Aprendendo com as plantas

O budismo sempre traz a reflexão da conectividade entre tudo que compõe toda a existência. Os seres estão ligados e interdependem dos outros para coexistirem. Já parou para perceber como as trocas, feitas entre todos os seres, dão a sustentabilidade da vida planetária?

Quando respiramos absorvemos o oxigênio, e expelimos o gás carbônico que é vital para a sobrevivência das plantas. Com esse gás (carbônico), as plantas conseguem fazer a fotossíntese e produzem parte do seu alimento…. continue lendo aqui

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Mulher

Por Da Paz Oliveira

Para muitos, sexo frágil,
Para tantos a solução,
Muitos chegaram à loucura,
Por ter por ela paixão.

Não há quem tenha formado,
Família sem ter mulher.
Para isso Deus a criou
Só nela está o mister.

Tem coração maleável
Sabe dublar bem no lar
Fazendo grandes milagres
Na arte em colaborar.

No dia 08 de março
Que é consagrado à mulher
Façamos-lhe uma homenagem
Pela força que ela é.

Esposa, mãe, companheira,
Professora ou militar,
Medicina, aeronáutica,
Em todo espaço ela está.

Mulher é polivalente
Pois disputa e muito bem
Com o homem qualquer espaço
Não importa o sexo que tem.

Se a mulher chora na dor
O homem chora também
O homem é filho de Deus
A mulher filha também.

O homem é um ser mortal
A mulher também o é.
Então louvemos a Deus,
A forte e brava mulher.

Sabemos que a mulher
Tem os seus vários defeitos
Mas, os homens aqui na terra,
Quais deles são os perfeitos?

Obrigada, meu Senhor,
Eu adoro ser mulher
Se eu nascer novamente,
Quero mesmo é ser mulher.

Livro: Meu Tesouro (2011) @dapazescritora

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Festa para divertir o povo

Blog do Magno

Nos movimentos da pré-campanha de João Campos (PSB), a quem a oposição trata de “príncipe”, uma constatação: nas ruas, só quer o filé: dançar, cantar e brincar, mas não se posiciona sobre nada.

Nem ToncaMissil, morte nos morros ou compra de terreno supervalorizado pelo prefeito Geraldo Júlio. Aliás, tem um único: o caso infeliz do acidente do metrô. 

O carnaval foi muito bom, mas tanto dinheiro para a festa e tantas desculpas de falta de recursos para coisas tão essenciais! Na Roma antiga era assim: na ausência de pão e ação… 

Festa para divertir o povo.

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8 de Março – Mais um dia de Luta! Apenas homenagens não diminuem nossas dores cotidianas


O dia 08 de março se remete às memórias e debates referentes ao dia Internacional da Mulher por causa de um episódio histórico. Nesse mesmo dia em 1911 as funcionárias de uma fábrica da Triangle Shirtwaist Company em Nova York, nos Estados Unidos, entraram em greve reivindicando melhores condições de trabalho. Elas pediam uma jornada de trabalho menor (de 16 para 10 horas diárias), que seus salários fossem iguais aos dos homens e melhor tratamento no ambiente de trabalho.
É importante lembrar que, para além deste acontecimento, os movimentos feministas já vinham promovendo datas internacionais de debate sobre os direitos das mulheres e já lutavam por direitos e existe um enorme significado de conquistas e também controvérsias. Porém, o que gostaríamos de chamar atenção aqui é que hoje é considerado um dia festivo e capitalista em que variados espaços insistem em “presentar” mulheres com presentes, homenagens, flores, poemas.
Será que tudo isso tem mesmo haver com o verdadeiro sentido do dia 8 de março? Mesmo sabendo que a luta pela justiça social é constante e não se dá em apenas um dia do ano, este mês é conhecido como “mês das mulheres”, a mídia inicia o intenso fluxo dedicado a mensagens e propagandas relacionadas às ofertas “imperdíveis” em comemoração a esta data.
Caras leitoras e caros leitores me respondam, do que adianta dia 8 de março, receber flores e dizer que mulheres são incríveis e maravilhosas, se quando levantamos a nossa voz e não abaixamos as nossas cabeça, somos oprimidas? Quantas mulheres foram silenciadas para que o sistema patriarcal e a misoginia continuasse a existir e se perpetuar cruelmente, até nos nossos lares, locais que supostamente estaríamos mais seguras.
Todos os dias nós mulheres, batalhamos por algo que nos foi negado, que nos foi roubado e que precisamos conquistar. A luta de mulheres, não se ausenta no conjunto de manifestações dessa época, mas devem aproveitam a oportunidade para revelar, fortalecer e discutir nossas pautas, não esquecendo a trajetória histórica de todas que vieram antes de nós e as que estão arduamente em busca de melhores condições de vida.
Não entendam como críticas contra o carinho dedicado (seja nesta ou em qualquer outra data), não pretendo julgar mulheres que gostam de flores, da cor rosa, de chocolates, de um jantar, mas, precisamos lembrar que somos mais que isso e essa data não é só para isso. O nosso maior presente de fato, é que nos reconheçam em nossas lutas e, que somem a elas, cotidianamente, a autocrítica em sua postura, qualificando a nossa presença como mulher na sociedade.
Vivemos outros tempos, tempos sombrios, precisamos nos fortalecer juntas todos os dias. Construir nosso autoconhecimento e crença com nosso interior, constituídos na coletividade e participação popular das mais diversas mulheres que costuram esperanças. Quantas mais terão que morrer? Até quando teremos que sofrer por lutar por um mundo menos desigual?
Pois bem, finalizamos este texto, e quando escrevo “finalizamos” é porque externo não só a minha voz, mas, a voz de muitas mulheres que pensam como eu e se sentem aqui representadas, sinalizando a necessidade de se revisitar conceitos, lembrar que já se foi o tempo, em que comemorávamos e pautávamos o tema “mulher” em apenas em um dia do ano, com cartazes, faixas ou recebendo uma rosa na porta dos comércios.
Vamos mudar isso? Vamos reunir mulheres magníficas pra compartilhar nossas vivências, sempre seguindo os passos das que vieram antes de nós. Somos resistência, afeto, luta e esperança! Se fortaleça mulher! E que não esqueçamos de fortalecer umas às outras. Ajude outra mulher a enxergar a grandeza que existe dentro dela e como ela é incrível! JUNTAS SOMOS MAIS FORTES!
Fonte: Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/carta-explica/por-que-8-de-marco-e-o-dia-internacional-da-mulher/. Acesso: 29/02/2020.

