
Nem sempre as coisas fluem positivamente como gostaríamos, e muitas vezes tudo acaba saindo do nosso controle, sem que possamos mudar as circunstâncias e os resultados por mais que tentemos. Muitas vezes desordenadamente enfrentamos o caos impulsivamente, tentando correr contra o vento e nadar contra todas as correntezas, para mudar tudo, para chegarmos a onde planejávamos, para rejeitarmos o que momentaneamente estamos vivenciando, sem que tivéssemos escolhido. Porém, diante desses contextos, toda impulsividade, pressa, revolta, fúria e insatisfações, não resolvem nada, não abrandam os acontecimentos e nem destrõem as circunstâncias. Todo alvoroço em querer se confrontar com os desafios e problemas para mudar a situação a qualquer preço, na maioria das vezes é em vão e desperdício de energia e força. No auge do caos, quando tudo parece está contra nós ou caminhando para o fim, é imprescindível silenciar e aceitar a experiência como ela se apresenta. O silêncio acalma, permite a observação e o autocontrole, calando os gritos internos das insatisfações e revoltas. E é através do silêncio que tudo fica mais claro e o aprendizado perante a situação ocorre, bem como, o tempo do silêncio traz as respostas e a quietude para o tormento das ações imprudentes ou desesperadas.
A palavra para hoje é RESILIÊNCIA.
(Mariana Helena de Jesus)
