O maior teatro ao ar livre do mundo e o espetáculo da Paixão de Cristo de Fazenda Nova têm o título de Patrimônio Cultural Material e Imaterial de Pernambuco.

Desde 2009, a Lei nº 13.726, de autoria do deputado estadual Coronel Alberto Feitosa (PL), garantiu o título e valorizou ainda mais essa riqueza da cultura pernambucana.
Graças à Lei proposta por Feitosa, foi possível captar recursos e garantir a preservação do espetáculo.
Ao elevar a Paixão de Cristo e a cidade-teatro ao status de Patrimônio Cultural Material e Imaterial de Pernambuco, a Lei 13.726/2009 proporcionou os seguintes benefícios:
Captação de Recursos – Facilita o acesso a verbas públicas e incentivos fiscais destinados à cultura, permitindo que a agremiação obtenha apoio financeiro para a manutenção dos cenários e produção do espetáculo.
Salvaguarda e Continuidade – Garante que o Estado brasileiro e pernambucano ofereçam maior visibilidade e apoio institucional, assegurando que a tradição seja mantida ao longo das gerações.
Fortalecimento Turístico – Amplia a visibilidade do espetáculo, impulsiona o turismo cultural e fortalece a economia da região.
Proteção do Patrimônio – O reconhecimento como patrimônio material protege a estrutura física (o conjunto arquitetônico de pedra), impedindo descaracterizações e garantindo sua conservação.
“É uma satisfação ver que o trabalho que começou timidamente em 1951, com o comerciante de Fazenda Nova, Epaminondas Mendonça, e que ganhou o tamanho de hoje com o sonho de Plínio Pacheco, seja um símbolo da cultura pernambucana e referência no mundo”, ressaltou o deputado Coronel Alberto Feitosa.
O Bezerros Hoje publica este material na íntegra, via assessoria, prezando pela pluralidade de informações e transparência no cenário político.