Quer exercer seu mandato, em Brasília, a fim de conhecer os “meandros do Congresso”, como fez o seu pai.

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Fogo Cruzado- por Inaldo Sampaio

General eleito pelo PSL do RN é a prisão e o impeachment de ministros do Supremo

Impulsionados pela força do bolsonarismo, dezenas de policiais civis e militares se elegeram para as casas legislativas do país. Em Pernambuco o saldo foi modesto, mas ainda assim o Estado não passou em branco. Elegeram-se os delegados Gleide Ângelo e Erick Lessa e o ex-soldado Joel da Harpa, sendo que a primeira foi a campeã de votos para a Assembleia Legislativa, obtendo votação recorde na história política do Estado. Os três estarão na linha de frente em defesa de suas instituições, assim como ex-secretário de Segurança, Antonio Moraes, delegado de polícia aposentado. São Paulo também surfou na onda bolsonarista, elegendo para senador o deputado federal Major Olímpio, filiado ao PSL, sem esquecer também que um cabo do Rio de Janeiro, Daciolo, que se elegeu à Câmara Federal em 2014 após liderar uma greve de bombeiros militares, disputou este ano a Presidência da República pelo Patriotas e obteve mais votos que Marina Silva. No entanto, o que chamou mesmo atenção foi a eleição de dois generais para deputado, um em São Paulo e outro no Rio Grande do Norte, defendendo as mesmas teses de Jair Bolsonaro para a área de segurança. Como eles já vestiram o pijama, nada mais os impede de participar do processo eleitoral, assim como faz o general Hamilton Mourão, vice do candidato líder nas pesquisas. Oxalá o discurso de alguns não contamine os que estão na ativa, nem resvale para o desrespeito à Constituição, dado que não deixa de ser preocupante o general Eliéser Girão Monteiro Filho, deputado estadual eleito pelo PSL potiguar, estar defendendo o impeachment e a prisão de ministros do STF que ordenaram a soltura do ex-ministro José Dirceu e os ex-governadores Beto Richa (PR) e Marconi Perillo (GO). Espera-se que se trate de um caso isolado, e que o futuro presidente da República fique longe disto.

Faz parte da política

Sílvio Costa (Avante) disse ontem que sua reconciliação com o senador eleito Jarbas Vasconcelos (MDB) “faz parte da política”, e que não poderia se negar a apertar a mão de quem o procurou para fazer as pazes. Se isso “faz parte da política”, o deputado erro ao ter atacado Jarbas por ter-se aliado ao PT, porque, afinal de contas, isso também “faz parte da política”.

A vitória – Embora não tenha sido reeleita à Assembleia Legislativa, Laura Gomes (PSB) exaltou ontem a vitória do “socialismo democrático” em Pernambuco capitaneada pela eleição de João Campos para deputado federal e de Gleide Ângelo para estadual, ambos com mais de 400 mil votos.

Apenas um – A partir de fevereiro, o município de Limoeiro terá apenas um deputado, Ricardo Teobaldo (Podemos), reeleito para a Câmara Federal. Seu irmão, José Humberto, deputado estadual e presidente regional do PTB, não foi reeleito, algo muito lamentado por seus colegas.

Nas ruas – Em muitas cidades do interior, a eleição municipal de 2020 já está nas ruas. Zeca Cavalcanti (PTB) para prefeito de Arcoverde, Guilherme Uchoa Júnior (PSC) para prefeito de Igarassu, Tony Gel (MDB) para prefeito de Caruaru, Augusto César (PTB) para prefeito de Serra Talhada, e assim por diante.

Tapa-buraco – Uma as primeiras ações do governo Paulo Câmara a partir de janeiro será a “operação tapa-buraco”, já que grande parte das rodovias estaduais está em estado deplorável. Esse compromisso foi assumido pelo governador reeleito em sua campanha eleitoral.

Ao arquivo – Eleita para a Câmara Federal, a vereadora Marília Arraes (PT) não guarda mágoas do seu partido por tê-la impedido de disputar o cargo de governadora nas últimas eleições. Quer seguir “olhando para frente”, sem abrir mão dos compromissos que tem com o ideário político que foi defendido por seu avô, Miguel Arraes, até à morte.

