Prós e contras do ensino Cívico Militar/Matéria do portal Uol

Rayane Moura

Colaboração para Ecoa, de São Paulo

Considerada uma das principais promessas de campanha do presidente Jair Bolsonaro, em setembro do ano passado foi lançado o Plano Nacional das Escolas Cívico-Militares (PECIM), uma das apostas da atual gestão do Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Ministério da Defesa.

A intenção é implementar o modelo cívico-militar em 216 escolas de todo o país até 2023, sendo 54 por ano, os militares atuarão como monitores em três áreas: educacional, didático-pedagógica e administrativa. Somente esse ano, serão gastos R$ 54 milhões para implementação do projeto, do qual cada escola receberá R$ 1 milhão para melhorias e adequações em infraestrutura.

Diferentes das escolas militares, as cívico-militares são instituições públicas comuns em que a gestão administrativa e de conduta são responsabilidade de militares ou profissionais da área de segurança, enquanto que a gestão pedagógica fica sob a responsabilidade de pedagogos e profissionais de Educação.

Segundo o MEC, 15 estados e o Distrito Federal aderiram ao programa, que é voluntário. Para isso, as escolas devem obedecer a critérios como situação de vulnerabilidade social e baixo desempenho no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), atender de 500 a 1.000 alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e/ou médio e aplicar uma consulta pública à comunidade sobre o modelo.

Inspirado em colégios militares, o assunto levantou um grande debate entre especialistas em educação, principalmente após diversas declarações de apoio de Jair Bolsonaro à expansão de escolas militares e cívico-militares.

Conheça quais são os argumentos de especialistas a favor e contra o modelo:

SIM

O bom desempenho em avaliações nacionais

Um dos principais argumentos dos que defendem a militarização das escolas civis, é o resultado obtido pelos alunos do sistema em concursos diversos, sejam eles para os concursos das escolas militares de nível médio e superior, ou para universidades (ENEM e vestibulares).

Essas instituições se destacam na média nacional no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), com nota 7 para alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental, enquanto a média nacional das escolas públicas fica em 4,9 para a mesma etapa de ensino.

Regras rígidas

Diferente das escolas comuns, o modelo prevê que o comportamento dos alunos será avaliado e classificado em forma de nota. Os estudantes também terão o uso obrigatório de uniformes específicos com padrão militar, que serão fornecidos pelo governo de cada estado.

As meninas devem usar cabelos curtos ou longos, desde que presos com penteados em trança simples ou rabo de cavalo. As saias, que fazem parte do uniforme, deverão ter comprimento na altura dos joelhos.

Já os meninos devem sempre estar de cabelos curtos, cortados “de modo a manter nítidos os contornos junto às orelhas e o pescoço”, além de se apresentarem bem barbeados.

Currículo escolar

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Educação, as escolas cívico-militares têm uma taxa de abono escolar de 77% menor, a reprovação dos alunos é 37,4% menor, além dos alunos que estudam na idade certa, que é 50% maior. Já a avaliação do Ideb, que mede qualidade do ensino é 20% maior.

No Paraná, estado que mais aderiu ao modelo com cerca de 216 colégios em 117 cidades, os estudantes vão passar a ter uma sexta aula para reforço de matemática, de português e estudo da Constituição Federal, além de bases do direito, cidadania e educação financeira. Professores da rede estadual continuam dando aula nesses colégios, que não terão professores militares.

Um dos principais atrativos é a proposta pedagógica, que tem como objetivo entregar um ensino de qualidade, preparando o aluno para a vida em sociedade, formando cidadãos críticos que atuem com ética, cidadania e guiados por valores.

Gestão compartilhada

As escolas cívico-militares contam com uma gestão compartilhada, em que militares e diretores pedagógicos atuam de maneira colaborativa na gestão administrativa e didático-pedagógica do colégio.

No Paraná, por exemplo, dois diretores passarão a comandar a escola: um civil, que vai cuidar da parte pedagógica, e um militar da reserva para tratar de questões como disciplina e hierarquia. Ambos gestores foram escolhidos pela Secretaria de Estado da Educação (Seed), sem participação da comunidade escolar na escolha.

Com isso, deve haver diálogo entre ambos os diretores, buscando ações conjuntas que possam aprimorar as práticas educativas da escola na formação integral do aluno. A orientação disciplinar deve ser mais rígida, mas não tão severa quanto nos colégios do Exército, por exemplo.