Michelle Silvestre
Mulheres em Pauta

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É preciso delegar funções aos meus colaboradores ou eu resolvo sozinho?

Hoje trago uma dúvida que é recorrente a muitos empresários… Delegar funções a seus colaboradores… Cada vez mais, se torna algo comum em pequenas empresas, o empresário com medo de que não saia do jeito que deve ser, acaba realizando os afazeres… Porém quando tem muita coisa para fazer, não tem como uma só pessoa dar conta, desse jeito, acaba deixando a desejar e assim as falhas começam a aparecer… Mas porque isso acontece? Realmente é preciso delegar funções?
Cada vez mais pessoas se tornam capacitadas em suas tarefas, realizando com maior precisão… Entretanto quando se abre um empreendimento do zero, onde você era o principal e às vezes o único responsável pela realização de tarefas, é difícil delegar estas funções a outras pessoas. Mas pensando e agindo assim, o empresário estará parado no tempo, bloqueando o crescimento de seu empreendimento.
O empresário que delega tarefas é um gestor de visão, diferenciado, ele acredita e confia em sua equipe, e sabe que delegando, ele terá mais tempo para supervisionar, aprimorar, ou melhor, conseguir novos meios para que sua empresa cresça cada vez mais… Claro que sabemos que delegar não é uma tarefa fácil ou simples como parece, para isso acontecer é necessário que o empresário possua uma equipe preparada, treinada e altamente capacitada para desenvolver as funções relacionadas à atividade da empresa.
Delegar exige além da confiança a necessidade de comunicação para assim acontecer o feedback que será uma ferramenta de muita utilidade para o aperfeiçoamento dos colaboradores. Se você é um empresário que possui uma ótima equipe, mas que ainda sofre quando tem que delegar alguma atividade a alguém, abaixo segue 03 dicas básicas para começar executar esta ação, porque não dizer, ferramenta “Delegar”.

Dica 01): Acompanhe como supervisor cada membro de sua equipe, mas os deixando executarem suas tarefas;
Dica 02): Faça um levantamento do que é preciso melhorar em capacitações ou treinamentos para seus colaboradores, conhecendo a habilidade de cada um;
Dica 03): Mantenha sempre uma boa comunicação entre você e seus colaboradores;

Mantenha sempre o foco, o mais difícil é iniciar.

Forte abraço e um bom carnaval.


Nelson Domingos é Contador e proprietário da Cactos Contabilidade Empresarial LTDA.
81 4101 2101 / 9 9763 1165
Rua Dr. José Mariano, Loja 26 – 2º Piso – Coop Center – Bezerros/PE (Antigo Shopping Bezerros)

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ESSA POLÍTICA QUE NOS SEPARA POR CORES

Qual é a cor que define o caráter de uma pessoa? Será que existe uma cor que define o quanto uma pessoa é talentosa, amiga, humana, competente e  profissional? Seria as cores responsáveis pela união e amizade entre as pessoas? E as eleições? E a política partidária? Por que algo que era para ser bom acaba tantas vezes interferindo negativamente nas relações humanas?É impressionante que em pleno século 21 em meio a tanta modernidade, tanta informação e tanto conhecimento ainda haja pessoas que estejam separadas por uma cor. É inadmissível e revoltante que amizades estejam distanciadas ou sejam afetadas por causa de uma legenda partidária, por causa de uma bandeira, e consequentemente sinalizadas por uma cor. É impressionante que a política nos dias de hoje, embora o período eleitoral nem tenha começado ainda, já separe pessoas, distancie amizades, provoque conflitos e o afastamento de relações que foram construídas através do tempo, de amizades que foram edificadas pela vivência, pela partilha, pela história de confiança, de afeto, e sobretudo de respeito. É inaceitável que em pleno ano de 2020, e por se tratar de um período eleitoral em nosso país, onde iremos às urnas exercer o nosso direito e dever de escolhermos nossos representantes para o poder executivo e legislativo municipal, ainda haja pessoas que sejam julgadas, apontadas, subestimadas, hostilizadas e injustiçadas por causa da opinião política que elas tem, em virtude da bandeira que defendem, da cor que ilustra seu partido, ou simplesmente só por votar em uma determinada pessoa, mesmo não se envolvendo em movimentos políticos ou em campanhas eleitorais. É um absurdo que diante de uma sociedade que se diz moderna coloque-se em dúvida o profissionalismo e o caráter das pessoas apenas pela escolha eleitoral que elas fazem, ou até mesmo só porque elas trabalham ou convivem com determinadas pessoas ligadas a determinados grupos políticos. E é mediante esse contexto repugnante que se faz necessária uma reflexão sobre o valor das pessoas, sobre a importância das amizades construídas, dos laços edificados, do profissionalismo conquistado, e o quanto é crucial respeitar a opinião alheia, respeitar as bandeiras defendidas e as cores exaltadas. É necessário não nos anularmos, não nos sujeitarmos a certos critérios ou imposições de grupos, partidos ou pessoas que queiram interferir em nossos relacionamentos, opiniões e escolhas, ferindo o nosso direito a liberdade de expressão e manifestação do pensamento que é assegurado pelo artigo 5° da constituição federal. Temos que nos impor para que aqueles que querem politicamente o nosso respeito possam nos respeitar também. Não podemos nos permitir sermos manobras dos interesses políticos que não nos interessamos em defender, não podemos esquecermos ou nos distanciarmos de nossas pessoas, de nossos amigos, e de nossas conquistas, pois logo logo a eleição termina, a política das cores partidárias passa, os inimigos políticos tornam-se aliados, e fica com a gente apenas quem realmente faz parte da nossa vida e da nossa história. Por isso não calemos nosso grito de liberdade, a liberdade de escolhermos, de demonstrarmos nossos afetos, nossos valores, de decidirmos se seremos vermelho, amarelo, azul, verde ou laranja, ou se não vestiremos nenhuma dessas cores. Ninguém, absolutamente ninguém torna-se menos capaz, menos inteligente, menos competente, menos profissional ou diminui seu valor e caráter por causa da escolha eleitoral que faça. Mas se ainda assim continuar existindo pessoas que se distanciam uma das outras, que torçam o rosto, que mudem de calçada, ou finjam não ver uma certa pessoa só porque ela não veste a mesma cor partidária, então é lamentável, pois a culpa para tal postura não é da cor, do partido, ou mesmo do candidato e grupo político que ela faz parte, essa postura   é simplesmente fraqueza do próprio caráter de tais pessoas que agem assim. E por isso é necessário muita atenção e cautela nesse cenário que já se prepara para a euforia das eleições, pois comportamentos desprezíveis como esses muitas vezes acabam prejudicando o próprio grupo ou candidato, por parecer ser uma postura adotada por todos. Estamos em um ano eleitoral isso é fato, mas independente das cores, das bandeiras, partidos e legendas, é indispensável o respeito entre as pessoas, pois essa é a bandeira mais importante a ser defendida por candidatos e eleitores: o respeito.

