“O candidato é Branquinho, Breno ou Marcone”
O ex-prefeito Marcone Borba ainda não se filiou ao PSB, mas a decisão de ingressar na legenda é ‘prego batido e ponta virada’. O ex-prefeito concedeu uma entrevista à rádio Maria FM, mas outros veículos de imprensa também foram convocados.
Na entrevista, Borba falou sobre a sua saída do PT e atrelou sua decisão ao grupo político que comanda a sigla no município, em especial ao radicalismo do vereador Eugênio de Sapucarana, que mereceu críticas principalmente no tocante a ‘incoerência’. Destacou que o vereador fez aliança com uma deputada do PSB (Raquel Lira) e que hoje está filiada ao PSDB. Marcone destacou ser simpatizante ao ‘lado do PT’ que trouxe para Pernambuco investimentos, como refinaria e projetos de inclusão na educação superior. Quanto a turbulência política que o Partido dos Trabalhadores (PT) enfrenta, preferiu não fazer juízo de valor, mas acredita que o país será outro após a operação da Lava Jato.
No tocante a sucessão municipal, o ex-prefeito repete o discurso de unidade no grupo político. Para ele, se o prefeito Branquinho não for candidato a reeleição, o grupo dispõe de nomes como o do seu filho, Breno Borba, o dele e até outros, como Paulo Alves, Nivaldo e o vereador Tititi, recém filiado ao PSB e que estava presente a entrevista.
Instigado a falar da oposição, o ex-prefeito acredita que haverá duas ou mais candidaturas no grupo, citando Neguinho de Israel (PDT) e Carlos do P.O (PSOL) e que acha salutar que haja uma disputa porque, na sua visão, isso acaba promovendo um debate sobre Bezerros. Sem citar nome, fez referência a candidatura a prefeito do líder do governo Gabeira, que representaria uma dissidência na base. Para ele, seria preciso colocar à disposição os cargos que o vereador detém no governo , já que julga ser um projeto adversário.
No contexto, o ex-prefeito citou a importância de que os nomes da oposição apresentem um grupo político, mas enfatizou a importância de conhecer o passado o futuro e o presente dos postulantes. Na visão do ex-prefeito, não se pode chegar agora, de paraquedas, se colocando como opção para solução dos problemas.
Assista trecho da entrevista aqui (1)