Maior segurança

As escolas terão também monitores militares participando da rotina escolar. Serão de três a cinco policiais da reserva, a depender do tamanho do colégio. Com isso, os militares atuarão, em colaboração, nas áreas de gestão escolar e gestão educacional, a fim de contribuir com a melhoria do ambiente escolar.

Vale lembrar que esse modelo não irá formar militares ou militarizar os alunos, o principal objetivo é contribuir com a qualidade do ensino na educação básica, além de propiciar aos alunos, professores e funcionários um lugar mais seguro com foco na melhoria do ambiente e da convivência escolar.

NÃO

Exclusão de minorias e diversidade

Com a implementação desse modelo, os alunos e professores que não se adaptarem terão que buscar uma nova unidade escolar. Exemplo são os estudantes que têm dificuldade de aprendizado e necessitam de maior atenção, com o baixo desempenho a avaliação do colégio também cai, e para isso não acontecer, são obrigados a se transferirem, algumas vezes até para longe de suas residências. O mesmo vale para a Educação de Jovens e Adultos, o EJA.

Outro fator importante, é a perda de identidade com as regras impostas. Por terem que usar uniforme e cortes de cabelos específicos, além de precisarem seguir comportamentos da cultura militar, os estudantes passam por uma padronização e perdem totalmente as características que os identificam. Levando em consideração a diversidade étnico-racial que existe no Brasil, esses alunos deixariam de ser quem são para continuarem no colégio ou serão obrigados a buscar outra unidade escolar.

Notoriamente a militarização costuma homogeneizar todos os seus membros, retirando deles a individualidade e a capacidade de autodesenvolvimento. Esse modelo de escola não atende a diversidade, quem não tem o perfil ou não se adaptar será convidado a sair da escola.

Censura, não formam cidadãos críticos

Alguns educadores de colégios militares relatam censura de alguns assuntos em sala de aula. Entre os temas que não podem ser pautados pelos professores, estão homofobia, racismo, feminismo, além de algumas questões políticas.

Por conta das escolas cívico-militares serem inspiradas nesse modelo, os educadores que irão passar pela mudança temem sofrer por essa censura também, e assim não formarem seus alunos cidadãos críticos em determinadas situações.

De acordo com a Constituição Federal de 1988, o Art. 205 diz que “a educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. Seguindo a lei, nenhum assunto deveria ser restrito, levando em consideração que a formação nas escolas visa formar cidadãos críticos.

Investimento

Para se tornarem cívico-militares, as escolas passaram por melhoria de infraestrutura, compra de material escolar, reformas, além de outras intervenções. Com isso, o Ministério da Educação (MEC) irá investir dinheiro, que poderia ser encaminhado para a melhoria das escolas públicas.

Se a verba que está sendo investida neste novo modelo fosse mandada para as escolas públicas, seria possível melhorar a infraestrutura, reduzir o número de alunos por sala, aumentar os salários dos professores e a capacidade de atrair os melhores educadores e, consequentemente, melhorar a qualidade da educação. Existe uma relação direta entre investimentos e qualidade: quanto mais recursos, maior é a nota obtida no Ideb.

Outro fator defendido é que essas escolas supostamente reduziriam a violência. Porém, os colégios onde não existem índices de violência apontam outro caminho, como: muros baixos, políticas de diálogo, participação da comunidade nos finais de semana. O oposto do que vem sendo imposto pelo atual governo.

O modelo civil-militar não é a única solução para melhorar a educação no Brasil, existem diversos modelos que podem ser implantados, como escolas em período integral ou contraturno escolar com cursos e aulas diferenciadas.

Comparação de ambos os modelos

Não dá para comprar uma escola militar com uma escola civil comum, mesmo que o novo modelo seja inspirado em tal. Nos colégios militares, os professores recebem salário que passam de R$ 10 mil, e as unidades possuem diferentes laboratórios, como de química e robótica, quadras poliesportiva e piscina. Vale lembrar que a maior parte dos alunos nessas instituições são filhos de militares que querem seguir na carreira.

As famílias desses colégios militares também podem contribuir com um valor mensal que varia entre R$ 100 e R$ 300, e devem pagar pelo fardamento dos alunos, que custa em torno de R$ 600. Os civis interessados em ingressar nas instituições são submetidos a uma prova, que seleciona os alunos que obtiverem as notas mais altas.