Mariana Helena de Jesus (Comunicóloga / Escritora/ Bacharel em Comunicação Social e Habilitação em Publicidade e Propaganda).

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É mentiroso quem diz que não gosta de ler

Por Pierre Pessôa

Você não leu errado. Repito: é mentiroso quem diz que não gosta de ler. Nesse artigo vou “roubar” alguns pensamentos do querido professor Pierluigi Piazzi, falecido em 2015.

Sempre pensei que eu odiava ler. Até certo ponto isso era verdade. Quando criança e parte da adolescência chegava a ter repulsa da leitura. Passava longe de uma biblioteca. Hoje, costumo ler em média 2 livros ou mais por semana. Mas o que aconteceu na minha vida para essa mudança?

Alguns professores e pessoas próximas foram fundamentais para que eu me tornasse um leitor assíduo. A insistência e os estímulos que obtive deles me ajudou a perceber a importância de ler e a mudança que isso pode trazer na nossa vida. Entretanto, só fui entender como se chega ao prazer de ler quando conheci o professor Pierluigi.

Indiscutivelmente: “só se sobe na  continue lendo aqui

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Você sabe o que é gaslighting? Calma, você não está louca!

Quando falamos em violência contra as mulheres, a primeira coisa que vem à nossa mente são as agressões físicas, são mais visíveis. Porém, um relacionamento violento não é caracterizado apenas por esse tipo de agressão, uma das formas mais subjetivas de violência é a psicológica, e ela pode acontecer de várias formas, até mesmo com o Gaslighting que está dentro de um leque de alternativas de abusos tão prejudicial quanto a violência física.
Soa familiar pra vocês frases como: Você está ficando louca! Você está exagerando. Pare de surtar mulher. Tu és perturbada. Calma, relaxe. Eu estava só brincando, você não tem senso de humor? Tá de TPM? Por que você é tão dramática? Deixa isso pra lá. Se você é uma mulher, provavelmente já escutou, e de tanto escutar, corres o risco de acreditar.
O Gaslighting é uma forma de abuso psicológico na qual as informações são distorcidas ou omitidas para favorecer o abusador, fazendo com que a vítima duvide de sua própria memória, percepção e sanidade, colocando sua credibilidade em xeque. O termo faz referência à peça teatral Gas Light, de 1938, e que ganhou grande projeção nas adaptações para o cinema. O enredo trata de um marido que tenta convencer a própria esposa e outros de que ela é louca, manipulando pequenos elementos de seu ambiente e, posteriormente, insistindo que ela está errada ou que se lembra de coisas incorretamente.
Como podemos perceber não se refere aos abusos claros, daqueles que a gente vê na cara, por isso atinge as mulheres de forma tão grave. Diz respeito ao ato de manipular a mulher psicologicamente para ter controle sobre ela, ao ponto de anulá-la, gerar inseguranças, dúvidas e medos. Nele, o homem distorce, omite ou cria informações, fazendo com que a mulher duvide de si mesma, de seus sentimentos, da sua capacidade e às vezes até da sua sanidade.
As situações surgem e a tendência é se envolver cada vez mais nessa dinâmica, sentindo-se confusa, insegura e acreditando que não é possível encontrar um novo companheiro/a por não ser capaz de fazer outras pessoas felizes, o que a deixa presa nessa situação.
Esgotadas mentalmente, algumas mulheres buscam ajuda para tentar melhorar esses sintomas e descobrem com o tempo que a causa é essa forma de violência psicológica, já outras silenciam e sofrem por anos e anos. Quando a vítima não entende desde o início o jogo do abusador, ela tenta argumentar, mas perde a força, dando espaço para as mentiras e inversões. Isso faz ela perder a confiança em si mesma e acreditar que ela é a culpada por desconfiar dele.
Por isso é muito importante que antes de julgar uma mulher acreditando que ela é ‘submissa’, observe se ela não está sendo vítima de um agressor que a colocou em uma situação onde ela não sabe que está, nem como pode sair. É difícil perguntar, é difícil aceitar que ela pode ter medo de se afastar do parceiro e é comum sentir medo também, mas é possível ajudar.
A culpabilização das mulheres que encontram-se nesta situação acontece em quase todos os espaços, e por vezes a própria rede de apoio acaba julgando a situação com base em visões de mundo pessoais, esquecendo que a questão mais importante, nesse caso, é escutar o que a companheira agredida tem a dizer: seus medos, sua relação de dependência com o parceiro – que pode ser de ordem social, financeira, psicológica ou um misto de tudo isso.
Há um enorme caminho a percorrer até se chegar ao resgate da autoestima, da identidade perdida, e ainda existem casos em que a vítima fica muito tempo sob o efeito do gaslighting, mesmo longe do agressor. É preciso contar com o apoio de familiares, amigas/os e pessoas próximas, mas lembrando que é fundamental o acompanhamento de profissionais especializados.