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FOGO CRUZADO – POR INALDO SAMPAIO

Se Bivar não disputar agora a presidência da Câmara Federal, amanhã pode ser tarde demais 

O pernambucano Luciano Bivar não é propriamente um veterano na Câmara Federal porque agora é que irá cumprir seu terceiro mandato naquela Casa. Todavia, reúne as condições políticas mínimas para ser o seu próximo presidente, desde que acredite que isto é possível. Em primeiro lugar, a Casa teve 50% de renovação e os velhos cabos eleitorais do atual presidente, Rodrigo Maia, não estarão mais lá em 2019, fazendo com que o deputado fluminense tenha se inviabilizado como candidato à reeleição. Maia viabilizou-se em meio a uma crise, que foi a saída de Eduardo Cunha da presidência, com apoio do presidente Michel Temer e dos partidos de esquerda. Em segundo lugar, os cerca de 250 novos parlamentares que irão tomar posse em fevereiro próximo talvez nem conheçam Rodrigo Maia. Logo, não têm qualquer compromisso com a reeleição dele. É esse vácuo que poderá ser preenchido pelo deputado Luciano Bivar, cujo partido (PSL) saiu das urnas com a segunda maior bancada da Câmara Federal (52 parlamentares). Por último, Bivar contaria com o apoio do virtual futuro presidente da República, Jair Bolsonaro, a quem cedeu a legenda do PSL para se candidatar. Só precisa crer que a vitória é possível, como Severino Cavalcanti acreditou e chegou lá, e ter uma conversa com os líderes dos outros partidos para montar uma chapa proporcionalmente representativa do tamanho das bancadas, algo que poderá ser feito após o segundo turno da eleição presidencial. O cavalo está selado à sua espera e se ele não montar agora talvez não tenha outra chance no futuro. Como escreveu o poeta, “quem sabe faz a hora, não espera acontecer”.

O destino na vida do capitão

Bolsonaro está há 28 anos na Câmara Federal e sempre fez parte do baixo clero. Nunca integrou a mesa diretora, nem ocupou cargo de líder ou vice-líder do governo ou da oposição. Não gosta da tribuna, nem de fazer parte de comissões, e tem pouquíssimos amigos no Congresso, nenhum deles de Pernambuco. Apesar de tudo isto, está a um passo de tornar-se presidente da República.

O fiasco – No início deste ano, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, pousou em Cajazeiras (PB), terra do seu pai, César Maia, como pré-candidato do DEM a presidente da República. Recuou porque só tinha 1% na pesquisa, e disputou à reeleição. Resultado: 74 mil votos.

O capital – Paulo Câmara (PSB), governador reeleito, venceu em 149 dos 184 municípios pernambucanos e vai tentar transferir esse capital político para Fernando Haddad (PT) neste 2º turno da eleição presidencial. Armando Monteiro (PTB), que venceu em 25, está calado.

As trocas – O governador deverá fazer no 2ª mandato o que fez Eduardo Campos após ser reeleito em 2010: um governo “novo” com “peças” velhas. Nenhum secretário foi repetido na pasta em que se encontrava. Todos foram remanejados para outras funções.

Era ele – Márcio França (PSB), governador de SP e candidato à reeleição, sempre que pode reverencia a memória de Eduardo Campos, que foi presidente nacional do seu partido. Ele diz que se Eduardo não tivesse morrido em 2014, seria hoje o presidente da República.

Levou tudo – As extraordinárias votações obtidas por Gleide Ãngelo (PSB) para deputada estadual e por João Campos (PSB) para deputado federal (mais de 400 mil votos) inviabilizou a eleição de muitos candidatos do governo e da oposição. A delegada obteve 11 mil votos em Abreu e Lima sem o apoio de ninguém.

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FOGO CRUZADO – POR INALDO SAMPAIO

Bolsonaro será o primeiro fardado eleito depois do general Eurico Gaspar Dutra

Partidos de esquerda como o PT, o PSB, o PCdoB e o PSOL defendem a criação de uma “frente democrática” para enfrentar Jair Bolsonaro neste segundo turno da eleição presidencial. A intenção pode até ser boa, mas o resultado será ineficaz, pois quem tinha de aderir ao candidato do PT já o fez na noite do domingo do primeiro turno, como o ex-candidato do PSOL, Guilherme Boulos e a direção nacional do PSB. Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT) não votam em Bolsonaro, “de jeito nenhum”, mas também não garantem apoio ao ex-prefeito de São Paulo. Esta é também a posição do ex-candidato do PSDB, Geraldo Alckmin. Além do mais, “frentes democráticas” em regime democrático não têm apelo eleitoral algum. Só teria se ainda vivêssemos sob um regime autoritário, o que não é caso. Os eleitores, em sua maioria, já fizeram sua opção no primeiro turno e nada indica que irão mudar de opinião neste segundo. Bolsonaro será novamente majoritário em todas as regiões do país, à exceção do Nordeste, onde o ex-presidente Lula ainda é mitificado. Por outro lado, Haddad já esgotou seu arsenal de acusações ao candidato do PSL, sendo que ele não foi suficiente para tirar-lhe a condição de favorito, conforme mostram quatro pesquisas divulgadas nos últimos 8 dias: uma do Datafolha, uma do Ibope, uma do Ipespe e outra do BTG Pactual. Bolsonaro já pode se considerar o futuro presidente da República, sendo o primeiro militar a chegar ao Planalto pelo voto direto e secreto depois do general Eurico Dutra. Se dará certo ou não à frente do governo, o tempo dirá.

