É HORA DE AVALIAR O CARNAVAL DE BEZERROS

1958484_615976395142005_1445649451_nComo fazemos todos os anos, iremos agora fazer observações sobre o carnaval de Bezerros. O nosso intuito é que o poder público preserve os avanços e corrija alguns problemas identificados.

O QUE FOI BOM

Barreiras instaladas ao logo do desfile dos papangus impediram com que veículos  particulares ficassem estacionados próximo aos foliões.  O resultado é que os foliões  ganharam facilidade para entrar ou sair dos polos de animação.

Os banheiros químicos foram melhor distribuídos. A prefeitura acertou quando derrubou o antigo banheiro na Rua da Matriz. Era muito negativo devido as instalações serem ultrapassadas.

A realização do concurso de Papangus na Praça São Sebastião e a divulgação dos resultados posteriormente, bem como a premiação apresentada foi algo positivo na folia.

Bezerros continua sendo referência por fazer um carnaval família. A maioria dos turistas que deram entrevistas à imprensa destacou esse ponto como o que mais chamou a atenção.

Foi muito acertada a retirada das arquibancadas da Praça São Sebastião e Centenária, bem como a manutenção do Polo São Sebastião.

A  programação do carnaval de Bezerros recebeu nomes que os turistas podiam encontrar também na capital.  É aquilo que sempre defendemos:nomes como Alceu, Almir, Marron devem ser freguês do nosso carnaval.

A segurança foi bastante atuante, garantindo a tranquilidade dos foliões.

O QUE NÃO FOI LEGAL

A TV Jornal deixou de transmitir ao vivo da concentração do bloco de papangus.

O som do polo QG do Frevo foi altamente deficiente, a crítica era geral. Uma boa parte do público não podia ouvir nada do que se passasse no palco principal. Faltou distribuir ao longo da avenida repetidoras de som. 

Houve uma atitude da segurança, na madrugada do sábado, que julgamos fora de sentido. Após o som ser desligado, por volta de 1h, se tentou mandar literalmente a multidão para casa.

Observando a quantidade de veículos estacionados pela cidade,podemos julgar que eles vêm diminuindo nos últimos três anos. Chegamos a julgar – no ano passado – que o fato possa está ligado ao rigor da lei seca.  Em contrapartida, se observa um maior número de ônibus e vans fretados.  Contudo, há uma certa sensação que isso tem refletido na quantidade de foliões no carnaval. 

O Polo Forró do Papangu poderia ser deslocado para outro setor. Passar por ali era complicado devido a concentração das pessoas. Contudo,se faz necessário garantir que o som do Palco do QG do Frevo contemple toda aquela região.

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