Michele Silvestre – Mulheres em Pauta

Fontes:
https://www.cartacapital.com.br/diversidade/entenda-o-gaslighting-estrategia-de-defesa-de-joao-de-deus/
https://www.geledes.org.br/por-que-as-mulheres-nao-estao-loucas/

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Como ser um empresário de sucesso?

Começo falando sobre o que é empreendedorismo. São vários conceitos. Pode significar empreender, agregar valor, saber identificar oportunidades e transformá-las em um negócio lucrativo.
Apenas ter vontade e coragem não são suficientes para obter o tão esperado sucesso no seu empreendimento. É necessário que você conheça o tipo de negócio em que quer investir, o cronograma que envolve a abertura da empresa, o tamanho e as necessidades do mercado.
Una a isso a obtenção do capital social, os padrões de qualidade e o tamanho do mercado. Um empresário está geralmente sempre motivado, possui boas ideias e sabe como implanta-las de forma a alcançar os seus objetivos.
Não tem medo de iniciar projetos de forma arrojada. Apresenta capacidade de liderança e consegue facilmente trabalhar em equipe. O perfil do empresário é ser inovador e possuir um olhar próprio de ver os negócios.
O empreendedorismo está relacionado com a inovação, pois pode significar criar riqueza por meio de novos produtos, novos métodos de produção.
Um empresário de sucesso é aquele que acredita em sua capacidade de liderança. É motivado e motivador. Tem capacidade de planejar para o médio e o longo prazo, mas, também, para maximizar seu desempenho no curto prazo. Ele analisa, identifica, define, decide e monitora o desempenho do seu negócio.
O empreendedor precisa ter disposição para assumir riscos: o sucesso está na capacidade de conviver com os riscos e sobreviver a eles. Os riscos fazem parte de qualquer atividade.
É importante analisar os concorrentes, a economia, os setores ligados à sua empresa, para saber os riscos e as estratégias mais eficazes. Dessa forma, é possível antecipar ações, agindo de forma preventiva.
Em várias fases, a empresa poderá passar por dificuldades, falta de clientes, crise externa e interna. Será essencial a persistência atrelada com a flexibilidade para driblar os problemas. Nessa hora, é preciso ter em mente o seu potencial e suas habilidades. E, a partir daí, iniciar o plano de ação e conquistar seus objetivos.
Segundo estudiosos do assunto, há alguns comportamentos que podem dar indícios de estarmos na presença de um empreendedor. Um deles é ele estar sempre pensando em como criar valor, construir novos negócios e produtos ou aperfeiçoá-los.
Também pode ser enquadrado como empreendedor aquela pessoa que busca constantemente novas maneiras de fazer o seu negócio, substituindo formatos antigos. Há que destacar o fato de que grandes empreendedores não gostam de ouvir um não sem uma explicação decente.
Ninguém nasce empreendedor. Podemos dizer que a criação, o convívio com a família, escola, amigos, trabalho, sociedade exercem uma certa influência nessa escolha e contribuem para desenvolvimento de talentos e características pessoais. Na prática, empreender exige esforço, muita dedicação e disciplina.

Forte abraço e até a semana que vem.


Nelson Domingos é Contador e proprietário da Cactos Contabilidade Empresarial LTDA.
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Diabetes

Diabetes é uma doença crônica na qual o corpo não produz insulina ou não consegue empregar adequadamente a insulina que produz. De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, existem atualmente, no Brasil, mais de 13 milhões de pessoas vivendo com a doença, o que representa 6,9% da população nacional. Mas o que é insulina? Então, ela é um hormônio que controla a quantidade de glicose no sangue. O corpo precisa desse hormônio para utilizar a glicose, que obtemos por meio dos alimentos, como fonte de energia. Quando o nível de glicose no sangue permanece alto (a famosa hiperglicemia) por longos períodos, poderá haver danos em órgãos, vasos sanguíneos e quando não tratada pode levar até a morte. Existem dois tipos de diabetes a do tipo 1,aparece geralmente na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos também. O tratamento exige uso diário de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose. A do tipo 2 ocorre quando o corpo não aproveita adequadamente a insulina produzida. Está diretamente relacionada com sobrepeso, sedentarismo, triglicérideos elevados, hipertensão e alimentação irregular. Existe inúmeras estratégias nutricionais que podem ser realizadas para ajudar controlar os níveis de açúcar no sangue. Consulte o seu nutricionista e cuide do seu bem mais precioso – sua saúde!