Como virar o jogo?

Para cumprir o compromisso com o PT, que o apoiou em troca da retirada da candidatura de Marília Arraes ao governo estadual, Paulo Câmara reunirá na próxima sexta-feira os principais líderes dos partidos da Frente Popular para definir como será feita a campanha de Haddad em Pernambuco neste 2º turno da eleição presidencial. Até agora, o desânimo é total.

Só 14 – Eleito deputado federal com mais de 400 mil votos, João Campos (PSB) desfez ontem o mito de que fora apoiado por quase todos os prefeitos do PSB. Dos 70 que o partido tem, só foi apoiado por 14, que lhe deram 88 mil votos. Os outros 370 mil foram votos espontâneos.

De férias – Reeleito deputado estadual, Antonio Moraes (PP) fez a “festa da vitória” em Macaparana, sua terra. O convite dizia que a concentração seria em frente à casa do “prefeito de férias”, Paquinha (PSDB), do seu grupo político. Paquinha foi eleito em 2016, mas perdeu a reeleição para Maviael Cavalcanti (DEM). Moraes dá o retorno dele como certo em 2020.

Vem pra cá – Coordenador da campanha de Bolsonaro, em Olinda, no 1º turno, o ex-prefeito José Arnaldo (PSL) está tentando convencer o prefeito Lupércio (SD) a apoiar o capitão.

A frente – Bolsonaro deve derrotar Haddad neste 2º turno por uma diferença superior a 20 milhões de votos, segundo todas as pesquisas, inclusive a do Ibope divulgada ontem.

O time – Meirelles, ao ser convidado por Temer para o Ministério da Fazenda, exigiu “carta branca” para comandar toda a área econômica e montou uma equipe que foi elogiada por gregos e troianos. Paulo Guedes, o “Meirelles” de Bolsonaro, ainda não tem nomes para montar o seu time.

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Eriberto segue para a reeleição na presidência da ALEPE

Aliado do vereador Gabeira (PP), Eriberto Medeiros deve ser reeleito presidente da ALEPE

Passado o processo eleitoral quando foram eleitos os 49 deputados estaduais com 25 reeeleitos e 24 novatos, a Assembleia Legislativa de Pernambuco já respira as articulações com vistas à eleição da mesa diretora. Com sete cargos no comando da Casa, há condições de respeitar a proporcionalidade e atender às maiores bancadas.

Com 11 parlamentares eleitos, o PSB que comanda a primeira-secretaria já trabalha na recondução de Diogo Moraes para o posto. Setores palacianos avaliam que a sua manutenção no cargo é mais fácil de viabilizar do que a construção de um novo nome para o posto. O mesmo se avalia no caso do presidente Eriberto Medeiros, filiado ao PP que possui dez deputados eleitos. Por Eriberto ser um deputado experiente e com excelente trânsito na Casa, não há motivos para disputa pelo cargo, havendo as condições políticas para a sua recondução.

Para os demais cargos, PSC, PT, DEM e PSD teriam direito a reivindicar espaços na mesa, cabendo ao PSC a primeira vice-presidência e os demais partidos poderiam trabalhar os outros quatro cargos restantes da mesa diretora. Porém, este não é o único espaço passível de entendimento entre os partidos. Ainda existem o comando das comissões e as lideranças do governo, da oposição e dos dezoito partidos representados na Casa.

O nome de Priscila Krause parece ser o escolhido pelo DEM para a mesa, Rodrigo Novaes surge como o nome natural do PSD e Teresa Leitão por ser a única deputada reeleita do PT, aparece como favorita para o posto. Já no PSC, há apenas uma dúvida se Guilherme Uchoa Junior ou Manoel Ferreira serão o indicado para a primeira vice-presidência neste primeiro biênio.

Na liderança do governo, o nome do deputado Isaltino Nascimento parece resolvido para o posto, uma vez que desde que ele retornou para a Casa em 2017 que desempenhou com maestria o papel. Enquanto na oposição, por ser do partido de Armando Monteiro, o deputado Alvaro Porto desponta como favorito para liderar os deputados que compuserem a bancada de oposição a Paulo Câmara na Assembleia Legislativa de Pernambuco.

A eleição ocorrerá apenas no dia 1 de fevereiro, quando haverá a posse dos deputados eleitos no último dia 7 de outubro. Até lá as articulações seguirão a todo vapor, sobretudo para o comando das comissões, uma vez que os dois principais cargos, presidência e primeira-secretaria, existem favoritos para a recondução que são os atuais ocupantes.