Além disso, os alunos de ambas escolas são diferentes. Nos colégios militares são focados em filhos de militares, que na maioria das vezes são de classe média ou altas. Já nas escolas civis, que atendem mais de 80% dos alunos do ensino fundamental e médio da rede pública em todo o país, os estudantes são em sua maioria de classe baixa e vivem em condições totalmente diferentes, o que afeta os estudos.

Profissionais não preparados para educação

Outro ponto importante é a formação adequada para os profissionais da educação. Segundo o artigo 62, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional- LDB, “A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura plena, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nos cinco primeiros anos do ensino fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade normal”.

Além disso, a LDB também define no art. 67 as condições para que esses profissionais exerçam outras funções na área da educação, como “a experiência docente é pré-requisito para o exercício profissional de quaisquer outras funções de magistério, nos termos das normas de cada sistema de ensino” e “são consideradas funções de magistério as exercidas por professores e especialistas em educação no desempenho de atividades educativas, quando exercidas em estabelecimento de educação básica em seus diversos níveis e modalidades, incluídas, além do exercício da docência, as de direção de unidade escolar e as de coordenação e assessoramento pedagógico”.

Porém, em 2019, o Congresso Nacional aprovou a Emenda Constitucional 101/2019, que estendeu aos militares o direito à acumulação de cargos públicos prevista no art. 37, inciso XVI, da Constituição. O citado inciso, proibia a acumulação remunerada de cargos públicos, exceto “a) a de dois cargos de professor b) a de um cargo de professor com outro técnico ou científico ou c) a de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde, com profissões regulamentadas”. Essa tem sido a principal justificativa para os militares da reserva, aposentados ou da ativa atuarem na gestão administrativa, disciplinar e administrativa-pedagógica das escolas públicas civis.

Fontes: Catarina de Almeida Santos, professora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB); Luana Tolentino, Mestra em Educação pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP); Olavo Nogueira Filho, Diretor executivo do Todos Pela Educação; Afonso Eduardo, Centro de Comunicação social do Exército (CCOMSEX).

Portal UOL

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O POETA SEVERINO PEDRO É ACLAMADO NO LANÇAMENTO DO SEU 1º LIVRO

Imagens cedidas por: Sérgio Leão

Na última quinta-feira (13/01) aconteceu na Câmara Municipal de Bezerros a solenidade para o lançamento oficial do livro de poesia “Flor e Fome” do poeta e compositor bezerrense Severino Pedro. O evento reuniu aproximadamente cerca de 150 convidados entre familiares, amigos, autoridades políticas e personalidades do cenário artístico cultural de Bezerros e das cidades de Caruaru, Gravatá e Palmares. Severino Pedro muito conhecido no contexto cultural literário, e que já teve algumas de suas composições interpretadas pelo Trio Nordestino, Ivan Ferraz, Irah Caldeira e Genaro, foi muito elogiado nos discursos em sua homenagem por sua simplicidade, por seu talento, bravura, sabedoria, carisma, modéstia e, sobretudo, por sua atuação profissional na Estação da Cultura, zelando e contribuindo sempre pela disseminação da cultura popular. Em sua obra “Flor e Fome” o autor buscou retratar através do seu olhar poético a fome em tempos remotos, na sua infância, a fome como problema social, a fome como impulso para questionar, desabafar e denunciar falhas que ainda há no cenário social, mas sem perder a afetuosidade e doçura que há na poesia.

Texto: Mariana Helena de Jesus

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REAGIR MESMO DIANTE DAS IMPOSSIBILIDADES E DIFICULDADES

Há dias em que o fardo das responsabilidades e dos problemas que carregamos torna-se mais pesado do que em outros momentos. Há dias em que a rotina repetitiva do nosso cotidiano nos deixa sufocados pelo excesso da mesmice, onde nada muda e nada de novo acontece. A vida por vezes tem um peso imenso, nos acarretando uma inevitável desmotivação ou desesperança nos dias futuros. No entanto,  não podemos esquecer que dias assim fazem parte de toda a experiência humana em seus contextos vivenciados. Ninguém é feliz, pleno, satisfeito, realizado, o tempo todo, em todos os dias. Problemas, limitações, rotinas exaustivas, frustrações, tudo isso é inerente a vida de qualquer pessoa. E assim sendo, sabemos que todas as fases passam, tanto as fases ruins como as boas. Então, mediante cenários e circunstâncias assim, precisamos reagir, buscarmos nos motivar, sem deixarmos que as nossas insatisfações nos provoque tristeza, angústias e desestímulos, nos paralisando diante do que temos para fazer ou resultando no desencantamento pelos nossos dias.