Raphael Vasconcelos – Nutricionista

Atendimento em Bezerros/ Contato: 99757 8256

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Coluna Direita Bezerros: ICMS da “discórdia”

ICMS da “discórdia”

É antigo o desejo do brasileiro de poder chegar ao posto de combustível e poder pagar um preço justo nas bombas. Com os recentes embates entre governo federal e governos estaduais os brasileiros reacenderam a chama do desejo de finalmente, quem sabe, ver o preço do litro do combustível cair.

Em recente declaração do presidente Jair Bolsonaro, que disse que fazia “papel de otário” por reduzir o preço da gasolina e do diesel nas refinarias e não vê o consumidor final ser beneficiado na bomba já que os governos estaduais cobram 29% de ICMS e governo federal cobra 15% de CID e o PIS/Cofins, caso esses tributos não incidissem o litro do combustível poderia ser de R$2,68. Pois bem, insatisfeito com a inflexão dos governadores o presidente fez um desafio afirmando que zeraria os impostos federais se os governadores fizessem o mesmo com o ICMS.

Todavia, alguns governadores responderam dizendo que isso era “populismo” o que foi rebatido pelo presidente que na verdade seria “vergonha na cara” de tomar tal medida, e, nisso caro leitor convenhamos que o presidente foi feliz em sua fala, pois, quantas vezes em rodas de discussões já não dissemos que os políticos deveriam ter vergonha na cara e atender os anseios da população. A grande questão é que os governos dizem que serão afetados com arrecadação estadual, sim caro leitor você leu bem, estão preocupados apenas com a arrecadação e não com você que quer pagar mais barato pela gasolina e/ou diesel.

Desse imbróglio a população pode se beneficiar já que o debate foi posto a mesa e já se vê a opinião publica cobrando de seus governadores a redução do ICMS. Ficou claro também que há como pano de fundo razões políticas pelas quais os governadores não querem ceder ao desafio do governo federal. Certamente, a preocupação que todos deveriam ter é com os eleitores que elegem seus representantes para atender suas demandas e não interesses próprios. Até o fechamento deste artigo apenas três governadores aceitaram o desafio do presidente, foram eles: Gladson Cameli (PP) do Acre; Wellington Dias (PT) do Piauí; Ronaldo Caiado (DEM) de Goiás.

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MULHERES NA POLÍTICA. Será que apenas elegendo mulheres nós avançamos?


É ano de eleição, a campanha eleitoral está chegando, e devemos ficar de olhos bem abertos para não sermos levadas/os pela aparência e conversas bonitas. Um assunto que permeia os espaços de debate são a presença das mulheres na política, de fato precisamos sim de mais mulheres ocupando todos os espaços, e na política institucional principalmente, pois teríamos oportunidade de pautar mais políticas para as mulheres, romper com um ambiente que é culturalmente masculino e machista e principalmente ser inspiração e incentivo para que mais mulheres se sintam pertencentes, capazes e compreendam que política também é lugar de mulher.
Mas a pergunta que não quer calar. Será que apenas elegendo mulheres nós avançamos? Vamos pensar no macro, na Câmara de Deputados Federal apenas 10,5% dos/das representantes são mulheres, sabendo que 51,7% são o total de mulheres da população brasileira, nós somos a maioria, porém no congresso somos a minoria.
Isso traz à tona o debate sobre a representatividade, que através da lei exige um mínimo de 30% de homens ou mulheres, mas que culturalmente só são preenchidas pelo público feminino, e mesmo assim não garante que essas mulheres serão eleitas. Isso depende de diversos fatores que vão do senso comum de eleitores/as acharem que uma mulher não é capaz de ocupar um espaço na política, ou até mesmo partidos que acabam não dando o suporte necessário, muitas são registradas por conta da cota mas não recebem a estrutura de campanha necessária.
É visível que a cota é importante, porém não é suficiente, porque se vivemos em uma cultura patriarcal que é contrária a participação de mulheres na política e temos partidos que simplesmente instrumentalizam as figuras femininas, sempre teremos obstáculos. E mesmo essas cotas não sendo suficientes ainda existem propostas para retira-las, como o projeto de lei que foi apresentado no ano passado pela Deputada Federal – Renata Abreu, do Podemos (PODE) – São Paulo, que é uma MULHER.
A mesma justifica que a cota de 30% é uma medida extrema, pois quando os partidos não a alcançam, são penalizados. A deputada se manifestou contra o recurso de 30% dos fundos partidários para as campanhas das candidatas mulheres, ela argumenta que o parlamento tem contado cada vez mais com a presença de mulheres e que não existe discriminação de gênero. No ranking de representatividade feminina na política institucional estamos atrás de 151 países, mas, ainda há quem acredite que 10,5% já está muito bom.
Por ser uma deputada mulher vocês devem estar se perguntando, que contradição é essa? Pois bem, existem representatividades simbólicas, aquelas conhecidas como diz o ilustre bezerrenses Paulo Leite, como “figuras decorativas” e as representatividades concretas que não é só mulher, mas luta pela maioria das mulheres, as trabalhadoras que precisam de creches e escolas para os/as filhos/as, que precisam de parto humanizado, de acolhimento real em casos de violência, que lutam pelo fim da discriminação salaria e moral que ainda existe no trabalho, que precisam de licença maternidade, que almejam se aposentar um dia, e tantos outros direitos que nos são negados cotidianamente.
Então respondendo à pergunta que não queria calar… Nem todas as mulheres apenas por serem mulheres, quando conseguem um espaço na política institucional efetivam a representatividade concreta, até porque esta precisa ser construída, não é algo pronto, tem a ver com coerência, tem a ver com o que você defende e suas bandeiras de luta. Existem até mulheres querendo atrair mais e mais mulheres para a política, mas que defendem projetos ou servem a pessoas que estão à frente de projetos regressivos.
Assim não há possibilidade nenhuma de avançarmos, pois estaríamos a mercê de uma representatividade vazia. Mulheres assim não nos representam, precisamos estar atentas/os e quando escutarmos dessas pessoas, “Vamos juntas?” Simplesmente diremos, “Não, vamos não”. Precisamos sim de mais mulheres na política, mas mulheres combativas que sigam lutando contra todos os tipos de desigualdade e não daquelas que aceitam e colaboram com o sistema posto. Precisamos entender também que embora não sofram nossas lutas cotidianas temos candidatos homens que são verdadeiros aliados nossos, como negros e LGBT´s também,
Encerro com a seguinte reflexão: A história vivida pelas mulheres organizadas nos mais diversos campos políticos demonstra que não é apenas uma questão de sexo ou de gênero. Em voga aqui o grito de ordem dos movimentos feministas contemporâneos: “Não basta ser mulher, tem que ser de luta feminista”. Isso porque um movimento não necessariamente por ser composto por mulheres reivindicará a igualdade real entre homens e mulheres, assim como uma Lei, não necessariamente por ser proposta por uma ou uma bancada de mulheres terá o fito de garantir igualdade de direitos, ou, ainda, a política pública será necessariamente emancipatória por ser coordenada por um organismo de política para as mulheres. (AMORIM, 2015, p. 73).
Michelle Silvestre – Mulheres em Pauta.
https://www.cartacapital.com.br/diver…
https://www.camara.leg.br/deputados/1…
https://www.camara.leg.br/noticias/56…
http://www.tse.jus.br/imprensa/notici…
https://educa.ibge.gov.br/jovens/conh…
https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/15003/1/RAVANE%2C%20ELBA%20-%20DISSERTA%C3%87%C3%83O%20COMPLETA.pdf