Edmar Lyra

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FOGO CRUZADO – POR INALDO SAMPAIO

Ex-prefeito de Pelotas é favorito para se eleger governador do Rio Grande do Sul no 2º turno

O PSDB saiu destroçado do primeiro turno dessas eleições tanto no plano nacional como também estadual. Seu candidato a presidente da República, Geraldo Alckmin, teve uma votação pífia para quem foi governador de São Paulo quatro vezes, tinha o apoio de 9 partidos e o maior tempo de TV dentre todos os postulantes. É certo que o partido está no 2º turno em São Paulo, Minas, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Roraima, mas independente de ganhar ou perder já encolheu na Câmara e no Senado. Em Pernambuco, então, o PSDB sofreu a maior derrota de sua história. Elegeu apenas 1 deputado estadual (Alessandra Vieira, de Santa Cruz do Capibaribe) e está sem qualquer perspectiva para as eleições municipais de 2020 no Recife e cidades da área metropolitana. O partido elegeu em 2016 para a prefeitura de Caruaru a então deputada Raquel Lyra, de tradicional família de políticos daquele município, de quem se esperava maior inserção na política pernambucana e nacional. No entanto, ela fez opção pela “não política”. Dedica-se apenas aos seus afazeres na prefeitura e não fala para o restante do Estado como uma liderança política emergente que se esperava que fosse. Além de ter apoiado um pepessista para a Câmara Federal (Daniel Coelho) e uma demista para a Assembleia Legislativa (Priscila Krause), nada disse até agora sobre a derrota dos seus candidatos Geraldo Alckmin, Armando Monteiro, Mendonça Filho e Bruno Araújo. De um líder não se espera o silêncio diante de resultados eleitorais, muito pelo contrário. Por isso era importante que ela também falasse para os pernambucanos sobre a política estadual, pois é assim que se constroem os grandes líderes. Taí o exemplo do ex-prefeito de Pelotas, Eduardo Leite, da mesma geração (36 anos) e do mesmo partido de Raquel. Está com um pé no governo do Rio Grande do Sul.

Miopia política

Quem conhece a política de Minas sabia que o governador Fernando Pimentel (PT) não seria reeleito e que Antonio Anastasia (PSDB) teria dificuldades por ser aliado de Aécio Neves. Era a vez, portanto, de o PSB entrar com Mário Lacerda, que deixou a prefeitura de BH bem avaliado. Mas o PSB rifou-o, em acordo com o PT, e Romeu Zema (Novo) ocupou o espaço e será eleito.

Históricos – Candidata à reeleição, a deputada Laura Gomes (PSB) obteve apenas 15.700 votos, mas deve ser chamada para fazer parte do governo Paulo Câmara. Ela tem crédito no PSB por ser um dos “históricos” do partido ao lado do marido, Jorge, que foi vice de Miguel Arraes.

Tá na cara! – Diz a sabedoria sertaneja que, pela cara, conhece-se o caráter de certas pessoas. Olhe-se para a cara de João Doria (PSDB) e de Márcio França (PSB) e tire as suas conclusões. Ambos disputam o governo de SP, sendo que Doria já foi chamado de “traidor” por Alckmin.

Fará falta – Humberto Costa (PT), senador reeleito, não entra no mérito das acusações que pesam sobre Romero Jucá (MDB-RR), senador não reeleito. Mas reconhece que ele fará falta ao Senado por ser um “bom parlamentar”, dos melhores, talvez, que aquela Casa já conheceu.

A mudança – Diversos deputados estaduais que estavam com dificuldades em seus partidos se abrigaram no PP para ver se escapavam, mas não adiantou. Foram eles Ricardo Costa, João Eudes, Vinicius Labanca e Beto Acyoli. Salvaram-se apenas Antonio Moraes e Joel da Harpa.

Não deu – Lucinha Mota, mãe da garota Beatriz que foi encontrada morta com 42 facadas nas dependências do Colégio Maria Auxiliadora, em Petrolina, em 2015, candidatou-se a deputada estadual pelo PSOL mas só obteve 16.326 votos. Usaria o mandato para continuar procurando o assassino da filha.

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Fogo Cruzado- Por Inaldo Sampaio

Defensores a candidatura de Fernando Haddad falam em criar uma grande “frente democrática” para se contrapor a Jair Bolsonaro neste segundo turno da eleição presidencial. Alegam que se o ex-capitão do Exército vencer a eleição a democracia “estará em risco” porque ele nunca teve compromisso com os valores democráticos. Já chegou a defender o fechamento do Congresso Nacional, a tortura contra presos políticos, o fuzilamento do ex-presidente FHC e as ações praticadas pelo finado coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o único torturador do regime de 64 reconhecido oficialmente pela Justiça. No entanto, a formação de uma “frente democrática” a essa altura do processo teria pouco efeito prático. Quem é de Haddad já é dele, e quem é de Bolsonaro continua com ele. Além disso, uma frente dessa natureza para ter peso político teria que ter a presença de, pelo menos, dois ícones da política brasileira: Fernando Henrique Cardoso e Ciro Gomes. Mas ambos viajaram para a Europa e só pretendem voltar às vésperas do segundo turno. Sendo assim, Haddad vai ter que se coser com suas próprias linhas e não esperar por apoio de “frentes”.

