NÃO SE FOGE DAS CONSEQUÊNCIAS DAS PRÓPRIAS ATITUDES

Por mais que tentemos não cometer erros diante de nossos passos, e por mais que fiquemos atentos para não cometermos atropelos mediante algumas situações que nos pega desprevenidos, que nos irrita, ou que nos confronta, ainda assim estamos sujeitos a atitudes precipitadas, impensadas, a darmos respostas inadequadas e passos incertos, e portanto, estamos sujeitos e obrigados a respondermos pelas consequências de nossos próprios atos. Muitas vezes a gente nem imagina que uma determinada palavra, opinião, discurso ou gesto possam nos comprometer tanto diante de certos contextos, e por isso algumas vezes somos surpreendidos pelas consequências negativas de tais atitudes, noutras vezes praticamos alguma ação estando conscientes de quais serão os frutos colhidos como consequências, e mesmo assim resolvemos arriscar a corrermos os riscos. Todavia, depois das atitudes feitas, das escolhas tomadas, das palavras ditas, e das consequências provocadas, não podemos fugir dos efeitos colaterais de tais resultados, e lamentarmos ou nos indignarmos não resolverá absolutamente nada. Mediante os erros e atropelos cometidos é necessário incondicionalmente termos “discernimento” para encararmos as consequências e lidarmos com a situação de maneira serena, cumprindo nossa pena perante tais resultados, e cientes que tal contexto negativo irá passar depois de algum tempo. Porém diante das consequências indesejáveis provocadas por nós mesmos é fundamental que absorvamos toda experiência vivenciada como lição para nunca mais voltarmos a cometermos os mesmos desacertos.
A palavra para hoje é APRENDIZADO.

(Mariana Helena de Jesus)
@marianahelenadejesus
www.marianahelenadejesus.blogspot.com.br

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