Policiais são presos acusados de torturar até a morte homem no interior de Pernambuco

MPPE diz que violência foi praticada para que vítima informasse a suposta localização drogas em Gravatá. Causa do óbito foi asfixia por afogamento

MPPE afirma que homem foi torturado até a morte no Bosque dos Universitários, em Gravatá – Ednaldo Lourenço/Secom Gravatá

Três policiais militares foram presos preventivamente por decisão da Justiça, acusados de envolvimento no crime de tortura com resultado morte de um homem em Gravatá, no Agreste de Pernambuco.

A prisão foi decretada pela 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), após recurso apresentado pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE).

Segundo a denúncia, a vítima teria sido submetida a agressões durante uma abordagem realizada em 2024 e que a violência ocorreram para obter informações sobre a suposta localização de drogas.

A causa da morte apontada na investigação foi asfixia por afogamento. Os policiais foram encaminhados ao Centro de Reeducação da Polícia Militar (CREED), onde permanecem à disposição da Justiça.

Leia a reportagem completa no Jornal do Commercio.

Texto adaptado pela redação do Bezerros Hoje com informações da reportagem de Raphael Guerra, publicada no Jornal do Commercio (JC).

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Justiça determina que primeira-dama e prefeito de Gravatá se abstenham de realizar apresentações nos palcos do São João 2026

A 1ª Vara Cível da Comarca de Gravatá atendeu a um pedido do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e determinou que a primeira-dama e secretária municipal de Obras, Viviane Facundes, e o prefeito Joselito se abstenham de realizar exibições performáticas ou cantorias nos palcos do São João de 2026.

De acordo com informações divulgadas pelo MPPE, a Ação Civil Pública por Abuso de Poder foi motivada pelo suposto desvio de finalidade dos festejos públicos para promoção pessoal e política do casal.

Ainda segundo o Ministério Público, o município empenhou cerca de R$ 5,8 milhões para a realização da festa deste ano. A instituição apontou que, durante o São João de 2025 e em outros eventos posteriores, a primeira-dama teria subido ao palco para se apresentar ao lado de artistas nacionais consagrados.

O MPPE informou que mais detalhes sobre a decisão judicial estão disponíveis em seus canais oficiais.

Fonte: Ministério Público de Pernambuco (MPPE).

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