Neta de ex-governador

A servidora da Fundação Joaquim Nabuco, Paula Pessoa Guerra, agredida fisicamente no último domingo, num bar do Recife, por portar propaganda contra Bolsonaro, é neta do ex-governador Paulo Guerra, que construiu o Hospital da Restauração na capital pernambucana. Hoje, o Hospital tem o nome dele, que era natural de Nazaré da Mata.

Cara de deputado – Primeiro suplente da bancada federal da Frente Popular, o ex-secretário de Administração, Milton Coelho (PSB), não tem com que se preocupar. Paulo Câmara vai chamar pelo menos um deputado federal para sua equipe para abrir vaga para ele na Câmara Federal.

Pra 2020 – Vários deputados que não foram reeleitos poderão disputar a prefeitura de seus municípios em 2020: Augusto César (Serra Talhada), Zeca Cavalcanti (Arcoverde), Laura Gomes (Caruaru) e Paulinho Tomé (Tupanatinga).

É de briga – O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que será o chefe da Casa Civil a Presidência da República se Bolsonaro ganhar a eleição, é tão de “briga” quanto o ex-capitão. Além do mais, é chato e arrogante. Mas já está sendo “paparicado” por dezenas de colegas.

Quem acredita? – Não reeleito senador em Roraima, Romero Jucá (MDB) diz ser um “homem pobre que vive de salário” e por isso vai procurar emprego a partir de março. Em Roraima, porém, diz-se que ele é dono de uma das maiores fortunas do Estado.

Deu nele próprio – Candidato a prefeito de Itapetim em 2016, Adelmo Moura (PSB) obteve 58% dos votos válidos. Agora, com o seu apoio, Paulo Câmara obteve lá 66% dos votos válidos, um dos maiores percentuais do Sertão do Pajeú.

É o fim – Denúncias de envolvimento em casos de corrupção fizeram com que o PSDB perdesse dois senadores praticamente certos: Beto Richa (PR) e Marconi Perillo (GO). Agora, para que o partido chegue ao fundo do poço, só falta FHC ser acusado de alguma coisa.

Na pauta – Geraldo Júlio (PSB) não vai querer abrir nem tão cedo a discussão sobre sua sucessão dentro do PSB, mas ela já está instalada independente da vontade dele. O candidato será Felipe Carreras ou João Campos, sendo que este último é o favorito.

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COLUNA FOGO CRUZADO – POR INALDO SAMPAIO

Pernambuco deu ao Brasil Frei Caneca, Joaquim Nabuco e Agamenon Magalhães

Vez por outra, um engraçadinho (a) do Sul/Sudeste coloca nas redes sociais que o Nordeste é o estorvo do Brasil. Uma região de analfabetos por ter dado a vitória a Haddad no 1º turno da eleição presidencial. Por causa desse ódio aos nordestinos, o presidente da OAB-PE, Ronnie Duarte, pediu providências ao Ministério Público Federal para apurar os responsáveis por esse tipo de postagem. É perda de tempo, pois esses idiotas dificilmente serão identificados. O Nordeste tem que dar a resposta recorrendo à História, como costumava fazer Tancredo Neves (que falta ele está fazendo ao Brasil!). O sábio mineiro costumava dizer que o poderoso São Paulo, que tem ¼ dos eleitores do Brasil, nunca deu um estadista. Pernambuco deu Frei Caneca, Joaquim Nabuco e Agamenon Magalhães, para citar apenas esses três. E o que nos legou São Paulo nos últimos dois séculos? Ademar de Barros (o homem do “rouba mas faz”), Quércia (que Deus o tenha!) e Maluf (para citar também apenas três). Poderão dizer que FHC seria a exceção, mas isso é falso. Ele nasceu no Rio de Janeiro. Os que discriminam os nordestinos (lá em São Paulo é o que mais se vê), certamente eleitores de Bolsonaro, deveriam fazer o que ele fez anteontem em entrevista ao Jornal Nacional: “Quero ser presidente para unir o Brasil”.

Reduto de Lula e não do PT

Paulistas preconceituosos criticam o Nordeste por ser supostamente “reduto cativo” do PT. Não é verdade. O Nordeste pode até ser reduto de Lula, que muito fez pela região quando era presidente da República, mas não do PT. Em Pernambuco, por exemplo, Haddad, candidato de Lula, bateu Bolsonaro no 1º turno. Mas o PT elegeu apenas 2 deputados federais e 3 estaduais.

Sem partido – O vereador recifense Jayme Asfora, que não conseguir eleger-se deputado estadual, desligou-se ontem do PROS. Trocou o MDB por esse partido na esperança de encontrara mais “democracia interna”, mas se enganou. Vai ficar sem partido até abril de 2020.

