Conheça a história do Sr. Vital, natural de Bezerros, que tem sua venda em Poço da Panela no Recife

A foto retrata o interior da bodega de seu Vital, no Poço da Panela. Um homem e mulher, ambos idosos, estão sentados lado a lado em um banco. O homem, à esquerda segura uma bengala e veste camiseta sem mangas e bermuda brancas. Ela está usando um vestido marrom claro e usa óculos. Ao fundo, há prateleiras com diversos itens, como recipientes, garrafas e caixas, sugerindo que a loja vende produtos domésticos ou mantimentos. Na parede acima deles, há vários cartazes escritos à mão, provavelmente com informações sobre os produtos ou preços, mas não é possível ler o conteúdo na imagem. As paredes são pintadas de verde, e a presença de luz natural ilumina o espaço a partir do lado de fora do quadro.Crédito: Arnaldo Sete/Marco Zeropor Yuri EuzébioIncrustada em frente à igreja de Nossa Senhora da Saúde, numa das extremidades da estrada Real do Poço da Panela, zona norte do Recife, em um casarão histórico como um oásis de outros tempos, fica localizada o ponto comercial conhecido na cidade apenas como “a venda de seu Vital”. Aviso aos não-iniciados no pernambuquês: uma venda é uma bodega, ou seja, um pequeno comércio de secos e molhados. O dono da bodega é um comerciante distante dos padrões convencionais. Vital José de Barros, 84 anos, nasceu em 1940 na cidade de Bezerros, no Agreste de Pernambuco, e chegou ao Poço da Panela em 1964. É um sujeito caladão, que, à primeira vista, pode parecer bronco e carrancudo.Apesar de ser poucas palavras, geralmente certeiras, sem muitos arrodeios, é capaz de fazer amigos e aglutinar pessoas de todas as classes sociais. Tanto que sua bodega se transformou em uma espécie de centro político, social e cultural do bairro.

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