A palavra para hoje é ÂNIMO!


(Mariana Helena de Jesus)
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Academias serão fiscalizadas em Bezerros

De segunda-feira (10) até a última quinta-feira (13), as Equipes de Orientação e Fiscalização do Conselho Regional de Educação Física da 12ª região (CREF12/PE) percorrem mais 12 municípios do Agreste e Mata Sul. As três equipes visitaram um total de 66 estabelecimentos.

Até ontem (13), 7 academias foram interditadas e 11 tiveram atividades suspensas temporariamente pela falta de um Profissional de Educação Física responsável pelo o espaço no momento da fiscalização.

A operação percorreu as cidades de Caruaru, Altinho, Agrestina, Camocim de São Félix, Bonito, Barra de Guabiraba, Vitória de Santo Antão, Taquaritinga do Norte, Brejo da Madre de Deus, Bezerros,
Cupira e São Caitano.

Outros detalhes serão divulgados pelo CREF/PE em uma coletiva de imprensa nesta sexta-feira (14), a partir das 9h.

Caderno Bezerrense

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Empregos hoje

Auxiliar de mecânico de autos – 2
Supervisor de vendas comercial – 1
Supervisor comercial – 1

Agência do Trabalho de Bezerros oferta três oportunidades de trabalho. A Agência funciona no Empresarial José Ferraz, 2° andar, Praça Duque de Caxias, Centro.

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CONVITE- CENTRO ESPÍRITA APOLO — PALESTRANTE INÉDITO!

Neste Sábado , dia 15 de Janeiro , a partir das 20 horas, o Centro Espírita Apolo tem a alegria de receber pela primeira vez o querido Expositor Espírita da cidade do Recife EMANUEL SILVESTRE , que possui grande atuação no Movimento de Juventudes Espiritas no Estado de Pernambuco. Isso mesmo! O querido Expositor desenvolve intenso trabalho com a juventude e confirma presença no Apolo. O tema de sua palestra será CONSCIÊNCIA E SEXUALIDADE! Vamos aprender sobre a questão das obsessões sexuais e os vínculos espirituais que produzem , o que a Doutrina tem a dizer sobre a sexualidade e os tabus sociais, como este assuntos devem ser visto nos duas atuais e quais os posicionamentos espíritas sobre a sexualidade DIVULGUEM!!! IMPERDÍVEL!!!

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3ª edição do Curta na Serra é realizada de forma híbrida em Bezerros

Evento irá acontecer entre os dias 18 e 30 de janeiro.

A 3ª edição do Curta na Serra será realizada de forma híbrida em Bezerros, Agreste de Pernambuco. O evento será realizado pela primeira vez neste formato, entre os dias 18 e 30 de janeiro.

Serão exibidos 35 curtas-metragens nacionais, além de uma programação com atividades formativas, culturais e ecológicas. O curador, Vitor Búrigo, comentou sobre o objetivo do evento. “A intenção é oferecer uma variedade de histórias e narrativas que aproximam os indivíduos da cultura do cinema e de suas identidades, sem deixar de envolver nessa relação temas sociais e políticos. A ideia é promover cultura e também debates e reflexões”, relatou.

Toda a programação poderá ser acompanhada gratuitamente através do site do curta. No dia 22 de janeiro, a partir das 19h, será realizada uma exibição pública presencial de curtas-metragens na Vila de Serra Negra, especialmente para os moradores da zona rural de Bezerros.

Do G1 Caruaru

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Nova rádio FM entra em operação experimental

Antena de transmissão de FM (ilustração).

Bezerros passa a contar com nova emissora de rádio em Frequência Modulada (FM). A antiga rádio católica Restauração AM, que chegou a transmitir programação católica a partir de Encruzilhada de São João, migrou para Frequência Modulada (FM 92,9MHZ). Pelo menos na fazer de operação experimental, a nova emissora, que não ainda não divulgou o novo nome, está apresentando um estilo mais comercial. A reportagem constatou amplo raio de cobertura da nova FM. Aguarde outras informações.