Duas correções – Diferentemente do que se disse ontem na coluna, quatro deputados estaduais ampliaram suas votações em relação a 2014: Lucas Rampos (PSB), Joel da Harpa (PP), Rodrigo Novaes (PSD) e Clodoaldo Magalhães (PSB). Também está errada a informação de que Haddad perdeu em Petrolina.

A inversão – Como candidata a prefeita de Olinda em 2016, Luciana Santos (PCdoB) ficou em 4º lugar. Hoje é vice-governadora eleita e o candidato que o derrotou, Professor Lupércio (SD), não conseguiu eleger a mulher para a Assembleia Legislativa. A política só tem graça por causa disto.

A volta – O PCdoB garantiu também a eleição do ex-prefeito Renildo Calheiros para a Câmara Federal, um dos poucos de Olinda que se salvaram. Perderam a eleição os candidatos a deputado estadual Ricardo Costa (PP), Izabel Urquisa (PSC), Antonio Campos (Podemos) e Cláudia de Lupércio (SD). E o candidato a deputado federal André Siqueira (Patrriota).

A força – Júnior Matuto (PSB), prefeito de Paulista, deu a vitória em seu município aos seus candidatos a governador (Paulo Câmara), senadores (Jarbas e Mendonça) e deputado federal (João Campos). Mas seu estadual, Francismar Pontes, perdeu feito pela Gleide Ângelo (PSB).

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Fogo Cruzado- Por Inaldo Sampaio

Bolsonaro teve o apoio dos ricos de Boa Viagem e dos pobres de Casa Amarela

Seis partidos definiram ontem suas posições políticas no segundo turno da eleição presidencial. Trata-se apenas de simbolismo porque nesta fase da campanha, apoio de partido não vale absolutamente nada. O eleitor é quem vai escolher, sem influência de líderes políticos, entre Fenando Haddad ou Jair Bolsonaro, independente de recomendação partidária. No primeiro turno, pelo menos no Nordeste, o apoio dos governadores ao candidato do PT deu resultado. Ele obteve 46% dos votos da região, ante 30% de Jair Bolsonaro. Agora a história é outra. O candidato do PSL, para citar apenas este exemplo, foi vitorioso em cidades como Recife, Jaboatão, Olinda, Paulista, Cabo, Caruaru e Petrolina. E neste segundo turno deve ampliar sua votação em todos os municípios pernambucanos mesmo sem o apoio do governador já eleito Paulo Câmara. Na capital, ele foi apoiado por todas as classes sociais, dos ricos de Boa Viagem aos pobres do morro de Casa Amarela, significando que esses eleitores votaram contra o PT e o PSDB e querem algo novo na Presidência da República, mesmo que seja alguém que no passado já defendeu o fechamento do Congresso, a tortura e o fuzilamento do ex-presidente FHC.

Primeiro erro de Haddad

O primeiro ato de Fernando Haddad após o primeiro turno da eleição foi visitar Lula na cadeia. Isso deu pretexto a Bolsonaro para chama-lo de “fantoche” do ex-presidente dizendo que se ele porventura for eleito no próximo dia 27 será um pau mandado de um presidiário. A declaração teve aderência no Congresso.

Causas da queda – o deputado reeleito Daniel Coelho (PPS) disse ontem no Recife que o PT perdeu o apoio de vastos segmentos da opinião pública por três motivos: não reconheceu que houve corrupção nos governos do Partido, chamou o impeachment de Dilma de golpe e diz que Lula é preso político.

A distância – Embora esteja na Câmara Federal há vários anos, o deputado reeleito Augusto Coutinho (SD) confessa que nunca teve aproximação com Bolsonaro que se encontra lá há 28 anos. Diz que ele é um político de pouco relacionamento na Casa embora já tenha garantido hoje o apoio de 300 parlamentares ao seu eventual futuro governo.

A elegância – Registre-se a elegância com que o senador Armando Monteiro (PTB) reconheceu a derrota para Paulo Câmara. Não culpou ninguém pela derrota, limitando-se a dizer que a oposição caiu de pé e continuará fiscalizando o governo a partir de 2019.

A queda – Todos os deputados e estaduais reeleitos em Pernambuco tiveram queda em suas votações. Cleiton Collins (PP), que obteve mais de 200 mil votos em 2014 foi reeleito com apenas 106 mil, embora tivesse um guia eleitoral próprio no rádio e na televisão.

A dificuldade – Será difícil para o senador eleito Jarbas Vasconcelos (MDB) tomar partido neste segundo turno da eleição presidencial. Quem o conhece acha que ele não apoiará Haddad nem Bolsonaro.

