EX-SECRETÁRIO CHAMOU COLETIVA PARA PRESTAR CONTAS DE SUA GESTÃO

PRETACAONa cerimônia de transição de cargo  da Saúde, que aconteceu nesta manhã de sexta-feira (01/11), o ex-secretário Humberto agradeceu a todos os que estiveram em sua gestão, mas sobre tudo mostrando um balanço de tudo que conseguiu desenvolver na secretaria nestes 10 meses sob seu comando, principalmente na Unidade Mista de São Jose, que foi encontrada totalmente destruída e hoje tem 400 atendimentos diariamente, além de cerca de 40 cirurgias por mês, coisa que há muito não acontecia em razão do sucateamento que foi submetida aquela unidade hospitalar; mostrou também a Clinica da Mulher comparando-a a uma clinica particular e até superior a muitas que encontramos por aí. Mas o que chamou a atenção, foram mesmo os gráficos, fotos e estatísticas mostrados por Humberto Sobreira, mostrando claramente a positividade do seu trabalho.
Depois usaram das palavras, o Prefeito Branquinho, enaltecendo a dedicação e transparência neste primeiro ano de sua gestão, na pasta da saúde, e agradeceu ao ex-secretário pelo seu trabalho, ao mesmo tempo desejou boa sorte ao novo comandante da saúde bezerrense; Raquel Lira deus as boas vindas a Anderson Torreão e colocou-se a sua disposição, no que for possível fazer para melhorar a saúde da cidade, enfatizando que 80% dos pernambucanos usam o SUS, enquanto os 20% restantes também enfrentam dificuldades de atendimento pela carência que os planos de saúde enfrentam nos dias de hoje. Depois foi a vez, do novo secretário, usar da palavra, e exaltar fatores importantíssimos para que tenha sucesso em sua empreitada, destacando a meritocracia e a participação da comunidade, para que se desburocratize os serviços e possa oferecer um atendimento de qualidade, deixando claro que o SUS é um sistema de todos os cidadãos e não apenas dos mais carentes. O médico e ex-prefeito Marcone Borba, encerrou as falas, dizendo da importância do trabalho em equipe para que a população encontre um bom serviço de saúde enaltecendo, assim como Branquinho, a necessidade de se ter paciência no momento de atender os mais carentes que não têm alternativa a não ser o serviço público de saúde.

POR SÉRGIO LEÃO

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