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As novas tecnologias e os novos problemas

O mundo digital nos aproximou com a mesma força e facilidade com que nos distanciou das diversas relações estabelecidas e que compõem um pavimento social. Não podemos negar os avanços que o acesso a tecnologia trouxe para a sociedade de um modo geral, mas também não podemos fechar os olhos para os problemas que a mesma traz e que por vezes passa diante de nós de forma imperceptível.
O medo, a insegurança, a anorexia, a depressão, a crise humanitária, dentre tantos outros são potencialmente aumentados em decorrência das fragilidades das relações humanas no mundo pós-moderno, que por sua vez acaba por levantar muros ao invés de construir pontes.
De acordo com o filósofo Zygmunt Bauman, vivemos em um mundo “líquido”, onde a plasticidade e o fácil descarte das diversas relações sociais nos fazem ter a incerteza como única e verdadeira certeza para nossos dias.
Para exemplificar um pouco essa liquidez podemos refletir sobre nossos próprios comportamentos. Temos mais contatos virtuais ou pessoais no dia-a-dia? Saímos com a mesma frequência que antes ou preferimos ficar em casa num bate papo pelas redes sociais?
Quando saímos curtimos as presenças ou nos tornamos reféns de nossos celulares? Nossos padrões de uso são porque nos agradam ou porquê nos foi imposto através da moda?
Nossos comportamentos e aquilo que pensamos são reflexo de nossa personalidade ou apenas uma forma de não nos sentirmos alheios ao que nossos próximos defendem?
O modelo de mundo e das relações “líquidas” apresentadas por Bauman permeia nosso universo indo do pessoal ao global, e trazendo consequências que jamais poderíamos imaginar, inclusive mais negativas do que positivas. E o que é mais perigoso é que nos afeta, mas tem nosso aval, mesmo que às cegas.

Mikhail Gorbachiov – Cientista Social

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O que é um negócio rentável?


Muita gente tem uma visão controversa sobre o que é uma empresa rentável. Tudo depende das expectativas de cada sócio, como também do padrão de vida que cada um pretende ter.

Não adianta você abrir um negócio pequeno e esperar grandes resultados de imediato. E isso acontece muitas vezes por falta de compreensão e pouco conhecimentos de administração.

Qualquer empresa, grande ou pequena, pode ser lucrativa desde que os sócios respeitem a sua capacidade de geração e distribuição de lucros.

No nosso escritório contábil atendemos desde pequenas empresas, onde trabalha apenas o sócio, como também empresas maiores com vários funcionários e, muitas vezes, o que se vê é o pequeno cliente satisfeito com a empresa e com o rendimento que ela lhe propõe e, do outro lado, um cliente insatisfeito com os resultados da sua empresa, maior, mas amargando prejuízos corriqueiros.

Para o empreendedor sem experiência cabe sempre a consulta a um contador antes de escolher o tipo de empresa que irá abrir. Só que em muitos casos acontece o contrário, ou seja, o empresário identifica o tipo de empresa que deseja abrir ou até mesmo adquirir, e, somente após o negócio efetuado é que ele procura um profissional contábil para fazer os trâmites legais de transferência ou registro e legalização, quando se tratar de abertura de nova empresa. Aí já é tarde demais, pois mesmo que o contador lhe mostre que o negócio não é rentável, ao menos para os padrões exigidos pelo empreendedor, dificilmente reverterá a sua decisão.

Resumindo, podemos dizer que um negócio rentável é aquele que atende às expectativas dos sócios, colaboradores, clientes e fornecedores.

Forte abraço e até a semana que vem.


Nelson Domingos é Contador e proprietário da

Cactos Contabilidade Empresarial LTDA.
81 4101 2101 / 9 9763 1165
Rua Dr. José Mariano, Loja 26 – 2º Piso – Coop Center – Bezerros/PE (Antigo Shopping Bezerros
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MULHERES EM PAUTA: Bezerros já respira Carnaval e estamos aqui para lembrar que: Não é Não!