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QUATRO CIDADES DE PERNAMBUCO TERÃO ESCOLAS CÍVICO-MILITARES EM 2022; BEZERROS FOI CONTEMPLADA

Modelo de Educação do governo Bolsonaro chega a Bezerros.

Quatro municípios pernambucanos terão escolas cívico-militares implementadas este ano. Em todo o País serão 89 novos colégios. A lista das cidades contempladas foi divulgada nesta segunda-feira (10) pelo Ministério da Educação (MEC). Vão integrar o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim), neste ano de 2022, os municípios pernambucanos de Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife; Bezerros e Altinho, no Agreste; e Petrolina, no Sertão. Jaboatão já tem uma unidade cívico-militar funcionando. É a Natividade Saldanha, pertencente à rede municipal e que fica no bairro de Cajueiro Seco. Atende 682 alunos do 3º ao 9º ano do ensino fundamental.

A meta do governo federal é criar, até 2023, 216 escolas cívico-militares (Ecim) em todo País. Atualmente o programa existe em 25 Estados e no Distrito Federal, atendendo aproximadamente 85 mil alunos em 127 escolas. O Pecim é uma parceria entre MEC e Ministério da Defesa, voltado para escolas com baixo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e com alunos em situação de vulnerabilidade social.

Em Pernambuco, as escolas de Jaboatão e de Petrolina terão oficiais da reserva das Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica) atuando como monitores e apoiando a gestão escolar. Já nas unidades de Bezerros e Altinho as prefeituras terão que contratar policiais militares e do Corpo de Bombeiros para desempenharem essas funções. Não há um cronograma igual de implantação das escolas. Segundo o MEC, isso depende de cada cidade. As gestões municipais foram comunicadas e devem enviar documentação para que seja assinado acordo de cooperação, a fim de configurar parceria entre a prefeitura e o governo federal. A quantidade de vagas ofertadas quem define é a Secretaria Municipal de Educação de cada cidade.

Fonte: JC | NE10


Prefeita destacou escolha do município em sediar modelo do Governo Fderal.

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HJP se consolida como Centro Médico Regional

O Hospital Jesus Pequenino, no município de Bezerros, no Agreste de Pernambuco, a cada dia se consolida como um Centro Médico Regional. As melhorias estão na aquisição de modernos equipamentos, espaços amplos, higienizados e aconchegantes, além de uma equipe multidisciplinar extremamente especializada e preparada para melhor atender aos pacientes, que vem de várias regiões do Estado.
Para o diretor médico do HJP, dr. Sidney Ribeiro, a meta é promover saúde de qualidade. “Estamos sempre atentos aos lançamentos de equipamentos de ponto para atender os casos de alta complexidade, bem como constantemente qualificando os profissionais que integram a nossa unidade.
Sobre os ambientes, o diretor médico comentou que eles são pensados para proporcionar conforto, ainda que em momentos difíceis e, por vezes, dolorosos. “Na área da saúde, tudo é um detalhe para salvar vidas”, completou o conceituado médico.
Conte conosco sempre que precisar!
(81) 99730-0888 / 3728-6200

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NÃO ESPERE PELOS OUTROS, FAÇA VOCÊ MESMO!

Frequentemente podemos nos decepcionar com várias pessoas, porque muitas vezes nos prendemos a promessa do que elas nos prometeram ou nos garantiram como forma de nos ajudar perante alguma situação. Algumas pessoas inclusive vão além, nos incentivando a dar voos mais altos, porém quando estamos prestes a dar o salto precisando delas como impulso, elas não estão. Noutros contextos, há pessoas que sabem da nossa necessidade de ajuda, sabem do que precisamos, têm como fazer os resultados acontecerem, mas nada fazem. E assim, facilmente nos decepcionamos com aquelas pessoas as quais não imaginávamos nos desapontar. Mas, vida que segue, e a gente precisa seguir mesmo que seja sozinho. Evidentemente que há coisas que dependemos da extensão do outro para que possamos concluir ou conquistar, contudo muitas vezes nos acomodamos na espera de alguém que faça para nós algo que nós mesmos poderíamos fazer se tentássemos correr atrás. Portanto, se você há muito vem esperando a ação direta de alguém que ainda não sinalizou nenhuma atitude, ou se você se frustrou com alguém que faltou na hora que você mais precisou, não se martirize tentando compreender os porquês e nem se inunde de rancor ou tristeza. Muitas pessoas costumam dar o melhor de si para outras, enquanto que algumas nunca vão compreender a extensão prazerosa de se doar aos outros. Por isso, não deposite suas maiores fichas na responsabilidade de alguém, crie coragem, tome a decisão e vá atrás daquilo que pode ser seu, conquistado por você mesmo.