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ALEPE TEM RENOVAÇÃO DE QUASE 50% DOS PARLAMENTARES

A onda de renovação provocada pela ressaca eleitoral que está varrendo a política brasileira atingiu em cheio a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Dos 46 parlamentares que concorreram à reeleição para um dos 49 assentos na Alepe, 18 não foram eleitos. Outros três deputados – André Ferreira (PSC), Bispo Osssesio Silva (PRB) e Sílvio Costa Filho (PRB) – também deixarão a Casa de José Mariano para, a partir de 1º de janeiro, ocupar vagas na Câmara dos Deputados, em Brasília. Além desses, outros três deputados não concorreram à reeleição: Pedro Serafim (PSDC), por motivos de saúde; Nilton Mota (PSB), que coordenou a vitoriosa campanha do governador Paulo Câmara; e Júlio Cavalcanti (PTB). Somadas, essas saídas representam um índice de renovação de 49%.

Na nova legislatura, a Frente Popular (MDB, PSB, PSD) terá a maior bancada, com 15 deputados, dentre os quais a delegada Gleide Ângelo (PSB), que foi eleita com a maior votação deste pleito: mais de 412 mil votos. A segunda maior bancada, com 13 integrantes, é da coligação “Pernambuco em 1º Lugar” (PMN, PP, PR, SD), cujo campeão de votos foi o pastor Cleiton Collins (PP), que obteve 106.394. A coligação “Juntos por um Pernambuco Melhor” (DC, PMB, PSC), por sua vez, elegeu cinco representantes e é a terceira maior bancada da Alepe. Juntas, as três bancadas somam 28 parlamentares e podem constituir uma importante base de apoio parlamentar para o Palácio das Princesas, garantindo-lhe maioria nas votações.

A maior bancada de oposição é a da coligação “Pernambuco Vai Mudar” (DEM, PODE, PSDB, PTB), que contará com sete representantes. As coligações “Avança Pernambuco” (PHS, PRTB, PSL, PV) e “O Pernambuco que Você Quer” (AVANTE, PDT, PROS) conquistaram, cada uma, 2 vagas na assembleia estadual. A coligação “A Esperança Não Tem Medo (PCB, PSOL), elegeu a chapa feminista Juntas, para um mandato coletivo formado por cinco mulheres. Não se coligaram PT, com três vagas, e PCdoB, com uma vaga, esta última, ocupada pelo ex-prefeito João Paulo. A bancada feminina, cresceu 50% e passou de 6 para 9 parlamentares.

Blog da Folha

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FOGO CRUZADO – POR INALDO INALDO SAMPAIO

Roberto Freire, presidente nacional do PPS, não se elegeu deputado em São Paulo

Diversos políticos pernambucanos concorreram às eleições em outros estados, sendo que uns ganharam e outros perderam. O senador Romero Jucá (MDB), que está no Senado há 24 anos, lutou feito um leão em Roraima para renovar o mandato, mas não conseguiu. Perdeu a segunda vaga para Mecias de Jesus pela diferença de 426 votos. A primeira ficou com o também pernambucano Chico Rodrigues (DEM), que já foi deputado federal e governador. Também não conseguiu renovar o mandato pelo Distrito Federal o senador Cristovam Buarque (PPS), que é pernambucano do Recife. As vagas ficaram com Leila do Vôlei (PSB) e o deputado Izalci (PSDB). Cristovam é um dos políticos mais sérios do Brasil e também um dos mais românticos, que coloca seu idealismo em primeiro plano e o pragmatismo em plano inferior. Já defendeu a extinção dos atuais partidos e sua substituição por outros e uma constituinte exclusiva para fazer uma reforma político, algo absolutamente inexequível no Brasil de hoje. Também amargou derrota em São Paulo o ex-deputado Roberto Freire, presidente nacional do PPS. Ele já não foi eleito em 2014, mas assumiu uma cadeira na Câmara em decorrência do convite feito por Geraldo Alckmin ao deputado Arnaldo Jardim (PPS) para assumir a Secretaria de Agricultura do governo de São Paulo. Freire era o primeiro suplente e o substituiu. Por fim, há o pernambucano (de Exu) Odilon Oliveira (PDT), juiz federal aposentado, disputando o segundo turno com Reinaldo Azambuja pelo governo do Mato Grosso do Sul. Ele ficou em segundo no primeiro, mas tem chance de chegar em primeiro no segundo.

Candidatos naturais

Pela votação que obtiveram no Recife, João Campos e Felipe Carreras estão legitimados no PSB para disputar a sucessão do prefeito Geraldo Júlio. A delegada Gleide Ãngelo também arrasou na capital, mas está com cara de quem será convidada para assumir a Secretaria de Defesa Social. Como diz Júlio Lossio (Rede), por que o titular da SDS tem que ser um delegado da PF?