Atenção Mulherada!
Bezerros já respira Carnaval e estamos aqui para lembrar que: Não é Não!
Há em nossa sociedade uma tendência que parece ecoar no restante do mundo de naturalizar a violência, sobretudo quando diz respeito a nós mulheres. São muitos relatos de abusos e cantadas ofensivas que sofremos cotidianamente, e mesmo o assédio acontecendo todos os dias, em qualquer período do ano, nas festas de Carnaval nosso cuidado deve ser dobrado.
Dados registrados nos últimos dois anos pelo Disque 100 (Disque Direitos Humanos) e o Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) acenderam um alerta nos integrantes do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH). Os casos relacionados a denúncias de violência sexual contra crianças, adolescentes e mulheres costumam aumentar até 20% nos meses nos quais ocorre o Carnaval.
Estamos aqui para lembrar que todas as abordagens que vão além do limite permitido por nós mulheres e nos causam desconforto, vergonha ou intimidação, são tipos de assédio e precisam ser denunciados. Assédio não é paquera, é crime. A Lei 13.718 de 24/09/2018 – do crime de importunação sexual, prevê prisão de 1 a 5 anos. Com isso, beijos roubados, forçados, toques inconvenientes e sem consentimento, puxada pelo braço, pelo cabelo, agressão após ouvir um não e todos os demais atos abusivos, poderão ser enquadrados como assédio.
Na volta para casa, na fila do banheiro e até no meio da folia, estejam todas próximas e cuidando uma das outras. E, para os homens: respeitem todas as mulheres que saíram de suas casas para brincar e dançar o Carnaval, é fundamental compreender que assédio é a invasão do corpo e espaço de alguém que não lhe permitiu isso. Em outras palavras: se toquem e tenham responsabilidade com os seus atos, lembre-se: Depois do não tudo é assédio.
Precisamos deixar o recado e dizer que nosso corpo é nossa luta e temos liberdade de escolha sim, não é não. Exigimos respeito e queremos mostrar que somos muitas, que não estamos sozinhas na luta por nossos direitos, mesmo quando o assunto é diversão.
Juntas somos mais fortes, até que todas sejamos livres de todas as formas de opressões.


Michelle Silvestre – Mulheres em Pauta.

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O que o empresário deve cobrar de seu contador

Não há situação mais desgastante para qualquer profissional honesto que ser comparado com aquele que só tenta tirar vantagem sobre o empresário, seu cliente. Tudo que você fala tem o tom de trapaça.
Muitos empresários acham que pagam para você não fazer nada ou que quanto menos você fizer, melhor. Muitos entendem que suas orientações visam basicamente apenas o lucro, e não o cumprimento de uma obrigação legal. Se um novo cliente que ainda não é conhecedor de uma fiscalização ou notificação, descobrir que você não cumpriu alguma obrigação acessória, a guerra começa.
O mais comum, para muitos é considerar o seu valor de honorário um absurdo, por comparar a de outros que claramente compensa o baixo valor cobrado sujeitando o cliente a multas e fiscalizações desnecessárias.
Portanto, cabe analisar se vale realmente o preço de pagar um menor valor e não ter uma segurança de que sua empresa necessita. Acabou-se o tempo em que contador era apenas um gerador de impostos, um escritório de responsabilidade atua em conjunto com a sua empresa para que os dois cresçam juntos.
Há inúmeras obrigações assessorias que deve ser declaradas mensalmente, independentes do regime tributário de sua empresa, tendo funcionários ou não, tendo movimentação ou não.
Fique atento, quanto antes sanar, menor o prejuízo.

Forte abraço e até a semana que vem.


Nelson Domingos é Contador e proprietário da Cactos Contabilidade Empresarial LTDA.
81 4101 2101 / 9 9763 1165
Rua Dr. José Mariano, Loja 26 – 2º Piso – Coop Center – Bezerros/PE (Antigo Shopping Bezerros)

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Há sempre uma tentativa de nos silenciar

Uma das situações mais angustiantes na vida de nós mulheres, são as tentativas de silenciamentos tão presentes em nosso cotidiano. Nas mais variadas situações, sempre existem pensamentos que nos lembram da importância em impedir que a força do patriarcado , não nos cale, não nos vença, e muito menos nos impeça de ocupar espaços pelos quais sonhamos, desejamos e lutamos.
O silenciamento, a que me refiro, é o que paralisa nossas existências e nos destina apenas lugares escolhidos e subalternos. Nós mulheres, fomos ensinadas sempre a calar, a não saber dizer não, não incomodar, a falar baixo ou falar o que a sociedade espera de “uma mulher”.
No entanto na grande maioria das vezes precisamos gritar para sermos ouvidas ou termos nossa essência reconhecida. Mulheres que desobedecem essas regras, são chamadas de loucas, por não aceitarem uma vida oprimida, e são vistas como perigo para quem oprime. E aí nós crescemos acreditando que mulher boa é quieta, pois fazer barulho desestabiliza as estruturas do patriarcado.
Quando nossas vozes são silenciadas, também é silenciada nossa existência, quando comandadas pelas vontades do outro. Não se entregar as tentativas de silêncio, torna-se fundamental para que possamos conhecer a mulher que existe dentro de nós.
Nos espaços que somos instigadas a nos calar, é importante refletir se as pessoas que tentam isso merecem caminhar ao nosso lado. Nos diminuem e não reconhecem nossas grandezas. Quantas vezes, ao lutar contra injustiças, escutamos conselhos como “deixa para lá”, “pare de criar caso”, “tenha mais senso de humor”, “calma mulher”.
Romper silêncios não é fácil, mas muitas mulheres fortes já nos mostraram o quanto é necessário. Dá medo, e quem se acha no poder sabe punir mulheres que ousaram falar.
Esse é um grande prazer masculino: apagar as vidas de mulheres cujas luzes os desafiam. Djamila Ribeiro.
Que a grandeza dos desafios não nos desanime, em qualquer espaço nossa luta será por nós mulheres, até que todas sejamos livres de todas as formas de opressões.