A palavra para hoje é INICIATIVA.


(Mariana Helena de Jesus)

www.marianahelenadejesus.blogspot.com.br

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Um papo com Severino Pedro sobre o livro “Flor e Fome”

Severino Pedro foi entrevistado por Pierre Pessôa numa parceria da Mandacarú Live/ Bezerros Hoje.

O ativista das causas socioambientais, Pierre Pessôa, promoveu nos estúdios da Mandacarú Live, através do Facebook, uma entrevista com o poeta e escritor Severino Pedro, que lança seu primeiro livro “Flor e Fome”. Com perguntas bastante pertinentes, os mesmos abordaram não só como foi a produção do livro, mas principalmente percorreram por temas que voltaram a estampar as principais notícias do Brasil, evidentemente tendo por destaque a FOME.
Severino falou da influência de grandes poetas e escritores na sua arte de produzir, como por exemplo o saudoso Patativa do Assaré. No decorrer da entrevista, o autor falou que os versos escritos têm verdadeira ligação com sua história, diante das dificuldades que o mesmo passou quando criança e adolescente, ficando assim mais fácil e autêntica as denúncias e os protestos feitos no seu livro contra a fome que voltou a maltratar os brasileiros, entretanto, o escritor o faz com inegável boniteza estética e literária. Isso reafirmado durante a entrevista pelo comentário de Lunas Costa: “Severino além do dom que faz com que tudo que escreva soa de forma encantadora, ele também domina as normas técnicas que regem os mais diversos formatos de poemas. Além de uma memória incrível, que o coloca em condição de ser considerado uma enciclopédia musical e poética. Severino Pedro é um dos meus mestres.”
A meritocracia também foi um ponto importante a ser discutido e desmentida. Por fim, a “Flor do pão, flor da esperança e da flor da harmonia” foram apresentadas e caminhos foram sugeridos por Severino para que as autoridades do Brasil, Pernambuco e Bezerros pudessem rumar para o fim da pobreza e miséria. Pierre agradeceu pela homenagem que recebeu no poema intitulado “Fome, não” na página 77, aludido ao projeto social que ele desenvolve desde 2020. Flor e Fome será lançado nessa quinta-feira, às 19 horas na Câmara de Vereadores de Bezerros.

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O Desenvolvimento do turismo em Bonito impulsionado pelo teleférico

Em entrevista ao programa Frente a Frente de hoje, o prefeito de Bonito, Gustavo Adolfo (PSB), exalta os potenciais turísticos da cidade e o impacto na economia local. De acordo com ele, o município do Agreste Central foi segundo destino mais visitado em Pernambuco após o período mais duro da pandemia.

“Com todas as precauções, as medidas sanitárias, continuamos prontos para receber o povo que quer conhecer Bonito”, assegura. O gestor destaca que há 1,2 mil leitos de hotéis em Bonito. Adolfo fala em alguns cartões-postais da cidade, como o teleférico, classificado por ele como “um divisor de águas” no turismo.

“A gente inaugurou em 20 de maio 2018, no aniversário de Bonito. De lá para cá, todo mundo que vai à cidade quer visitar o teleférico ou vem exclusivamente para passear no teleférico. O cabeamento tem 1.200 metros de extensão, um dos maiores do Brasil. O teleférico tem as cabines fechadas, com toda comodidade. É o único de Pernambuco assim”, comenta.

O prefeito realça que o passeio de balão é outro atrativo. Gustavo Adolfo também afirma que o município tem obtido diversos investimentos na indústria, gerando centenas de empregos: “Bonito é um verdadeiro canteiro de obras. Nós estamos imbuídos em trazer mais fábricas para a cidade.”

Blog do Magno

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