SEM CARNAVAL

Não é que o carnaval entrou de férias forçadas em 2021! Se não fosse a pandemia estaríamos vivendo uma das melhores prévias, e é triste ver que não podemos “brincar escondendo a dor” como bem retrata uma famosa letra carnavalesca. Mas o tempo não é para brincadeira e a torcida é que as nações virem logo essa triste página da história, que mudou a rotina dos habitantes do planeta. Pelo menos não nos preocupemos com a “quarta-feira ingrata”, até porque as cinzas da última ainda nos cobrem com uma sensação de um mundo menos colorido e feliz.
O LADO MAIS OU MENOS

O fato do município não realizar o carnaval é um fator positivo para a gestão Lucielle. O município não realizaria um evento de tamanha magnitude sem desembolsar o mínimo de meio milhão de reais. A não realização da festa fará bem a gestão financeira da prefeitura, embora a movimentação econômica no setor turístico deixa de movimentar divisas.
THE TIME (Inglish)
A gestão Lucielle sabe que o desafio inicial é fazer os serviços básicos chegarem na ponta, ou seja, à população que mais precisa. A expectiva é que a aquipe técnica faça a diferença à medida que vá tendo conhecimento da máquina administrativa. Conta a favor uma máquina não inchada, que oportunizará mais recursos para tal fim. A população continua alimentando expectativas positivas sobre a nova gestão, mas o “taime” (time =tempo) nao pode ser colocado à prova. A paciência da população é um estopim aquecido.

CRITICAR SEMPRE
É importante a criticidade dos formadores de opiniões de forma constante. Quantos fatos merecedores de repúdios vieram à tona diante do silêncio ensurdecedor de muita gente em Bezerros. A classe política mudará quando houver uma vigilância constante e de todos. Não é porque o sujeito (a) é aliado de um governo que a crítica deve ser banida quando for necessária. Criticar por conveniência não é legal.
CURTAS
As forças de segurança mostraram que o ordenamento nos finais de semana em Serra Negra é possível. Contudo, é preciso a vigilância constante.
A Imprensa aguarda ansiosa o reencontro com a prefeita Lucielle Laurentino (DEM). Como suas lives também não mais aconteceram, há muitas indagações a serem feitas.
Serviços básicos devem ser entregues a população como rotina de qualquer governo. Torná-los fatos enaltecedores pode provocar efeito contrário.
Em 1992 quando não se realizou o carnaval de rua, os papangus sairam aos centenas na cidade. O fato pode se repetir no domingo?
Não tem como não repercutir o fato do ex-prefeito Breno ter ganhado cargo com elevado provimento da ALEPE.