Michelle Silvestre – Mulheres em Pauta.

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Seja feliz agora

Nesses dias meu Kindle (leitor de e-books) quebrou. Isso depois de 8 anos de muito uso. Sabendo do valor de um novo, que é um tanto “salgado”, relutei bastante para comprar outro. Depois de muitos cálculos, decidi comprar em longas parcelas no cartão. Assim que finalizei a compra, passei a rastrear meu pedido diariamente, na ânsia de tê-lo o mais breve nas minhas mãos. Enquanto o aparelho não chegava, assisti no YouTube inúmeros tutoriais explicativos de funcionamento, e li vários comentários de usuários do Kindle. Antes mesmo dele chegar, eu praticamente já sabia tudo sobre esse leitor de livros.

Tão breve o entregador se identificou no interfone de casa, minha alegria tornou-se notória, a ponto da minha esposa comentar que eu parecia criança desembrulhando um presente. Adiei até a caminhada que estava para fazer no momento que o aparelho chegou em casa. Abri o pacote e retirei o aparelho da caixa com todo cuidado. Parecia que eu estava segurando um troféu ou uma joia preciosa. De imediato, fui ligando e configurando meu novo “brinquedinho”. Passados alguns minutos, um sentimento tomou conta de mim. Deixei o Kindle de lado e passei a refletir… Embora estivesse extremamente satisfeito com minha nova aquisição, entendi que eu não precisava ter ficado tão ansioso, a ponto de achar que me sentiria mais feliz depois que essa compra estivesse comigo.

Contei essa história para a gente perceber que não precisamos comprar um carro melhor, uma casa maior, ou até conseguir um emprego com remuneração maior para ser feliz. Claro que buscar melhorias nesses e noutros setores é saudável e natural, contudo, não deixe para ser feliz quando uma dessas, ou, todas essas coisas mudarem na sua vida. Que tal a gente sentir gratidão e felicidade com a casa que já temos? Com o carro, moto ou bicicleta que já possuímos? Precisamos sentir gratidão pelo trabalho que temos até que surja outra oportunidade.

Quando a gente aposta nossa felicidade no futuro, achando que um carro, uma casa ou um emprego melhor, farão da gente pessoas mais felizes, depositando nossa felicidade em coisas, possivelmente ficaremos ainda mais tristes, pois estaremos cultivando a cultura do consumismo e não da realização. E sabe o que mais? Sempre existirá um carro melhor, uma casa mais confortável e um emprego melhor remunerado do que o que já temos.

Que tal a gente agradecer pelo carro que a gente tem, ou até pelo que não tem? Se você conseguir um melhor, ótimo, aprecie e agradeça por esse carro novo. Caso passou a ter um carro inferior, façamos o mesmo, podemos tentar ser felizes nesse carro mais velho também.

Meu primeiro carro foi um Chevette ano 1989, que era a gasolina, mas que eu rodava com álcool. Antes vou explicar o motivo. Comprei esse carro a um cidadão que, aparentemente, não costumava fazer “bons” negócios. Desnecessário dizer as condições que esse veículo se encontrava pelo ano de fabricação dele, quando comprei esse carro, ele já estava com 20 anos de uso. Lataria e motor totalmente danificados, sem falar que o motor havia sido trocado por outro a gasolina, pois no documento do veículo constatava que ele era a álcool e não a gasolina. Para resumir a história, nessa época, precisei pegar 5 mil reais emprestado com minha irmã mais velha, no intuito de fazer minha viagem de intercâmbio. Tendo a intenção de vender esse carro assim que retornasse do exterior para devolver o dinheiro dela. Assim que voltei, coloquei o carro a venda. Não demorou muito para aparecer um comprador, mas para meu azar, ou sorte quem sabe, nesse mesmo dia o motor do carro bateu… foi quando eu descobri que esse carro deveria ser movido a gasolina e não a álcool, como eu estava fazendo… Bem, não tive outra saída, fiz uma rifa para levantar o dinheiro do conserto e no final das contas, juntando o valor que paguei quando comprei o carro, mais os consertos no decorrer dos 2 anos que possuí, somado ao último serviço para refazer o motor, a soma de gastos total foi de inacreditáveis 12 mil reais. Sabe por quanto eu vendi esse carro? 3 mil reais…

No começo sentia até raiva do carro e de tudo que passei com ele, mas com o passar dos anos, percebi o quão bom foi ter tido aquele carrinho. Quantos momentos de felicidade ele proporcionou para mim e para minha família. Quantas vezes fomos até Caruaru e cidades vizinhas, sem falar das vezes que levei meu filho para ver o mar. Não posso esquecer da primeira vez que fomos a Garanhuns com minha família. Foram muitos momentos onde me senti feliz no “carango”, como ele era chamado por mim. Mesmo estando num carro velho, consegui sentir felicidade. Também senti essa felicidade quando comprei meu carro atual, na época 0 KM. Também tentarei ser feliz caso passe a ter um carro mais velho, ou mais novo quem sabe. O segredo é descobrir a felicidade que está dentro de nós, e não nos objetos e coisas que nos cercam. Pois a felicidade está no caminho e não na chegada.

Vamos tentar ser felizes agora?

Pierre Pessôa
Fundador do Smart Fluent

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