Volta pra casa – Antes de Zeca Cavalcanti (PTB), os últimos deputados federais de Arcoverde foram Joel de Holanda e Airon Rios. Ter um deputado na Câmara Federal é orgulho para qualquer município, menos para Arcoverde, que deu a Zeca nessas eleições apenas 7 mil votos.

A tribuna – Mendonça Filho foi triplamente derrotado nessas eleições (perderam ele, a irmã, Andrea, candidata a deputada estadual e o filho, Vinicius, candidato a deputado federal), mas terá uma tribuna para continuar fazendo oposição a Paulo Câmara: a presidência do DEM.

Dois a um – Sílvio Costa (Avante) não foi eleito senador, mas mandou um filho, Silvinho (PRB), para a Câmara Federal e outro, João Paulo (Avante), para a Assembleia Legislativa. Já Elias Gomes (PSDB) perdeu para deputado estadual e o filho, Betinho, para deputado federal.

Dupla rural – A Fetape conseguiu este ano o que nunca havia conseguido em eleições anteriores: eleger um deputado estadual (Doriel Barros) e um federal (Carlos Veras). O primeiro nasceu em Águas Belas e o segundo em Tabira, e ambos foram majoritários em suas cidades.

Nova função – Coordenador da campanha de Paulo Câmara, o deputado Nilton Mota (PSB) não disputou a reeleição para cuidar da agenda dele no interior. Deverá ser retribuído com a Secretaria de Fazenda (ele é fazendário), já que não deu muito certo na chefia da Casa Civil.

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Humberto e Jarbas eleitos senadores por Pernambuco

Humberto Costa (PT) e Jarbas Vasconcelos (MDB) foram eleitos, hoje, senadores por Pernambuco. Com 98,29% das seções apuradas até por volta das 21h17, o petista recebeu 1.675.221 votos, o que equivale a 25,66% dos votos, e Jarbas ficou com 1.401.121 votos, o correspondente a 21,46%. Confira a apuração completa no estado.

Neste ano, o eleitor escolheu dois candidatos ao Senado porque o mandato é de oito anos, mas as eleições ocorrem de quatro em quatro anos. Assim, a cada eleição, a Casa renova, alternadamente, um terço e dois terços de suas 81 cadeiras. Neste ano, 54 vagas estavam em disputa no país.

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Paulo Câmara é reeleito governador de Pernambuco

Paulo Câmara, do PSB, foi reeleito, hoje, governador de Pernambuco para os próximos quatro anos. Com 99,37% dos votos apurados por volta das 21h40, o socialista tinha 1.896.126 votos, o que correspondia a 50,61% dos votos válidos, contra 36,01% de Armando Monteiro (PTB).

A reeleição de Câmara leva o PSB ao quarto mandato à frente do governo de Pernambuco, junto com as duas gestões do ex-governador Eduardo Campos, eleito em 2006 e reeleito em 2010.

Paulo Henrique Saraiva Câmara, 46 anos, é natural do Recife. Ele nasceu em 8 de agosto de 1972. É casado com Ana Luiza Câmara, com quem tem duas filhas, Clara e Helena. É formado em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. Pela mesma instituição de ensino, tornou-se especialista em Contabilidade e Controladoria Governamental e mestre em Gestão Pública.

Aos 21 anos de idade, ingressou no Banco do Brasil como escriturário concursado, entre os anos de 1993 e 1994. Em 1995, ele ingressou no Tribunal de Contas do Estado (TCE) e entrou para o governo estadual em 2007, como secretário de Administração do primeiro mandato de Eduardo Campos.

Em 2010, assumiu a secretaria de Turismo e, em janeiro do ano seguinte, a da Fazenda. Nesta última pasta, ficou até o início de 2014, quando foi indicado pelo partido para concorrer às eleições, nas quais foi eleito no primeiro turno, com 68% dos votos.

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MENDONÇA ENCERRA CAMPANHA PARA O SENADO COM CAMINHADA EM BEZERROS

O candidato ao senado Mendonça Filho (DEM) encerrou sua campanha em caminhada com a militância  pelas ruas de Bezerros na tarde desta sábado, véspera das eleições 2018. Mendonça esteve ao lado da candidata a deputada estadual Lucielle Lauretino e do filho Vinícius, ambos do DEM, que concorre pela primeira vez ao mandato de deputado federal. Ele faz dobradinha com Lucielle em Bezerros.  A caminhada partiu da pracinha do Santo Antônio e percorreu ruas centrais da cidade. Clique para assistir 

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Bares liberados para a venda de bebidas neste domingo de eleições

A Secretaria de Defesa Social do Estado de Pernambuco (SDS-PE), em coletiva realizada na última terça-feira (02/10), afirmou que não baixará portaria para a lei seca durante as eleições, que proíbe a comercialização e consumo de bebida alcoólica durante o pleito. Não haverá fiscalização em bares e restaurantes, mas a blitz da Lei Seca acontecerá normalmente, como informado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).

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